sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024

 

Allan e Barbara Pease - Por quê.docx

Allan e Barbara Pease - Por quê.pdf

Escaneio antigo, sem nova revisão

A longa onda-de-calor atrasa tudo. 2022 foi como 2002, o ano sem calor. São ciclos maiores que há em cada século, como nevada excepcional na Espanha em 1888, e a severa seca que causou o êxodo maia. Há ciclos galáticos e metagaláticos. O aquecimento global é uma farsa inventada pelos globalistas pra chantagear os países com recurso natural. O CO₂ de emissão humana é de bilionésimo comparada à natural, como a dos vulcões. Dizer que causamos efeito-estufa por lançar dióxido é o mesmo que dizer que ao jogar um copo dágua ao oceano causamos aumento do nível do mar.


 

Minha caixa dágua de 1000ℓ

Piscina-de-pobre ou super-banheira no super-calor

 

A Guiana Essequiba e a questão do Pirara

https://pt.wikipedia.org/wiki/Quest%C3%A3o_do_Pirara

Não é só complexo de vira-lata. É ser vira-lata mesmo. Por quê os brasileiros aceitaram o veredito na questão do Pirara? Por quê devolveram a Guiana francesa? Mesmo sabendo que as decisões européias são tão corporativistas quanto a OAB.

Pena o Brasil não ser país com personalidade, como Irã, Iêmen, Venezuela, Rússia, China, Coréia do Norte, em vez de ser país bonzinho aos colonialistas globalistas e cruel ao povo.

Quem saiu ganhando na questão do Pirara foi a Venezuela, abocanhando o que já era seu por direito histórico, mais o pedaço que o Brasil não lutou pra recuperar.

Desde criança, na escola, nos ensinaram que cobrar imposto é a forma de obter verba pra traçar estrada, asfaltar, realizar obra pública. Mentira! Um estado tem estrutura pra gerar riqueza: Mina, exportação, pesca… Imposto é mais uma forma de espoliar o cidadão.

É evidente a baixa inteligência reinante, e digo nossa baixa inteligência como espécie, onde não se pensa no que se diz, em termo gramatical. Se fala por interação, hábito, como todo mundo fala, sempre o mais pomposamente possível. Não se sabe, não se quer saber e se tem raiva de quem sabe se expressar com correção e que raciocina sobre o quê diz. O instinto-de-manada faz pensar que divergir do modo de se expressar da maioria é errado. Estados-Unidos, Filipinas, Países Baixos, Nações Unidas, Andes, Alpes, BRICSOs BRICS, em castelhano los BRICS. Mas BRICS não é plural. O S é de África do Sul em inglês, South Africa.

É decepcionante ver nossos heróis do 08.01.2022, Alexandre de Morais e Flávio Dino, por exemplo, usar linguagem inclusiva, defender feminismo e lgbt-pqp, e, ainda por cima, discursar emotivamente em defesa à democracia, estado-de-direito, etc e tal. Não, senhores. Baixai a bola. Não defendestes a liberdade e a justiça. Apenas impedistes este estado-de-direito meia-sola ser abatido prà pura barbárie ascender. Porque quando procuramos nosso direito nunca achamos. 1 ano de governo progressista, e o frete do correio continua valendo os olhos da cara, na prática anulando o valor da isenção a imposto por ser bem cultural.

E tem gente que cita defesa aos direitos lgbt-pqp como progressista. Não, senhores. Isso é dissidência-controlada.

É clichê no iutube, ao se mostrar coisas das décadas passadas, dizer Essa cena seria proibida hoje. Se os trapalhões apresentassem isso hoje seriam presos…, com isso reforçando o preconceito e a intolerância. Sim. Porque intolerante é sempre o outro. Superstição é a religião dos outros.

É que a geração nascida nos 1990 é ignorante e obscurantista. Não viveu a ditadura militar com a censura cerrada, e a catarse suprema, o bum a partir de 1985 com o fim da censura (Da censura oficial. Né?), do é proibido proibir, da irreverência, da liberdade de expressão. Não viram as maravilhosas entrevistas e a magnífica programação da TVE,
Tevê educativa, naquela época. Em 1985 as propagandas na TVE eram tão deslumbrantes, interessantes, magníficas, que muitas vezes eu via o programa só pra ver o intervalo, não digo comercial, porque comercial ali não podia porque era tevê educativa estatal. Era o intervalo das chamadas, onde o intervalo era o carro-chefe. Bem ao contrário da década 1970, quando, apesar duma era de alta do intervalo comercial, como crianças odiávamos as propagandas porque interrompiam nosso programa.

Não viu a estupenda rede Manchete, cuja transmissão aos desfiles de escola-de-samba era obra-de-arte e cultura na máxima acepção.

Não viu quando o tabu da nudez desabou. Mas durante pouco tempo, pois os obscurantistas globalistas, vendo que era evolução, investiu em reportagens e programas focando mais em escatológico e perversão, e dali um retrocesso brutal, desembocando na sociedade jeca, piegas, puritana, preconceituosa, pernóstica, intolerante, ignorante politicamente corretista e equivocada de hoje, cheia de falso valor e inversão-de-valor, onde o que era vergonha é orgulho e vice-versa.

