sexta-feira, 28 de agosto de 2020

Almanaque do Globo juvenil 1944 - até página 68 de 168


Escaneado por Daniel Silva

Estes dois seguintes, peço ao leitor que os baixou a gentileza de os enviar a mariojorgevargas@gmail.com, pra ressubir e repostar:
Memorias de doctor Mortis 2 - 3 cuentos
Memórias de doutor Mortis 2 - 3 contos

Cotegipe, o barão escravocrata - Eduardo Bueno
Não quiseste dizer barão escravagista? Escravocracia seria o governo dos escravos, os escravos no poder. O que seria contraditório, pois ao tomar o poder deixariam de ser escravos, a menos que sejam masoquistas.

Aqui o francês que aprendeu português disse que ali é ponto de peregrinagem. Então duas pedantes se acharam no dever de cometer o deseducado corrigir, e deram um fora, que seria peregrinação. Mas uma variante ser menos usada não a faz incorreta.

Comumente, pesquisando conversão métrica ou tradução vemos o termo, por exemplo, tradução em português, conversão em metros. São ações que implicam movimento. Portanto está incorreto. O certo é tradução a português, conversão a metro (assim no singular). Tradução em português seria uma tradução de língua A a língua B, tendo o português como base ou parâmetro. Conversão em metro seria uma conversão de medida A a medida B, tendo metro como base ou parâmetro.
No mesmo raciocínio vemos ou ouvimos que o país a está em guerra com o país B, quando deveria dizer contra. O país A está em guerra com o país B contra o país C, significa que o A e B são aliados e estão lutando juntos contra C.
Comumente vemos bobagens como busca de, busca pelo, invasão do Iraque, culto dos mortos, cortar pela metade… Não é só falta de cultura. É burrice mesmo.

Em Criptozoología, de José G González & David Haylen, biblioteca Muy interesante, no capítulo Aves misteriosas, incluiu o pteranodonte e o pterodátilo como ave, e também como dinossauro. Eram répteis voadores contemporâneos dos dinossauros. Os dinossauros não eram répteis e são os ancestrais das aves. É absurdo uma espécie ser contemporânea de seu ancestral.

Aqui vemos um título confuso. É sobre como a China torrou o maior porta-avião ianque antes dessa nave sair de São Diego, Califórnia, usando o canhão lêiser dum satélite. Mas a redação confusa e mal pontuada diz que a China o fez sem sair de São Diego! Dã?!
Si fue China, con inutilizar un buque frenó una invasión en el Mar Meridional sin salir de San Diego

Nos vídeos sobre relatos fantasmagóricos é comum nos comentários o pessoal contar o próprio. Muitas vezes ler os relatos nos comentário estão melhor que os no vídeo. Às vezes é adolescente, idoso com pouca cultura, pessoa não versada em redigir. É compreensível, como o é os donos do canal usando linguagem viciosa, má pontuação, confundir ahí (), allí (ali), allá, () e aquí (aqui). Mas fica chato, constrangedor, ver não apenas uma mas várias redações terríveis dalguém que se apresenta, por exemplo, como licenciado em educação. Mesmo quem não fala castelhano perceberá o horror da coisa. Eis um exemplo tirado dum vídeo do canal mexicano Mundo Creepy:
Historias extrañas vividas por maestros│ Relatos del público │ MundoCreepy
Histórias estranhas vividas por professores

La Tatera
Hola ,soy lic en pedagogía , me toco trabajar en una telesecundaria que tenía pocos recursos, solo era el salón de 1 2 y 3 año la dirección y el salón de usos múltiples claro los baños, en fin yo vivo a unas cuadras de la escuela así que caminaba para llegar a ella. Un día nos visitó mi abuelo me fui con el caminando para dejarlo en el autobús la escuela tenía unos árboles de mango muy antiguos y un pozo artesanal en la parte de atrás donde se encontraban los baños . Cuando casi llegábamos a la parada en la cual se veía la escuela mi abuelo me comentó que en esos árboles colgaban a los hombres de la revolución y los dejaban ahí por días , para que todos los vieran y supieran lo que les pasarían si se iban con los contrarios me palatico de amigos que colgaron etc ... La cosa es que ya tenía como medio año en la secundaria cuando tuvimos un evento de graduación por la tarde noche , los baños estaban en la parte de atrás a dónde están los 2 árboles de mango cuando estábamos por terminar la ceremonia me mandaron a buscar a todos los muchachos que no faltará ninguno a todos los busque ,me fui a la parte de los baños solo había un foquito que iluminaba lo que podía ., no ví a ningún muchacho hasta que mire hacia el árbol y debajo de el ví uno delgado y con vestimenta blanca ( pantalón y camisa ) como los totonacas y traía huaraches yo le hable le grite y el solo parado no me hacía caso , entonces le dije acompaña a alguien? ya tiene que estar del otro lado,, (les recuerdo que mi escuelita era muy humilde ) cuando di unos pasos hacia donde estaba el, dio unos pasos dándome la espalda y traía en el cuello una cuerda jalando yo solo pude cerrar los ojos no pude gritar no me salió la voz cuando los abrí ya no había nadie solo salí corriendo no le conté a nadie de la escuela no quería que dijeran que estaba loca , en otra ocasión un alumno al cual le llamaban el diablo ya se imaginarán porque era terrible !! Llego al salón gritando que del pozo le hablaba una mujer que gritaba , yo solo trate de calmarlo . En una ocasión nos tocó salir al" campo"" al aire libre "y como no teníamos mucho espacio sacamos las sillas a un costado del pozo que les recuerdo era de esos artesanal y estaba abierto cuando de pronto se escuchó unos gritos de una mujer de dentro del pozo yo como maestra trate calmar a los muchachos obvio tenía miedo yo tenía 23 años iba terminando mi carrera !! la vecina de la escuela era una viejita que tenía toda su vida de vivir ahí y platicando con ella porque tenía tienda en su casa ella me comentó que, en las noches de tormenta se alcanzan a ver los cuerpos colgando en los mangos y una mujer que grita en el pozo !!( Por cierto el río estaba muy cerquita también) A mí me cambiaron de escuela hoy ya no doy clases ahí , pero soy vecina de la escuela , paso de vez en cuando ahí siguen los árboles, el pozo supe que lo tuvieron que sellar por los gritos que escuchaban de la mujer ahora tiene uno pequeño . En fin una experiencia más de muchas que me han pasado.


Já avisei aos gatos aqui. Quem se atrever a marcar território terá de pagar o IPTU.

Transmissão radiofônica do campeonato russo
Titove passa a Leonove. Resvalou em Macarove. Sobrou pra Ulianove, quem recuou a Sandrove. Passou a Sacarove. Olhou, girou, lançou a Popove. Cortou Rivanove mas sobrou de novo a Popove, quem driblou Justinove e  Russonove. Invadiu a área, driblou o goleiro Molotove, e… é gooooooooooooool de Romanove!

Coleção cartão-postal de Joanco
 



segunda-feira, 17 de agosto de 2020

Papai Noel 061 extra - Tom & Jerry, 11.1956


Escaneado por Daniel Silva

Eis antigas postagens que estavam com linque Mega caído, já ressubidas. Ajuda do colaborador Daniel Silva.
Historietas semanales 46, 30.06.1959 - Mickey y el gigante;
Estes dois seguintes, peço ao leitor que os baixou a gentileza de os enviar a mariojorgevargas@gmail.com, pra ressubir e repostar:
Memorias de doctor Mortis 2 - 3 cuentos
Memórias de doutor Mortis 2 - 3 contos
Linque da página:

Reflexinhos e reflexões
● Saiu a declaração oficial russa sobre a causa do incidente Diatlove, como avalanche!
Onde encaixar a radiação, língua arrancada, etc?
Não há dúvida de que foi ufo, mais especificamente chupa-chupa, como a pesquisa minuciosa de Natália Diaconova apontou.
Se sabemos que não foi experiência do governo soviético, o quê o governo russo tenta ocultar?
Atrás do poder russo estão seres intraterrenos?
Salió la declaración oficial rusa sobre la causa del incidente Diatlove, ¡como avalancha!
¿Dónde encajar la radiación, lengua arrancada, etc?
No resta duda de que fue ufo, más específicamente chupa-chupa, como la pesquisa minuciosa de Natalia Diaconova apuntó.
Si sabemos que no fue experimento del gobierno soviético, ¿qué el gobierno ruso de hoy intenta ocultar.
Atrás del poder ruso están seres intraterrenos?
● Se toda nova arma tem de ser testada, seja míssil nuclear ou não, bomba atômica, novo modelo de avião, etc, então por quê se afirma que o búnquer tal é, por exemplo, a-prova de arma nuclear?
● O cúmulo da frescura de barbarismo é dizer as siglas na língua original. Assim os bobocas pra, por exemplo, HBO, não dizem agabeó e sim eitchibiou. Burrice não tem medida mesmo.




Folgados de 6 rodas


Dã?!
Mas então não pode usar a máscara!


Quem vê máscara não vê sorriso!


Borba Gato, um bandeirante muito concreto - Eduardo Bueno
Neste vídeo foi bom, embora este historiador carnavaliza muito e é muito leviano ao formar opinião

Uma russa que mora no Brasil falando sobre a vacina, Putim, etc

Outra russa que mora aqui, sobre os líderes de lá


5:07 Naturalista John Napier? A foto é do escocês matemático dos logaritmos, John Napier (1550-1617). É anacrônico Napier citar o circo de Barnum, do século 19.
Mas o entrevistador também sabe nada. Disse que os imigrantes europeus chegaram fugindo da segunda guerra mundial! Zero pra ele também.

Coleção cartão-postal de Joanco







terça-feira, 28 de julho de 2020

Almanaque do Globo juvenil 1944 - até página 52


Almanaque do Globo juvenil 1944 - até página 52 de 168

 O escaneio da Epson ficou bem melhor. Agora não tenho problema pra montar pedaços. Encaixa perfeitamente porque não deforma a imagem como o faz a HP.

 

Super Mouse V1 10, 04.1978

Escaneado por Daniel Silva

 

Quem mexeu em meus nomes de país?

Infelizmente na linguagem corrente predomina a síndrome-de-manada, pois somos mais parecidos a gnu que a javali. O fenômeno mais estranho é que ao contrário de nas atividades em geral o estímulo não é como o rio e o raio, o caminho mais simples. Em vez disso impera o desejo de parecer grandiloqüente, sofisticado, chique, exótico.

Assim se prefere rebuscar, complicar, pra parecer erudito. Dizer se encontrar em vez de estar, se dar conta em vez de perceber, o surrado clichê dar à luz em vez de parir, os complicados às escuras em vez de no escuro, às soltas em vez de solto, a procura a em vez de procurando

Assim aparece a dúvida de crase em dar à luz, põe um errado a procura de… Tudo por preferir a forma mais complicada.

Mas nenhuma dessas maçarocas redacionais é tão esdrúxula quanto o modismo em inglês de alterar alguns nomes de país.

Nas últimas décadas pegou o modismo em inglês de alterar o nome dalguns países porque o governo de lá assim o decidiu. Assim o Ceilão passou a ser chamado Sri Lanka, Bengala Bangladesh, Birmânia Mianmar, Alto Volta virou Burkina Fasso, Rodésia virou Zimbabwe (As ruínas duma civilização desaparecida, Zimbábue, nada tem a ver com os habitantes atuais)… Até a capital da China, Pequim, virou Beijing!

A mesma maluquice acontece em castelhano!

É um contra-senso. Não resiste ao mais elementar raciocínio.

Não preciso explicar que toda atividade exercida tem de ter critério. E esse critério tem de ser coerente.

