quarta-feira, 23 de maio de 2012

imagem extraída de
Zero e infinito na matemática e na física
Um dos motivos dos gregos não terem desenvolvido o cálculo diferencial é sua ojeriza em conceber o infinito. Sabiam que não existe infinito mas não perceberam que pra efeito de cálculo é necessário essa abstração. Assim como manipulando números imaginários se chega a resultados reais.
Uma das evidências da debilidade do intelecto humano é conceber o universo como infinito. Se nasceu duma explosão, o bigue-bangue, não pode ser infinito. Se teve um começo não é infinito. A grande explosão foi gerada pelo colapso duma supernova, que gerou um buraco-negro, que gerou um universo onde foram jogadas toda a matéria e energia sugadas dum universo maior. Obviamente essa quantidade de matéria e energia não são infinitos.
O infinito só existe na matemática, não na física
Portanto também não existe o zero, pois:
1/0 = ∞
1/∞ = 0
Temos a tendência a imaginar todo fenômeno como contínuo, mas continuidade não existe na física, só na matemática. Um filete dágua não é um fenômeno contínuo, com partículas e subpartículas ao infinitamente pequeno. No mundo físico tudo é formado de partículas. Tudo é quântico. A continuidade é aparente. Uma imagem cinematográfica é composta duma série de foto. Não é contínua como parece.
Os gregos estavam certos em dizer que o átomo é indivisível. Porque se for dividido se transforma noutra coisa. Meia barra de ferro é uma barra de ferro menor. Um quarto de barra de ferro é o mesmo, ainda menor. Mas um átomo de ferro despedaçado não é mais ferro.
Se constatou que o espaço vazio não existe. Tem de haver partículas que o sustentem.
O infinito não existe. É impossível. Assim também não existe o infinitamente pequeno. O universo seria uma bolha que encerra toda nossa realidade. O que há fora não sabemos imaginar.
A única maneira de se passar dum intermundo a um extermundo (e vice-versa) é dando um salto. Continuamente não. Da mesma forma que há partículas com velocidade superior à da luz mas pra entrar nessa zona se tem de dar um salto. Não a poderemos atingir aumentando a velocidade continuamente.
Se um filete dágua fosse contínuo não haveria espaço pra contração e expansão. Se tudo fosse contínuo não haveria elasticidade. Se o universo fosse infinito a luz e o calor estelar que recebemos seria insuportável, a massa universal seria infinita. Impossível.
Zero e infinito, como entidades físicas, são conceitos religiosos, não científicos.
Cero y infinito en la matemática y en la física
Uno de los motivos de que los griegos no desarrollaren el cálculo diferencial es su ojeriza en concebir el infinito. Sabían que no existe infinito mas no percibieron que para efecto de cálculo es necesaria esa abstracción. Así como manipulando números imaginários se llega a resultados reales.
Una de las evidencias de la debilidad del intelecto humano es concebir el universo como infinito. Si nació de una explosión, el bigue-bangue, no puede ser infinito. Si tuvo un comienzo no es infinito. La gran explosión fue generada por el colapso de una supernova, que generó un agujero negro, que generó un universo donde fueron arrojadas toda la materia y energía absorbidas de un universo mayor. Obviamente esa cantidad de materia y energía no son infinitos.
El infinito solo existe en la matemática, no en la física
Por tanto también no existe el cero, pues:
1/0 = ∞
1/∞ = 0
Tenemos a tendencia a imaginar todo fenómeno como continuo, pero la continuidad no existe en la física, sólo en la matemática. Una capa de agua no es un fenómeno continuo, con partículas y subpartículas al infinitamente pequeño. En el mundo físico todo es formado de partículas. Todo es cuántico. La continuidad es aparente. Una imagen cinematográfica es compuesta de una serie de fotos. No es continua como parece.
Los griegos estaban ciertos en decir que el átomo es indivisible. Porque siendo dividido se transforma en otra cosa. Media barra de hierro es una barra de hierro menor. Un cuarto de barra de hierro es lo mismo, aún menor. Pero un átomo de hierro roto no es más hierro.
Se constató que el espacio vacío no existe. Tiene que haber partículas que lo sostengan.
El infinito no existe. Es imposible. Así también no existe el infinitamente pequeño. El universo sería una buebuja que encierra toda nuestra realidad. Lo que hay fuera no sabemos imaginar.
La única manera de se pasar de un intermundo a un extermundo (y viceversa) es dando un salto. Continuamente no. De la misma manera que hay partículas con velocidad superior a la de la luz pero para entrar en esa zona si hay de dar un salto. No la podremos alcanzar aumentando la velocidad continuamente.
Si una capa de agua fuese continua no habría espacio para contracción y expansión. Si todo fuese continuo no habría elasticidad. Si el universo fuese infinito la luz y el calor estelar que recibimos sería insoportable, la masa universal sería infinita. Imposible.
Cero e infinito, como entidades físicas, son conceptos religiosos, no científicos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário