domingo, 15 de março de 2026

Os mais belos contos humorísticos, satíricos e jocosos - 2 séries


Os mais belos contos humorísticos, satíricos e jocosos – 1944 (2 séries).pdf

Eis reunidos os dois volumes dessa antologia de conto, revisada e anotada

Pus a conexão ao texto no idioma original quando encontrado, pois a qualidade dos buscadores caiu muito na década mais recente

Nos trechos onde a redação ficou meio estranha recorri a eles. Na falta, tentativas de tradução reversa no google traductor.

Nas consultas a trecho no texto original pra consertar inconsistência achei tradução errada, às vezes dizendo o contrário

Claro que podia traduzir todos os com original encontrado, mas isso foge ao objetivo deste escaneio

Como no escaneio anterior

Os mais belos contos burlescos, irônicos e sarcásticos – 1947.pdf

Os mais belos contos burlescos, irônicos e sarcásticos – 1947.docx

Afirmo que todos foram traduzidos a partir dum texto em castelhano, pois são inúmeros os espanholismos, como falsos cognatos, inversão fraseológica, redundância, etc:

Balcões e janelas ostentavam tapeçaria

Em vez de

Sacadas e janelas ostentavam tapeçaria

 

  Pousa, Pitelos, que não é teu! — respondem as aldeãs nos armazéns ao elevado preço com que o comerciante se prepara para o inevitável, longo e tenaz regateio. “Pousa, Pitelos”, dizem as peixeiras na praça às senhoras regateiras, tirando-lhes o peixe da mão. “Pousa, Pitelos”, comentam incrédulas as comadres quando chegam ao ponto inverossímil do murmúrio que ouvem deleitadas; e “Pousa, Pitelos”, responde a costureirinha bonita aos apaixonados protestos amorosos do moço

..por quem pena namorada,

que se lhe vai declarando enquanto dançam o agarradinho na frondosa alameda, ao compasso da banda ou da sanfona, hereges!, das festas patronais.

 

  Baixes, Pitelos, pois não é teu! — As aldeãs responderam nos armazéns ao elevado pedido de preço com o qual o comerciante se prepara pro inevitável, longo e tenaz regateio. Baixes!, Pitelos, disseram as peixeiras na praça às senhoras regateiras, lhe tirando o peixe da mão. Baixes!, Pitelos, comentaram, incrédulas, as comadres ao chegar ao ponto inverossímil do murmúrio que ouviram deleitadas. Baixes!, Pitelos, respondeu a costureirinha bonita aos apaixonados protestos amorosos do moço quem por ela pena enamorado e se declarou dançando agarradinho na frondosa alameda, ao compasso da banda ou da sanfona, hereges!, das festas patronais.

 

Problemas no conto Memórias dum cão amarelo. Mas é decorrente de tradução indireta. Idem Psique e o arranha-céu.

 

— Meu caro. Parece-me que estás atacado por uma doença especial, que deverias estudar, pois és médico, e que se chama espírito de campanário.

— Meu caro. Pareces atacado por uma doença especial que devias estudar, pois és médico, chamada espírito-de-campanário.

 

— Do macaco de Melânia do gendarme de Briganval

Se eu fosse menos paciente do que sou, creio que daria a Celestina a bofetada que me amadurecia na ponta dos dedos. Mas não cedi à violência. Respondi:

— Como sabes?

Celestina encolheu os ombros

— Quem não sabe?

Então reparei que minha maneira da falar não comportava negativa. Ao contrário, quisera dizer Quem disse que se trata dum macaco? E naturalmente minha pergunta fora mal-interpretada, e significava Como sabes que é um macaco?

Aqui a lógica está na forma de redigir. Na primeira forma diz que o tema é macaco, que o rumor diz sobre macaco. No segundo está admitindo que é um macaco.

 

Enfim. Uma antologia onde os tradutores são mais do portunhol, onde tive de fazer muita correção, mas que não podemos depreciar porque em plena 2ª guerra mundial e sem internete, foi um trabalho e tanto

 

https://www.youtube.com/watch?v=BmenTfEEkTg

Israelenses invadem praias da Bahia, agridem pessoas e agem como se fossem donos. E se fosse lá?

Israelíes invaden playas de Bahia (Brasil), agreden personas y actúan como se fuesen dueños. Y si fuese alá?

 

https://www.youtube.com/watch?v=MB8UZehJEWw

20 mitos del viejo oeste que creíste por culpa del cine

20 mitos do velho oeste que creste por culpa do cinema

Nas imagens, criadas por iá, os jornais que deviam estar em inglês aparecem num idioma estranho

 

https://www.youtube.com/watch?v=RZ-twbWRvhg

Corea del Norte alista envío a Irán? Israel y EEUU acabados!

El gobierno norcoreano elevó el tono contra Uójinton y Telaví al denunciar que sus ataques militares están destruyendo las bases de la paz regional

O governo norte-coreano elevou o tom contra Uóxintão e Telavive ao denunciar que seus ataques militares estão destruindo as bases da paz regional

Erro pronominal. A terceira pessoa na sentença é o governo norte-coreano. Portanto seus se refere ao governo norte-coreano quando queria se referir a Uóxintão e Telavive

A arcaica sigla pra designar Eua, EEUU, às vez ainda pior, EE.UU., ainda usual em castelhano,  evidencia uma cultura estagnada, atolada

 

Psicóloga desaparecida na Inglaterra teria pulado no mar em busca de local seguro

Psicóloga desaparecida na Inglaterra teria pulado ao mar em procura a local seguro

O vício preciosista em vez da simplicidade. O gerúndio é muito mais simples

Psicóloga desaparecida na Inglaterra teria pulado ao mar procurando local seguro

Definirei melhor esses dois vocábulos, pois procurar não é buscar

 

Dois vocábulos parecidos cujos significados é generalizada a confusão são

Medicamento, remédio

Medicação, tratamento

 

https://www.youtube.com/watch?v=fGAH5J7Q2HY

Até quê ponto chegou o vício em celular

As assistentes nem prestam atenção ao orador

A burralda não entende que a estátua é satírica

Em O professor e a vida moderna Malba Tahan conta vários casos cronicando sobre os vícios e erros de professores. São mui interessantes, levando a muita reflexão. Discordo dalguns conceitos de Malba mas aprendo muito, como o fato de há dois sistemas de grafar algarismo romano, aditivo e subtrativo. Sabias? Eu não.

Um capítulo é sobre a mania de algarismo romano. Também abomino essa mania. Em revisão minha sempre troco essa mania em século, capítulo, etc, só deixando em nomes de rei, papa ou próprio. Considero estupidez esse tipo de frescura que classifico junto às bestices como arrogância, orgulho, esnobismo, luxo, pompa, formalismo, convencionalismo, etiqueta e outros produtos das mentes inferiores, imposições dos imbecis aos estúpidos. Eu nunca abraçaria uma profissão onde tivesse de usar terno-e-gravata, pra mim símbolos escancarados de todas as bestices e frescuras.

A breguice de usar algarismo romano é um desses produtos de mentes inferiores

Mas há mais. No texto de Malba e noutros há outras baboseiras, como mania de plural, mania de maiúscula, mania de abreviar, mania de ponto-final…

Eis o capítulo em Malba Tahan, O professor e a vida moderna, editora Vecchi, Rio de Janeiro, 1967 (Quaquaquá! Não sei se é ironia do destino ou gozação do editor. No crédito do livro o ano da edição está grafado MCMLXVII! Tal qual nestes dois volumes de conto, também da Vecchi, respectivamente MCMXLIV e MCMXLV,1944 e 1945. Sempre ponho a caneta a numeração arábica. Aos professores citados eu daria como castigo escrever π em algarismo romano aditivo e subtrativo ou dizer a qual número corresponde a sigla que os mexicanos usam pra abreviar o nome cidade do México, CDMX):

 A mania de algarismo romano

Há professores que perdem várias aulas ensinando aos meninos a grafia de números astronômicos conforme a numeração escrita adotada pelos romanos. Tais ilustres mestres não percebem a tortura inútil que infligem, com essa mania, aos jovens educandos. Ensinam uma inutilidade. Inventam fantasmas que não existem e nunca existiram.

A tendência da maioria dos professores é ensinar o que aprendeu e como aprendeu

Paulo Mendes Viana

O ensino de matemática no curso secundário, página 71

Nada mudou. É tudo a mesma coisa. Encontro tudo nos lugares certos.

Beatriz dos Reis Carvalho, Eterna presença, Rio, 1947, página 51

Muitos professores primários e secundários se preocupam com um problema que nos parece de um ridículo assombroso: Ensinar o aluno a escrever um número de oito ou nove algarismos conforme o chamado sistema-de-numeração romano

Citemos, pra esclarecer o leitor, um exemplo, mui expressivo, colhido no livro Questões do exame de admissão, Rio, 1955, de professor Adizel de Carvalho:

Escrever em algarismo romano o número 25.000.467.976

O autor, capitão Adizel de Carvalho, afirma que se trata duma questão proposta no colégio Militar em 1951 pros candidatos a exame-de-admissão

Vejamos bem:

Escrever em algarismos romanos um número que tem apenas onze algarismos!

Queremos pedir ao professor, militar ou civil, que redigiu e apresentou a aludida e monstruosa questão, que nos respondesse, com a maior franqueza e lealdade:

1 ● Algum dia ele, professor, teve, na vida prática, necessidade de escrever, em algarismo romano número maior do que 3000?

2 ● Não acha que é crime contra a matemática propor aos estudantes questões cerebrinas sem aplicação nem interesse?

3 ● Tem o ilustre professor autor da questão certeza da forma pela qual os romanos do século 1 ao 5 escreviam o tal número de onze algarismos? Os historiadores, na parte relativa à numeração romana são obscuros em certos pontos

O leitor que tiver interesse por esse problema, diretamente relacionado com a história da matemática, pode consultar as excelentes obras de Cajori, Pérez e Chasles.

Mas o fato é o seguinte: Havia dois sistemas na grafia de certos números, conforme o sistema-de-numeração romano: O sistema aditivo e o subtrativo

Assim, o número 94 pode ser escrito sob a forma aditiva, LXXXXIIII, mas se admitia, na vida corrente, nas classes cultas, a forma subtrativa, XCIV

O   romano só recorria à forma subtrativa quando queria abreviar. E assim escreviam IX pra representar o número 9, XC pra representar 90, e em certas inscrições encontramos a forma VM pro número 995.

Pro número 4, por exemplo, as duas formas IIII e IV eram certas e legítimas. A segunda, na forma subtrativa, não passava de simples abreviatura. O povo, de modo geral, preferia a forma aditiva.

Tivemos ocasião de ver na cidade de Baiona, sul da França, um monumento, do tempo dos romanos, no qual o número 4000 estava escrito como MMMM.

Os escribas profissionais recorriam ao sistema subtrativo também sempre que na linha não havia espaço suficiente pra grafar o número no sistema aditivo. Na riquíssima epigrafia latina há exemplos bem curiosos de abreviações numéricas fora das regras ensinadas em nossas aritméticas. Regras que muitos autores crêem ser fixas, gerais e imutáveis.

Mas pràs operações correntes (adição, subtração e multiplicação) os romanos só escreviam os números no sistema aditivo

Se o calculista, em geral escravo, pretendia multiplicar 49 por 24, por exemplo, o quê fazia?

Escrevia no tabuleiro-de-areia o primeiro fator, no sistema aditivo, e o segundo fator, também na forma aditiva, XXIIII e, com auxílio de pedrinhas (cálculos), cordas-de-nós, etc, multiplicava. O calculista não podia efetuar essa multiplicação se os números fossem escritos no sistema subtrativo.

Mas nossa conclusão no ponto-de-vista didático é a seguinte:

 O professor que obriga o aluno a escrever em algarismo romano um número maior que 3000 pratica verdadeiro crime

Ensinar uma criança a escrever em algarismo romano um número de milhões ou bilhões é ensinar algo inútil, complicado, sem sentido e disparatado

Nota 1 ● Em seu livro Matemática. Curso moderno, volume 1, 1963, professor Oswaldo Sangiorgi ensina, sem insistir sobre o caso, a escrever o número 4.719.002 de acordo com o sistema-de-numeração romano. E, a seguir, o ilustre matemático paulista acrescenta a seguinte observação: O sistema-de-numeração romano ainda é usado pra indicar capítulos de livro, data histórica, mostrador-de-relógio, embora o quatro pareça escrito errado, IIII, pra guardar uma antiga tradição relojoeira, é decimal (base 10) mas não obedece a princípio de posição.

