sexta-feira, 12 de novembro de 2021

Xuxá 43

 Estes dois peço, ao leitor quem os baixou, a gentileza de enviar a mariojorgevargas@gmail.com, pra ressubir e repostar:

Memorias de doctor Mortis 2 - 3 cuentos

Memórias de doutor Mortis 2 - 3 contos

 


Xuxá 043, 28.08.1951 - As jóias malditas

 

Enviados por Daniel Silva:

Daffy Duck 063

Daffy Duck 077

Daffy Duck 080

Daffy Duck 092

Daffy Duck 137

Dell Giant 022 - Huey Dewey And Louie Back to School (1959) (c2c) (Jojo)

Dinky Duck 019 (Pines 1958) (c2c) (js-DCP)

Dino 003 (1973-12) (c2c) (GreenGiant-DCP)

Dino 017 (Charlton 1976) (c2c) (js)

Dynomutt 01

Dynomutt 02

Dynomutt 03

Dynomutt 04

Dynomutt 05

Dynomutt 06

Flintstone Kids 02

Funky Phantom 02

Funky Phantom 12

Gold Key Spotlight 002 (1976) (c2c) (Wacky Adventures of Cracky)


 

Capas maravilhosas
Há muitos projetos de livros interessantes em pré-financiamento no Catarse. Literatura, quadrinho, guia de cerveja… Tem Krazy Cat, o precursor do quadrinho traduzido do alemão e diagramado. Capas lindíssimas, edições primorosas. Mas não me canso de lamentar edições tão luxuosas, bem-cuidadas e tal, mas no fim editadas em português-de-jornalista. É como receber um prato de pitsa de trufas negras com caviar-do-mar-negro e tacar quetichupe e maionese. É o que se vê em todos os lançamentos. Mesmo as obras mais cultas e eruditas num português pra lá de popularesco.

 Uma notícia interessante no mundo literário foi a descoberta de que a tradução sueca do romance Drácula, de Bram Stoker, é na verdade versão estendida com mais personagens, com outras concepções e tal. Sendo traduzida ao português, o projeto está no Catarse em pré-venda.

https://www.youtube.com/watch?v=_gxQo0mAS4s

Drácula estendido na versão sueca

As pessoas em geral acham que uma obra por ser célebre é obra-prima. Drácula é um romance medíocre. Algo como as obras de Jorge Amado, muito adaptadas a telenovela mas que literariamente não são grande coisa. Como leitor não tenho interesse nessa versão estendida, que deve ser de lascar.

https://www.youtube.com/watch?v=yzXKOiGBqbE

Portal do José. Visão sensata sobre a situação no Brasil

 https://www.acritica.net/light/colecionador-mantem-ritmo-de-visitacoes-no-seu-acervo-nas-feiras/548644/

Casa-museu de antigüidade, em Campo Grande, de Gilberto Espíndola

 Um fenômeno bizarro é de como as pessoas não gostam de respeitar a lei e as regras. Não dão sinal no trânsito ou o dão encima da hora, estacionam em duas vagas, fazem conversão na contramão, etc. Mas na gramática, no politicamente correto e nos formalismos são estritamente afeitas ao que julga padrão. É a síndrome-de-manada. Mas quando acham que ninguém percebe relaxam e manifestam o instinto egoísta.

Mais duma vez um hispânico disse a mim que se escreve assim porque tal gramático o afirmou. Então digo que se um matemático disser que 1+1 = 3 tenho de aceitar, e que em ciência se rejeita o argumento-de-autoridade. Não é porque foi o papa ou um prêmio Noel quem o afirmou, que o argumento não possa ser contestado.

Num comentário iutúbico alguém disse que eu não deveria dizer homossexualismo e sim homossexualidade. Oras-bolas!, dona certinha. Ninguém determina quais vocábulos posso usar, seja uma patrulha ideológica, o presidente, o papa, um gramático ou a pequepê! Falo e escrevo como quero. Se não te agrada vás te queixar ao bispo.

É assim em qualquer idioma. Porque um gramático estabeleceu que tal é o correto, aquilo é uma lei imutável escrita na Bíblia? Não é assim que funciona. Um gramático não pode escrever como Allan Kardec, afirmar coisas de sua cabeça sem explicar donde tirou. E não pode se contradizer. Pra se propor uma regra tem de explicar a lógica dela, estabelecer regras coerentes e nunca as violar.

Não se deve acatar uma regra como se fosse bula papal. Não é assim que funciona. Não existe um padrão rígido, draconiano. Existem estilos. Assim como cada um se veste a seu gosto mas sem exagerar. Não anda todo mundo uniformizado na rua. Cada um tem seu estilo, mas sem exagerar. Tem de haver um estilo padrão pra concurso, pra norma técnica, mas esse padrão não é absoluto, não torna erradas as variantes de estilo. A rigor, errado é o que significa outra coisa. Há os estilos mais carregados, menos eficientes, menos claros, mas são estilos.

Por causa de conceito equivocado vemos o bizarro de se preferir a redação mais complicada em vez da mais simples. Tudo porque se quer redigir de forma mais chique, parecer mais erudito. Então vemos formas pavonescas como Estava em meio ao caos, em vez da forma simples e correta Estava no meio do caos. Preferir o ouropeico se encontrava em vez de estava, o incorreto utilizar em vez de usar, se dar conta em vez de perceber. Não só na trapalhada gramatical hispânica de identificar tempo verbal passado com condicional, como pôr perdiera (perdera) como sinônimo de perdiese (perdesse), pois com o tempo um sinônimo prevalece e o outro desaparece, o que empobrece o idioma. Não existem sinônimos realmente. Sinônimos o são nalgumas acepções, noutras não.

 Num comentário iutúbico, onde apontei o erro de dupla negação, alguém disse que em linguagem a regra não funciona como na matemática. Respondi que isso é absurdo. Tal só pode se dar na poesia, nunca na prosa, pois prosa é linguagem objetiva. Ignorar a lógica leva a mal-entendido, o que contradiz o objetivo da linguagem, que é a comunicação.

Vejamos uma dessas bobagens, surgida na lateral de dica do dicionário na página da RAE, real academia espanhola:

O nome inglês Halloween é abreviação da expressão All Hallows' Even, Véspera de Todos os Santos. Ao se tratar de nome próprio, conserva a grafia da língua original e deve ser grafado sem grifo: Hoje se celebra Halloween.

 Vejamos a incoerência dessa regra. Se tem de grafar como na língua original, então se a palavra vier do grego, russo, chinês…? Já deu pra perceber a patetada. Né?

Como a bobagem de câmpus grafar campus, e o plural ser campi porque é assim em latim. E por quê temos de seguir regra do latim? Assumamos, aportuguesando, câmpus, plural câmpus, como lápis plural lápis., júnior plural júnior. Deixemos os barbarismos aos exibicionistas. Deixemos juniores aos ignorantes, quem diz donzelo em vez de donzel, magrelo, banguelo, magricelo, em vez de magrela, banguela, magricela e o plural de júnior puseram juniores. Decerto o plural de lápis porão lapises. Acreditai: Há quem creia que donzel, senhorito e exquisito não existe.

Uma senhora disse que tal palavra veio do alemão, e que como em alemão o plural é assim-assim… Então imaginemos que se no chinês o plural fosse feito virando o anagrama de cabeça-a-baixo, teremos de fazer o plural do vocábulo transliterado o girando, com as letras de cabeça-a-baixo? Quem propõe uma regra tem de primeiro analisar se tem cabimento, coerência.

Uma dessas incoerências detetei no vocábulo bilingüe. Aqui no péssimo dicionário do Word está guardado bilíngüe. Também no dicionário babel, esquivando o fato desses dicionaristas aderirem à tal reforma: https://pt.babbel.com/pt/magazine/o-cerebro-bilingue Mas por quê esse acento no I? Se güe é ditongo, grafar bilíngüe é tão supérfluo quanto grafar estilíngue, ríngue, certifíque.

Outra incoerência:

Assistir o jogo, ver o jogo, espiar o jogo…

Olhar o jogo, testemunhar o jogo, presenciar o jogo, analisar o jogo…

Por quê só assistir seria ao?

Assistir o jogo: Ver, olhar

Assistir ao jogo: Ajudar, dar assistência

Num comentário num sítio hispânico sobre Caliningrado alguém disse tem de grafar Kaliningrado porque é com K na grafia original. Mas o original é russo, onde se usa outro alfabeto. O K russo, К, coincide com o latino (Notes que o código ASCII do caractere no computador não é o mesmo do de K, por exemplo), também o Т russo com o T latino, mas СРУ, são respectivamente SRU. As letras, que apenas se parecem com as latinas, pois de mesma origem, se identificam mais com o grego, tanto é que usamos o grego, que nos é muito mais familiar por causa do uso em matemática, pra identificar o russo: ПФЛДГР pi fi lambda delta gama ro PFLDGR. Dali a sigla que parece CCCP (Que víamos nos uniformes olímpicos soviéticos, que em minha piada era secretaria de segurança pública) mas que é SSSR, URSS. A grafia latina Kaliningrado é transliteração baseada no inglês. Não somos súditos da rainha pirata Elisabesta nem seguimos o American gay of life. Não temos obrigação de seguir essa norma.

