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quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Escaneio original. Não foi fotoxopado. As páginas não foram branqueadas.
O escaneio não é dum gibi original, mas duma cópia xerox [xérox é pronúncia em língua inglesa] que comprei dum colecionador. Só as capas são cópia colorida. Por isso as potenciais páginas coloridas estão em tom-de-cinza e com qualidade gráfica diminuída.
Infelizmente a qualidade dos enredos não é grande coisa, apesar de ser edição natalina.
O bizarro ficou por conta da princesa zulu que tem a cara de Rita Rayworth mas que se revela como princesa indiana. É de lascar!
A voz dos sinos, republicada como Os carrilhões ou O carrilhão, conto de Carlos Dickens
Ver crítica minuciosa sobre as edições brasileiras em
Eis a transcrição, que datilografei, pois a má qualidade da imagem não permite conversão OCR, do conto de Carlos Dickens:
A voz dos sinos (Os carrilhões)

Ótima edição. Uma verdadeira relíquia. Obrigado, pessoal.
Sobre o personagem RADAR (O POLICIAL INTERNACIONAL):
A estória foi publicada originalmente na revista MASTER COMICS #53, em 1944, pela editora Fawcett.
A trama gira em torno de nazistas tentando provocar um levante na África do Sul fazendo os povos bôeres e zulus se unirem contra os ingleses.
Algumas traduções dadas:
# Princesa Dwina para Princesa Lina;
# Marchmont Q. Featherstone (disfarce do herói) para Benjamin Stone.
A notificação que o herói recebe da missão, no original é assinada por The Big Four (possivelmente seu superior).
Curioso também é o termo de tratamento local usado aqui, mynheer, um equivalente a senhor. Sem falar no último quadrinho da estória que foi deixado a tradução de lado para encaixar um Feliz natal.


Um comentário:

  1. Ótima edição. Uma verdadeira relíquia. Obrigado, pessoal.

    Sobre o personagem RADAR (O POLICIAL INTERNACIONAL):

    A estória foi publicada originalmente na revista MASTER COMICS #53, em 1944, pela editora Fawcett.
    A trama gira em torno de nazistas tentando provocar um levante na África do Sul fazendo os povos bôeres e zulus se unirem contra os ingleses.

    Algumas traduções dadas:
    # Princesa Dwina para Princesa Lina;
    # Marchmont Q. Featherstone (disfarce do herói) para Benjamin Stone.

    A notificação que o herói recebe da missão, no original é assinada por The Big Four (possivelmente seu superior).

    Curioso também é o termo de tratamento local usado aqui (Mynheer), um equivalente a “senhor”. Sem falar no último quadrinho da estória que foi deixado a tradução de lado para encaixar um “feliz natal”.

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