Felizmente até hoje ninguém se lembrou de escrever um livro que tivesse 4.719.002 capítulos!

Só assim esse número apareceria escrito no sistema-de-numeração romano

Nota 2 ● Prum estudo mais completo indicamos Florian Cajori, A history of mathematical notation, Ilinóis, 1928; José Augusto Sánchez Pérez, La Aritmética en Roma, en India y en Arabia, Madri, 1949, 1ª parte; Gino Loria, Storia delle matematiche, Milão, 1950

 

Coleção Adeene neles!

 

Karen Carpenter - Tanja Berg


 Karen Carpenter - Simony

 

Coleção Cartão-postal de Joanco





segunda-feira, 9 de março de 2026

Delenda Israel!

 

Repostando gibi com conexão caída do mediafire (gratuito)

Grato ao aviso de Édson Cerqueira

A turma do Zero 003, 1974 -Che Guavira

Estes, na mesma tela, ressubi ao mega porque a conexão mediafire apaga se não tiver baixa em certo período:

Aventuras do Falcão Negro - parte 1.wma

*Mega

Aventuras do Falcão Negro - parte 2.wma

*Mega

Radionovela

 

Seleções em quadrinho 235, 10.1965 - Lili 95

*Mega

 

América Ferreira - Güirá campana

*Mega

 

El siniestro doctor Mortis (radionovela) - 1 - La guardiana.wma

*Mega

El siniestro doctor Mortis (radionovela) - 2 - Demasiado barato.wma

*Mega

 

Dimensión cero 057, año 1, sin fecha

*Mega

 

O guri 11, 15.11.1961 - Aventura submarina [sem capa traseira]

*Mega

Uma aventura do famoso seriado dos anos 1960, Aventura submarina (Sea hunt), com Lloyd Bridges, no rio Amazonas e outra aventura de mergulho.

 Espía 13 118 presenta- Delito

*Mega

 Tarzan Dell 028

*Mega

Colaboração de Joanco

Enviados por não mais estarem disponíveis no sítio original

em inglês - in english

 Mickey 078, 04.1959 - Dinheiro super-protegido.cbr

*Mega

 Leyendas de América 042, 01.08.1959 - La carreta perdida (Costa Rica)

*Mega

 

Irã e Resbolá atacando israel em 2026

Delenda Israel!

Delenda Eua! Delenda Reino-Unido! Delenda nazitube!

Excelsior!

A varrer Israel do mapa!

O fim do grão-satã, meso-satã e nano-satã!

O fim da pseudocivilização esquizofrênica e depravada repleta de falsos valores

O fim da pseudocivilização dos hedonistas homossexuais pedófilos adoradores a Baal

Quando esta 3ª guerra mundial acabar faltará corda pra pendurar todos os facínoras globalistas, a começar por Sataniarro

https://www.youtube.com/watch?v=zP_QV7_2EaY

Delegado interrompe condução de algemado pra acariciar cadela

Já aqui o contrário. Uma vizinha trouxe dois bebês siameses duma ninhada de 5, os outros já adotados. Contou que cuma professora a quem foi cedida a sede da associação peeme pra dar curso. A professora ficou revoltada porque o coronel saiu chutando os gatinhos.

https://www.youtube.com/watch?v=_edkTWXpyjE

Ultrapassagem em área proibida terminou em acidente em Guarapuava

Pares de falar bobagem. O carro preto não ultrapassava nem pisou na faixa dupla amarela. Na vinda (posição do vídeo) cada carro preto numa faixa. O carro preto atrás parou de repente por algo errado na frente, o outro continuou na faixa sem pisar na contínua amarela, e o camião bateu invadindo a contramão. Não tem ultrapassagem nem tentativa nas cenas, nem violação da faixa amarela contínua. O que estão dizendo no vídeo é desinformação, irresponsabilidade. Sejam mais sérios!

Igual uma vez que um pequeno acidente numa rodovia paulistana de alta rodagem, quase engarrafada, o sucedâneo de Datena disse que o causador responderá por omissão-de-socorro. Mas isso só se dá em local ermo, quando o socorro depende dele. Não é o caso ali, em alto trânsito, onde sua intervenção atrapalharia os bombeiros e o samu igual curioso, e onde gente emotiva pode o agredir por presumir culpa. É muita burrice desses apresentadores. Tem que preparar melhor esse pessoal. Não pode pôr qualquer só porque tem voz de radialista.

Eis a tradução à carta no lote de cartões da postagem passada:

Olá, José.

Sou William (Bill) Drysdale. Tenho 49 anos, sou casado e tenho uma filha. Minha esposa é Mara e minha filha Tracey. Moramos numa das principais cidades de Fife, no centro-leste da Escócia. A cidade é Kirkcaldy, conhecida localmente como The lang Toun, regionalismo que significa cidade longa, devido ao extenso calçadão na beira-mar. Também é internacionalmente conhecida como uma das principais produtoras de linóleo, material usado pra revestir piso. Além disso, é um dos melhores centros comerciais de Fife, a 25 km a nordeste da capital da Escócia, Edimburgo.

Trabalho como representante de venda de seguro-de-vida. Minha esposa e minha filha trabalham como enfermeira no principal hospital de Kirkcaldy.

Estou envolvido com rádio PX desde março de 1985 e quase sempre opero em meu carro, usando um transceptor móvel. Um hy-gain V, modelo nº 8795 (4×50 canais FM, AM, USB, LSB, CW). Como estou em movimento na maior parte do tempo, muitos de meus contatos são feitos longe de minha estação fixa. Uso vários tipos de antena móvel, como minha valor de fibra de vidro de ¼ de onda com carga superior, meu super modulador 2 com carga central ou minha hunter blackfoot com carga de base, todas com 1,65m de comprimento e capazes de suportar minha potência máxima de 400W de meu amplificador zetagi B300P. Quando opero de casa, tenho duas antenas horizontais de fio de ½ onda no telhado, uma na direção leste-oeste e a outra na direção norte-sul. No exterior tenho uma antena vertical eletrônica-especial de ½ de onda. Meu amplificador pra estação fixa é um zetagi BV131. Não tenho transceptor fixo. Só uso o celular hy-gain.

Meu nome de usuário na rádio FM de Reino-Unido é The broker porque trabalho com seguro

Aproveito a oportunidade pra desejar a ti e a toda tua família tudo de bom e muita saúde no futuro. Espero que possamos nos encontrar muitas outras vezes nas ondas de rádio internacionais. Estou ouvindo em 27.555.

Até logo, 73’s 51’s 88’s

Te divirtas com D/Xing

Teu amigo da Escócia

Recebi teus cartões em 25 de abril de 1988

Obrigado, José

Bill 419

 

Coleção Adeene neles!

 

Metralha V-002 - Ramão - Kelly family - Nick Nolte – Seatco – tio do pavê

 Einstein – espanto elétrico

 

Onde anda Pedro de Lara

 

Onde anda Mourão

 

Coleção Cartão-postal de Joanco

 




segunda-feira, 2 de março de 2026

10 anos sem Joanco

O pretinho da Guiné

O pretinho da Guiné – Escaneio em-bruto

O pretinho da Guiné - Arquivos .xcf (gimp)

 Agnetha – Dos elepês em sueco e alemão

 

Israel no Pantanal

Em 1984, na aldeia cadivéu, em Campo dos Índios, Pantanal, o engenheiro Cláudio Nunes, cadastrando os índios pra demarcar 538.000ha, num convênio do estado com a Funai, com proteção da polícia federal. Os índios contestavam porque queriam num braço do rio mas o exército demarcou no outro.

Ali encontrou um grupo aindígena falando uma língua estranha. Eram israelenses pesquisando não-se-sabe-o-quê. Contou que estava cadastrando, mas que então não era o caso. Conversou um tanto ali e se foi.

Informando à chefia foi delicadamente induzido a esquecer o encontro. Anos depois, visitando a mesma área, teve todos os acessos abertos. Crê que porque esqueceu o encontro.

