Janeiro 2014 - Che Guavira - sítio literário

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Crônicas de Santiago
Da autobiografia não-autorizada de Che Guavira
Só liberada por causa da lei de liberdade de informação
Parte 2
A cidade é linda e tudo perto. Lembra Curitiba.
O deslumbre foi o mercado persa, como chamam a feira-livre, gigante. Vários quarteirões de feira, não ao ar livre, onde se vende qualquer aparelho antigo, seja datilógrafa ou máquina de costura. Até sofá velho e estragado está lá. Tudo o que se joga fora aqui, obstruindo calçada e sujando terreno do vizinho. E livros usados, antigos, raridades, coleções inteiras, caros e baratos. Dá pra fazer uma viagem só pra garimpar nos sebos, que são muitos.
No Brasil a internete inflacionou os sebos. Creio que é um período de acomodação. Não compensa mais viajar a São Paulo pra visitar sebo. Nada se acha, pois os sebos guardam uma lista dos colecionadores, pra avisar de raridade que aparecer.
Tem o Buin zoo, um zoológico na periferia, gigante, dá pra passar o dia visitando, super bem cuidado, com nichos ostentando placa com nome do bicho, mapa de habitáculo, sinopse, etc. A área das aves é fechada até formando teto com tela, pro bicho não fugir. Um espetáculo. Que diferença gritante de nosso insosso parque das Nações Indígenas, que nada tem de parque nem de indígena.
O clima é bem diferente, por causa da barreira dos Andes. A seca de agosto lá é em fevereiro. Sendo tão seco andei a todo lado, carregando sacola, sem suar.
Nessa viagem fui conhecer minha correspondente chilena. Como passeio muito distraído, confiscou meus poucos pesos, dizendo que eu poderia ser assaltado. E agora? Como convidar uma vizinha de quarto do hotel prum passeio?
Ao sair:
— Mariacita, onde estão meus pesos?
E recebi a pesada mochila contendo lanche, água mineral, etc.
E mais as sacolas de compra, de modo que recebi os pesos com juro e correção monetária. Foi bem assim:

O passeio no persa foi muito festivo, pois fomos com dois amigos de Maria, Chejov y Nelson, esse que desenhou As aventuras de Che Guavira. Só faltou Arakaki. São os amigos gibizeiros escaneadores. Chejov é apaixonado por faroeste, até anda cum chapéu de vaqueiro, só faltando o revólver e o cavalo. Nelson é desenhista, que no persa viu um gibi da Mônica e perguntou se é bom. Eu disse que é dos melhores que tem aqui. Foi paixão à primeira vista. Começou a traduzir os gibis e disse que graças a mim o descobriu. Quando voltei enviei um dicionário, pra facilitar sua tradução.
Se eu não estivesse em grupo acabaria igual no sebo Osório, em Curitiba, garimpando minuciosamente até o funcionário avisar que está fechando, pois sou rato-de-sebo assumido e feliz. Assim o passeio foi passeio mesmo, não trabalho. Hehehe.
Ali, numa lanchonete, onde comemos um cachorro-quente com abacate em creme no lugar de mostarda e quetchupe, o típico de lá. A dona, sabendo que sou brasileiro, me deu um chaveiro com emblema do Chile, ligou o microfone e cantou, creio que um bolero, pra mim.
A volta foi muito divertida, todos contando uma piada curta dentro do carro. Mesmo com meu castelhano claudicante, pois não tenho prática de falar, só escrever, deu pra contar umas boas.
Quando eu disse que achamos engraçado quando dizem dentro de un rato, e quando eu jocosamente falei da peculiaridade de usarem ue e ie (tiempo, puerto...) dizendo (onde não há) pueco, españuela, tuero... Maria disse que estranham nosso inho: Tomar um cafezinho com leitezinho.
Também contou que pra eles aqui tudo é grande. Somos a itu deles. A versão da piada do supositório é do sujeito que foi comprar numa farmácia onde tudo era importado do Brasil. O comprimido era do tamanho dum ovo, o creme pra micose numa embalagem de 5kg, a agulha de injeção do tamanho dum espeto. No final o cliente disse Não. O supositório comprarei noutra farmácia!
Já dá uma idéia do Brasil no imaginário hispânico.
Então contei que pra nós tudo o que é exagerado é ianque. Os gringos é que são exagerados em tudo. E sobre Itu. Lapisinho de Itu, borrachinha de Itu...
Assim aprendi que se rato é instante e ratito instantinho, ratón é que é rato e ratoncito ratinho. Uma vez falei de levar um potito (potinho), quando deveria dizer potecito, porque poto (regionalismo chileno) é bunda (regionalismo brasileiro). Então o que disse era levar uma bundinha em vez dum potinho.
Outra graça é que a dança típica se chama cueca.
Lá a quase todo lugar se vai de metrô. Numa dessas fui abrir uma garrafa de água mineral e, bum!, tomei um banho e sobrou a todos perto. O sujeito que estava informando a Maria disse que explicaria se prometesse não lhe dar mais banho. Todos ficavam paquerando Maria, por isso informação não faltava.
Na crônica anterior contei como foi a ida ao museu, bem assim:

Mas Maria não gostou de me ouvir criticar as obras de arte. Leva muito a sério aquela palhaçada toda. Bom... Se mulher tivesse bom-gosto não gostaria de homem, né? Hehehe
Lá a comida não tem muita variedade. Não é como no Peru, México ou Brasil. São como os paraguaios, com muito preconceito alimentar e pouca variedade, de modo que pôr banana no almoço é algo exótico e excêntrico. O almoço é bem no meio da tarde, o que seria nosso lanche, por isso os restaurantes ficam abertos na tarde toda, não fechando 14h como aqui. O abacate é salgado, feito creme. Não usam em vitamina, por exemplo. A variedade de salgadinho é quase nula. Tanto é que quando Maria esteve em São Paulo ficou comendo compulsivamente os salgadinhos, uma paixão. Não tem pimenta, exceto -do-reino, mandioca, água-de-coco. O pêssego é muito bom, a tuna ou figo-da-índia é verde, o nosso é vermelho. Tem amora-preta, melão, mirtilo, uva nessa época. No Buin zoo vi uma planta rasteira cheia de fruto, tudo idêntico à guavira. Pena que não tinha a quem perguntar o quê era.
Passeamos também num cerro, tipo um mosteiro no alto dum morro, visitamos o palácio de La Moneda. Praia em Vinha do Mar. O Pacífico é menos salgado que o Atlântico. Encerramos o passeio numa piscina e na noite num restaurante japonês, com dona Adriana, mãe de Maria.
Dona Adriana servia copioso lanche de fruta, predominando melão e pêssego, e Maria com sua deliciosa salada de fruta e verdura, que já garante um almoço frugal. Tratado assim, como dom Pedro em Petrópolis, já se aproxima a segunda viagem.