Como disse Mencken: Mostres um puritano, que mostrarei um filho-da-puta!

Parodiando Mencken: Mostres um politicamente-correto, que mostrarei um filho-da-puta!

O livro dos insultos, de Henry Louis Mencken, HL Mencken (Baltimor, Marilândia, 12.09.1880 – 29.01.1956), jornalista e crítico social ianque

Essa geração nascida nos 1990, ignorante, bitolada, com visão estreita da realidade, mais puritana que a da era vitoriana, doutrinada pela aberração que é o politicamente-correto, verdadeiros moradores da caverna de Platão, não percebe que vivemos uma era de obscurantismo, cultura destruída dominada pela unanimidade. Como disse Nélson Rodrigues, Toda unanimidade é burra.

É indesejável existir sinônimo, pois a opção menos tonitruante tende a desaparecer. Na verdade sinônimo não existe. O que chamamos sinônimo o é apenas nalguma e ou noutra acepção. É por isso que é possível definir algo em dicionário. Há um desenho-animado que no Brasil se chama O cão covarde. Na verdade seria O cão medroso, pois é isso que o cão protagonista é. Geralmente se subentende que numa guerra covarde é quem tem medo. Mas covardia não é só isso. Covardia tem carga de mau instinto, maldade, baixeza moral. Quem não tem medo pode ser covarde por avareza, ódio, cobiça.

Quem está escutando tem que estar ouvindo, mas ouvir e escutar não são sinônimos, seja em português ou castelhano (oír, escuchar). Me acomodei e fiquei escutando pra ouvir o canto do pássaro mas nada ouvi. Rádio-ouvinte é quem ouve rádio, rádio-escuta é quem tenta captar uma sintonia radiofônica. Da mesma forma enxergar não é sinônimo de ver. Enxergar é o equivalente visual a escutar. E assim temos esses semi-sinônimos dos tradicionais 5 sentidos: Ver, ouvir, cheirar, saborear, tocar. Enxergar, escutar, farejar, degustar, tatear.

O mau uso deforma o idioma. Em castelhano é comum dizer Está afuera (Está afora) em vez de está fuera (está fora). Afuera é contração de a fuera (a fora, saindo). Se usa quando há movimento. Quando se trata de posição se diz fuera, fora. Lo que hay detrás de ese gesto (O que há detrás desse gesto) em vez de Lo que hay atrás de ese gesto (O que há atrás desse gesto). Detrás é contração de de tras (de trás, vindo da traseira). Se usa quando há movimento. Quando é posição se diz atrás em ambos idiomas.

Se alguém diz que gosta demais de tal coisa, é uma forma imprópria e poética de dizer que gosta muito, mas ainda mais que muito. Demais é quando é excessivo. Por isso nalguma acepção demais é muito. Mas não são sinônimos.

Considerar sinônimos dois vocábulos é indesejável porque pauperiza o acervo vocabular. O vocábulo menos tonitruante, menos chique, mais curto, tende a desaparecer. Como vemos em português e castelhano, muito mais em castelhano, quase ninguém diz ouvir, oír. Sempre escutar, escuchar. Sempre utilizar em vez de usar. Sempre se encontra, se encuentra, nunca está. Sempre se dá conta, se da cuenta, nunca percebe, percibe. E o estúpido dar à luz em vez de parir.

Outro modismo capenga é a frescura de achar chique dizer o pomposo e empolado em meio ao caos em vez do simples e enxuto no meio do caos. O pessoal precisa entender que prosa tem de ser simples e objetiva. Quem quer ser original e pomposo que componha poema.

Como o castelhano, cheio de ouropel, a finales del año, em fins do ano, em vez de nel final del año, no final do ano.

E os bobocas sempre com o argumento de que o idioma sempre se transforma. É porque sempre se transforma que devemos o reparar e corrigir periodicamente, educando as massas, não deixando a deriva. Quem os quer derivando são os agentes globalistas pra destruir a linguagem.

Outro uso errado, em ambos idiomas, é o prefixo pré. Pré-histórico, pré-colombino, pré-diluviano, em vez de ante-histórico, antecolombino, antediluviano. O prefixo pré designa um período imediatamente antes, desembocando, preparatório, se formando, condições assim. O curso pré-vestibular é imediatamente antes, visando preparar pràs provas. O jardim-de-infância é uma época antevestibular mas não pré-vestibular.

 

A deturpação é tanta, que num filme o título com planeta pré-histórico!

No livro postado há pouco, Operação Cavalo-de-tróia, de John Alva Keel, o caso do indivíduo misterios quem fingiu ser um inventor a dirigível visitando um famoso advogado. Se pode capturar esse indivíduo tal qual saci engarrafado e os célebres demônios na garrafa. Basta transformar uma sala a uma gaiola-de-faradei. O duplo ficará preso ali. O colaborador Bruno disse que essa idéia está no seriado Picos gêmeos (Twin peaks). Quê saudade da idade áurea da dublagem, quando não tinham preguiça de traduzir.

 https://www.youtube.com/watch?v=UPtYz1PkogY&t=15s

Por quê o português brasileiro é o idioma mais bonito do mundo | Por quê um gringo adora o português

O português brasileiro é o mais belo do mundo

Tá na moda uns vídeos de estrangeiros dizendo isso. Vai bem nesta época com futebol e carnaval tão em baixa.

O lingüista Hans Joachim Störig, no livro A aventura das línguas, aquele que baseei pra escrever o artigo descendo o pau no inglês, Do absurdo do inglês como idioma universal, disse isso sobre o grego. Então baixei umas canções gregas mas não senti isso.

O português brasileiro é bonito porque é vocálico, produto da riquíssima cultura negra que veio com os escravos, nobrezas vencidas lá. Ramão comentou que os chilenos gostam de ficar perto pra ouvir os brasileiros conversando porque é gostoso ouvir.

Quem quiser saborear é bom se apressar, pois o português está ficando assim:

Em stand by a live aqui no podcast do Bits & bytes com bacon e whisky, sem click bait com slide sobre a performance do nerd influencer fitness e designer de Myanmar com muito glamour, boom do hit parade com seus tips, liderando o ranking das top 10 vítimas de fake news na internet, dono do site sobre marketing e merchandising e outdoor, e outro sobre poltergeist, troll e ghoul, com download e upload via pendrive, cujo slogan é Dar like, pra sortear online duma pizza com ketchup e calça jeans no black freeday no halloween do shopping center. Apresenta um thriller com insights do tour dum don juan tirando selfies e dando zoom na tourné dum show de rock, rave, jazz, e gospel em prol a hippies, gays, yuppies, vítimas de bullying e empeachment, e contra apartheid.

Fiz minha a frase dum gramático na era áurea da TVE:

O fato dos vocábulos estrangeiros em uso corrente não serem aportuguesados é um sintoma de decadência cultural

O português seria ainda mais bonito se não fosse a bestice dos sistolífobos

É incrível o português ser a língua mais bonita mesmo com tanta gente atrapalhando

Forjei um vocábulo, contracionofobia, sistolifobia, medo mórbido a contração. Do grego συστολή, sistoli, contração. Forjei o vocábulo pra definir uma doença dos gramáticos, que, junto à bestice, ao bovino instinto-de-manada, emperra a fluência do idioma.

Assim como as lombadas eletrônicas atrapalhando o tráfico pra dar mais dinheiro aos sátrapas, e as verificações do não-sou-robô e reconhecer figurinhas e letrinhas, bestice suprema da internete, o esnobismo besta dos gramáticos vitupera a contração, que é o que dá fluência, elegância e beleza a todo idioma.

Os bestalhões cismam que é mais chique, mais correto ou mais não-sei-o-quê dizer em uma que numa, de uma que duma. Fica pior a emenda que o soneto, pois em uma manhã vira enhuma manhã, e de uma vez vira dilma vez.

Se é assim, pra ser coerente, deviam evitar dizer a fachada da casa, e sim a fachada de a casa; tudo por o social em vez de tudo pelo social, etc.

Como na capa traseira dos números de Xuxá, 1951: A solução em o número 36

É burrice. É como o garção fazer 2 viagens pra levar dois copos, em vez de pôr os dois copos na bandeja e fazer 1 viagem, só porque um mestre-cuca famoso disse que é errado levar mais que 1 objeto na bandeja por vez.

No castelhano a sistolifobia é mais severa. No extinto blogue do chileno Roland Font, Realismo fantástico, pois pegou pesado denunciado a farsa do covide, eu colaborava com escaneio e tradução a livro. Uma vez protestou contra meu uso da contração nel, dizendo que um gramático disse que tem de ser en el, que nel está errado. Não. Isso é estilo. Erro é quando se quer dizer algo e se diz outra coisa.

Os equívocos conceituais

Pretendo abordar o tema da ilusão lógica, mas agora discutirei algo análogo: O equívoco conceitual

A imagem e o conceito que um indivíduo tem sobre si nunca coincide com a imagem e o conceito que os outros têm sobre esse indivíduo. Nossas ações não são interpretadas pelos outros como pensamos que o farão. Minha irmã comentou que eu ficava cantando a namorada do amigo de meu primeiro cunhado mas ele nem se importa. Fiquei surpreso, pois se assim fosse então eu cantava todo mundo o tempo todo, até homem!, porque sempre fui de tiradas bem-humoradas, trocadilhos, humor ameno. Não de pregar peça nem de jogar alguém à piscina. Tipo numa loja:

— Podes atender à senhora primeiro, pois sou adepto de Benito di Paula: Mulher brasileira em primeiro lugar.

No fim-de-ano, natal ou reveião, na loja tem a caixinha pros funcionários:

— Por quê só pros funcionários? Tem que ter pro cliente!

Ou meu já surrado cartão-de-natal Desejo pra mim uma feliz Natália e uma próspera Ana nova.

Quando comprei uma caixa dágua disse que com esse preço tem que vir com água-de-coco.

