segunda-feira, 24 de junho de 2019

Riquinho 0028, 03.1970

Escaneio de Danilo Meneses


As cabeças de pedra olmecas são nitidamente negróides
Em Leyendas prehispánicas mexicanas, de Otilia Meza, página 141, La Xtabay (lenda maia) que dalém das fontes de Chapopote (Chapopotl) chegou um homem muito negro seguido dalguns sacerdotes pintados de negro e a cujo deus principal utavam de hule. Se chamava Ek aquele misterioso sacerdote de cor escura e lábios grossos e sensuais. [...] Ek, o homem de negra carne e dentes brancos como a Lua...
Recomendo Os impérios negros da idade média, de Philippe Aziz, coleção Grandes civilizações desaparecidas, Otto Pierre editores, Rio de Janeiro, 1978

E aos racistas de plantão, a lembrança de que branco não é necessariamente bonito:


Durante todo o século 20 o telefone funcionava perfeitamente. Agora se liga a um número e dá a mensagem de que não existe. Liga a outro e diz que está programado pra não receber mensagem. Mas no dia seguinte se descobre que só pode ser alguma falha, pois estão todos normal. Antes o telefone era independente. Se caía a rede elétrica se podia ligar pra pedir socorro. Hoje, se cai a energia ou a conexão internética o telefone cai junto.
Isso é progresso tecnológico?
Não põe data mas quer reclamar direito autoral. É incrível a quantidade de livros recentes, antigos, antiqüíssimos, que não põem data da edição. Então como reclamar direito autoral?, se a data é o item mais importante.
O terraplanista que afirmou que a gravidade não existe porque duas bolinhas próximas não se atraem!
Pois é. Essa é a lógica dos terraplanistas!
É como os que ao ver falha na teoria da evolução já concluem que não existe.
O fato da evolução não ser como pensamos não autoriza a concluir que não existe.
Também o fato de o ser humano não ser resultado de evolução natural na Terra e sim híbrido de primatas africanos com os eloim de Marduque não autoriza a negar que ela existe.

Coleção cartão-postal de Joanco
 



domingo, 23 de junho de 2019

Papai Noel 053 - Tom & Jerry, 06.1956


São Pedro-e-São Paulo
Um punhado de rochedos pontiagudos forma o arquipélago São Pedro-e-São Paulo a 1000km do continente. É o pedaço do Brasil mais perto da África, chacoalhado freqüentemente por terremoto, menor que dois campos de futebol, sem vegetação nem água doce. Mas brasileiros moram ali desde 1998.
A principal ilha é Belmonte.
Um aventureiro italiano decidiu cruzar o oceano Atlântico num caiaque em 2006.
A morte estava próxima pro italiano Alex Bellini. Perdido havia cinco dias, sem comer, num caiaque no meio do Atlântico. Com 28 anos, parecia ser o fim da aventura de travessia solitária no Atlântico num pequeno barco partindo de Gênova rumo ao Ceará, pois em duas ocasiões uma grande onda virou o barco. Assim se perdeu a maior parte da comida e equipamento.
Havia um fio de esperança. Tinha um telefone via satélite, no qual recebia instrução de sua equipe na Itália sobre um arquipélago brasileiro na região. Mas o território não constava nas cartas náuticas de Alex. Pior: A ondulação marinha escondia o baixo relevo das ilhotas. Nada acharia. Só um milagre o salvaria.
Mas a sorte estava consigo. No barco de apoio à pesquisa no arquipélago São Pedro-e-São Paulo um pescador percebeu algo alaranjado flutuando no horizonte do imenso mar azul. Era o barco do italiano exausto e faminto.
Em 2016, morando em Londres, Alex contou a aventura de 2006:
— Tento imaginar a cena. Eles me vendo chegar num barquinho sem motor, só com o remo, magro como um prego, barbudo, ressaqueado por dormir pouco, assustado. A idéia de ver alguém em carne-e-osso após sete meses era como ver os santos, nossa senhora e Jesus. Situação muito dramática porque arrisquei a vida. Um pequeno arquipélago muito feio e rochoso, cheio de guano e sem lugar pra se sentar. Mas era oportunidade de sobrevivência.
Enfim perguntei sobre uma estranha coincidência em seu resgate, em torno dos nomes dos santos que batizam os rochedos. Explicou que assim que chegou à ilha Belmonte conseguiu ligar a um amigo pra informar estar a salvo. Quando contatei meu amigo, em Valtelina, pra contar que cheguei a São Pedro-e-São Paulo, lhe gelou o sangue. Disse Não acreditarás. Há alguns dias mamãe sonhou contigo preso ao campanário da igreja de nossa paróquia de Aprica. A igreja de Aprica é consagrada a são Pedro e a são Paulo, seus santos protetores! Muito misterioso. Bela coincidência. Era o que eu fazia. Estava agarrado à esperança de chegar a São Pedro-e-São Paulo pra escapar da fome.
Após se recuperar partiu do arquipélago e chegou a Fortaleza, totalizando 226 dias de navegação atravessando o Atlântico.
Em 2008 atravessou o Pacífico.
Élcio Braga
A ilha brasileira mais perto da África



Os raios e as cavernas
[…]
Mas nossa relação e colaboração com senhor Dauzère não acabaram aqui.
Depois de ser atraído por si aos cumes e me familiarizar com os fenômenos meteorológicos, seria eu agora quem o guiaria às grutas e àlguns mistérios delas.
O físico Camille Dauzère seguia desde havia tempo um estudo sobre a formação das tormentas e do granizo. Isso o levou, associado a um naturalista autodidata, a realizar uma vasta pesquisa sobre a distribuição dos pontos onde caíam os raios na região de Bagnères de Bigorre.
Joseph Bouget, um observador genial, notara e determinara que essa distribuição dos lugares estava condicionada pela natureza das rochas. As melhor condutoras de eletricidade eram as atacadas mais freqüentemente. Inclusive determinou que o raio preferia não só certas rochas (quisto e granito) mas também as linhas de contato de dois terrenos mineralogicamente diferentes.
Professor Dauzère não demorou a desenvolver e aperfeiçoar essas preciosas observações iniciais de seu colega, as orientando até uma nova hipótese, que consistia em ver na maior ou menor ionização do ar a razão da atração do raio a um lugar.
Esses íons são produzidos pela radiatividade das rochas. Isso fazia lembrar um pouco as conclusões de Bouget, segundo as quais as rochas mais radiativas são as de granito e as menos radiativas as calcárias.
Assim se explicava a influência da constituição geológica do solo sobre a freqüência dos raios. Mas parece haver uma curiosa exceção pràs calcárias contíguas às entradas de gruta e abismo.
Nesse ponto foi quando os senhores Dauzère e Bouget me associaram a suas investigações. Apontei que encontrara freqüentemente os vestígios do raio perto dos orifícios das simas (funis, rochas quebradas e, sobretudo, árvores marcadas com os sulcos característicos produzidos pela chispa elétrica).
Assim conduzi senhor Dauzère aos salões das grutas, onde media a ionização do ar cum contador gáiguer. Media também no interior, onde se confirmou (Elster e Geitel o demonstraram em 1900) a crença de que o ar subterrâneo é radiativo.
No verão, o período das tormentas, as grutas, que exalam uma corrente de ar intensamente ionizada captam a descarga elétrica do raio que cai ao salão da caverna ou ao orifício da sima.
Sob o grande pórtico rochoso da gruta de Labastide encontrara uma sulfurita da espessura dum punho, completamente vitrificada, prova incontestável do raio naquele lugar. EA Martel garantiu a mim que a sima de Padirac atrai freqüentemente os raios nas violentas tormentas de verão.
As observações e as provas desse tipo são inúmeras. Não há dúvida de que o pior que se pode fazer numa tormenta no campo é buscar refúgio numa gruta.
Essa inesperada  relação  entre o raio e as cavernas foi a miúdo tema de conversação com senhor Dauzère, sem deixar de comentar a outra relação, ainda mais inesperada, entre as greves e a ascensão de espeleólogos ao pico do Midi.
Mas se definitivamente não fiz mais que dar uma modesta contribuição ao estudo de senhor Dauzère sobre os raios e as grutas, informei em relação com esse tema sobre dois fatos que, mesmo sem ter algo de científico, nem por isso deixaram de lhe interessar.
Quando criança Santo Agostinho tinha medo do ruído do trovão, a tal ponto que quando estourava uma tormenta corria pra se refugiar numa pequena caverna.
Um dia o raio caiu sobre seu esconderijo, o comovendo enormemente. Doravante o menino se não se curou da fobia ao menos aprendeu que os lugares subterrâneos não são precisamente um refúgio seguro contra a cólera do céu.
Pra terminar evoquemos retrospectivamente os raios de Júpiter que Vulcano e seus ciclopes forjavam nas moradas subterrâneas. Aqueles famosos raios de bronze que Mercúrio quando criança quis roubar na gruta onde estavam depositados mas que não levou porque eram pesados demais.
Os antigos, a miúdo observadores penetrantes e sutis, perceberam a atração do raio às cavernas. Acaso imaginaram e dissimularam de propósito, sob um mito, a origem subterrânea dos raios?
Nesse caso anteciparam em milhares de anos a idéia nova e surpreendente da influência das radiações profundas das entranhas da Terra sobre as nuvens tempestuosas no canal das cavernas.
Norbert Casteret, Minha vida subterrânea (Ma vie souterraine), capítulo 24 - O raio e as grutas