Rio Aquidabã

(Não confundir com rio Aquidauana)

Levei Bicão e Huguinho ao veterinário. A veterinária recomendou ração com qualidade e perguntou sobre aquelas comidinhas em envelope (Digo envelope, dizem sachê), tipo uíscas, com cubinhos ao molho. Eu disse que dou de vez-em-quando porque dando muito já não queriam mais ração. Então explicou porque o gato é mui suscetível a doença renal por ingerir pouca água, o envelope é muito importante pra fazer o bicho se hidratar, e citou os leões, com pouco acesso a água a obtêm dos bichos caçados. Eu disse que dou sempre leite-em-pó diluído em água. Disse que não é contra o leite, patati-patatá.

Vamos-lá. Raciocinemos um pouco sobre essa seqüência de maluquices.

1 • Deve ser verdade que ingerir pouca água prejudica os rins. Mas dali inferir que essa é a causa nos gatos é raciocínio nada científico. Puro sofisma. Problema renal também é comum em jaguar, mas jaguar vive praticamente na água. Não creio que pouca água seja a causa principal em gato. A causa mesmo deve ser o fato de ser estritamente carnívoro. Creio que nos defendemos bem porque nossa dieta é mui variada. Tal fruta é bom pra isso, tal chá praquilo. O gato não. Só carne. O gato fica na condição do humano consumidor de comida-lixo: Só mantém a saúde até a juventude. Gata Borralheira tomava muita água. Idem Manda-Chuva, diagnosticado como renal. Aqui tem três potes de 2ℓ daqueles de sorvete, com água, e uma mangueira pingando direto.

2 • Mas se a questão é hidratar, leite não é melhor que cubinho ao molho? E na cabeça de quem crer que um molho grosso é imprescindível pra hidratar o bicho? Só porque apareceram uns vídeos dizendo isso. De cara já percebi que é mentira, que é propaganda dos fabricantes. Então como uma profissional da área crê piamente em explicação tão ilógica? Sou leigo mas não sou burro!

Levei Bicão porque estava mui inativo e a urina avermelhada. Estava urinando ao lado do ralo do chuveiro. Recomendou muito caixa-de-areia. Insistiu três vezes. E tem de ser areia comprada, esterilizada, pois não serve a que tem muito no quintal. E depois perguntava se a urina normalizou.

Mais uma contradição. Se urinar na areia não verei a cor. Aqui é quintal grande e casa pequena. Estou atulhado com caixas de livro pra cadastrar e levar à sala 2. Não tem onde pôr a tal areia. Além do mais, se irá ao quintal do mesmo jeito, à areia que está ali, qual o sentido de manter uma especial, e cara, só pra ele? Claro que não dei-bola pra mais essa recomendação absurda.

Outro absurdo foi, e noutro veterinário também, quanto a Manda-Chuva, recomendar uma ração especial. Com tanto gato, como impedir os outros de a comer também?, pois logicamente não será barato.

Parece que os veterinários são bolsonaristas. Vivem noutra realidade, num universo paralelo. E como são careiros! É o olho da cara! Os gatos vão envelhecendo e só milionário pode bancar tratamento.

Mas não é de espantar tanto irracionalismo, pois se tantas pessoas se deixam lavar o cérebro por propaganda, a ponto de defender como causa libertária e aceitar institucionalizar práticas imundas e depravadas

Com a escandalosa vinda a público das práticas satânicas da elite globalista, coisa que não dá mais pra negar, cadê a galerinha conformistanóica que sempre pregou que conspiração não existe, que satanismo é superstição ridícula? Vamos! Mostrai a cara!

Seria bom se aparecessem vídeos recomendando encarecidamente cerveja porque senão ficamos carentes de carboidrato, caipirinha pra matar as cáries e vinho porque senão ficamos carentes em fruta vermelha. E não esquecer de recomendar encarecidamente churrasco, porque se o leão obtém água na caçada, nós no churrasco, é lógico!, já que os satanistas nos impedem caçar pra sermos obrigados a comprar o frango insosso e saturado de hormônio de suas multinacionais.

Tenho de repensar minha gatonice. Por hora a decisão de não adotar mais durante uns quantos anos, porque tratamento é só pra milionário, mesmo! Senão terei de aderir ao que Ríchar, aquele mateiro-bichareiro da tevê, explicou, que na natureza se tem de fazer manejo. Não tem jeito. Como quando com o pessoal de meu pai, delegado em 1981, eu caçava capivara em Rio Negro, coisa que agradava muito aos fazendeiros, pois capivara é um rato gigante.

Caçávamos só capivara, e numa ocasião dois patos pretos do tamanho de ganso. E dividíamos a carne com a população, pois a caça não era por esporte.

https://www.youtube.com/watch?v=eOswXESW0o8

1 biólogo × 25 veganos | Richard Rasmussen

Um vídeo que leva a muita reflexão sobre nossa época e a estupidez de nossa espécie

Uma cultura destruída. Uma sociedade esquizofrênica, depravada e de falsos valores. Síndrome-de-jesus. Crianças deviam estar estudando, aprendendo, crescendo. Não pregando ideologia com proselitismo fanático e furioso.

É ruim e arriscado prà formação psicológica dum indivíduo ainda não maduro a exposição de opinião, ter voz e holofote, pois perturba o amadurecimento e o risco de expressar idéias das quais pode se envergonhar e ou se arrepender depois.

Em O livro do misterioso desconhecido (Le livre du mysterieux inconnu), de Robert Charroux, Difel, São Paulo, Rio de Janeiro, 1976, capítulo 15, O elixir da longa-vida, na nota-de-rodapé 40:

Após o dilúvio a alimentação dos sobreviventes era pobre em proteína animal, indispensável pra elaborar tecido muscular, nervoso e ósseo. Essa carência deteriorou a inteligência. Experiências em rato mostraram que essa deterioração prossegue durante várias gerações, mesmo voltando à alimentação normal.

Eis um alerta ao perigo do vegetarianismo.  No capítulo 14 discute a idéia de que, como os símios [e o homem], os delfins foram mais inteligentes na era antediluviana.

Atualizando títulos

• Agatha Christie, Um brinde de cianureto à Um brinde de metanol

• Edgar Allan Poe, O gato negro à O gato afro-americano

• O negrinho do pastoreio à O afro-descendente do pastoreio

• Chordelos de Laclos, As ligações perigosas à As alegações perigosas

• John le Carré, O espião que veio do frio à O espião que entrou numa fria

Gramaticarana 

Mãe, filha e cão são encontrados

Vício de referência móvel e erro de tempo verbal

Foram encontrados. Evento passado, ocorrido. Não que ocorre, que costuma ocorrer. São encontrados indica ação freqüente, natureza. Gatos são predadores. Baleia é mamífero.

O vício de referência mutuamente relativas. Estilo ruim porque o devido é fixar uma referência e derivar as outras se são derivadas

Mulher, filha e cão foram encontrados ou

Moça, mãe e cão foram encontrados

Assim, como manchete, simplificado, sem necessidade de explicitar a quem o cão pertence

 Um erro mui espalhado no castelhano e no português:

El perro está detrás del mueble

No português também é mui espalhado:

O cão está por trás do móvel

No castelhano e no português, igualmente, detrás é pra caso de movimento, atrás pra caso de posição. O tapete está atrás da porta. O gato saiu detrás do balde ou O gato saiu de trás do balde.

A forma correta do segundo exemplo é Havia um cão atrás do móvel. Em ambos idiomas é generalizado o vício de usar a preposição por pra tudo. É o famigerado português-de-jornalista e castellano de periodista.

 Questões impertinentes

• Começou o ano do cavalo-de-fogo na China. Aqui continua o século da mula-sem-cabeça.

• O famigerado telefone-vermelho pra impedir a guerra nuclear agora é celular vermelho?

• Se o presidente colombiano, Petro, usar dólar, isso é petrodólar?

• Por quê empresário é o dono da empresa e bancário não é o dono do banco?

 Coleção Adeene neles!

 

Aluísio de Azevedo - Guy de Maupassant

Claudia-Scheinbaum - Suni Williams

 
Javier Solís - Daniel Fontanals

 

Coleção Cartão-postal de Joanco

10 anos sem Joanco