Na pandemia chegar cuma máscara daquela que cobre só os olhos

Quando larguei a engenharia civil na UFMS, onde não existe trote, e entrei à administração, 1985, que logo larguei também, uma equipe de panacas entrou e foi pintando nossa cara. Detestei. No ano seguinte entrei ao grupo de recepção aos calouros. Eu tinha idéias pra fazer recepção divertida, mas o pessoal insistiu em pintar a cara. Eu disse que se insistissem nisso eu sairia da equipe. Saí.

Em 1993 passei uns dias na casa dum tio em Ponta Porã, o saudoso tio João Freire, advogado cuma boa biblioteca especializada em história. Não existia internete. Eu recebia catálogo duma editora gaúcha mui centrada em história. Desde os 1980 eu comprava via reembolso postal. Recebia o aviso do correio e ia pagar e retirar. Chegou um catálogo repetido. Então enviei a esse tio, quem ligou e perguntou se eu era revendedor da livraria!

Tal equívoco já aconteceu aqui. Por exemplo: Postar uma conexão dum lançamento de livro em pré-venda no Catarse, pra quem gosta do gênero saber que será lançado, e comprar se lhe interessa, ou a campanha dos gatos de Curitiba, há pouco. Mas as pessoas em geral não interpretam assim. Acham que estou pedindo ajuda.

Aos primeiros gatos eu dava nome com trocadilho: Gata Christie, Gato-de-bota, Gata Borralheira, Marisa Gata Mansa, Borba Gato. Mas Ramão presumiu que eram nomes dos contos-de-fada, por isso sugeriu Branca-de-neve, e depois João e Maria, o casal que Valdinei viu na calçada, que o japa jogaria fora. A veterinária da Alqmia pensou o mesmo ao receber Branca-de-neve depois do Gato-de-bota:

— Á! Tiras os nomes dos contos-de-fada

Perguntaram qual a raça de Branca-de-neve

— Sei-lá! Deve ser gato-da-neve

Aquele casal de branquinhos, Alvinho e Bianca, decerto são gatos-da-neve, pois como insistiam em invadir a geladeira!

Em ciência ocorre o mesmo. Conceitos que nos parecem banais viram outra coisa noutra cabeça. Alguém comenta que o dilúvio não existiu porque donde veio tanta água? Não entende que o dilúvio como simples inundação é uma alegoria. Que na realidade foi um espantoso cataclismo.

Discutindo no tal canal que quer impingir que existe evento possível com probabilidade zero, expliquei que a tal agulha nunca terminará de percorrer o intervalo, nunca parando num resultado, por isso o evento não ocorre. Alegou que é só um exemplo didático. Não! Em matemática se exige rigor. A não ser que seja num livro de Monteiro Lobato, a matemática de Emília.

Uma matéria recente num canal iutúbico se intitula Nunca existiu o 1º ser humano! porque se baseia na abordagem da ciência oficial, de que o Homo sapiens (Na verdade somos Homo pseudo-sapiens) evoluiu suavemente dalgum símio ancestral. Mas é idéia obsoleta, porque o ser humano, tal qual é, é impossível ser produto de evolução natural na Terra. Só a pele já derruba a tese. Esse dogma do ser humano produto da evolução, típica do racionalismo cientificista do século 19, está cheia de contradição. Enquanto o que consta nos tabletes sumérias, estereotipado no Bíblia, ainda sem contradição. Portanto, mesmo que seja só por ignorância, o conteúdo no canal é desinformação.

Há pouco um canal, tentando discutir cientificamente os fantasmas, que porque não são interativos, aventou sobre se seriam feitos de partículas que não interagem com as outras. E discorreu sobre neutrino, méson, bóson, antimatéria Dã!? Fiquei pasmo com tamanho equívoco. Cara. Entendeste tudo errado! O fantasma é um fenômeno não-interativo porque não interage com os seres vivos. É pensamento gravado na matéria, egregor, memória-das-paredes. Não é ser vivos. São cíclicos e esmaecem com o tempo. Fantasma é exatamente como um filme passando na tela no cinema. Não adianta tentar conversar com teu protagonista favorito, quem não pode responder porque é só imagem.

Outro vídeo, sobre as estranhezas do universo, aventou que é porque alguém pode estar observando desde fora. E fez analogia com o mundo quântico, que se altera ao ser observado. Cara. Entendeste tudo errado! Não é questão de observar, mas o fato de que se trata dum universo tão diminuto, que mesmo pra observar se joga ali uma torrente de energia. Não se trata duma partícula passar em duas fendas ao mesmo tempo e ao ser observada passar cada um numa fenda, mas de que ao se observar entra ali tanta energia, que converte a onda em partícula. É como se fizer o experimento da fenda com granizo. Mas ao receber muita energia o granizo derrete e se comporta como água, a água passando ao mesmo tempo nas duas fendas.

Os fenômenos paranormais são quânticos. Por isso todo experimento, até mesmo um desejo ou opinião do experimentador influenciam e viciam o estudo. Por isso é uma ciência tão difícil e vulnerável a interpretações supersticiosas.

Mas temos exemplo assim no macromundo, onde agimos. Ao fazer uma enquete, a interação com o entrevistado afeta o processo. A mentalidade e a expectativa de ambos são diferentes. Quando a enquete fica famosa a espontaneidade diminui e vicia o processo. Por isso uma pesquisa tem de ser ao máximo instantânea, pra dar o mínimo de tempo à interação. O pior exemplo que imagino é o de pagar pra, por exemplo, coletar lenda, relato ou conto popular. Cómo o fizeram os irmãos Grim? Até que ponto a coleta teve resposta espontânea?

Fico pasmo ante a pueril credulidade das pessoas em geral nas pesquisas

Já li que os polinésios vivem num mundo erótico, sempre excitados. Achei estranho. E isso é falso mesmo. Aconteceu que a antropóloga Margaret Mead (a confirmar o nome exato) queria saber sobre a vida sexual das polinésias. A mentalidade indígena, como também a do índio americano, não é objetiva como a cientista imaginava. Se o pesquisador se interessa por algo, o índio tenta o agradar, como um jogo de faz-de-conta, de criatividade. Procurando agradar a pesquisadora, as polinésias enfeitaram e reenfeitaram a narrativa, pra participar melhor no processo. E assim falsearam a pesquisa.

Um equívoco difícil de extirpar por causa da forte superstição em forma religiosa é a de que a mediunidade é algo desejável, glamuroso, como se fosse um superpoder de super-herói. Esses poderes são mais afins a anomalias, como a histeria. Vejamos o quê disse padre Quevedo:

Um psíquico é sempre alguém com o psiquismo desequilibrado. Plenamente normal, equilibrado, ninguém manifesta fenômeno parapsicológico, que é uma psicorragia, doença, mesmo passageira, onde escapa o fenômeno parapsicológico. Quanto mais tiver, mais doente.

 

A arca que existiu antes de Noé

A arca-de-noé é um mito tardio e indireto originado dos sumérios. Mas o pessoal tem que malcompreender e malinterpretar, dizendo que teve a arca-de-noé e uma suméria anterior. Este não é um planeta sério!

Outro clichê é questionar por quê os soviéticos não denunciaram a farsa da Apolo 11. Não entrarias a uma igreja pra bradar que o que o sacerdote disse é tudo mentira. Os soviéticos sabiam e os russos sabem que o público ocidental está sob lavagem cerebral via imprensa massiva, componente da máfia ocidental. Dizer algo que contraria um dogma reforçaria a antipatia desse público. Putim não declara Israel estado nazista nem Eua o maior narcotraficante do mundo porque isso atrapalharia a diplomacia. Ante um público sob lavagem cerebral não há como discutir argumentando. Diplomacia de superpotência não é trabalho amador. Conhecem muito psicologia-de-massa.

Está na moda dizer que o universo é simulação. Sei que não é porque estou consciente. Num que dizia isso comentei que na verdade tudo é uma grande equação, onde mesmo nossa contestação a isso já está prevista. Alguém citou a indeterminação quântica. Eu disse que as partículas quânticas são tão leves que escapam do esmagamento da forte gravidade do universo 4D, e seu comportamento é influenciado por ele. Não existe indeterminação quântica. Apenas que não podemos ver o que acontece no universo 4D no qual o nosso 3D está contido.

Sobre a misteriosa ligação entre partículas distantes, que Einstein nunca entendeu:

O entrelaçamento quântico, a tal interação fantasmagórica, onde duas partículas estão misteriosamente ligadas, de modo que quando uma sofre ação, a outra idem. Na verdade estão ligadas no espaço 4D. Façamos uma analogia explicativa. Imaginar um universo bidimensional representado por um disco onde pousamos as duas pontas duma ferradura. Um cientista desse universo 2D vê as duas pontas como partículas distantes anos-luz entre si. Ao girar uma ponta ou mover a ferradura, as pontas estarão sempre sincronizadas. O Einstein 2D não saberá explicar como uma partícula tão distante da outra se comporta como parte do mesmo corpo.

Um canal alegou que podemos ser descendentes de Adão e Eva porque na verdade tiveram muitos filhos. Dã?! Impossível, pois redundaria em consangüinidade.

Outros confundem intraterráqueo com subterrâneo, mostrando vaga noção do quê é a Terra ser oca. Assim o fez Júlio Verne ao intitular Viagem ao centro da Terra. A viagem não pode ser ao centro, onde estaria uma estrela-anã, e sim ao lado interno da crosta.

Um canal culinário apresentou um procedimento meio rocambolesco pra rodela de berinjela frita não ficar oleosa. Alguém comentou que não funciona. Mas é claro que não! Há muitos anos percebi que pra fazer rodela de berinjela frita passo sal nos dois lados, empano bem com farinha e deixo passar ao menos meia hora antes de fritar. Prefiro fazer na noite e fritar no dia seguinte. O suco da berinjela se infiltra na farinha. Se passar farinha e fritar imediatamente, o suco não terá tempo de sair, e quem se infiltrará na farinha será o óleo da fritura.

Outro equívoco conceitual é na gramática e ortografia. Tem que existir uma gramática oficial pra haver parâmetro em concurso, publicar livro escolar e acadêmico. Mas não tem sentido uma camisa-de-força pra todo mundo se expressar igual. Assim como não tem um ditador da moda que diga que imponha que vestir camisa amarela e calça azul é errado. Cada um tem uma forma de se expressar, ortografia particular. Sem exagerar, como ninguém anda vestido de palhaço, escafandro nem calça pé-de-pato de mergulhador. Mas se eu quiser deixar inequívoco o vocábulo que acabei de escrever, acentuarei como me convier, pão-de-fôrma, energia-da-fórma, arquipélago de Abrôlhos, porque abre-olhos é topônimo humorístico, como Canadá era um canavial onde Muita cana dá, Japão porque o português da padaria ali gritava Já pão!, ou Olinda vem de Ó linda vila… Num livro da década 1930 está grafado arquipélago de Abrôlhos. Abrôlho é uma vegetação rasteira espinhosa. Dali a expressão pra se referir ao sofrimento, os abrôlhos da vida. O excesso de reforma ortográfica dá nisso, como extra ser pronunciado éstra em vez de êstra, e esméro em vez de esmêro.

Tem um livro de trova chamado Flor dos abrolhos, de Guilherme da Mata Machado Barbosa. Júlio Mastrodêmicus, Lírios entre abrolhos. Newton Pacote, Flor dos abrolhos.

É de pasmar tanta mente bovina, submissa ao que se apresenta como a regra a ser seguida, que encara o dicionário como se inspirado por Deus, como se ele e o idioma existissem imutáveis desde o começo do mundo, e que é heresia desviar mesmo uma letra ou um ponto. Mas tais mentes bovinas não são fiéis às regras do trânsito nem à básica etiqueta de boa-educação. É ridículo tanta infantilidade.

Se ao menos as regras gramaticais e ortográficas fossem usadas corretamente, mas é um corretismo de polichinelo. Mas não é o que se vê. Vemos em toda parte um festival de vício-de-linguagem, má acentuação e má pronúncia. Esse fato, junto ao de que noutros países o barbarismo, o mal uso pronominal, preposicional, etc, são os mesmos, evidencia conspiração. São os mesmos, motoristas que não dão sinal ou dão encima-da-hora ao virar esquina ou chegar a rotatória, que não acendem luz em tempo fechado mesmo estando em carro negro, que estacionam na esquina…

Pro vendedor é estratégia, mas prà mãe é vergonhoso engolir de corpo-e-alma o anúncio da livraria na época de comprar livro escolar: Esta edição já vem com a nova ortografia. Então significa que teu filho não é educado pra ser inteligente e entender igualmente toda moda ortográfica? Se pegar um livro editado em 1930 nada entenderá ou ficará traumatizado? Se teu filho não pode ler um livro com ortografia vencida, como esperar que numa guerra seja experto e esperto o suficiente pra decifrar o código inimigo?

Existe norma técnica pra apresentar uma tese de, por exemplo, doutorado. Mas nunca se impôs que se eu quiser publicar meus contos terei de obedecer às normas acadêmicas. O livro é meu. Nunca colocarei numa lista bibliográfica naquela bobagem dos autores com sobrenome invertido nem usarei os estúpidos algarismos romanos, frescura pura, complicação tola e extremo mau-gosto, nem aceitarei que se diga que assim está errado.

Quem promove uma festa não se preocupa em obedecer estrita e estreitamente o cerimonial da presidência-da-república nem a regra-de-etiqueta do livro da madame mais rica e famosa, e não fica com vergonha dalguém dizer que assim ou assão está errado.

Então se eu publicar meu livro, escrever em meu blogue ou em meu caderno, não tenho de obedecer à ditadura dalgum gramático petulante, ruim em lógica e ignorante em matemática. Usarei os vocábulos e expressões como quero. Não o papa, o presidente, gramático pedante nem apologista furioso do politicamente-correto determina como devo me expressar. Quem o faz é somente eu. Ninguém manda em minha cabeça.

Há erro conceitual por simplificação. Um vídeo explica a questão dos ianques não considerarem os brasileiros latinos.

https://www.youtube.com/watch?v=4VH47TPAW-U

Por quê os brasileiros não são considerados latinos em Eua

Também os hispânicos simplificam o termo latino-americano a latino. Eis um exemplo de simplificação irresponsável. Essa simplificação, que devia se limitar a contexto específico se estereotipou por se generalizar. Por exemplo: Um comentário num canal hispanoglota reclamar que tal filme está dublado ou legendado em latino. Nem dizem castelhano latino, quando deviam dizer castelhano latino-americano. Como se o castelhano não fosse uma língua latina! Latinos são os idiomas fortemente influenciados pelo latim. É falsa a idéia de que derivam do latim.

Como numa matéria em Taringa, ensinando a fazer uma armadilha pra mosquito com garrafa pete, pondo como atrativo um líquido fermentando, dizendo que o que atrai o mosquito é o CO de nossa respiração. Alguém comentou que não funciona. Mas claro! O que atrai o mosquito é o calor em nossa pele, não o dióxido.

