quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Bate-papo ao vivo

Nunca vi reptiliano mas todo dia vejo vários burros ao volante e ao guidão

Participes de nosso bate-papo ao-vivo sobre literatura de horror e fantasia
Na sexta-feira, 20.10.2017, 20:30h faremos um bate-papo descontraído sobre literatura de horror e fantasia, além de falar um pouco sobre nosso mais novo livro, A terra da noite, tradução do clássico The night land.
Pra participar basta ter um conta no gemeio e estar logado. É super simples. Esse é o linque onde ocorrerá o ao-vivo: https://www.youtube.com/watch?v=1AqCmLMmPbc
Conto com tua presença.
Denilson E Ricci
Bem tosco

Mais folgada que colarinho de palhaço


Mais folgado que colarinho de palhaço
  
Coleção de cartão-postal de Joanco

 



segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Zé Colméia 002, 02.1972



  
abaixo-assinado contra rojão
Finalmente acabar com essa praga

Um exemplo do uso do que–quê
— Acho que não sabes o quê é pitanga.
— Sei. Qual fruto é pra pegar?
— Pegues o que é pitanga.

Antigos segredos do rio Amazonas
O Amazonas e o Nilo eram um rio antes da América do Sul se separar da África

Última flor do Lácio, inculta e bela…
Se o grande poeta [Camões] ainda estivesse entre nós, sem dúvida estaria horrorizado com o que acontece a esse belo monumento que é (foi?) a rica língua portuguesa, hoje tão maltratada pela grande maioria do povo brasileiro.
A propósito, deveríamos ser brasilianos, como os bolivianos, colombianos, coreanos, equatorianos, venezuelanos, peruanos [chileanos?], americanos, mexicanos, canadianos (como são chamados os canadenses em Portugal [portuganos?]), australianos… (embora haja exceção). Aliás, em inglês somos brazilians. Brasileiro era a profissão dos que comerciavam com o pau-brasil nos mercados europeus no tempo do Brasil colonial. Tal qual armeiro, açougueiro, carpinteiro, padeiro, pedreiro, relojoeiro…
Oswaldo Barbosa de Almeida
Sobre corujas e outras espécies

capa traseira 

É impossível uma pessoa fazer o ataque de Las Vegas, como o é um avião passar livremente pra se chocar à torre gêmea.

Coleção de cartão-postal de Joanco


sábado, 7 de outubro de 2017

Dicionário de símbolos esotéricos

Na verdade é um dicionário de vocábulos esotéricos
Édson Tayrone pediu O dicionário do inexplicado, da editora Três. Valeu a dica. Assim que o livro chegar prepararei. Também no prelo O manual do feiticeiro, um dicionário também da turma da Planeta.

Amazonas Iacamaé
A lenda do Amazonas em canção

A lenda do Amazonas, com legenda narrada

Toadas boi-bumbá Caprichoso 1994, a melhor época

Estas coletâneas de estórias clássicas de Carl Barks e Don Rosa, em capa dura, são um acerto. Mas se é em formato de livro tem de pôr o número da coleção na lombada, minha gente. E é pena que mantêm a tradição do abuso de exclamação.

Na página 19 um exemplo de como usar o arranjo que–quê:
Ninguém sabe que outros segredos se escondem nessas centenas de quilômetros quadrados. Afirma que há outros segredos escondidos nessas centenas de quilômetros quadrados e que ninguém sabe sobre isso.
Ninguém sabe quê outros segredos se escondem nessas centenas de quilômetros quadrados. Disse que ninguém sabe quais outros potencias segredos se escondem nessas centenas de quilômetros quadrados.
Na primeira frase afirmou que há outros segredos escondidos na região.
Na segunda frase aventa a existência doutros segredos escondidos na região.
Como tio Patinhas especula, imagina e obviamente não sabe, o uso do arranjo que–quê naquele balão está errado.
Outro erro, muito generalizado, é confundir adiante com a diante.
Adiante é do verbo adiantar. Que se adiante o relógio ao chegar a hora de verão.
A diante é avançar até a frente, o contrário de a trás. Ao se encorajar deu um passo a diante.
A trás. Avançou cedo demais, por isso deu um passo a trás.
Atrás. No espelho retrovisor viu o concorrente atrás.

Coleção de cartão-postal de Joanco

 



sábado, 30 de setembro de 2017

Um ladrão no circo - edição especial de O herói, Ebal, 1947, 1981

Reedição em 1981 do conto publicado originalmente em 1947
Um conto policial em quadrinho onde o detetive faz apenas miserável figuração
Mas a estória não fica só no caso detetivesco. Se completa magistralmente no desenlace dum drama humano duma personagem. Enredo ingênuo e juvenil mas muito engenhoso e interessante.
No enredo as personagens se referem ao furto como furto ora como roubo, indistintamente, como se fossem sinônimos. As definições encontradas na internete são meio confusas e capengas. Darei então minha definição.
Assalto ● O bem é subtraído com violência e ou ameaça. Como no vocábulo salteador-de-estrada. Dá idéia de saltar sobre a presa, dar o bote.
Furto ● Cognato da palavra furtivo. Dá idéia de furtivo, escamotear, sub-reptício, matreiro, sorrateiro, manhoso, ardiloso. O bem é subtraído sem a vítima perceber. O conto de Edgar Allan Poe, The purloined letter, cujo título em português começou como A carta roubada, tem edições com o título corrigido, A carta furtada, pois no enredo a carta não foi roubada mas furtada, subtraída ardilosamente sem a vítima perceber. A definição ao vocábulo inglês purloin em https://www.merriam-webster.com/dictionary/purloin é to appropriate wrongfully and often by a breach of trust, se apropriar indevidamente, freqüentemente com quebra de confiança.
Roubo ● Quando o bem é subtraído através de ardil. O governo através de imposto, roubando o cidadão. A empresa tal abusando no preço. De modo que a vítima pode saber mas não pode evitar. Como quando só tem aquela opção pra comprar e por isso não pode evitar a compra. A frase clássica do comprador indignado: Isto é um roubo!
Sobre os vícios de pontuação dos baloneiros, percebi que é por má compreensão de pontuação, resultando em carência de habilidade em se expressar. Não entendendo que os caracteres ! ? “” () [] {} : … ‘’ são de pontuação, tanto quanto . , ;, os usam como se fossem letra, por isso os dispondo espaçados, e múltiplos quando querem dar ênfase, o que é terrivelmente antiestético.
Por isso o abuso de exclamação: Usam ! e em vez de ., o que evidencia bem a carente compreensão de pontuação é o freqüente uso de reticência no lugar da exclamação, especialmente em interjeição, como, por exemplo grafar Ora… em vez de Ora!.
Outra curiosidade no enredo é confundir prova com evidência.

Um ladrão no circo - edição especial de O herói, Ebal, 1947, 1981 - bruto
Escã original, sem processamento
Disponível no wetransfer durante 7 dias


Coleção de cartão-postal de Joanco

 






quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Início da venda do livro A terra da noite

Começará a venda do próximo lançamento da editora Clock Tower

O início da venda do livro A terra da noite e o ao-vivo no youtube será amanhã, sexta-feira, 29.09.2017, às 20:00h.
A venda será em www.loja.sitelovecraft.com
Ao-vivo e início da venda será às 20h.
O endereço do ao-vivo divulgarei exatamente as 20h em nosso facebook:
Para participar do ao-vivo é necessário ter um imeio do gmail e estar logado. Só pra acompanhar será só entrar na conexão que divulgaremos.
Segue abaixo uma foto da capa do livro.
Denílson E Ricci

Coleção de cartão-postal de Joanco

 




 Ma Normandie

Quand tout renait à l’espérance,
Et que l’hiver fuit loin de nous,
Sous le beau ciel de notre France,
Quand le soleil revient plus doux
Quand la nature est reverdie,
Quand l’hirondelle est de retour
J’aime à revoir ma Normandie,
C’est le pays qui m’a donné le jour.
J’ai vu les champs de l’Helvétie
Et ses chalets, et ses glaciers,
J’ai vu le ciel de l'Italie,
Et Venise, et ses gondoliers,
En saluant chaque patrie
Je me disais: Aucun séjour,
N’est plus beau que ma Normandie,
C’est le pays qui m’a donné le jour.
Il est un âge dans la vie,
Où chaque rêve doit finir
Un âge où l’âme recueillie,
A besoin de se souvenir.
Lorsque ma muse refroidie
Aura fini ses chants d’amour…
Minha Normandia
Quando tudo se renovar em esperança
e o inverno se afastar de nós
sob o belo céu de nossa França
Quando o sol retornar mais suave
Quando a natureza se reverter
Quando a andorinha voltar
quero rever minha Normandia
a terra que me deu o dia
Vi os campos da Helvécia
e seus chalés e geleiras
Vi o céu da Itália
Veneza e seus gondoleiros
Saudando cada pátria
pensei: Não fiques
Não é mais bonito que minha Normandia
a terra que me deu o dia
É uma idade na vida
onde cada sonho deve acabar
Uma idade onde a alma recolhida
precisa se lembrar
Quando minha musa esfriar
se concluem suas canções de amor...




domingo, 24 de setembro de 2017

Papai Noel 031 - Tom & Jerry, 10.1954


Pros catastrofisnômanos de plantão:

À coleção Adeene neles!
 
coke is It


Hermanos Campos - prof Girafales


Robert Colbert - coronel Aldana


Mac Wiseman - Lula


Erich von Däniken - Leo Dan


Aleister Crowley - Telly Savallas

O restaurante do Sesc, horto florestal, Campo Grande, pode ser o melhor. Comida barata, gostosa e variada, atendimento simpático. E tinha a pimenta curtida em óleo. Não molho, a fruta mesmo. Aguardemos que volte.
Na mesa um anúncio de eleição ao melhor restaurante, pedindo voto.
Então fiquei pensando:
— Posso achar este o melhor, mas se não freqüento os outros não posso votar. Numa eleição supostamente se analisam as propostas dos candidatos, há debate, etc. Se não conheço os outros restaurantes não seria honesto votar. É um sistema ilegítimo. Ganharia o maior restaurante, o que tem mais cliente. É como quando no fórum teve concurso de doação da campanha do agasalho entre os setores. Mas só os cartórios tinham chance de ganhar, pois os juízes ganham alto salário, comprando lotes de cobertor pra ganhar a gincana, e os setores que não são cartório não têm juiz. E lembra também aquelas notícias bobas de eleição da mulher mais bonita da mundo ou do melhor filme do século, sendo que quem elegeu não viu todas as mulheres do mundo nem conhece todos os filmes do século no mundo todo.

Coleção de cartão-postal de Joanco