Los rayos y las cuevas
[…]
Pero nuestra relación y colaboración con señor Dauzère no acabaron aquí.
Después de ser atraído por sí a las cumbres y me familiarizar con los fenómenos meteorológicos, sería yo ahora quien lo guiaría hacia las grutas y hasta algunos misterios de ellas.
El físico Camille Dauzère seguía desde hacía tiempo un estudio sobre la formación de las tormentas y del granizo. Ello lo llevó, asociado a un naturalista autodidacta, a realizar una vasta encuesta sobre la repartición de los puntos donde caían los rayos en la región de Bagnères de Bigorre.
Joseph Bouget, un observador genial, notara y determinara que esa repartición de los lugares estaba condicionada por la naturaleza de las rocas. Las mejor conductoras de electricidad eran las atacadas más frecuentemente. Precisó incluso que el rayo prefería no sólo ciertas rocas (esquisto y granito) sino además las líneas de contacto de dos terrenos mineralógicamente diferentes.
Profesor Dauzère no tardó en desarrollar y perfeccionar esas preciosas observaciones iniciales de su colega, las orientando hacia una nueva hipótesis, que consistía en ver en la mayor o menor ionización del aire la razón de la atracción del rayo a un lugar.
Esos iones son producidos por la radiactividad de las rocas. Ello recordaba en algo las conclusiones de Bouget, según las cuales las rocas más radiactivas son las de granito y las menos radiactivas las calcáreas.
Así se explicaba la influencia de la constitución geológica del suelo sobre la de los rayos. Pero parece haber una curiosa excepción para las calcáreas contiguas a las entradas de gruta y abismo.
En ese punto fue cuando los señores Dauzère y Bouget me asociaron a sus investigaciones. Señalé que encontrara frecuentemente las huellas del rayo cerca de los orificios de las simas (embudos, rocas rotas y, sobre todo, árboles marcados con los surcos característicos producidos por la chispa eléctrica).
Así conducí al señor Dauzère hasta los porches de las grutas, donde medía la ionización del aire con ayuda de un aparato gáiguer. Medía también nel interior, donde se confirmó (Elster y Geitel lo mostraron en 1900) la creencia de que el aire subterráneo es radiactivo.
En verano, el período de las tormentas, las grutas, que exhalan una corriente de aire intensamente ionizada captan la descarga eléctrica del rayo que se abate sobre el porche de la caverna o al orificio de la sima.
Bajo el gran pórtico rocoso de la gruta de Labastide encontrara una sulfurita del grosor de un puño, completamente vitrificada, prueba incontestable del rayo en aquel lugar. EA Martel aseguró a mí que la sima de Padirac atrae frecuentemente los rayos en las violentas tormentas de verano.
Las observaciones y las pruebas de ese tipo resultan innumerables. No hay duda de que lo peor que se puede hacer en una tormenta nel campo es buscar refugio en una gruta.
Esa inesperada  relación  entre el rayo y las cuevas fue a menudo tema de conversación con señor Dauzère, sin dejar de comentar la otra relación, más inesperada todavía, entre las huelgas y la subida de espeleólogos a la cima del Midi.
Pero si en definitiva no hice más que aportar una modesta contribución al estudio de señor Dauzère sobre los rayos y las grutas, informé en relación con ese tema sobre dos hechos que, aun sin tener algo de científico, no por eso dejaron de le interesar.
Cuando niño San Agustín tenía miedo al ruido del trueno, hasta tal punto que cuando estallaba una tormenta corría a se refugiar en una pequeña cueva.
Un día el rayo cayó sobre su escondite, lo conmoviendo enormemente. Desde aquel día el niño si no se curó de la fobia al menos aprendió que los lugares subterráneos no son precisamente un refugio seguro contra la cólera del cielo.
Para terminar evoquemos retrospectivamente los rayos de Júpiter que Vulcano y sus cíclopes forjaban en las moradas subterráneas. Aquellos famosos rayos de bronce que Mercurio cuando niño quiso robar en la gruta donde estaban depositados pero que no llevó porque eran demasiado pesados.
Los antiguos, a menudo observadores penetrantes y sutiles, ¿percibieron la atracción del rayo a las cavernas, y acaso imaginaron y disimularon a propósito, bajo un mito, el origen subterráneo de los rayos?
En ese caso anticiparon en millares de años la idea nueva y sorprendente de la influencia de las radiaciones profundas de las entrañas de la Tierra sobre las nubes tempestuosas nel canal de las cavernas.
Norbert Casteret, Mi vida subterránea (Ma vie souterraine), capítulo 24 - El rayo y las grutas


Coleção cartão-postal de Joanco



quinta-feira, 13 de junho de 2019

Capitão América 1

Colaboração de Danilo Meneses
Alterado a .cbr

Dica do leitor Almir:
Olá amigo, obrigado pela postagem.
Em relação à ela branca, percebi o seguinte:
Com a versão antiga do WINRAR, por padrão o arquivo ao ser compactado utiliza o formato RAR4, que abre normalmente em qualquer leitor de CBR.
Entretanto, nas versões mais recentes do WINRAR a partir do 5.0, por padrão, a versão de formato é a RAR, o que acaba gerando estas incompatibilidades.
Para resolver o problema, basta alterar na hora de compactar para o padrão RAR4 que o arquivo será aberto sem problemas, inclusive no CDisplay.

Obrigado, Almir. Funcionou perfeitamente

Dois livros do canal Belém de arrepiar
O livro Belém de arrepiar virtual e impresso. O impresso em promoção.
Pra outubro o livro Casas mal-assombradas, em pré-lançamento.  Como os do projeto Lovecraft, comprando agora, pro autor financiar a edição.
WhatsApp (91)985140274, com Nathan
Meu exemplar já chegou. Só falta outubro chegar.
https://www.youtube.com/watch?v=oNbB7XGBcMI

Hoje, 13 de junho, dia do padroeiro de Campo Grande, festa junina, que é ainda mais sem graça que o carnaval local. Muito descaracterizada, som alto e nada junino, quadrilha tosca, rojão em vez de fogueira e as comidas nada típicas. Ainda mais que as barracas costuma ser de igrejas, gente que acha que porque é beneficente não precisa ter caridade.


















Fotos de dom Ramão
Quando se vê a prefeitura limpando o capim que toma conta nas imensas quadras gramadas (capinzadas) na cercania da praça do papa é porque é carnaval ou são-joão. No resto do ano o colonião tira toda a visão dos motoristas nos cruzamentos e rotatória da avenida Alfredo Scaff e Cassimiro Sandim de Rezende. Mas só limparam a avenida. As travessas Carmélia Dutra e Isakia Nahas Siufi continuam matagal. O que chama de calçada não passa duma estreita passarela de piche sempre tomada por capim, de modo que o pedestre tem de andar na rua.
Se o cidadão tiver uma falha que for na calçada, os fiscais pegam no pé, mas só se tiver denúncia, tal qual em ditadura comunista. Senão, matagal e entulho, como se vê em todo o bairro. Mas a prefeitura faz se quiser, e tudo bem. De modo que na avenida Cassimiro até hoje nada de sinalização nem iluminação.
O supermercado Comper da Tamandaré com Benjamim Constant tá cheio de mosca. Em 04.06.2019, moscas dentro da vitrina de salgadinho, passeando nas comidas. Na semana passada um festival de degustação, e já na seção de lingüiça a moça abanando mosca. Nos bolos um véu de tela grossa, onde as moscas estavam pousadas, em contato com a comida do mesmo jeito que se não tivesse a tela. Falei ao atendente que com aquela tela de véu de viúva a mosca está em contato com a comida do mesmo jeito. Na semana anterior, as moscas pousando no pão exposto a degustação. Ô!, seu fiscal. Vocês só são rigorosos com o pequeno empresário. Enchem tanto o saco e não deixam o empresário trabalhar. Mas com os grandes fingem não ver. Vamos lá, seu fiscal. Levante essa bunda gorda da cadeira e multa no Comper, ou fechar a loja.
Ramão contou que sua prima veio a Campo Grande nos anos 1980 pra cuidar da mãe. Enfermeira da Santa casa de São Paulo, graduada, com forte especialização, não se adaptou ao sistema do hospital daqui, sem o controle de qualidade de São Paulo. Disse que estava tudo errado, que não era assim que se procedia. Muito empreendedora, chutou o marido acomodado e hoje mora sozinha. Lá, é claro.
Eis um sumário apanhado de topônimo do vocábulo paraguai. Mais um exemplo do samba-do-crioulo-doido que é a toponímia em geral. O mais esdrúxulo e forçado é o de Armando de Aguiar.
Paraguai - etimologia
Existem duas versões cercando esse nome. A denominação vem do guarani, como muitos outros nomes da região, mas as traduções, às vezes, não coincidem.
Examinando o nome em castelhano, Paraguay: Alguns afirmam que para se refere a mar, gua significa vindo de, e y, água. Água que vem do mar.
O pesquisador paraguaio Jorge Rubiani afirmou que o nome vem da palavra paragua, nome dum cacique que fez um pacto com os espanhóis.
Paragua, segundo Rubiani, significa coroa de pena.

O exato significado da palavra permanece desconhecido, podendo derivar do rio do mesmo nome. Um dos mais comuns significados atribuídos é que significa água dos paiaguá, uma das tribos nativas. Outro significado é que derive das palavras nativas paragua e i que significam rio coroado.
[Aqui o dicionário confunde i, pequeno com y, água]

O topônimo Paraguay tem origem relativamente incerta. Se sabe que provém do guarani e que teria sido dado inicialmente ao rio, porém não há etimologia fidedigna no idioma. As opções prováveis são água do mar (de pará, mar; guá, que denota origem, e y, água: Água que vem do mar, onde mar provavelmente se refere ao Pantanal) ou uma modificação de payagua-í [idem] (água dos paiaguás ou rio dos paiaguás).
Em guarani, se costuma escrever o nome como Paraguái, e ocasionalmente se usa a forma Paragua-y pra se referir à cidade de Assunção. Em tupi o vocábulo teria origem no termo Paragoáy (de paragoá, papagaio e y, rio): Rio do papagaio. Eduardo de Almeida Navarro defende que o nome do país e do rio provém da língua guarani antiga, significando rio dos paraguás pela junção de paragûá, paraguá, uma variedade de psitacídeo, e y, rio.

Paraguai
Descoberto pelo português Aleixo Garcia
Não deixa de ser curiosa a origem do nome Paraguai. O ouviram em primeira vez os portugueses do Brasil e os espanhóis do Peru, pronunciado na língua guarani, mas soando de maneira diferente na palavra payaguá, significando terra forte. Como essa terra era atravessada por um grande rio que os indígenas diziam yem, ficou payaguasyem. Como o tempo se deu a elisão do S, do E e do M, e a palavra passou a ser payaguay, cacique poderoso. Mais tarde o primeiro Y foi substituído por um R, e surgiu definitivamente a palavra Paraguay.
Armando de Aguiar, O mundos que os portugueses criaram
Durante anos fui cliente da oficina automobilística M. Pedia sempre uma revisão geral, pra ver tudo. Até ver se a estatueta de são Cristóvão ainda está benta. Mas recentemente pus um comentário no mapa, relatando um evento:
-- Fui cliente durante anos. Todo ano pedia revisão geral a meu Gol 1000 1993. Logo na revisão no fim-de-ano voltei pra resolver o problema de custar dar partida na manhã. O dono da oficina, seu F, não podia ir ao local. Ficou lá 3 dias e disseram que estava normal. Chamei no dia seguinte e marcou prà tarde. Não apareceu e não avisou. Então chamei outro mecânico, que constatou a bóia furada, vazando gasolina (havia anos), com risco de incendiar, e ausente a proteção do carburador.
Alguns meses depois seu F me visitou pra reclamar, pois um amigo avisou sobre o comentário.
-- Seu Mário, tem de tirar de lá.
-- Mas disseste que tens de recusar serviço e demitir funcionário porque a oficina cresceu demais. Assim meu comentário não atrapalha, só ajuda. Então antes mandes tirar o elogio dalguém que disse que teve ótimo e barato serviço elétrico. Pois a oficina não faz parte elétrica.
-- O pessoal confunde parte elétrica com injeção eletrônica.
-- Não! Uma vez falei contigo pra ver os faróis e a buzina, e disseste que ali não faz parte elétrica. Tá na cara é o que o comentário é do teu pessoal da igreja, pra encher lingüiça. Isso é antiético. Em meu comentário não tem ofensa nem acusação. Só relatei o evento.
-- Pegar fogo, não pega. Não é assim.
-- Disseste ter posto um novo sistema hermético de água, que não precisa olhar. E não era verdade. A água já estava baixa.
-- Informei o que o engenheiro me informou.
-- Engenheiro? Eu pensava que eras um mecânico de primeira, o melhor.
-- O brasileiro precisa entender que tem que valorizar todo o tempo de bom serviço. Só um probleminha, e todos os bons serviços até então são esquecidos.
-- Concordo. Sempre fui bom cliente, nunca enrolei pra pagar nem pechinchei. Por isso acho que se eu desse o calote nessa última revisão geral, acho que isso tem de prevalecer ante todos os anos de bom cliente.
-- Dou um mês pra tirar, ou irei procurar meus direitos.
-- Vás te queixar ao bispo.