Foi a melhor viagem até agora, mesmo sem aquilo que o leitor está pensando.

sábado, 25 de janeiro de 2014

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Juan Marino y Hitchcock
No encontré información sobre si los episodios de la radionovela El siniestro doctor Mortis son de autoría de Juan Marino, el criador del doctor Mortis, o adaptaciones de cuentos de diversos autores.
El episodio de la radionovela, El difunto que protesta, es la misma estoria del episodio Alfred Hitchcock presenta - 1-26 (25-03-1956) Novela policiaca. Quién lo hizo¿ (Whodunit), de un cuento de CB Gilford, autor muy presente en antologías policíacas como Ellery Queen misterio Magazine.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Gay is not good

Contents, preface, foreword and chapter 1
Contents
2Advantages of the homosexual lifestyle
Pseudo-advantages
Real advantages
3A Brief history of sexuality
Famous homosexuals
The Bible on sex and the family
Other religions: Sex and the family
The Legacy of the Greeks
Socrates: A homosexual case history
The Greek love paradox
Generalizations on sexuality from history
PART 2. Scientific aspects of homosexuality
4Biological considerations
The rediscovery of heredity
Normal sexual development
Abnormal sexual development
Other biological factors in sexuality
The biological categorical imperative
Universal heterosexual love
5 ● Psychological considerations
Miscellaneous stimulus-response principles
Conditioning and learning
Psychodynamics of sexuality
Psychodynamic Paradigms
The decent homosexual — Psychological factors
Concomitants of homosexuality
6 ● The homosexual and society – 1
What do homosexuals want?
The homosexual citizen
The homosexual caregiver
7 ● The homosexual and society – 2
Problems with the homosexual administrator
Homosexual politics
What will be the result of homosexual politics?
Complex social issues
8 ● Homosexual fallacies: A primer
Loopholes in homosexual arguments
Homosexual errors
Inverse generalizations
Special topics
The weak scientific foundation: Kinsey, Bell and Weinberg, Masters and Johnson
PART 3. Prevention of homosexuality
9 ● Immunization against homosexuality
Principles of healthy psychological development
Guiding children through critical periods
Sexual options
When the child leaves the home
Psychosexual emergencies
10 ● Effective diagnosis and prognosis of homosexuality
A ● Medical evaluation
B ● Diagnostic evaluation
Types of homosexuals
Other possible homosexual types
A simplified classification of homosexuals
Prognostic evaluation
PART 4. Treatment of homosexuality
11 ● General treatment considerations
Early diagnosis and treatment
Beginning the treatment
The right therapist
12 ● Chemotherapy and surgery
Chemicals and drugs
Surgical therapy
13 ● Behavior therapy
Pavlov, Skinner, and beyond
What homosexuals think about therapy
14 ● Psychotherapy
Depth psychotherapy
Psychoanalytic methods
15 ● The homosexual influence – Now and beyond
Politics
Science
Appendix A. Special biological problems in homosexuality
Appendix B. An Official government statement on homosexuals
Appendix C. Analysis of the Kinsey H-Scale
Appendix D. Building a library on healthy sexuality

Appendix E. Pre-homosexual checklist: Males
Appendix F. Pre-homosexual checklist: Females
Appendix G. Homosexual checklist: Males and females
Appendix H. Factors contributing to the higher incidence of male homosexuality
Bibliography
Index
Preface
This book is the culmination of years of research on homosexuality.
As a professor of psychology for more than a quarter century, I have counseled hundreds of students. As a licensed psychologist I have worked with many patients. But the main motivation behind the thousands of hours required to bring this book to completion has come from my five children, four of whom are boys. Homosexuals have repeatedly approached my children, and I have counseled them in their encounters.
In the last twenty years homosexual activists have achieved amazing political successes in obscuring the issues, derogating thousands of years of human experience and research on the subject, and changing attitudes in the general population. Only recently has the general public become fully aware and increasingly alarmed at the consequences.
The last five years have seen a large number of books on homosexuality presented from the moral and religious point of view. During this time little or nothing has been published utilizing rational and scientific arguments regarding pathological aspects of homosexuality. This has amounted to an effective censorship within the scientific community, as well as among the general public. (I owe a special debt of gratitude to Thomas Nelson Publishers for having the courage, good sense, and sufficient concern for the future of our society to publish this book.)
At the same time there has been a plethora of both popular, political, and scientific publications presenting homosexuality in a positive light. The result is that millions of people are left  without rational and empirical foundations for their belief that gay is not good.
Professionals, and there are many, such as myself led the fight to decriminalize homosexuality. We insisted that homosexuals be considered as legal patients, not illegal criminals. Homosexuals deserve our compassionate concern.
But homosexual activists were not content with decriminalization. The momentum generated for an enlightened public by professional caregivers was used to subvert and redirect these high aims. Now homosexual militants insist that there is nothing wrong with their behavior, that homosexuality and heterosexuality are equal and normal preferential lifestyles. This simply isn't so.
In order to fill the need for a book that was both readable and informative, I deliberately selected the simplest and least formidable method of referring to original sources. This was accomplished by using numbers in parentheses in the text to indicate the location of a source in the bibliography. Footnotes were intentionally omitted since they often intimidate all but the most persistent readers or professional academicians.
In most instances sources referred to in the text corroborate the statement made; in a few instances original sources give an antithetical viewpoint. But in all instances they are relevant to the issue discussed.
Pam Jenkins, my secretary, helped not only in the typing but in correcting, editing, and organizing the manuscript.
I am grateful to my wife, Dorothy, without whose help this book would not have been possible.
Frank M. du Mas Augusta, Georgia Spring, 1979
Foreword
What is a homosexual? What is a heterosexual? Is gay O.K.? Sooner or later parents and other caregivers have to answer such questions asked by young children. The answers are typically brief, devoid of scientific language, and given not so much to bring about understanding of the issue as to create a general attitude calculated to protect the young child until he matures enough to understand more complete answers. We reply: A homosexual is a boy who has sex with other boys or a girl who has sex with other girls. A heterosexual is like Mommy and Daddy, a man and a woman who make love to each other. No. Gay is not O.K.
But when these same children begin to mature, they discover new and powerful sexual emotions. A girl may now ask: Why can't I have sex with boys? A boy might ask: What's wrong with being gay? or Tom had sex with another boy; is he a homosexual? Sooner or later such questions come up; the answers designed for small children are no longer adequate. What are the best answers to these questions?
The same young people leave high school as young adults. A son goes into military service. A daughter takes a job in the big city, or a young person goes on to college. At college they have new experiences, gain new knowledge, discuss new ideas. When these independent, bright young people come home they no longer ask questions of their parents or former caregivers. All too often there are far fewer questions and many more pronouncements incorporating their newfound knowledge.