Além do mais a tal regra da RAE contradiz o conceito Não adaptar ao idioma vocábulo estrangeiro em uso corrente é sintoma de decadência cultural. Está agindo contra seu idioma, o poluindo. A princípio pensaria que o pessoal da RAE é um bando de idiotas. Imbecis, eu diria. Na verdade são agentes da máfia globalista. O intuito é destruir a linguagem a sobrecarregando e deturpando. É uma agenda globalista da máfia sionista-maçônica. Tanto é que lá está, super-apadrinhado, Mario Vargas Llosa, o escritor peruano que por ser agente deles, dos globalistas e da monarquia espanhola, uma das mais corruptas do mundo, ganhou prêmio Nobel, e como agente ultra-neoliberal fez toda aquela palhaçada apoiando a campanha da corruptíssima filha de Fujimori no Peru.

Nossa desastrada reforma ortográfica, que os portugueses, muito mais sábios, rejeitaram, e só fez estrago, é obra dessa agenda satanista-globalista.

Ponho novamente o enlace do vídeo sobre a conspiração da engenharia lingüística, explicando o problema de haver gramáticos ignorantes em matemática, lógica, ruins de raciocínio mesmo. A matemática é a rainha das ciência. Está em todas e em tudo o que se possa imaginar. Nada pode existir sem matemática.

https://www.youtube.com/watch?v=Pwuw4W1-Pfo

Carme Huertas (filóloga, escritora) - Ingeniería lingüística nel discurso público

 E agora, em plena vigência do covide, ressurge a querela antiga e medieval de discutir o sexo dos anjos. Os gramatibobocas buscam estabelecer o gênero do vocábulo covide. Resolveram que é feminino, a covide, por isso e aquilo, porque vem de corona. Então posso dizer que é o covide porque é o vírus. Outro dirá que é a covide porque é uma doença.

Como os barbarismófilos quando usam o horrendo performance o põem no feminino. Qual o critério? Desde quando imbecil usa critério?

Igual os cientistobobocas estabelecendo que Plutão é-não-é planeta. Seria como os agentes imobiliários se reunindo pra estabelecer se tal prédio é-não-e arranha-céu (Agora o prédio da esquina é arranha-céu-anão) e a isso sair em todos os noticiários e debates. Exemplo do quanto o pessoal é adepto a insignificância.

Todo ano damos-de-cara com essas mariconadas.

 

Coleção Adeene neles!

 Tintim Parintins Parintintim

 Como usar a máscara com boné

O modelo é o amigo Valdinei

 

Fim-de-ano 2020

Coleção cartão-postal de Joanco



 


quarta-feira, 11 de agosto de 2021

Superman 1, 11.1947

Super-homem (Superman) 001, 11.1947, Ebal




Corrigi e restaurei um tanto a diagramação muito tosca e algumas impressões borradas, além dos vícios de pontuação e trechos comidos por traça ou cupim.

 A primeira estória bonitinha e ruizinha, mais no estilo seriado Pequenópolis. Na segunda um clima de mistério de cinema-escuro. Mas por quê o herói, Joel Ciclone, protótipo de Relâmpago (Flash) não usa sua supervelocidade quando o vilão aponta a arma? Na de Johnny Trovoada aventura detetivesca onde o canário negro foi desenhado como papagaio negro. Na de Batmã ficou estranho Róbin confiar tão alto segredo a um atleta recém conhecido. Na aventura de Falcão uma sacada até genial num clima poético duma nostálgica canção, com final de fotonovela. Na última o gosto de achar heróis olvidados numa aventura nada má.

Com a guerra terminada melhora a qualidade do enredo largando a pregação política

No mais a ideologia, onipresente nos quadrinhos, do culto a façanha física, onde tudo se resolve a chute e sopapo, pois um dos pilares da ideologia da civilização ocidental, como na antiga Grécia, é idealizar a musculatura e não dar chance ao cidadão pensar. Tanto é que cunharam o vocábulo depreciativo nerd pra estereotipar o aluno mais devotado ao estudo que ao atletismo, mas nenhum ao brutamonte abestado, ao atleta grandalhão abobalhado.

 
Alguns erros nos balões, como este dizendo super-homem em vez de super-bolo

 

L Bertrand - A Maçonaria, seita judaica.doc

L Bertrand - A Maçonaria, seita judaica.pdf

 

Enviados por Daniel Silva

Beep Beep The Road Runner Dell 004

Beep Beep The Road Runner Dell 005

Beep Beep The Road Runner Dell 006

Beep Beep The Road Runner Dell 007

Beep Beep The Road Runner Dell 008

Beep Beep The Road Runner Dell 009

Beep Beep The Road Runner Dell 010

Beep Beep The Road Runner Dell 011

Beep Beep The Road Runner Dell 012

Beep Beep The Road Runner Dell 013

Beep Beep The Road Runner Dell 014

Beep Beep The Road Runner FCC 0918

Beep Beep The Road Runner FCC 1008

Beep Beep The Road Runner FCC 1046

 

https://www.youtube.com/watch?v=GzMSKXZjuSs

Nesse vídeo um exemplo dos idiotas da objetividade, tratando como grave ofensa o que seria motivo de riso.