E tanto charlatão aconselhando pra enriquecer! Que quais são os hábitos dos ricos, o quê têm em casa, fazem assim… Quando sabemos que só enriquecem os peões e agentes da máfia globalista. Sabemos como funciona. Não é processo espontâneo. Não pôr isso ou pôr aquilo na carteira, vassoura sob a cama, cravos em tal lugar… Já se imaginou a complexidade de se levar a sério tudo isso? Da mesma forma, se seguir todos os conselhos de tal alimento que se deve comer todo dia pra ter saúde comerei uma carga de camião por dia.

Um comentário em vídeo hispânico e um vídeo português dizendo que expressão como Não tem problema nenhum, dupla negação = afirmação, não é erro, e que a regra do menos-com-menos dá mais só na matemática.

Dã?! Já passamos do campo da ignorância à burrice escancarada. Em linguagem objetiva se ignorar a matemática é contra-senso. Fica exemplificado o dito por Carmen Huertas sobre a conspiração pra destruir a linguagem, com gramáticos ignorantes em matemática e lógica. Depois não reclames se sofrer mal-entendido. Negar a matemática é pra místicos delirantes. Como bem disse Malba Tahan, a matemática é a rainha das ciências, pois nada se faz sem ela. Em tudo o que se faça há cálculo, conta, medida. É impossível dar um passo sem matemática. E o pior é o cara fazendo vídeo de dica de gramática mas não sabe conjugar verbo nem usar pronome pessoal.

Alguns vídeos discutem paradoxo. Mas paradoxo não existe. Só aparece quando a teoria está furada. Está na moda falar sobre a equação de Drake e o paradoxo de Fermi, dois produtos típicos do cientificismo excludente, dogmático, manipulado.

A equação de Drake, um estrambótico amontoado de circunstância presumida pra calcular uma probabilidade dum evento num meio onde não se tem conhecimento dalgum elemento. Estritamente adolescente.

O paradoxo de Fermi, uma questão montada por cientistas ignorantes. Discute o motivo pelo qual nunca encontramos seres extraterráqueos. Dã?! Numa pseudocivilização onde a ciência é dogmática, excludente e sectária, a serviço da elite dominante, como se pode afirmar que nunca encontramos? Se 99,99% do passado é ignoto, e o que for descoberto e for considerado inconveniente é censurado, não tem sentido esse tipo que questão, a não ser prà massa ignorante, o que inclui os cientistas oficiais.

E dão hipóteses de solução ao tal paradoxo, como um tal bosque escuro. É risível. O caso é que somos uma granja. Os ufos condicionam nossa mentalidade, criaram nossas religiões. Os cientistas frangos questionarão por quê não encontram outros bichos. Há vida além do galinheiro?

Um dos piores são os vídeos sobre curiosidade, pois abordam o tema de forma superficial e pedante. Como o modismo de dizer que é falso o fato de que usamos apenas 10% (taxa ilustrativa) do cérebro. Já falei sobre isso. Um desses disse que é falso o fato de que se consumindo gordura a bebida alcoólica não embriaga. Mas ninguém afirmou isso. O que consta é que consumir alta caloria junto com a bebida retarda a ebriedade. Mas ela vem. E é justamente esse retardar que é perigoso, pois se tende a beber mais nesse intervalo. Meu pai fazia aposta de beber sem cair, e ganha porque comia pedaços de gordura. Se não tiver gordura, tomar óleo, contou.

Acho graça que acham que temos de acreditar só porque o vídeo diz, assim como acreditávamos porque era a vovó quem dizia.

O universo iutúbico é o mesmo da era da televisão e tudo o mais na vida. Uma falta de imaginação pra achar tema novo, e de sobra pra inventar. Todo tema que faz sucesso atrai imitadores. Por isso os temas na moda. Alguém aborda o tema do planetóide que supostamente (falso) extinguiu os dinossauros. E todo mundo só fala sobre isso. As simpatias pra ficar rico, e lá vêm os imitadores. Os dinossauros não foram extintos, pois as aves são seus descendentes.

Mas o mais bizarro é que até hoje os iutubeiros recomendam clicar no sino-de-notificação, extinto há muitos anos.

Relatos fantásticos, filmes, especulações, onde se intitula que alguém veio doutra dimensão, ou de dimensão paralela. Vindo doutro universo. Doutra dimensão não faz sentido. Basta ter noção de topologia. Aqui um corpo de dimensão mais alta seria visto só de perfil. Não dá. Dimensão paralela não dá pra engolir. As dimensões, sejam de qual grandeza for, são, por definição, todas perpendiculares entre si.

É espantoso o quanto usam o vocábulo dimensão com vaga noção do significado. Canais de tema místico falam sobre entrar ou estar na quinta dimensão, etc.