À coleção Adeene neles!
 
Alberto Canossa - Falcão

À coleção Placas ridículas, esdrúxulas e curiosas
Na feira maçônica
(Novidades da reforma hortogrâphyka)

Coleção cartão-postal de Joanco
 




quarta-feira, 22 de maio de 2019

Papai Noel 052 extra - Tom & Jerry, 05.1956

Os mais recentes .cbr não estão sendo lidos direito pelo CDisplay porque eu usava rar e o CDisplay não se atualiza faz tempo. Com o novo rar renomeado a .cbr o CDisplay só fica numa tela branca. As outras opções de leitor cbr-cbz também estão abandonadas há anos. Os programadores só dão atenção aos celulares, deixando o pecê ao deus-dará. Do jeito que a coisa vai ficaremos com arquivos salvos mas sem poder abrir, como se alguém da década de 1960 achasse um devedê de 2010.
Quando ocorrer o problema é só renomear a .rar, descompactar. Ler cada figura ou recompactar pra abrir direito em teu CDisplay ou outro.
Por isso agora estou compactando no zip. Agora abre normal, por enquanto, até o zip mudar ou parar de me chatear pra comprar. Se não der deixarei em rar ou zip mesmo.
Resposta de Hélio:
Sobre o cdisplay, tenho  há muito anos. Comecei com o do balão (puro ) até que encontrei uma outra o CDisplayex win32v1.10.33. O macete é instalar os 2. Esse fica como uma atualizacao do outro. Desmarco  a linguagem e so deixo o portugues brasil.  com ele em vez de ficar somente no balão (branco) fica aparecendo a imagem da capa .
Instalando os 2, basta usar só um atalho, o do segundo. Excluir o primeiro mas deixar instado os 2 programas. 
https://www.cdisplayex.com/downloads Não entrar neste. Transmite vírus.
Hélio disse:
O que ocorre é que tem de desmarcar a caixinha de selecão. Normalmente a gente vai direto. Já entrei nesta varias vezes. Agora vou no sapatinho bem devagar para evitar essas dores-de-abeça.
Anexo segue a forma correta veja as setas indicando abrindo a paginas neste mesmo endereço. Ir aonde está marcado a seta e da um clique. Vai abrir a segunda. Baixe na segunda. Na imagem 3 está o que tem que ser desmarcado (O X do problema). Vai instalar normalmente o cdisplay. Um um abraço



Tem que prestar atencao sempre na próxima pagina. Olhar bem com atenção que dentro do texto está bem pequeno 
Esse é o local que desmarca a seleção desses programas. Acho que são 2 que tem que ser desmarcados. Bem chato de tirar .