O primeiro critério é a simplicidade. O segundo é a coerência.

Se estamos nos comunicando no idioma português, os nomes das coisas têm de ser em português. Não se deve poluir o idioma usando vocábulos estrangeiro tendo vocábulo em nosso idioma. Em caso de neologismo temos de adaptar o vocábulo a nosso idioma quando esse vocábulo se torna de uso corrente. Isso nossos antepassados sempre fizeram, sem medo de criar. Acaso somos mais burros que eles? Certamente cada antepassado está se remexendo, de vergonha, no caixão.

Se um general birmanês deu um golpe-de-estado e mudou o nome do país, estamos subordinados a esse general e temos de o mudar também? Claro que não! Nosso idioma não está indexado ao de lá. Só alteramos o nome em caso de divisão ou desmembramento, pra distinguir a nova entidade ante a antiga, mas em nosso idioma.

Pra respeitar a coerência, se mudamos o nome aqui porque mudaram lá, então devemos passar a chamar a Alemanha Deutschland (Pronunciar dóitchlánt, https://www.youtube.com/watch?v=WgObmBjS_qo), a Finlândia Suomen Tasavalta, a Suécia Sverige, a Albânia Shqipërisë, a Áustria Österreich, a Colômbia Colombia, a Bolívia Bolivia, o Equador Ecuador, a Rússia Росси́я, a China 华人民共和国 (chinês simplificado) ou 中華人民共和國 (chinês tradicional)…

Então por quê em inglês Brasil é grafado Brazil? Brazil é a grafia arcaica. Só vale pra quem mudou agora?

E como seria o gentílico de Mianmar? Mianmarino, mianmarense, mianmareno, mianmarenho, mianmaro, mianmareiro, mianmarista? E de Shqipërisë, Sverige, Sri Lanka e pequepê?

Loucura? Não. Burrice. A mais vergonhosa, sórdida e abjeta burrice.

É incoerente chamar Maiame Miami, pois é de uso corrente, e tal prática viola as regras da língua portuguesa. Oregão é um nome estabelecido em língua portuguesa, junto com Glásgua, capital da Escócia. Se grafamos Flórida, Nova Iorque devemos, Alasca, idem Nova Jérsia, Nova Orleãs, Quentaque, Orraio, Michigão, Vermonte, Marilândia, Qüinslândia, Coneticute, Oxforde, Cambride, Erivã, Talim, Quieve, Amisterdã…

Mas não é prático o fazer ante a enxurrada de lugarejos. Seria tarefa hercúlea que viraria uma maçaroca. Então o critério de aportuguesar os vocábulos de uso corrente, pois usar barbarismo em vocábulos de uso corrente (pizza, show, slogan, bacon…) é sintoma de decadência cultural.

Toda essa baboseira de estrangeirismos usados por bobocas que os acham chiques, e demais deformações do idioma, promovidos pela imprensa, não é casual. É uma conspiração, pois a imprensa é o braço direito da dominação jázara iluminada sionista judaico-maçônica. Vemos exatamente o mesmo fenômeno, os mesmos vícios, no idioma castelhano, o que é muito estranho.

O idioma é um quesito fundamental da identidade e orgulho nacional. Assim, junto com a campanha de legalizar perversões sexuais, espalhar narcotráfico, violência e corrupção, também é arma de dominação minar o idioma de dentro, o transformando em linguagem simplificada própria pra idiotas.

 

Os projetos dos contos de Ashton Smith e dos contos clássicos de fantasma já ultrapassaram a meta no Catarse

Agora cada sobremeta atingida dará melhoramento ao livro

Nova meta revelada

Inclusão do primeiro conto alemão de fantasma a 160%

Prezados apoiadores

Estamos muito empolgados! Chegamos a 138% da meta inicial. Apenas a 2% de destravar a próxima melhoria no livro. Por isso revelamos nova meta estendida, que será destravada ao batermos 160%.