É apenas uma série de patetice. Não é pra dramatizar tanto nem pra armar um dramalhão mexicano fazendo tempestade em copo dágua.

Mas quem é o mais estúpido: O autor dessas patetices ou quem se ofende com elas? Que façam memes ou deixem de ver. Afinal, quem assiste esses lixos alienantes de olimpíadas e copas do mundo já não tem a cabeça grande coisa mesmo.

Valorizemos mais nossos folclores nacionais. Ao lixo-da-história esses eventos estúpidos e alienantes.

 

Reflexões sobre a estupidez

Já abordei de soslaio o binômio estupidez-imbecilidade. Se a humanidade está imbecilizada por forças ocultas parasitárias ou se tem apenas uma racionalidade instintiva, espécie de formiga do intelecto, pois teria sido criada pelos eloim pra minerar ouro.

Ultimamente abordei várias vezes a questão da estupidez na linguagem. Os estranhos fenômenos de se falar e escrever do modo mais difícil e pomposo em vez do natural que seria a simplicidade, e de modismos tolos e vícios-de-linguagem serem os mesmos em países de idiomas diferentes, como, por exemplo, português e castelhano.

Vejo muito expressões tolas como países estrangeiros, países internacionais, por exemplo, em vez de outro país. Vejamos o comentário de nosso querido leitor Xracer25, de junho de 2021 18:40h:

Conheço também o castelhano, conversava muito porque trabalhei com hispanos quando morei em Eua. A conversa fluía fácil pra mim, mas acho prolixo demais. As frases ficam imensas, e falam rápido, pra se expressar a contento. Prefiro o inglês, muito mais eficiente quanto a quantidade de sílaba (ao pronunciar engolem muitas) e gramatica, porém o difícil é ter de decorar a pronúncia, bem diferente da nossa e sem regra geral.

Parece que a tendência no castelhano é inchar indefinidamente. Aparecem expressões como Os mísseis destruíram os drones com êxito. Carambolas! Se não foi com êxito, então não destruiu. Se destruiu é porque o objetivo de destruir teve êxito. Tudo bem que se diga que o míssil foi testado com êxito, pois a questão não é o teste, que já está ali mesmo e não se tem dúvida se conseguirá testar, mas se o míssil cumpre o planejado. Mas então bastaria dizer O míssil foi testado e aprovado.

Imagines carros guiados por quem sabe usar os pedais, volante, buzina mas tem noção muito vaga e instintiva de sinalização e regra. Que a trancos-e-barrancos transita. Como uma boiada.

É esse o caso da linguagem. Falam e escrevem como os outros, por imitação e interação, sem dominar as regras nem pensar no que está expressando. Não raciocina se o que está redigindo é correto, preciso, objetivo nem se aprimora com o tempo. Da mesma forma que dirigem sem ligar o pisca-pisca quando necessário e o ligam quando não, redigem com preposição, pronome, etc, excessivos, e os omitem quando necessários. Porque falam e escrevem como os outros, instintivamente interativo como o sotaque.

E assim o idioma se degenera. Tudo casual? Não. É um plano. Como o de institucionalizar perversões sexuais, providenciar leis esdrúxulas, condicionar a banalizar violência e corrupção, culto ao físico, à esperteza, ridicularizar a honestidade e a solidariedade, etc.

Pois o que falo se confirma no que diz Carme Huertas sobre a política deliberada de destruição à linguagem. Então entenderás por quê os modismos e vícios em geral estranhamente são os mesmos noutros idiomas:

https://www.realismofantastico.net/2021/07/carme-jimenez-huertas-estamos-hechos-de.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+RealismoFantastico+%28Realismo+Fant%C3%A1stico%29

 


Um vídeo com o título Quem é bonzinho não é respeitado. Eis um exemplo duma civilização esquizofrênica, depravada, imbecilizada ao extremo, repleta de inversão de valor, onde se professa orgulho do que deveria sentir imensa vergonha. Não estou criticando o vídeo, pois infelizmente o título expressa a verdade.

Um mundo de gente piegas mas cruel, puritana mas depravada, caritativa mas avarenta, bacharelada mas ignorante, religiosa mas malvada.

No geral gente que não parece adulta, com comportamento adolescente e mesmo infantil. A facilidade com que se presume algo como verdadeiro, preguiça mental, raciocínio anti-científico, simplista mesmo. Comportamento-de-manada: Somos javalis que viraram gnus. Postura sentimentalóide pra si e cruel aos outros. Apego a superstições e crenças infantis como crer em Deus. A facilidade em sucumbir a persuasão e lavagem cerebral. Tudo isso dá muita vergonha pertencer a essa espécie.

Desde o final do dilúvio até hoje as civilizações estiveram sob domínio de parasitas psíquicos disfarçados de deuses. A questão é se livre dessas pragas a humanidade finalmente evoluirá, ou é estúpida por natureza. É grande o temor ser verdadeira a segunda opção.