Caso tenha entrado o Chromium adulterado, a seguinte página instrui pra remover:
https://bhtechinformatica.com.br/como-desinstalar-o-chromium/
No auê da reforma ortográfica era comum ver na capa dos livros escolares a etiqueta tipo Impresso na nova ortografia. Como se isso outorgasse mais qualidade. Mesmo que fosse uma reforma positiva e necessária. Mas quê baboseira é essa? Afinal o estudante (ou qualquer outro que leia o livro) não devia estar bem versado nas duas? O estudante só consegue ler na nova? Então se pegar um livro na anterior será como grego?
Nosso idioma parece ter mania de reforma ortográfica. Tivemos mais uma em 1971. Quem precisa de reforma são o inglês, o francês e o italiano, por exemplo. São idiomas cheios de letras duplas supérfluas. O francês é cheio de acento. Sobre o inglês já escrevi um artigo sobre o quão esdrúxulo é. O português não comporta mais reforma ortográfica, pois já estava enxuto. Tudo o que é excessivo é veneno. Simplificar ainda mais o português só trará problema. Já quando restringiram o circunflexo se perdeu a raiz de abrôlho, um arbusto espinhoso, gerando a deturpação do nome da ilha a Abrólhos, e a lenda boba de que se originou de abre-olhos, tão boba quanto Ó! Linda! pra Olinda. Agora piorou de vez.
Se os analfa de plantão, os que escrevem cajú, agora sim é que dirão extingüir, pois o êxtra já virou éxtra.
Já passei a conexão do canal iutúbico Inteligentista de série sobre a farsa da ida à Lua, o da Apolo 171, dos atornautas. Muitos mais argumentos de peso muito mais convincentes. O autor é graduado em física e detalha muito cada argumento.
Mas quando se aventurou a falar sobre o dilúvio já derrapou.
Sua tese é de que as rochas são recentes, pois se formaram durante uma grande catástrofe, que seria o dilúvio. Como se o dilúvio bíblico fosse o único. Na verdade é apenas o mais recente, não a única catástrofe terrena.
Contesta a idéia de que os fósseis se formam ao longo de milhões de anos e que seriam recentes, formados de repente numa grande catástrofe. Mas quem afirmou que fóssil só se forma ao longo de milhões de anos? Pode ser que os fósseis antigos se preservaram porque não havia atividade predatória humana. Então, enterrados estão disponíveis aos paleontólogos, arqueólogos e outros ólogos. Que se formaram de repente, pode ser, pois fossilização requer condição muito especial. Na verdade se conservaram por causa duma catástrofe repentina, mas a fóssil não é osso e sim minerais que ocuparam o lugar do osso dissolvido. Então o tempo pra fossilização é ao menos o suficiente pra dissolver o osso.
Na onda das mentiras da Nasa, das falsas fotos da Terra vista do espaço, etc, muitos exageram, concluindo que tudo o que cremos é falso.
Não é porque estamos sob uma ciência mafiosa, que possamos negar a ciência e cair no misticismo, como Terra plana. Na verdade o sistema investe pesado na idéia medieval da Terra plana pra desviar a revelação de que é oca.
No fascinante tema dos universos paralelos vemos muitos canais com títulos dizendo dimensões paralelas, mesmo em castelhano, dimensiones paralelas, o que evidencia que o autor tem idéia vaga do tema, mesclando coisas sem identidade.
Como o vago vocábulo pré-história, que se refere a período anterior à invenção da escrita. Dali autores que discutem a idéia duma avançada civilização mundial antediluviana (~12.000 anos) cunharam o termo primi-história, pra se referir a esse período.
Como os que têm idéia vaga dessa tal pré-história, pondo trogloditas (há 10.000 anos) com brontossauros (mais de 65.000.000 de anos) juntos, esses autores misturam o conceito de universo paralelo (O termo paralelo na falta de vocábulo mais adequado. Seria universo opcional) com dimensão, que é outro conceito.
Outros, mais ignorantes ainda, supõem dimensão como um universo espiritual, e bobagens desse tipo.
Por definição as dimensões são todas perpendiculares entre si. O termo dimensão paralela é contradição. Noutro texto explicarei melhor esse conceito.
Universo paralelo seria outro universo quase idêntico ao primeiro mas com algumas pequenas variações. Também noutro texto explicarei minha teoria sobre isso. Portanto tem de ter as mesmas dimensões do primeiro. Topologia básica.
Os leigos confundem o fato de que no desdobramento o duplo atravessa a quarta dimensão espacial, por isso parece aparecer do nada. Mas não entra nessa quarta dimensão, porque o duplo é de estrutura tridimensional e porque na quarta dimensão espacial a gravidade é muito forte.
Como se confunde Nibiru com Marduque, Hercólobus, etc, pondo tudo no mesmo balaio.
Nibiru é o nome sumério de Vênus. Está associado a catástrofe porque, como na tese de Velikovski em Mundos em colisão, Vênus chegou como um cometa e se acomodou na órbita solar. Nessa chegada causou muito transtorno gravitacional à Terra, gerando catástrofes. Mas como nas profecias do Apocalipse (Revelação) isso é passado.
Então os videomisteriosistas citam Nibiru como o planeta gigante além de Netuno, que seria o planeta dos anunaques. Mas o planeta dos eloim (deuses) é Marduque.
O termo anunaque é vago. Pode se referir aos eloim, criadores da humanidade, ou aos nomos (Cetáceos, as sereias, tritões, titãs) de Sírius, quem deram tecnologia à humanidade, inimigos dos eloim. Ou ainda a outros. Pode ser que os nomos de Sírius vieram em Vênus (Teriam tecnologia pra transformar um planeta em espaçonave), que por algum motivo tiveram de fugir da órbita de Sírius. Se é verdade que Vênus tem 480ºC na superfície, pode ser habitável no lado de dentro, pois todos os astros são ocos. O que sugere isso é a tradição peruana de Oriana, a deusa orelhona de Vênus, um ser aquático.
Mas os videomisteriosistas misturam tudo num saco-de-gato. Estão mais pra Chacrinha que pra Xerloque Rolmes. Vieram pra confundir, não pra explicar.
 Borba gato, vulgo Bicão