Próximas metas:

140% O livro terá um fitilho marcador de página de tecido, substituindo o fitilho do marcador de página

150%   Inclusão no livro do conto História de Landulfo de Ferrara, incluída no romance gótico Manuscrito encontrado em Saragoça, 1805, do polonês Jan Potocki.

Nova meta: 160%  Inclusão no livro do primeiro conto fantasmagórico alemão, O rapto, 1786, de Johann Karl August Musäus. Escrito com mescla de ironia iluminista e ambientação gótica, a narrativa reconta a lenda germânica das freiras fantasmas que assombravam o castelo de Lauenstein, construído sobre um convento. Muitíssimo copiado, esse é o texto do qual MG Lewis extraiu o episódio da freira sangrenta, um dos pontos altos do cultuado romance O monge, 1796.

Obrigado a todos pela confiança e apoio!

Visites o projeto

Contos clássicos de fantasma

 

 

Coleção cartão-postal de Joanco





domingo, 12 de julho de 2020

Xuxá 42

Escaneado no programa da Epson em 600dpi fica bem grande. Reduzindo 50% fica o dobro dos escaneios anteriores. Achei que esse tamanho ficou bom. O leitor dirá.
Já aprendi a usar no gimp a restauração simples que usava no paint. Tem muito recurso avançado pra explorar. O negócio é sempre que possível evitar os aplicativos microsoft.
 

Escaneado por Daniel Silva

Em https://cheguavira.blogspot.com/2018/01/ falei sobre o livro O homem que confundiu sua mulher cum chapéu, um dos melhores livros que já li.
Um passeio na obra de Oliver Sacks

sírio pagou mico no Brasil
Hilariante a série sobre micos internacionais

Coleção Pareidomapa
 
Filipinas - Esqueleto de esquilo

Coleção cartão-postal de Joanco
 




terça-feira, 7 de julho de 2020

Hora da bronca

Hora da bronca
Editorial
Na mais recente vez que o sistema pressionou pra reinicializar pra atualização, revirou tudo, mudou o nome dos discos rígidos, e passou a usar o sistema no outro disco. Com isso ficou tudo nas antigas, até o histórico de navegação! O técnico veio pra pôr tudo em ordem. Agora o paint ficou grosso. Só move e estica áreas grandes. Com isso restringe restauração.
Na sexta já estava escaneado Xuxá 42, mas o processo está parado por causa disso. Terei de aprender a usar outro programa pra restaurar, já que esses programadores filhos-da-puta põem como sucessor um programa com outra linguagem, estrutura, concepção, futurista. Não dá pra fazer curso nem investir muito, porque esses capitalistas selvagens logo o deixam como sucata e se tem de recomeçar do zero.
Foi trabalhoso passar do photoeditor ao paint, que também estão abandonando.
Parece que na Microsoft só usam mirim como programador. Os guris querem revolucionar, mexer, inovar, remexer. Nem pensar se é útil a quem usa. Estragaram muito no word, access, excel, por exemplo. E nada de tornar as configurações editáveis ou ao menos salváveis.
Não estou a fim de fazer curso pra paint 3d e phyton. Já vi esse filme antes. A gente vai fundo, fica bom na coisa, e de repente tudo fica obsoleto. E tem que se virar pra aprender os novos programas que apresentam.
Ninguém pode exercer seu ofício. Passa a vida liberando espaço, configurando e aprendendo as novas versões ou novos programas. E não param de mexer. Não se tem estabilidade. A qualquer momento mudam tudo, e o usuário que se vire! Assim não dá pra desenvolver projeto, se dedicar a uma causa.
Fiz altos programas em gwbasic: Integral, integral tripla, inversão de matriz, produto algébrico, resolução de equação… De repente o programa é abandonado. Criam um tal phyton e nem se dão ao trabalho de criar um sistema de conversão.
Antigamente alguém podia se dedicar, por exemplo, a fazer um dicionário. Podia passar décadas colecionando as palavras. Não tinha o risco de perder tudo porque uma válvula queimou, nem que recomeçar do zero porque o novo arquivo é incompatível com o antigo. Se fez curso de datilografia, é útil até hoje, pois os teclados ainda estão aqui.
Consegui contornar mal-e-mal o problema das conexões caídas comprando espaço no Mega. Mas não posso transferir os doutra conta sem alterar a conexão de baixar. Terei de repostar. E agora tenho de trocar de novo o programa pra restaurar.
Tudo-bem, que é oportunidade pra aprender e sofisticar mais. Mas não pode ser assim, um sistema esquizofrênico, doidivanas, que não tem continuidade. Esses palhaços da Microsoft tem de parar de fazer molecagem. Tem que dar uns cascudos nesses caras.

Agora é o blogspot quem tá mexendo tudo de novo. Experimentei o novo sistema. Um lixo. Não conseguia postar. Fico no velho. Logo o deixarão obsoleto. Então se não postar, não estranhem.
Então, prezados leitores, não estou choramingando ameaçando fechar o blogue, etc, mas avisando que por causa de meu padrão de qualidade só postarei escaneio meu quando puder restaurar.
A comparação entre o escâner Epson Perfection V19 e o HP LaserJet Pro MFP426dw postada foi como padrão. Configurando o Epson a 600dpi e aumentando o tamanho 200%:
Epson - 1700 × 2340, 776kb
HP - 1700 × 2338, 946kb
A HP escaneia claro demais
Essa HP compensa como escâner-impressora, pois imprime frente-e-verso
Veio junto o programa escaneador easy photo scan, da Epson. É sempre bem-vindo um programa escaneador, pois o paint tem o grave inconveniente de sempre apresentar pra salvar em formato png, tendo de selecionar jpg toda vez que se salva a figura, o que atrasa o trabalho. A cada escaneio tem de selecionar o escâner se tiver mais de 1 instalado. A cada escaneio tem de selecionar se colorido, tom-de-cinza, etc. Muito tosco mas menos pior que o que vem com o windows, que vive dando pau. Deveria ter configuração pra escolher entre selecionar a cada escaneio, assumir conforme o mais recente escaneado ou fixar uma opção como padrão.
Forçam tanto atualizar, forçando reiniciar, mas essas coisas práticas nunca melhoram. Por exemplo: Até hoje os formatos cbr e cbz não foram assimilados pelo sistema. Até hoje aparece o alerta de mudança de extensão ao renomear rar a cbr ou zip a cbz.
O Easy photo scan parece que foi feito por programadores doutro planeta. Cheio de firula, salva com nome automático, dando opção pra renomear, em baixo. É trocar 6 por meia-dúzia. A vantagem é que a imagem sai muito grande. Testando pra reduzir ao tamanho dos anteriores, entre 35% e 40%. Achei que 50% ficou em boa medida. O leitor dirá.
Quê saudade do escâner Genius! Fazendo jus ao nome, quando, por exemplo, dava o nome Xapa02 na hora de salvar, automaticamente sugeria o próximo como Xapa03 tarjado. Se eu pusesse Xapa04 já entendia que estou pondo de 2-a-2 e sugeria o seguinte como Xapa06. Isso é que era praticidade, inteligência artificial. Coisa que a concorrência, que devia se chamar Burrus, devia ter copiado. Na época eu pensava que a informática ia sempre se aperfeiçoando, como muitos outros ingênuos crêem que na internete tem tudo e é permanente, sempre crescendo. Mas na prática vi que quanto mais mexem numa coisa que deu certo mais estragam. Isso dá aos que pensam que a evolução é contínua melhora boa visão de que não. Na verdade o que chamamos evolução tem períodos de involução e de estagnação. Vivemos uma época que não é propriamente de esplendor, de estagnação social. Esperamos não cair em involução.
Chegou um carteiro em moto, avisando que meu pacotão foi parar na agência rodoviária, aonde vão os que após 3 tentativas de entrega ficam a disposição pro destinatário retirar, e passando do prazo é devolvida. O motivo é que caiu a etiqueta de rastreio. Pediu se a tinha. Dei. Telefonou à atendente do local, quem sugeriu enviar à agência-depósito, a algumas quadras daqui.