A young man states: "According to Kinsey, everybody has a little homosexuality in them. Dad, do you think you are smarter than Socrates? He and other intellectuals during the Golden Age of Greece were homosexuals, and they said that the love you and Mother have for each other is second-rate. They say Greek love, the sexual love between two men, is the best of all."
Or, a young woman comes home from college and states emphatically: "Mother, it's O.K. to have sex, but I don't want the bother and pain of pregnancy. Children are a drag anyway. The family is finished. I want to be carefree and gay!"
How are we to respond to these bright and knowledgeable, but still inexperienced, young people? It isn't easy. The typical parent is middle-class, of average intelligence, has a high school education, and possesses limited knowledge about sexuality. When a young person returns from the big city, military service, or the university, he has often had contact with highly intelligent, well-educated, articulate individuals with wide experience, not only in sex but also in other aspects of life. The average parent or caregiver finds it difficult to compete for the minds and hearts of these young people against such formidable influences. In the special field of sexuality, he needs the assistance of professionals who can help him guide young people in his care in the proper sexual direction.
Caregivers often find it difficult to refer young people to the right books and articles that can effectively answer their questions. This book meets this need by suggesting a three-stage library: Basic, expanded, and complete. So that these books can be acquired quickly, author, title, and publisher are given for each book. (See Appendix D.)
But all books presently available have certain limitations. Some are technical and written for professionals, while others are a little out of date because of new knowledge. Some do such an excellent job on specific aspects of sexuality that it would be hard to make another significant contribution in that particular area. For example, Cleckley's Caricature of love is an excellent analysis by a well-known psychiatrist of sexual sickness as it exists in literature and the arts. Dr. Hatterer's Changing homosexuality in the male gives so many excellent verbatim clinical case studies that another book in this area would be redundant. Dr. Bieber's Homosexuality is probably the finest psychoanalytic study on the subject ever made.
One book, Wyden and Wyden's Growing up straight, requires special consideration. (322) It is the only book I have found written for the average parent or caregiver with a specific intent of showing what is wrong with homosexuality and what is right about heterosexuality. It also gives readable, practical guidance on bringing up children and young adults to full and satisfying heterosexuality.
But even the Wydens' excellent little hook has some obvious omissions: They have little to say about the biological aspects of homosexuality; very little is said about homosexuals as caregivers and administrators; their comment on Greek love and the dialogues of Plato is very limited; and they have little to say about homosexual militants (H-militants), homosexual fallacies, homosexuality as a disease, the analysis of Kinsey's H-scale, the highly questionable conclusions drawn from cross-cultural and animal studies, and chemotherapy and behavior therapy for homosexuals. As far as it goes, the work of the Wydens has been done very well, and to a certain extent, this book is an attempt to extend or complete what they did not emphasize or left out. Consequently, all of the subjects above are discussed in this book.
This book is not intended to be a balanced presentation of the homosexual versus the heterosexual point of view. This book is one-sided because it presents heterosexual answers and alternatives to the many biased homosexual statements and demands.
This book fills a need for four groups of people: Parents, caregivers, individuals who are in conflict over their own sexual identity and want to know about the heterosexual's counter-arguments to the homosexual point of view, and those homosexuals or bisexuals who want to change to exclusive heterosexuality.
FMD

Part 1
Background
 Chapter 1
Gay: Good or not good?
Gay is good!
Ten thousand homosexuals roared this militant slogan of the Gay Liberation Front (GLF) in Atlanta, Georgia. CBS television videotaped this scene for a special report, Homosexuality in America, aired in the fall of 1973. A woman stood on the platform facing the crowd and spoke into the public address system:
Gay is beautiful.
Gay is beautiful! The crowd repeated in a roaring refrain. In an echo magnified many times, the crowd repeated several such three-word sentences on the glorification of homosexuality. The litany finally ended with these two refrains:
Gay is normal! Gay is healthy!
Is gay good? Beautiful? Normal? Healthy? Children and young adults are asking their parents, teachers, doctors, and clergymen these questions. Magazines, books, movies, and other mass media are discussing homosexuality quite openly. Many commentaries on the subject are made in such a way as to suggest that gay is, as the GLF says, good, beautiful, normal, and healthy. (129) Children and young people seldom have the knowledge and expertise to defend themselves from such homosexual propaganda. They read and listen to these statements and then ask adults whom they love and respect questions about homosexuality.
Physical and mental pitfalls of homosexuality
Physical Pitfalls
Those of us entrusted with the care and guidance of young people are faced with the increasingly difficult homosexual problem. We are careful to protect our children from many dangerous pitfalls of modern living: We train them to be careful in crossing streets; we give them driver education so that they can survive on the highways; we teach them to be careful with fire; we instruct them on the proper use of knives and guns, and so on.
We even guide them past invisible dangers, such as deadly microbes, through physical hygiene. Some physical dangers are easily seen by anyone, such as poor driving habits, which result in terrible automobile accidents that maim and kill. Some physical pitfalls, such as disease-carrying germs, the growing child cannot see, so he must take on faith the guidance and direction furnished by those who care for him.
Mental pitfalls
There are also mental pitfalls that caregivers attempt to guide young people safely around. As with physical pitfalls, some of these mental, or behavioral, dangers are more visible than others. We try to teach young people that certain behaviors, when practiced repeatedly, become habits that ultimately lead to degradation, unhappiness, and misery. For example, we attempt to train our children not to steal because they could be imprisoned or shot when caught in the act. We train our children not to hit others because the consequences can be painful, disfiguring, or even fatal when the other fellow violently reciprocates.
There are also mental pitfalls whose consequences lie farther in the future and are far less visible. To train our children to avoid these is a much more difficult task. It is more difficult because not only are the rewards and punishments for these behaviors and mental habits more unreal to the growing child, but also the re-wards and punishments often lie far in the future. For example, we teach the growing child principles of reality testing, that is, to differentiate between facts and what really happens in contrast to daydreams and fantasy. We know that to habitually not discriminate between fact and fantasy is to encourage schizophrenia.
When we see a young person with a special aptitude, a knack or talent for athletics, mathematics, writing, science, music, or art, we help him to get the instruments or equipment he needs to advance in his area of interest. We spend much time and money to facilitate the full flowering of the young person's potentialities. It may be twenty or thirty years before the successful habits of living we have helped to establish in the child come to full fruition as an adult concert pianist, scientist, or physician.
Caregivers cannot do for the child what he must do for himself, but they can give him time and wisdom to help him on his way towards the successful achievement of distant goals. When we help our children establish good habits of living, we help them to avoid two prevalent pitfalls of modern civilization: Psychotic breakdown and wasted talent.