Coleção cartão-postal de Joanco
 
 


sábado, 27 de abril de 2019

Gasparzinho 001, 01.01.1964


● Conversando com meu dentista sobre o vídeo, O segredo de teus dentes, disse que o tema é antigo e já foi muito debatido pelos odontólogos, e que os casos apresentados são falsos.

● Duas definições na etimologia do vocábulo múmia:
Múmia veio do latim mumia, cera, palavra originária do persa mum, cadáver embalsamado https://caras.uol.com.br/revista/etimologia-edicao-1027.phtml 
Múmia, do árabe مُومِيَاء‎ (المومياء) (mūmiyāʾ), do século 14, corpo embalsamado. https://pt.wiktionary.org/wiki/m%C3%BAmia

Coleção cartão-postal de Joanco
 
 


segunda-feira, 22 de abril de 2019

Papai Noel 051 - Tom & Jerry, 05.1956



Danilo enviou a conexão duma pasta no Mediafire contendo todas as edições dos gibis da Kripta, e também a 3° geração da Marvel, e alguns gibis raros e antigos do Dr. Corvus:

O grande segredo de teus dentes
Informação muito importante

Mais sobre Apolo 171

● Sobre o vício de linguagem de erro de tempo verbal no castelhano, um hispanófano disse que um gramático disse que tuviera [tivera] e tuviese [tivesse] são sinônimos. Então se um matemático disser que 2+2 = 5 temos de seguir? Eis um exemplo do estrago que certos gramáticos fazem.
Outro vício é por em vez de para:
...el esfuerzo por retomar el aeropuerto
Em vez de
...el esfuerzo para retomar el aeropuerto
Ou, como muitas vezes ouço em vídeo:
En la mañana los terroristas atacaran [haviam atacado] posiciones del...
Em vez de
En la mañana los terroristas atacaron posiciones del...
É um demonstrativo de como os idiomas vão se deformando por mau uso e maus gramáticos

● Sábado teve a feira da Maçonaria, venda do material apreendido. Sendo uma instituição supostamente beneficente, porque não vende barato? Afinal, se fará caridade, vendendo barato ao povo, não o estará fazendo? Então se supõe que dará o dinheiro a entidades supostamente beneficentes, processo nada transparente que fica em nossa imaginação somente.
Por quê quem não é produtor acha que tem de engordar o frango pra abater?, sendo que não quer comer gordura.
Por quê tem televisor nas salas-de-espera?, sendo que cada um fica vidrado no próprio celular.
A foto do buraco-negro. Fotografia significa traçado (escrito, grafado) com luz. Uma imagem processada, pra dar idéia do quê seria um buraco-negro, não é fotografia.
O canal Atraviesa lo desconocido apresentou uma série de animais considerados extintos mas que reapareceram em 2019. Entre eles a arara-azul. Mas a arara-azul nunca foi considerada extinta.

À coleção Adeene neles!

Glauder, Lígia e Cyro

Folgados
(de 4 patas e de 4 rodas)





Coleção cartão-postal de Joanco