Em O livro do misterioso desconhecido (Le livre du mysterieux inconnu), de Robert Charroux, Difel, São Paulo, Rio de Janeiro, 1976, capítulo 15, O elixir da longa-vida, na nota-de-rodapé 40:

Após o dilúvio a alimentação dos sobreviventes era pobre em proteína animal, indispensável pra elaborar tecido muscular, nervoso e ósseo. Essa carência deteriorou a inteligência. Experiências em rato mostraram que essa deterioração prossegue durante várias gerações, mesmo voltando à alimentação normal.

Eis um alerta ao perigo do vegetarianismo.  No capítulo 14 discute a idéia de que, como os símios [e o homem], os delfins foram mais inteligentes na era antediluviana.

 

Coleção cartão-postal de Joanco

 







 

quarta-feira, 23 de junho de 2021

O epitáfio de Che Guavira

O epitáfio de Che Guavira

 

Planeta 158, 11.1985

Mais um número dessa maravilhosa, nostálgica e inesquecível revista

Ao escanear vi que duas folhas estavam arrancadas. Por sorte achei outro exemplar na Estante virtual. Graças a isso vi que tinha também um suplemento nas folhas centrais.

Na apresentação no índice o editor, Eduardo Araia, por desconhecer que a perseguição da medicina fundamentalista contra as opcionais (não alternativas, erro vocabular) é por ideologia da elite globalista e não por suposta inferioridade brasileira. Eis uma evidência de que o complexo de vira-lata sempre foi instigado pela imprensa, não pela cultura popular espontaneamente. Lamentável. No geral o vício de chamar americanos os ianques.

Na página 5 pus uma nota-de-rodapé no alto, o artigo sobre a tragédia do Titânico.

Na página 6 na legenda o trecho de frase A travessia dos animais pelas estradas (editado). Já falei muito sobre esse vício-de-linguagem.

Na página 7 uma nota-de-rodapé sobre o estereótipo do carbono na atmosfera. No subtítulo mais um exemplo da preferência por redigir de forma quixotesca, pomposa, verdadeiro ouropel da letra pra parecer erudito: À procura do ar antigo, quando a forma correta é A procura ao ar antigo, mas é tão simples usar o gerúndio: Procurando o ar antigo. A insistente e recorrente frase de que os combustíveis são de origem fóssil. Falso. O petróleo é inorgânico. E não pode ser fóssil, porque fóssil não é osso e sim minerais que ocuparam o espaço deixado pelo osso dissolvido. A expressão combustível fóssil não faz sentido.

Na página 11 o vício que se estabeleceu por causa de se preferir palavras mais longas e sonantes. Terapias opcionais, porque alternativa é só uma.

Na página 14 artigo sobre o quão escravizante é o sistema educativo

Na página 43 a matéria-de-capa

Na matéria sobre o armagedão, que começa na página 34, o autor mostra pouco conhecimento em geologia. A inversão polar não é mais um item de fim-de-mundo mas conseqüência do choque contra um planetóide, como o ocorrido no mais recente dilúvio mundial há quase 12 mil anos. O erro do vocábulo terrestre em vez de terreno, pois terrestre se refere a terra firme, em opção a aquático e aéreo. Terreno se refere ao planeta Terra. E a incoerência de no mesmo texto grafar extraterrestre se referindo a extraterrenos, e terreno corretamente.

Na página 48 artigo sobre a perseguição à quiropatia

Na página 54 um artigo sobre reencarnação

Com a dica de Renílton, usar o IrfanView, o .rar resultante baixou de 182MB a 117MB

Na figura acima um comparativo da página índice depois e antes de irfanviar

Bugs Bunny - parte 1

Enviados por Daniel, subidos 18.06.2021

 https://www.youtube.com/watch?v=oMd1Ygl8soo

O caso Varginha

Muitos vídeos sobre o caso Varginha apareceram nos últimos anos. Cada um pior que o outro. Manchetes prometendo a verdade, o que não sabíamos, etc. O da conexão acima é apenas um mais recente. Se espera que alguém que dê entrevista sobre um tema domine o conhecimento sobre o tal tema. É o mínimo que se espera de hombridade, honestidade, vergonha-na-cara. Não é correto citar mistérios, que, por exemplo, já estão esclarecidos no livro de Ubirajara Rodrigues, O caso Varginha.

Não é fenômeno extraterreno, talvez nem ufológico. São seres aquáticos vindos do rio próximo, o rio verde. Os resgatadores que tiveram contato de pele com o ente morreram intoxicados por amônia. Os animais aquáticos liberam amônia via pele porque a água dissipa, lava essa toxina. Os animais terrestres liberam via urina, porque o fazendo via pele se intoxicariam porque o ar não dissipa a amônia. Mas quê-diabo de bombeiros, policiais, militares tão amadores a ponto de pegar com a mão e manter contato ombro-a-ombro com animal desconhecido? Era por isso que os bichos estavam agachados, inertes. Estavam morrendo. Bastaria os jogar a uma banheira ou regar cuma mangueira. Deixaram os entes morrer por ignorância.

Essas e outras estão explicadas no livro. Mas já estamos acostumados a ver entrevista de pseudoinvestigador levantar mistérios que já não o são.

Num vídeo o cara quer entrevistar as meninas! É de lascar! Esses caras parece que não são adultos ou vieram doutro planeta. Deixai as meninas em paz! Tudo o que podiam fornecer de informação já o fizeram na época de ingenuidade, de querer informar com a maior qualidade possível. É uma laranja já espremida. Tudo o que se poderia conseguir agora é falha da memória, invenção, deformação, enfeite. Fizeram polêmica de que elas passaram a cobrar taxa pra dar entrevista. Parabéns! É a reação mais natural possível diante dum cenário deprimente, onde viram todo tipo de espertalhão lucrar com o caso, enquanto as testemunhas originais permaneceram na mesma. Em vez de prêmio o castigo do assédio perpétuo de todo tipo de charlatão fantasiado de pesquisador. No vídeo desse charlatão mostra o parque temático que a politicarada local montou pra lucrar com o caso.

Tal assédio, ainda mais pagando, é poderoso incentivo à fabulação, farsa, armação. Os pesquisadores verdadeiros já fizeram seu trabalho.

  

https://www.youtube.com/watch?v=WVBHyq3p57s

2:22 Incoerência gramatical: Analisemos o que figuras importantes naquela partida sentiram nesse (naquele) momento

Mais um pequeno exemplo do purtuguêis do cotidiano

  

Fui à lotérica pra pagar um boleto. No sítio que gera o boleto o processo terminou exibindo aquele código interminável de algarismos e a mensagem de que pode imprimir o boleto ou copiar o código. Optei copiar o código. O imprimi numa página com lombadas de livros a restaurar, pois não vivem dizendo pra não imprimir sem necessidade?, a natureza agradece, etc. É a mensagem que vejo ao tirar saldo ou extrato. Só esqueceram de dar essas mensagens aos políticos que desperdiçam nosso dinheiro em seus panfletos sardônicos. Fui à lotérica porque o caixa eletrônico quase nunca consegue ler o lêiser, seja boleto, conta elétrica, etc. Mesmo no caixa do supermercado, se tiver um amassado ou umedecido a coitada tem de digitar cada número. Então o caixa eletrônico manda escrever o código imenso. Quando se está quase terminando encerra por terminar o tempo. Pois a atendente estranhou o papel com o código e consultou a chefe. Então deu um míni-formulário pra eu escrever o código e assinar, pra me responsabilizar por erro. Mas se é assim, mais fácil no caixa eletrônico! Tinha um erro em meu preenchimento.

— Pois é! Por isso copiei, colei e imprimi. No papel impresso não tem erro. Além do mais, na vez anterior a atendente não conseguiu ler o lêiser, e imediatamente digitou o tal código. Não me mandou preencher ficha. Não é a mesma coisa? Por isso nesta vez eu trouxe só o código.

E como mandar parar de dizer pra copiar o código?, se os sítios, cada vez mais dominados pela burrice artificial, não dão acesso a enviar mensagem.

Mais uma aventura dum cidadão de Burrocracialândia

 2021 sem carnaval, e o segundo ano sem festa junina. Mas copa América pode?!

 

Berinjela não fritar imediatamente. Vi uns quantos vídeos sobre fritar berinjela (ou jiló) em rodela passada na farinha-de-trigo. Cada um tem uma firula, que seria o segredo pra não ficar oleosa. E no comentário alguém dizer que não funcionou. Na verdade a regra é bem simples: Não fritar imediatamente. Deixar ao menos meia hora. De preferência na noite ao dia seguinte, pro suco da berinjela ocupar na farinha o lugar que seria do óleo.

Mais itens sobre um mundo melhor: Abolir o jogos olímpicos e a copa do mundo, e dar mais valor aos folclores nacionais

Quantos vídeos sobre a invenção que mudará o mundo mas muda nada? Já perdi a conta. Agora apareceu um tal drone da Tesla apregoando as maravilhas da inteligência artificial pro automóvel autômato (mais ou menos redundante o termo) até drones fantásticos fazendo de tudo. Tudo muito bróduei. Desde a visão sobre o ano 2000 que tínhamos nos 1970, com aqueles lindíssimos carros futuristas, quando hoje só vemos carros feios, tudo igual, tudo quadrado e cada vez mais descartáveis.

Vejas, https://www.youtube.com/watch?v=fz8eHUDNfx8 (O drone tesla que supostamente mudará o mundo. Vejas que é Musk, da picaretagem da colonização a Marte, reedição da fraude criogenia), e não engulas, pois é tudo apenas propaganda, matéria-paga, e compares a linguagem célere, a técnica de persuasão, com https://www.youtube.com/watch?v=f2MMnoL58dM (Assim Eua vendia o capitalismo em 1949).

