sábado, 25 de setembro de 2010


Piadas de Che Guavira
Seleção de pessoal
O sujeito felicitava o amigo pela nova namorada.
― Noutro dia te vi com uma gata de fechar o comércio.
― Cara! Precisa ver que gata. É empresária e estava precisando contratar pessoal. Estava preocupada em criar uma entrevista de seleção. Então eu disse que o melhor seria deixar o candidato estagiar um semana e acompanhar pra observar o caráter, etc. Por exemplo: Ir ao sebo e ver como larga o livro nas estantes. Se é daqueles que larga o livro de qualquer jeito, virado, sem se importar com os outros, não serve à empresa. Ou se numa poça dágua perto dum ponto de ônibus passa correndo e dando banho nos que ali estão. E um monte de situações.
― Mas que legal! Boa dica! É bobo não, hem! Ganhou moral com a gatinha! Taí: Gostei! Adotarei essa revolucionária técnica de conquistar a guria.
― Cai fora! É fria! Entra nessa não! A guria me deu o maior pé-na-bunda, que está doendo até agora!
― Mas como!?
― E que ela adaptou o processo de seleção. Está usando pra decidir se o namorado presta pra marido.
Longevidade
Dois funcionários públicos se encontram. Um conta uma notícia, muito eufórico:
― Que maravilha! Não viste no noticiário?, ontem. Inventaram uma pílula que dará a todos uma longevidade de 300 anos! Fantástico! E estará na farmácia no ano que vem. Iuuuuupiiiiiii!
Mas logo murcha vendo a cara desanimada do outro, que disse:
― Não quero ser estraga-prazer mas já pensaste no efeito colateral? Quando vivermos 300 anos só poderemos nos aposentar com 280.
― Ai! Pensando bem. É a maior roubada...
Zeca presidente
Zeca do PT se elegeu governador de Mato Grosso do Sul. Sua terra natal é Porto Murtinho (foi porto mortinho quando alagou: A atlântida sul-mato-grossense), na fronteira com o Paraguai. Agora quer ser presidente da república.
Como poucos sabem tem muito paraguaio em Porto Murtinho e a paraguaiada cabo-eleitoral de Zeca resolveu unir o útil ao agradável: Conhecer o Nordeste, assim matam dois coelhos com uma só cajadada: Conhecer uma região exótica e fazer a campanha.
Já tava toda a paraguaiada pronta com sua matula de chipa, mandioca, sopa paraguaia e tapocó quando veio a notícia de que Lula proibiu a campanha deles no Nordeste. Que eles podem fazer campanha em qualquer outra região mas que, no Nordeste, hispânico algum fará campanha. De jeito nenhum! Que vão conhecer a Amazônia, o Pantanal, o Rio, o Cerrado, o Pampa gaúcho. Até campanha no exterior pode. Mas no Nordeste, não!
— Es una descriminación! Manhamí, che caraí: Eso no puede!
A polêmica foi levantada. Muitos artigos de jornal protestando contra esse preconceito contra os hispânicos guaranis. Até uma ação judicial alegando racismo e xenofobia. Mas Lula explicou:
— Companheiros. Pensai bem. Imaginai o fiasco: Lá tá a maior estiagem: Gado magro, terra rachada, capim seco. E toda a paraguaiada percorrendo o Nordeste de cima a baixo, ou melhor, de arriba a bajo, em carreata, agitando bandeiras e gritando do alto do carro alegórico: Sêca do petê! Sêca do petê!

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