segunda-feira, 27 de janeiro de 2025

As fronteiras do possível

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Eis um libreto no qual o cientista francês Jacques Bergier, 1970, divaga sobre o que se pode conseguir com avanço tecnológico, e o realmente impossível, impossível por definição

 

O Ararate nada tem a ver com o dilúvio

Em primeiro lugar é preciso esclarecer que o relato sobre a arca de Noé, como os outros relatos bíblicos (Adão e Eva, a torre de Babel, e outros), é alegórico. Não que seja ficção, mas que forjado com técnica de memorização por ser tradição oral.

E esclarecer também que dilúvio é um vocábulo pouco adequado pra dar nome a tão espantosa catástrofe cósmica. Não foi uma inundação, muito menos suave e piscineira inundação como retratado em filmes idiotas. Foi uma catástrofe monstruosa que produziu vagalhões que atingiam o cume do Himalaia. Dali a raciocinar que as conclusões anticientíficas de cientistas de que ao encontrar conchas e outras coisas marinhas no alto de montanha significa que ali foi mar. Não! Isso é sofisma!

Após a espantosa catástrofe do dilúvio se perdeu a escrita, o conhecimento científico, o papel e tudo o mais. Após milênios saindo da quase extinção, a humanidade sobreviveu na era glacial subseqüente e manteve a memória dum evento mui importante com técnica de memorização (cena animada e mais escabrosa possível) e alegorias pra representar conceitos científicos e máquinas já incompreensíveis.

Então o que pode ser uma espaçonave ou aeronave levando o gene de cada um dos principais alimentos e outros usos em tubos-de-ensaio foi descrito como um navio de madeira levando um casal de cada espécie animal a ser preservada. Os primeiros narradores contavam que seus remotos descendentes seriam inteligentes o suficiente pra sondar a realidade oculta pela alegoria. Não imaginaram que tais descendentes seriam tão estúpidos, por causa da carência de proteína animal durante gerações e o aumento da gravidade, pra conceber tudo como estritamente literal.

Nunca existiu uma arca-de-noé nem podia existir, pois na espantosa catástrofe diluviana, com ondas que atingiam altura do Himalaia nenhum navio de madeira, ou de qual material fosse, permaneceria flutuando, nem quem estivesse dentro sobreviveria sendo chacoalhado de forma tão violenta, muito menos um navio de madeira lotado de um casal de todas as espécies animais (e as vegetais?). como podia conter um casal de todas as espécies? Como manejar e alimentar? É de estarrecer existir gente adulta e culta levar a sério e acreditar literalmente em tão grande e óbvio absurdo.

Na última década entrou na moda o tema dos navios de madeira achados no alto do Ararate. Há tais navios, mas os navios e o Ararate nada têm a ver com o dilúvio.

Se fala sobre uma catástrofe de há 5000 anos (a chegada de Vênus) ou há 9000 anos. Catástrofe importante mas insignificante comparada ao dilúvio. Tal catástrofe elevou o que era litoral do monte Ararate, deixando navios encalhados até sempre. A Bíblia, relato de segunda-mão, cópia memorizada dos relatos sumérios, na tradição oral confundiu as duas catástrofes, predominando os dados da mais recente. A espantosa catástrofe do dilúvio sumério-bíblico, causada pelo choque do planetóide da Carolina, foi há quase 12 mil anos, mui anterior à que elevou o Ararate.

Coleção Adeene neles!

 

Adriano Reis - Anthony Blinken

 
Melânia Trampa Brega - Máscara


 Bóris Jeca - Donaldo Trampa

 Narjara Turetta - Annalena Boboca (Analena 360)

 

Coleção Cartão-postal de Joanco

 











 

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