No livro A quinta dimensão (The fifth dimension), livro misticismo-lixo, Vera Stanley Alder, sem noção do significado do vocábulo, chafurda no tema, e deu como exemplo de dilatação-do-tempo o fato de, cito de memória, aqui ser meio-dia, e noutro ponto do mundo ser 18h!

Em Vida e mistério dos números (Vie et mystère des nombres), de François-Xavier Chaboche, capítulo 3, A visão dos números, página 37, afirma que 1/7 é número irracional, que não tem medida entre numerador e denominador, cujos decimais se repetem indefinidamente em periodicidade irregular. 1/7 = 142857 142857 142857 142857…

Pus uma nota-de-rodapé manuscrita:

1/7 é racional. É dízima periódica apenas por causa da base-de-numeração ser 10. 7 não é divisível por 10. Na base 14 1/7=0,2 porque 14/7=2. Na base 12 1/3= 0,4 porque 12/3=4, como na base 10 ½= 0,5 porque 10/5=2. Irracional é um número que não pode ser representado pela fração 1/b, com a e b inteiros. Número irracional nunca é dízima periódica, seja qual for a base-de-numeração. O mesmo erro se repete na página 197.

Os nomos [gnomos] de Sírius, os eloim, as estruturas megalíticas, os gigantes do passado… Tudo isso é negado pela ciência oficial

Um canal de matemática postou um vídeo cuma equação que é um radical dentro de radical ao infinito. E demonstrou, cuma série de analogia, que converge a 6. Mas basta transformar à forma equacional que gera o contínuo, e resolver, chegando ao resultado 46656^(1/7) = 4,645011. Fazendo um programa no GWbasic confirmei o resultado. Alguém respondeu ao apontar o erro? Silêncio sepulcral.

O cruzeiro 0003, 03.11.1962, ano 35 - A Igreja enfrenta problemas da idade moderna

Já falei sobre a escolha infeliz dos historiadores ao nomear a era das descobertas idade moderna. Mas em toda publicação falada ou escrita o vocábulo moderno sempre significa atual, não-arcaico ou avançado. Também a burrice do matemático que criou a notação x!! pra duplo fatorial, pois x!! é e tem de ser fatorial de fatorial. Eis dois exemplos de irresponsabilidade e inépcia.

 

https://www.youtube.com/watch?v=4r5cBRHdkIg

La historia oculta de Palestina, que ningún corporativo contará a ti

A história oculta da Palestina, que nenhum corporativo contará a ti

 

https://www.youtube.com/watch?v=mT5ov2Mq4MM

México, el país devastado por la adicción a la coca-cola

México, o país devastado pelo vício à coca-cola

 

Ativar legenda

https://www.youtube.com/watch?v=T647CGsuOVU

Os números imaginários são reais - 01 de 13 - Introdução

 

https://www.youtube.com/watch?v=2HrSG0fdxLY

Os números imaginários são reais - 02 de 13 - Uma historieta

 

https://www.youtube.com/watch?v=N9QOLrfcKNc

Os números imaginários são reais - 03 de 13 - O problema de Cardano

 

https://www.youtube.com/watch?v=DThAoT3q2V4

Os números imaginários são reais - 04 de 13 - A solução de Bombelli

 

https://www.youtube.com/watch?v=65wYmy8Pf-Y

Os números imaginários são reais - 05 de 13 - Os números são bidimensionais

 

https://www.youtube.com/watch?v=z5IG_6_zPDo

Os números imaginários são reais - 06 de 13 - O plano complexo

 

https://www.youtube.com/watch?v=YHvR8siIiD0

Os números imaginários são reais - 07 de 13 - Multiplicação complexa

 

https://www.youtube.com/watch?v=iecUL8_OxrU

Os números imaginários são reais - 08 de 13 - Magia matemática

 

https://www.youtube.com/watch?v=dLn5H69lS0w

Os números imaginários são reais - 09 de 13 - Fecho

 

https://www.youtube.com/watch?v=pNp8Qf20-sA

Os números imaginários são reais - 10 de 13 - Funções complexas

 

https://www.youtube.com/watch?v=0hiWbdc8QEk

Os números imaginários são reais - 11 de 13 - Vagando em 4 dimensões

 

https://www.youtube.com/watch?v=DpUmrKOQhAM

Os números imaginários são reais - 12 de 13 - A solução de Riemann

 

https://www.youtube.com/watch?v=4MmSZrAlqKc

Os números imaginários são reais - 13 de 13 - Superfícies de Riemann

 

Coleção Adeene neles!

 

Mendigo Moacyr Franco, Praça - Mendigos Joselo e Oscar d’León


 Ted Boy Marino - John Denver

 

Onde andava Milei

 

Onde anda Inri Cristo

 

Onde anda Gilberto Gil

 

Onde anda Caratê Kid

 

https://www.youtube.com/watch?v=iFSrsgXl78s

Los Polivoces: Jenruchito no quiere comer | Reacción

https://www.youtube.com/watch?v=nbV4m8wVgdQ

Os Trapalhões - Didi é o filho de Super-homem

Criança que não quer comer pode ser carência de zinco

 

Coleção Cartão-postal de Joanco



 


Nenhum comentário:

Postar um comentário