Mental hygiene
The establishment of good habits of living is called mental hygiene. Mental hygiene can be taught just as physical hygiene can be taught. Physical hygiene establishes the habit of cleanliness to avoid the misery of physical disease; mental hygiene establishes emotional habits to avoid the misery of mental disease.
It is obviously more difficult to teach mental hygiene than physical hygiene. This is partly due to the fact that habits involved in physical hygiene are usually demonstrable, cognitive, and conscious because the cerebrum is the part of the central nervous system most concerned with this sort of training. In mental hygiene, we are developing emotional habits that are less demonstrable, more complex, and more unconscious since they mainly involve the autonomic nervous system.
The cerebrum is involved in the highest level of rational and conscious mental activities. The autonomic nervous system is involved in the more diffuse activities, such as digestion, reflex behavior, endocrine glandular responses, and emotional reactions. Its functions are largely unconscious. The autonomic system is much more difficult for the individual to control voluntarily, and once autonomic or emotional habits are established, they are much more difficult to modify, inhibit, or erase. For example, it is easy to break the bad mathematical (cognitive) habit that says that 2+2=5. It is much more difficult to correct the bad social (emotional) habit of stage fright.
Reevaluation of homosexuality
In the International classification of disease (ICD-8) and the Diagnostic and statistical manual (DSM-II) of the American Psychiatric Association, homosexuality has been listed as a mental disorder under the general title of Diseases. (149,70)
During the CBS program previously mentioned, two opposing views were expressed regarding a change in the classification of homosexual behavior. In the last decade or so, homosexuality has increased in the United States, although its status in the rest of the world seems to have remained much the same. (185, 284, 285) An American psychiatrist suggested that homosexuality be reclassified as a disorder of sexual orientation and did not seem to feel that homosexuality, even though widely practiced, was something to be particularly concerned about. It is interesting to note that CBS found it desirable to go outside the United States to get an individual who expressed a view opposing a reclassification that would reflect a bland definition of homosexuality. The British psychiatrist who opposed the reclassification said that to take the proposed step towards the devaluation of the pathological aspects of homosexuality would be disastrous to our society.
The implications of the preceding discussion have tremendous relevance for the future. Parents who rear their children, teachers who already teach physical hygiene and will be expected to teach mental hygiene in the future, family physicians, and clergymen will be placed in the position of deciding how to guide young people toward the good life. If the present trend continues, it is reasonable to expect that caregiving adults will teach children that they have sexual needs to be satisfied and that there are several good ways in which this can be done. Since emergence of the gay is good philosophy, homosexuality has become in the eyes of many, an alternative, normal, and healthy way for developing humans to satisfy their needs for sex and love. If the trend continues, children of the future may well be taught that homosexuality is not only good but is as good as heterosexuality.
There have been a number of influential writers, such as Andre Gide, Edward Carpenter, and Oscar Wilde, who have said that homosexuality is not simply good nor just as good as heterosexuality, (120, 121) but the best possible way of satisfying a human being's needs for sex and love. The number of influential people who hold this "superlative" view of homosexuality seems to be increasing in both number and influence. (33, 57, 58, 210)
It is still true, even in the United States, however, that the great majority of people believe that heterosexuality is the best solution to a human being's need for sex and love. But the average parent does not have the necessary acquaintance with scientific research and literature on the subject to guide his children in any objective way. His convictions stem largely from his own personal beliefs and experiences in sexual relations. The average parent is also reluctant to discuss the subject openly and frankly with his children. If a parent or teacher is bold enough to broach the subject at a PTA meeting and wonder aloud why such things are not taught in school, the chances are very good that he will be greeted by cold silence, evasion, or hostility.
But parents are not alone in being uncomfortable discussing homosexuality with young people. Teachers, physicians, clergy-men, and social workers all find the subject a difficult and controversial issue.
Intimidation of heterosexuals
As a practicing psychologist and the father of five children, I myself have been increasingly concerned with the militancy of the Gay Liberation Front. Many worried parents and teachers have discussed these matters with me, asking for information and help in regard to the homosexual problem. I have searched the library for a book I could recommend, one that would present an understandable exposition of the relationship of health and happiness to heterosexuality.
In looking at some of the more popular and widely read psycho-logical treatises, such as Eric Berne's Games people play (35) and Benjamin Spook's Decent and indecent, (281) I found they give very little space to the subject. However, the impression one gets is that these writers do not feel that homosexuality or the sexual perversions are the best ways to satisfy one's need for sex. But there is a veritable deluge of books, magazines, and articles boldly pushing the concept that gay is good, normal, and healthy.
In contrast to the homosexual writers' aggressive claims, those who have recently published books in which heterosexuality is discussed positively have played down or are almost apologetic when speaking of differences between male and female and emphasizing the significance of heterosexuality for health and happiness. An example will clarify what I mean.
Dr. Benjamin Spock is a physician with an international reputation. He is one of the first medical men ever to be board certified in both pediatrics and psychiatry. His book Baby and child care has been translated into many languages and has sold tens of millions of copies. (280) He also has authored or coauthored several other books on the care and rearing of children and problems faced by parents.
Dr. Spook's book Decent and indecent was printed in 1969 and modified in 1970 and 1971. Of the five sections in the book, two discuss problems relating to sexuality: Section 1: Where does idealism come from? and section 2: Problems of sex and sexual role. Dr. Spock presents, in my opinion, a rather advanced and healthy view of the various aspects of sexuality he discusses. But throughout his discussions he seems very careful not to antagonize the ultra-liberals, the members of the new left, homosexuals, women's liberationists, or advocates of gay liberation. He gives a scrupulously fair and healthy view of pornography, obscenity, and brutality in the mass media; and yet he chooses to term his view as a reactionary view of obscenity and brutality.
As we shall see in later chapters, not only homosexuals but those involved in other subdivisions of the sexual perversions are organizing into political pressure groups who can, if they choose, make it extremely difficult for parents, teachers, clergymen, or physicians to speak out against homosexuality. I was a professor of psychology for many years, and I know that any professor who honestly feels and teaches that homosexuality is a perversion and that people who practice it should have help of some kind is in for a very difficult time at many colleges and universities in the United States. A highly articulate and politically effective group of intellectuals can be expected to form and work for his harrassment and degradation in order to force him out or keep him from disseminating such ideas. Consequently, few intellectuals and writers today dare to speak out.
Oberholtzer (234) has edited a book whose title is the question Is gay good? Kameny (163) and Shelley (273) have each authored separate publications whose titles are identical affirmative answers to Oberholtzer's question: They reply Gay is Good. Although it is late in coming, it should seem reasonable and fair for someone to take the opposite point of view and write a book entitled Gay is not good. This book, then, can be regarded as completing the third corner of the discursive triangle on homosexuality.

Guei não é bom
Índice, prefácio, introdução e capítulo 1
Índice
2Vantagens do estilo de vida homossexual
Pseudo-vantagens
Vantagens reais
3Uma breve história da sexualidade
Homossexuais famosos
A Bíblia no sexo e na família
Outras religiões: Sexo e família
O legado dos gregos
Sócrates: Uma história de caso homossexual
O paradoxo do amor grego
Generalizações sobre sexualidade da história
Parte 2. Aspectos científicos da homossexualidade
4Considerações biológicas
A redescoberta da hereditariedade
Desenvolvimento sexual normal
Desenvolvimento sexual anormal
Outros fatores biológicos em sexualidade
O imperativo categórico biológico
Amor heterossexual universal
5 ● Considerações psicológicas
Princípios diversos de estímulo-resposta
Condicionamento e aprendizagem
Psicodinâmica da sexualidade
Paradigmas psicodinâmicas
O homossexual decente — Fatores psicológicos
Concomitantes da homossexualidade
6 ● O homossexual e a sociedade – 1
O que querem os homossexuais?
O cidadão homossexual
O tutor homossexual
7 ● O homossexual e a sociedade – 2
Problemas com o administrador homossexual
Política homossexual
Qual será o resultado da política homossexual?
Questões sociais complexas
8 ● Falácias homossexuais: Uma cartilha
Lacunas em argumentos homossexuais
Erros de homossexuais
Generalizações inversas
Tópicos especiais
O frágil fundamento científico: Kinsey, Bell and Weinberg, Masters and Johnson
Parte 3. Prevention of homosexuality
9 ● Imunização contra a homossexualidade
Princípios de desenvolvimento psicológico saudável
Orientadores crianças através de períodos críticos
Opções sexuais
Quando a criança deixa a casa
Emergências psicossexuais
10 ● Diagnóstico eficaz e prognóstico da homossexualidade
A ● Avaliação médica
B ● Avaliação diagnóstica
Tipos de homossexuais
Outros possíveis tipos de homossexuais
Uma classificação simplificada dos homossexuais
Avaliação prognóstica
Parte 4. Tratamento da homossexualidade
11 ● Considerações gerais de tratamento
Diagnóstico precoce e tratamento
Início do tratamento
O terapeuta adequado
12 ● Quimioterapia e cirurgia
Produtos químicos e drogas
Tratamento cirúrgico
13 ● Terapia comportamental
Pavlov, Skinner e além
O que os homossexuais pensam sobre terapia
14 ● Psicoterapia
Psicoterapia de profundidade
Métodos psicanalíticos
15 ● A influência homossexual – Agora e além
Política
Ciência
Apêndice A ● Problemas biológicos especiais na homossexualidade
Apêndice B ● Uma declaração oficial do governo sobre os homossexuais
Apêndice C ● Análise da escala H de Kinsey
Apêndice D ● Construindo uma biblioteca sobre sexualidade saudável
Apêndice E ● Lista de observação pré-homossexual: Machos
Apêndice F ● Lista de observação pré-homossexual: Fêmeas
Apêndice G ● Lista de observação homossexual: Machos e fêmeas
Apêndice H ● Fatores que contribuem pra maior incidência de homossexualidade masculina
Bibliografia
Índice onomástico
Prefácio
Este livro é o resultado de anos de pesquisa sobre a homossexualidade.
Como professor de psicologia durante mais de 25 anos já aconselhei centenas de estudantes. Como psicólogo licenciado trabalhei com muitos pacientes. Mas a principal motivação após milhares de horas necessárias pra concluir este livro veio de meus cinco filhos, quatro dos quais são rapazes. Os homossexuais têm repetidamente se aproximado de meus filhos, e já os aconselhei em seus encontros.
Nos últimos vinte anos, ativistas homossexuais alcançaram sucessos políticos incríveis em obscurecer as questões, que derroga a milhares de anos de experiência humana e pesquisa sobre o assunto e mudança de atitudes na população em geral. Só recentemente te o público em geral ficou plenamente consciente e cada vez mais alarmado com as conseqüências.
Nos últimos cinco anos um grande número de livros sobre homossexualidade a apresentou do ponto de vista moral e religioso. Durante esse tempo pouco ou nada foi publicado utilizando argumentos racionais e científicos sobre os aspectos patológicos da homossexualidade. Isso levou a uma censura eficaz dentro da comunidade científica, bem como entre o público em geral.
Tenho uma dívida especial de gratidão a Thomas Nelson Publishers por ter a coragem, bom-senso e grande preocupação com o futuro de nossa sociedade ao publicar este livro.
Ao mesmo tempo houve uma infinidade de publicações populares, políticas e científicas, apresentando a homossexualidade sob ótica positiva. O resultado é que milhões de pessoas são deixadas sem base racional e empírica pra crer que guei não é bom.
Muitos profissionais lutam como eu pra descriminalizar a homossexualidade. Insistimos que os homossexuais sejam considerados pacientes legais, não criminosos. Os homossexuais merecem nossa preocupação compassiva.
Mas os ativistas homossexuais não ficaram contentes com descriminalização. A dinâmica gerada a um público esclarecido pelos profissionais tutores foi usada para subverter e redirecionar esses objetivos elevados. Agora homossexuais militantes insistem que nada há de errado com seu comportamento, que a homossexualidade e a heterossexualidade são estilos de vida preferenciais iguais e normais. Mas não é assim.
A fim de preencher a necessidade de apresentar um livro legível e informativo escolhi deliberadamente o método mais simples e menos formidável de se referir a fontes originais. Isso foi feito usando números entre parênteses no texto pra indicar a localização duma fonte na bibliografia. Notas de rodapé foram intencionalmente omitidas porque muitas vezes intimidam a todos, exceto os leitores mais persistentes ou acadêmicos profissionais.
Na maioria dos casos fontes referidas no texto corroboram a afirmação feita. Nalguns casos fontes originais dão um ponto de vista antitético. Mas em todas as instâncias que sejam relevantes prà questão discutida.
Pam Jenkins, minha secretária, ajudou não só na datilografia mas em corrigir, editar e organizar o manuscrito.
Agradeço a minha esposa Dorothy, sem cuja ajuda este livro não seria possível.
Frank M. du Mas Augusta, Georgia Spring, 1979
Introdução
O que é um homossexual? O que é heterossexual? É gay coisa boa? Mais cedo ou mais tarde os pais e outros tutores tem que responder a tais perguntas feitas por crianças pequenas. As respostas são geralmente breves, desprovidas de linguagem científica, não só pra informar sobre a questão mas também a criação duma atitude geral calculada pra proteger a criança, até que amadureça o suficiente para compreender as respostas mais completas. Respondemos: Um homossexual é um garoto que faz sexo com outros rapazes ou uma garota com outras garotas. Um heterossexual é como mamãe e papai, um homem e uma mulher que se amam. Não. Guei não é bom.
Mas quando essas crianças começam a amadurecer descobrem novas e poderosas emoções sexuais. Uma garota pode perguntar: Por que não posso transar com garotos? Um menino pode perguntar: O que há de errado em ser guei? ou Tom fez sexo com outro rapaz: É homossexual? Mais cedo ou mais tarde tais perguntas chegam. As respostas dirigidas a crianças pequenas não são as mais adequadas. Quais são as melhores respostas a tais perguntas?
Os mesmos jovens abandonam o ensino médio como jovens adultos. Um filho vai ao serviço militar. Uma filha aceita um emprego na cidade grande, ou um jovem vai à faculdade. Na faculdade se tem novas experiências, obter novos conhecimentos, discutir novas idéias. Quando esses jovens independentes, brilhantes pessoas se casam, já não fazem perguntas aos pais ou tutores antigos. Muitas vezes há muito menos perguntas e muitas declarações mais incorporando seus novos conhecimentos.
Um jovem afirmou: De acordo com Kinsey todo mundo tem um pouco homossexualidade. Pai, achas que és mais esperto que Sócrates? Ele e outros intelectuais durante a idade de ouro da Grécia eram homossexuais, e disseram que o amor que tu e mamãe tem ao outro é de segunda categoria. Dizem que o amor grego, o amor sexual entre dois homens, é o melhor de todos.
Ou uma moça voltou até casa depois da faculdade e declarou enfaticamente: Mãe, quero tua pra fazer sexo, mas não quero o incômodo e a dor da gravidez. Crianças são uma chatice. A família está acabada. Quero ser guei e despreocupada!
Como responder a estes brilhantes e sabidos mas ainda inexperientes jovens? Não é fácil. O pai típico é de classe média, de inteligência mediana, tem uma educação de ensino médio e possui conhecimento limitado sobre a sexualidade. Quando um jovem retorna da cidade grande, serviço militar ou da universidade, muitas vezes teve contato com indivíduos altamente inteligentes, bem-educados, articulados e com vasta experiência não só em sexo mas também noutros aspectos da vida. O pai ou tutor encontra dificuldade em concorrer as mentes e os corações desses jovens contra tais influências formidáveis. No campo especial da sexualidade precisa da assistência de profissionais que podem ajudar a orientar os jovens em seus cuidados na direção sexual adequada.
Tutores muitas vezes têm dificuldade em recomendar a jovens bons livros e artigos que efetivamente podem responder suas perguntas. Este livro atende a essa necessidade, sugerindo uma biblioteca de três estágios: Básico, avançado e completo. Pra que esses livros possam ser encontrados rapidamente, autor, título e editora são dadas pra cada livro. Ver apêndice D.
Mas todos os livros atualmente disponíveis têm determinadas limitações. Alguns são técnicos e escrito por profissionais, enquanto outros são um pouco desatualizados por causa de novos conhecimentos. Alguns fazem um excelente trabalho sobre aspectos específicos da sexualidade, que seria difícil fazer outra contribuição significativa nessa área específica. Por exemplo, Caricatura do amor, de Cleckleys, é uma excelente análise dum conhecido psiquiatra de doença sexual, tal qual existe na literatura e na arte. Alterando a homossexualidade masculina, de doutor Hatterers, dá tantos excelentes definições de estudos clínicos de caso que outro livro nesta área seria redundante. Homossexualidade, de  Doutor Biebers é provavelmente o melhor estudo psicanalítico já feito sobre o assunto.
Um livro, de Wyden e Wyden, Como crescer direito, requer consideração especial. (322) É o único livro que achei escrito para o pai ou tutor, com intenção específica de mostrar o que há de errado com a homossexualidade e o que é certo sobre heterossexualidade. Também dá orientação legível, prática em trazer as crianças e os jovens adultos a heterossexualidade completa e satisfatória.
Mas mesmo o excelente pequeno esboço de Wydens tem algumas omissões óbvias: Têm pouco a dizer sobre os aspectos biológicos da homossexualidade. Muito pouco foi dito sobre os homossexuais como tutores e administradores. Seu comentário sobre o amor grego e os diálogos de Platão são muito limitados. E têm pouco a dizer sobre os homossexuais militantes (H-militantes), falácias homossexuais, a homossexualidade como doença, a análise da escala H de Kinseys, as conclusões altamente questionáveis de estudos transculturais e animais e a quimioterapia e a terapia de comportamento pros homossexuais. Até onde o trabalho de Wydens foi muito bem. Em certa medida este livro é uma tentativa de estender ou concluir o que excluíram ou não enfatizaram. Conseqüentemente todas as questões acima são discutidas neste livro.
Este livro não pretende ser uma apresentação equilibrada do homossexual contra o ponto de vista heterossexual. Este livro é unilateral, porque apresenta respostas heterossexuais e opções às muitas declarações e demandas homossexuais tendenciosas.
Este livro preenche uma necessidade de quatro grupos de pessoas: Pais, tutores, os indivíduos que estão em conflito com sua própria identidade sexual e querem saber sobre os contra-argumentos heterossexuais ao ponto de vista homossexual e os homossexuais ou bissexuais que querem aderir a exclusiva heterossexualidade.
FMD
Parte 1
Plano de fundo


Capítulo 1
Guei: Bom ou mau?
Guei é bom!
Dez mil homossexuais rugiram esse lema militante do fronte de libertação guei (GLF) em Atlanta, Jórgia. A rede de televisão CBS gravou essa cena prum relatório especial, homossexualidade na América, que foi ao ar no outono de 1973. Uma mulher nua na plataforma diante multidão e falou ao sistema público de porta-voz:
Ser guei é lindo.
Ser gay é lindo! A multidão repetiu num rugido refrão. Num eco ampliado muitas vezes a multidão repetiu várias dessas frases de três palavras de glorificação da homossexualidade. A ladainha finalmente terminou com estes dois refrões:
Guei é normal! Guei é saudável!
Ser guei é bom, lindo, normal, saudável? Crianças e jovens adultos estão fazendo a seus pais, professores, médicos e clérigos essas perguntas. Revistas, livros, filmes e outros meios de comunicação de massa estão discutindo a homossexualidade abertamente. Muitos comentários sobre o assunto são feitos de forma a sugerir que ser guei é, como diz o GLF, bom, bonito, normal e saudável. (129) Crianças e jovens raramente têm o conhecimento e experiência pra se defender de tal propaganda homossexual. Leram e ouviram essas declarações e depois fizeram a adultos, a quem amam e respeitam, perguntas sobre homossexualidade.
Armadilhas físicas e mentais da homossexualidade
Armadilhas físicas
Os a quem confiamos o cuidado e a orientação dos jovens estão confrontados cum problema homossexual cada vez mais difícil. Somos cuidadosos em proteger nossos filhos de muitas armadilhas perigosas da vida moderna: Os educamos pra ter cuidado ao atravessar a rua, Damos educação automobilística pra que sobrevivam nas estradas, a ter cuidado com o fogo, os instruímos sobre o uso correto de facas e armas e assim a diante.
Igualmente os guiamos contra perigos invisíveis, como micróbios mortíferos, por meio de higiene física. Alguns perigos físicos são facilmente vistos por qualquer pessoa, tais como maus hábitos de condução, que resultam em acidentes automobilísticos terríveis que mutilam e matam. Algumas armadilhas físicas, como os germes patogênicos, a criança não pode ver e por isso deve ter fé na orientação e direção fornecida de quem a cuida.
Armadilhas mentais
Existem também armadilhas mentais que tutores tentam orientar os jovens a contornar com segurança. Como com armadilhas físicas, alguns desses perigos mentais ou comportamentais são mais visíveis que outros. Tentamos ensinar aos jovens que determinados comportamentos, quando praticados repetidamente, se tornam hábitos que levam à degradação, infelicidade e sofrimento. Por exemplo, podemos tentar educar nossos filhos a não roubar, porque podem ser presos ou tiro quando pegos em flagrante. Educamos nossos filhos a não bater nos outros porque a conseqüência pode ser dolorosa, desfigurante ou fatal se o outro reagir violentamente.
Há também armadilhas mentais cujas conseqüências se estendem mais longe no futuro e são muito menos visíveis. Educar nossos filhos a evitar isso é uma tarefa muito mais difícil porque não só são as recompensas e punições pra esses comportamentos e hábitos mentais mais irreais prà criança, mas também os reformatórios e punições muitas vezes estão num futuro remoto. Por exemplo, ensinamos à criança os princípios de teste de realidade, ou seja, contrastar a realidade com devaneio e fantasia. Sabemos que o hábito de não discriminar entre fato e fantasia é incentivar a esquizofrenia.
Quando vemos um jovem com aptidão especial, um dom ou talento pro atletismo, escrita, matemática, ciência, música ou arte, podemos o ajudar a obter os instrumentos ou equipamento que precisa pra avançar em sua área de interesse. Gastamos muito tempo e dinheiro pra facilitar o completo desabrochar das potencialidades jovens. Pode ser vinte ou trinta anos antes que o êxito dos hábitos da vida ajudaram a estabelecer na criança a fruição plena como pianista de concerto adulto, cientista ou médico.
Os tutores não podem fazer pela criança o que ela deve fazer a si  mas podem dar tempo e sabedoria pra ajudar no caminho à realização exitosa de objetivos distantes. Quando ajudamos nossos filhos estabelecer bons hábitos de vida podemos ajudar a evitar duas armadilhas predominantes da civilização moderna: Ataque psicótico e talento desperdiçado.
Higiene mental
O estabelecimento de bons hábitos de vida se chama higiene mental. Higiene mental pode ser ensinada como higiene física, que estabelece o hábito de limpeza pra evitar o sofrimento da doença física. Higiene mental estabelece hábitos emocionais pra evitar o sofrimento da doença mental.
É obviamente mais difícil ensinar higiene mental que física. Isso é parcialmente devido ao fato de que hábitos de higiene física geralmente são demonstráveis, cognitiva e consciente, porque o cérebro é a parte do sistema nervoso central mais preocupado com este tipo de treinamento. Em higiene mental desenvolvemos hábitos emocionais que são menos demonstráveis, mais complexos e mais inconscientes desde que envolvem principalmente o sistema nervoso autônomo.
O cérebro está envolvido no mais alto nível de atividade mental racional e consciente. O sistema nervoso autônomo está envolvido nas atividades mais difusas, como digestão, comportamento reflexo, respostas glandulares endócrinas e reações emocionais. Suas funções são em grande parte inconscientes. O sistema autônomo é muito mais difícil de ser controlado voluntariamente. Quando são estabelecidos hábitos autônomos ou emocionais, eles são muito mais difíceis de modificar, inibir ou apagar. Por exemplo, é fácil quebrar o mau hábito matemático (cognitivo) que diz que 2+2=5. É muito mais difícil corrigir o mau hábito social (emocional) de medo do palco.
Reavaliação da homossexualidade
Na classificação internacional de doenças (CID-8) e o manual diagnóstico e estatístico (DSM-II) da Associação Psiquiátrica Americana, a homossexualidade foi listada como um transtorno mental sob o título geral de doenças. (149,70)
Durante o programa da CBS anteriormente mencionado, se manifestaram dois pontos de vista opostos sobre uma mudança na classificação de comportamento homossexual. Na última década a homossexualidade aumentou em Estados-Unidos, apesar de seu estado no resto do mundo parecer ter permanecido o mesmo.[1] (185, 284, 285) Um psiquiatra ianque sugeriu que a homossexualidade seja reclassificada como um distúrbio de orientação sexual e não pareceu sentir que a homossexualidade, embora amplamente praticada, era algo a ser particularmente preocupante. É interessante notar que a CBS achou necessário sair de Estados-Unidos pra achar um indivíduo que expressa um ponto de vista pruma reclassificação que refletisse uma definição branda da homossexualidade. O psiquiatra britânico que se opunha à reclassificação disse pra dar o passo proposto à desvalorização dos aspectos patológicos da homossexualidade seria desastrosa pra nossa sociedade.
As implicações da discussão anterior têm uma enorme relevância pro futuro. Pais que criam os filhos, os professores que já ensinam higiene física e se espera que ensinar higiene mental no futuro, os médicos de família e clérigos serão colocados na posição de decidir como orientar jovens em direção à vida saudável. Se a tendência atual continuar é razoável esperar que adultos tutores ensinarão às crianças a satisfazer suas necessidades sexuais e que existem várias boas maneiras de fazer isso. Desde o surgimento de que guei é boa filosofia, a homossexualidade se tornou aos olhos de muitos, um caminho alternativo, normal e saudável pro desenvolvimento de seres humanos pra satisfazer suas necessidades de sexo e amor. Se a tendência continuar, crianças do futuro também podem ser ensinadas que a homossexualidade não é apenas boa mas é tão boa quanto a heterossexualidade.
Há um número de escritores influentes, como André Gide, Edward Carpenter e Oscar Wilde, que afirmaram que a homossexualidade não é simplesmente boa nem tão boa quanto a heterossexualidade, (120, 121) mas a melhor forma possível de satisfazer a necessidades de seres humanos pra sexo e amor. O número de pessoas influentes que sustentam essa visão superlativa da homossexualidade parece estar aumentando em número e influência. (33, 57, 58, 210)
É verdade, mesmo em Estados-Unidos, no entanto, que a grande maioria das pessoas acredita que a heterossexualidade é a melhor solução para a necessidade dos seres humanos de sexo e amor. Mas o pai não tem o necessário conhecimento de pesquisa científica e literatura sobre o assunto pra orientar os filhos de forma objetiva. Suas convicções se originaram em grande parte das crenças pessoais e experiências em relações sexuais. O pai é também relutante em discutir o assunto abertamente e francamente com os filhos. Se um pai ou professor é corajoso o suficiente pra abordar o assunto numa reunião de pais e me pergunto em voz alta por quê essas coisas não são ensinadas na escola?, as chances são muito grandes que seja recebido com silêncio frio, evasão ou hostilidade.
But parents are not alone in being uncomfortable discussing homosexuality with young people. Teachers, physicians, clergy-men, and social workers all find the subject a difficult and controversial issue.
Mas os pais não estão sozinhos no desejo de discutir a homossexualidade com os jovens. Professores, médicos, clérigos e todos os assistentes sociais consideram o assunto uma questão difícil e controversa.
A intimidação dos heterossexuais
Como psicólogo praticante e com cinco filhos, estou cada vez mais preocupado com a militância da frente de libertação guei. Muito preocupados, os pais e professores discutiram esses assuntos comigo, pediram informação e ajuda no que se refere o problema homossexual. Pesquisei na biblioteca prum livro que poderia recomendar, que apresentaria uma exposição compreensível das relações de saúde e felicidade prà heterossexualidade.
Ao pesquisar alguns dos mais populares e amplamente lidos tratados psicológicos, como Jogos de jogadores (Games people play), de Eric Bernes (35), e Decente e indecente (Decent and indecent), de Benjamin Spook (281) constatei que dão muito pouco espaço pro assunto. No entanto, a impressão que fica é que esses escritores não sentiram que a homossexualidade ou as perversões sexuais são as melhores formas de satisfazer as necessidade por sexo. Mas há um verdadeiro dilúvio de livros, revistas, e artigos corajosamente empurrando o conceito homossexual como bom, normal e saudável.
Em contraste com as alegações de escritores homossexuais agressivos, que recentemente depreciaram os que publicaram livros onde a heterossexualidade é discutida positivamente ou são quase apologéticas quando se fala das diferenças entre macho e fêmea e enfatizando a importância da heterossexualidade pra saúde e felicidade. Um exemplo esclarecerá o que quero dizer.
Doutor Benjamin Spock é um médico de reputação internacional. Um dos primeiros médicos a ser certificado em pediatria e psiquiatria. Seu livro O bebê e o cuidado à criança (Baby and child care) foi traduzido a muitas línguas e vendeu dezenas de milhões de cópias. (280) Também é autor ou co-autor de vários outros livros sobre o cuidado e criação dos filhos e os problemas enfrentados pelos pais.
O livro de doutor Spook, Decente e indecente, foi impresso em 1969 e modificado em 1970 e 1971. Das cinco seções no livro, duas discutem problemas relacionados à sexualidade: Seção 1: Donde vem o idealismo?, e seção 2: Problemas de sexo e papel sexual. Doutor Spock apresenta uma visão bastante avançada e saudável dos vários aspectos da sexualidade, que discute. Mas ao longo de suas discussões parece muito cuidadoso pra não contrariar os ultra-liberais, os membros da nova esquerda, homossexuais, mulheres liberacionistas ou defensores da libertação guei. Dá uma visão escrupulosamente justa e saudável de pornografia, obscenidade e brutalidade nos meios de comunicação e ainda opta rotular sua visão como visão reacionária sobre a obscenidade e a brutalidade.
Como veremos em capítulos posteriores, não só os homossexuais mas os envolvidos noutras subdivisões das perversões sexuais estão se organizando em grupos de pressão políticos que podem, se assim quiserem, tornar extremamente difícil pra pais, professores, clérigos ou médicos falar contra a homossexualidade. Eu era um professor de psicologia durante muitos anos e sei que qualquer professor que honestamente sente e ensina que a homossexualidade é uma perversão e que as pessoas que deve ajudar dalgum modo prático é muito difícil em muitas faculdades e universidades em Estados-Unidos. Um grupo de intelectuais altamente articulado e politicamente eficaz pode estar esperando pra tramar seu assédio e degradação, a fim de o pressionar ou impedir de disseminar tais idéias. Conseqüentemente poucos intelectuais e escritores se atrevem a falar.
Oberholtzer (234) editou um livro cujo título é a questão Gay é bom? (Is gay good?). Kameny (163) e Shelley (273) cada um autor de publicações separadas cujos títulos são idênticas respostas afirmativas à pergunta de Oberholtzers: Respondem que guei é bom. Embora seja tardia, que deveria parecer razoável e justo alguém tomar o ponto de vista oposto e escrever um livro intitulado Gay não é bom. Este livro, por conseguinte, pode ser considerado completar ao terceiro canto do triângulo discursivo sobre a homossexualidade.




[1] No livro de John Davidson, Energia sutil (Subtle energy), capítulo 4: A energia, a polaridade e a harmonia, subcapítulo A poluição eletromagnética, página 116: O trabalho de doutor Yao relaciona uma polaridade sutil nos chacras, que e oposta em homens e mulheres. O centro do sexo, por exemplo, e negativo (ou receptivo) nas mulheres e positivo nos homens. Essa diferença e responsável pela produção de estrogênio e progesterona na mulher e da testosterona no homem. Esses três hormônios são muito semelhantes em estrutura bioquímica e podem ser transmutados no organismo, se transformando um no outro, pois sua existência vibracional se assemelha. E são parcialmente responsáveis pela manutenção das características sexuais secundárias diferenciadas, entre elas as propensões e sentimentos sexuais, características psicológicas, crescimento de pêlo e assim a diante. Se a vibração no chacra basal for perturbada e a polaridade invertida por influências eletromagnéticas ou outras, haverá provavelmente um excesso na produção do hormônio errado como reflexo bioquímico direto das vibrações ou polaridades invertidas. O resultado será uma tendência homossexual que poderá ser expressa, dependendo do grau e doutros fatores, na pessoa ou em seu ambiente. A incidência cada vez maior dum comportamento sexual unissex, de homossexualidade e do aparecimento de características sexuais secundarias em ambientes urbanos, onde a poluição eletromagnética é elevada e os efeitos estabilizadores dos campos magnéticos e eletrostáticos naturais da Terra estão ausentes, poderia ser talvez parcialmente explicada por uma desarmonização eletromagnética dos chacras do corpo. Nota do digitalizador

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