Quanto a mim, é mais premente um microdrone ou microdisco-voador que cace mosca e mosquito.

 

O povo que faz questão de escrever de um em vez dum, em um, em vez num, etc, por coerência devia escrever em a cidade em vez de na cidade. O grande charme do português é a contração, como dizem os hispânicos, apóstrofo. É o que lhe dá mais fluidez, beleza e praticidade. Não posso concordar com os puristas bobos que fazem questão de escrever de um mas no mais escrevem em português-de-jornalista.

A deformação que tem no castelhano sinonimizando o tempo verbal passado ao condicional é inadequada porque não existe sinônimo propriamente dito. Todo sinônimo tem uma acepção e aplicação algo diferentes. É sinônimo nalguma situação. Noutra não se aplica bem. É por isso que é possível se dar sinônimos num dicionário. Os sinônimos listados apenas dão idéia, cada um se aplica melhor em determinado contexto. É por isso que o dicionário não precisa explicar tanto. A tal deformação também é inadequada porque sempre que se considera um sinônimo ocorre o fenômeno da predominância: Com o passar do tempo um se impõe, e os outros vão desaparecendo. É por isso que exquisito desapareceu, que experto vai nesse caminho. Em castelhano quase nunca se vê o vocábulo percibir (perceber), estando quase onipresente se dar cuenta (se dar conta), meio raramente se percatar. Idem estar, sempre se encontrar.

No castelhano acontece o mesmo vício do português, de usar a preposição por pra tudo. Mas no castelhano é muito pior: En este canal nos esforzamos por traer contenido original y poco explicado (Neste canal nos esforçamos por trazer conteúdo original e pouco explicado). É evidente que no caso tem de usar para em vez de por. Eis um exemplo que evidencia melhor:

(1) Recebeu cem dólares por abrir a caixa

(2) Recebeu cem dólares para abrir a caixa.

Em (1) a ação é passada. A caixa foi aberta, e quem abriu receberá recompensa por ter feito boa-ação, por exemplo. Em (2) a ação é futura. O sujeito recebeu o pagamento com o compromisso de abrir a caixa. São duas frases com significados muito diferentes. Preposicionar incautamente é irresponsabilidade, pois pode causar mal-entendido.

O estranho é que quando se deve usar por comumente se usa outra coisa. El ejército retrocedió a causa de la fuerte resistencia del enemigo (O exército retrocedeu a causa da forte resistência do inimigo). Tanto equívoco no preposicionamento só se explica pelo gosto em falar bonito, parecer erudito, usar forma redacional que parece mais chique. Mas isso é burrice, porque linguagem em prosa tem de ser precisa, objetiva, simples. Quem quiser florear, impressionar com beleza e imponência, ser original, que escreva em verso.

Me detuve y le compré a mi esposa su plato favorito (Me detive y lhe comprei a minha esposa seu prato favorito). Aqui vemos o preciosismo me detive em vez do simples parei. Uma dupla referência tão mal-arranjada que virou confusão pronominal. E a em vez de para. Quando a frase simplificada ficaria Paré y compré para mi esposa su plato favorito.

No castelhano o excesso de preposição e pronome transformam um traje esportivo numa fantasia de Clóvis Bornay. Como no último exemplo acima temos Me lo comí un sándwich. Se lo comió un pastel. Se cayó, se rio, se quedó… (Me o comi um sanduíche [sándwich, um acastelhanizamento híbrido esdrúxulo, como Hawái e outros]. Se o comeu uma torta. Se caiu, se riu, se ficou…). Oras bolas! Me comer seria autofagia. Artigo definido indevido. Não posso cair outra pessoa. Posso o derrubar. Não posso rir outro, se ri só pode ser eu. Não posso ficar outro. Posso o convencer a permanecer. Se fico, só pode ser eu. Então o se é supérfluo.

Outro problema no castelhano é a preposição se confundindo com o a = até. Llevó a la suegra a la orilla del río (Levou a a sogra a a beira do rio à Levou à sogra até a beira do rio à Levou à sogra à beira do rio). O problema é que, por exemplo, a frase Carlos matou Pedro escrevem Carlos mató a Pedro, porque a forma Carlos mató Pedro, como solem redigir invertido, significa Pedro Matou Carlos. Então na frase Llevó a la suegra a la orilla del río, o começo da frase, Llevó a la suegra, se pode ser interpretado como Levou [não disse o quê] até a sogra à Levou à sogra. Então a frase Llevó a la suegra a la orilla del río seria traduzida a Levou [algo] à sogra à beira do rio. Que levou algo até a sogra, e essa sogra está à beira [não na beira mas na fronteira do que seria a beira (frescura gramatical, pois estar à mesa e estar na mesa são coisas diferentes porque é claro o limite entre a mesa e seu exterior, mas não entre a beira do rio e um ponto distante o suficiente pra não ser considerado beira] do rio.  Mais um exemplo de regra mal bolada. Mais uma evidência de que o castelhano é idioma menos preciso que o português. Mas o português também tem essas frescuras, como dizer Um laço à cintura, em falsa analogia de Estar à mesa.