Agradeço o bom serviço dos funcionários em enviar a agência mais próxima. Mas deploro o mau serviço da empresa, pois o erro nesse caso é da empresa, e portanto teria de entregar a domicílio.
Os governadores inflam a estatística pra tirar dinheiro do governo federal.
Só se morre de corona, de mais nada.
Um conhecido que trabalha na saúde pública contou um caso dum senhor que morreu de parada cardíaca e o médico pôs como corona. Com isso a família não pôde fazer o velório porque nesse caso o ataúde é lacrado e enterrado em 2 horas.
● Por quê não vieste? Porque não deu tempo? Mas por quê não deu tempo?
Não vim porque aconteceu um imprevisto
Á! Eis o porquê!
● Achei uma raridade um desenho de 1933-1934 chamado As aventuras completas de Cubby bear
Sinopse
No início da década de 1930 Mickey mouse era o rei dos desenhos-animados. Todos os estúdios tentaram fazer o mesmo sucesso. O estúdio van Beuren escolheu Cubby bear (Urso do cubículo, urso do quarto, porque urso-de-pelúcia propriamente dito é teddy bear), que apareceu em 20 caricaturas entre 1933 e 1934.
Criado pelo estúdio-de-animação Mannie Davis, esses desenhos animados encantadores estão entre os melhores já produzidos no estúdio de curta duração, com gagues surreais, animação esfuziante e grandes trilhas sonoras! Muitos remasterizados a partir de cópias de nitrato 35mm originais.
Aqui apresentados são todos os 20 desenhos animados do urso Cubby, incluindo um inédito, selado e digitalmente restaurado a partir do material original do filme, e apresentados na forma original, sem corte.
Nota: O episódio 11,Gay gaucho, bem ofensivo aos gaúchos!
01 - Opening night
02 - Love's labor
03 - The last mail
04 - Bubbles and troubles
05 - Barking dogs
06 - Indian whoopie
07 - Fresh ham
08 The nut factory
09 - World flight
10 - Cubby's picnic
11 - Gay gaucho
12 - Galloping fanny
13 - Croon Crazy
14 - Sinister stuff
15 - Goode knight
16 - How's crops
17 - Cubby's stratosphere flight
18 - Mild cargo
19 - Fiddlin' fun
20 - Mischievous mice
Resposta:
Quê desenho bacana. Tipo Betty Boop.
Pode olhar no dicionário Barsa. Gay significa alegre, brincalhão
O lóbi dos pervertidos se apropriou do vocábulo nos anos 1960. Como a imprensa é parte da conspiração, o vocábulo acabou mudando de sentido. Uma lástima.
O desenho é da época da política de boa-vizinhança. Zé Carioca, etc. Fizeram um desenho ambientado no pampa argentino. Nem é bem gaúcho, mas gaucho alegre.
Não se trata de sul-rio-grandense, mas de gaucho argentino
Gaucho, que derivou gaúcho, é o típico habitante da região.

O último vulcão no Brasil fica na ilha Trindade

O Brasil pode voltar a ter vulcão

Européia prefere morar no Brasil

Coleção Adeene neles!
FK Waechter - Rita Lee - Cláudia

Não te assustes
Em castelhano é comum abreviar documental (documentário) a docu (pronuncia dôcu). Zona documentário.

O 1º livro de Clark Ashton Smith em língua portuguesa! Mestre e amigo de HP Lovecraft e tantos escritores de horror e fantasia
Agora é a vez de teu apoio

www.catarse.me/casmith 

A revista, resultado dos talentos do projetista Taira Yuji e do artista Vagner Vargas, divulgando o universo de ficção-científica de Roberto Causo

Coleção cartão-postal de Joanco