 Na letra da canção Itapúa poty (Flor de Pedra Pontuda) a expressão volverte a ver. A analisarei. Mas como dá na mesma em português, pois a forma já vem do galaico-português, vejamos como se fosse em português, voltar-te a ver. Passemos à forma enclítica, te voltar a ver. Como o termo voltar nesse caso não se trata de ação física, girar, dar volta ou voltear, mas agregando a idéia de rever, ver novamente, ver mais uma vez, não cabe o pronome junto a esse verbo. É um vício hispânico. Teria de ficar junto ao verbo ver, voltar a te ver. Mas a rigor ainda não está bem, pois o mais adequado é voltar a ver a ti (Como Te levarei, Maria não é o mesmo que Levarei [algo] a ti, Maria]. Mas há o prefixo re, indicando repetição, que simplifica a frase. Por quê não o usar?, rever a ti, muito mais simples e correto que o horroroso voltar-te a ver.

Vejamos a introdução dum vídeo:

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O primeiro vício na redação é o com supérfluo. O quê começará com o vídeo? Evidente redação viciosa. Em cada um dos dois verbos seguintes erro de conjugação. Em seguida um plural vicioso. O pronome te excessivo, o de excessivo, nenhum excessivo resultando em inversão por dupla negação. O narrador é a 1ª pessoa, o telespectador a 2ª. Está apresentando algo que considera saga. Não está nela nem a tem perto. Portanto essa saga. Mas se redigisse de forma mais simples colocaria a saga, pois uma regra áurea a simplicidade. Sempre se deve preferir a forma mais simples. Então quando supérfluo, evitar dizer que é seu, sua ou se é esse, este, aquele.

O castelhano popular é ainda mais espalhafatoso que o português popular. Por isso vemos formas grotescas como Abrió la puerta para que pasara el gato. Abriu a porta para que passara o gato.

Já discuti noutros tópicos o problema do tempo verbal. No caso teria de ser pasase (passasse). Todo o problema pelo gosto de redigir pomposo. Eliminando o supérfluo  que simplificaria tudo: Abrió la puerta para pasar el gato. Abriu a porta pro gato passar.

A apresentação do vídeo, depurada:

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Sem ponto final, pois não há outro ponto no parágrafo

  

Qual é o mais perigoso monstro-do-armário?

— O dragão-de-cômodo

Qual o alter-ego da rua Benjamin Constant?

— Benjamin Variavl

 Analisando uma frase viciosa em castelhano

¡Nos vamos a Bruselas el 29 de mayo! ¿Te vienes?

Traduzindo ao pé-da-letra:

Nos vamos a Bruxelas o 29 de maio! Te vens?

São vários os erros desta horrível redação. Corrijamos ponto-a-ponto:

1 ● Vamos não é futuro. Iremos:

Nos iremos a Bruxelas o 29 de maio! Te vens?

Posso ir. Não posso ir outra pessoa. Então me irei, nos iremos, são formas viciosas.

Iremos a Bruxelas o 29 de maio! Te vens?

Estaremos dentro daquele dia, então estaremos no dia 29.05:

Iremos a Bruxelas em 29 de maio! Te vens?

A exclamação parece muito adolescente. Não é caso de espanto. Fora!

Iremos a Bruxelas em 29 de maio. Te vens?

Tal qual em nos iremos, te vens é excesso de pronome:

Iremos a Bruxelas em 29 de maio. Vens?

Vens é presente. A referência, 29.05, é futuro. Erro de tempo verbal:

Iremos a Bruxelas em 29 de maio. Virás?

Então o resultado, em castelhano:

Iremos a Bruselas en 29 de mayo. ¿Vendrás?

Se supõe que 29.05 é a data do evento em questão. Então mais adequado é estaremos em vez de iremos, pois levar em conta a distância, etc, pra não se atrasar ao evento. Mas isso não é questão gramatical.

 Coleção Adeene neles!

 

Francisco Umbral - Isaac Asimov

(Se não contemporâneos diriam que um é crononauta ou reencaranação)

 

Isaac Asimov - Xucrinho

 Piñera - maracujá murcho

 

Guianas inglesa, holandesa, francesa. Guinés Bissau, Conacri, Equatorial. Estônia, Letônia, Lituânia

 Roberto Karlenstein

 

Seção reciclagem, sessão Chacrinha:

Nada se cria. Tudo se copia

 

Coleção cartão-postal de Joanco