Polícia
e aventura – Natã Rosado.docx
Polícia
e aventura – Natã Rosado.pdf
Capa
do digitalizador
Sem
ficha de crédito nem prefácio, portanto sem data nem local
Não
achado em busca no google nem no duckduckgo
Pela
ortografia é provável ser da década 1920, provavelmente pirata
Introdução do digitalizador
Nat
Pinkerton apareceu no romance popular alemão Nat Pinkerton, der König der
Detectivs #1–476 (1907–1915). Apareceu em milhares de seqüências inautorizadas,
em toda a Europa, Rússia e oriente médio em doze idiomas, de 1907 a 1933.
Pinkerton foi baseado em Allan Pinkerton (1819–1884), o fundador da agência Pinkerton,
a primeira agência-de-detetive de Eua.
Nat
Pinkerton é um grande detetive, inspirado em Nick Carter, quem dirige a própria
agência-de-detetive, a agência nacional de detetive, e resolve caso ao redor do
mundo. Seus dois assistentes mais próximos na agência são Bob Ruhland e Heinz
Morrison. O lestrade* de Pinkerton é Edgar Duncan, um inspetor-de-polícia tão
insosso, que não consegue resolver os casos difíceis que Pinkerton aceita, e
tão invejoso que se recusa a admitir que Pinkerton é o melhor detetive ou a lhe
prestar auxílio oficial. Os oponentes de Pinkerton são apenas um pouco menos
variados que os de Nick Carter ou Sexton Blake. Pinkerton intervém pra
solucionar a conspiração atrás do assassínio ao presidente McKinley. Pinkerton
enfrenta Karl Chinês, o senhor do perigo amarelo no bairro chinês de
Nova Iorque, piratas no rio Húdson, um hipnotizador assassino, um desonesto
domador-de-leão, Oka-Yuma cirurgião maligno, uma Irene Adler disfarçada,
niilistas em Chicago, um cão monstruoso e alterado cortesia do cientista louco
doutor Myann, semelhante a doutor Moreau, um orangotango assassino, o gênio
anão cabeçudo do perigo amarelo Li Lo Tsching, um pirata de submarino, um
arsênio-lupã letal, uma cidade subterrânea habitada pelos descendentes de
escravos fugitivos da raça perdida e professor Fox, o moriárti de Pinkerton,
quem encontrou AJ Raffles no seriado cinematográfico Raffles contra Nat
Pinkerton, 1912.
Aparece
em enredos com título como O automóvel do Diabo, O armário de cadáver,
No covil dos criminosos do mar e O orangotango de dom Kennedy.
Incluo
Nat Pinkerton, o rei dos detetives, na lista dos melhores da
enciclopédia porque era um personagem arquetípico repleto de conteúdo
imaginativo. Nunca houve romance barato ou revista pulpe de Nat Pinkerton
em Eua, pois Pinkerton nunca foi figura recorrente ou personagem importante pro
público ianque. Mas fora de Eua era o detetive arquetípico no estilo de Nick
Carter, igualando e superando Carter em popularidade e alcance no período de
1907 a 1915, durante o qual Nat Pinkerton viveu. Foi um fenômeno global na
época, com popularidade que só Sherlock Holmes superou. Em resumo: De 1907 a
cerca de 1919 Nat Pinkerton era a imagem que vinha à mente das pessoas na
Europa, Rússia e oriente médio quando pensavam num detetive cheio de ação.
Contribuindo pra isso havia a explosão criativa em Nat Pinkerton e em
muitas seqüências inautorizadas. Pinkerton tinha excelente galeria-de-vilão,
que os autores de Nat Pinkerton não hesitavam em usar ou matar, e
recuperavam várias edições depois. Pinkerton viajava no mundo combatendo o
crime e resolvendo mistério nos enredos. Os autores de Nat Pinkerton
pareciam ter conhecimento enciclopédico de clichês pulpe, e os usavam todos em
enredo de alta qualidade e muita imaginação.
Quem
não gosta?
file:///D:/M%C3%A1rio/compilando/Pol%C3%ADcia%20e%20aventura/figura,%20etc/pinkerton5.html
* Lestrade ● O inspetor-detetive
G Lestrade é um personagem fictício que aparece nos enredos de Sherlock Holmes,
escritos por Arthur Conan Doyle. A primeira aparição foi no primeiro episódio
de Sherlock Holmes, o romance de 1887 Um estudo em vermelho. Sua última
aparição foi no conto de 1924 A aventura dos três Garrideb, incluído na
coletânea O livro de casos de Sherlock Holmes. É um detetive da Escotlandiar
tenaz mas convencional, quem consulta Holmes em muitos casos e é o personagem
policial mais proeminente da série. Foi interpretado por muitos atores em
adaptações pra cinema, tevê, etc, baseadas nos enredos de Sherlock Holmes. https://en.wikipedia.org/wiki/Inspector_Lestrade Nota do digitalizador
Reavaliando o conceito sobre o vocábulo distopia,
analisando a definição uiquipédica:
Distopia ● Em grego clássico δυστοπία, dystopía,
lugar infeliz, ruim, também chamada cacotopia, em grego clássico
κακοτοπία, kakotopía, lugar perverso, cruel, ou antiutopia,
em grego clássico αντιουτοπία, antioutopía, antônimo de lugar bom demais pra
existir) são representações ou descrições, organizacionais ou sociais, cujo
valor represente a antítese da utopia ou promova a vivência numa utopia
negativa. O termo também se refere a um lugar, época ou estado fictício onde se
vive sob condição de opressão extrema, desespero e ou privação. São geralmente
caracterizadas por totalitarismo ou autoritarismo (controlar opressivamente uma
sociedade), por anarquias (desagregação social), por condição econômica,
populacional ou degradação ambiental extrema. A tecnologia às vezes se insere
em tal contexto como ferramenta-de-controle, seja por parte do estado,
instituição ou corporação, ou como uma ferramenta-de-opressão fora do controle
humano.
Utopia Vocábulo criado a partir da justaposição dos gregos
antigos οὐ (prefixo de negação) e τόπος (lugar), lugar
nenhum, nenhures
https://pt.wikipedia.org/wiki/Utopia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Distopia
Conforme as definições distopia não é utopia
negativa, anti-utopia (termo impróprio, mal forjado, pois o prefixo anti
denota algo que age contra: Anti-espionagem, antígeno, antídoto,
anti-republicano). Utopia, significando algo que não
existe, lugar nenhum, não se refere necessariamente a algo ideal, agradável,
podendo ser lugar aprazível ou opressivo mas que só pode existir na imaginação.
Distopia nada tem a ver com utopia. Se trata de lugar
opressivo. Portanto, pra especificar se pode dizer utopia benigna ou utopia
maligna.
https://www.youtube.com/watch?v=HU9iS3ka5yI
Cachorro Desaparece
na Noite e é encontrado quase morto
Ninguém se importa com a cobra? Não a resgataram também? Há
de ser avenenosa avenenosas avenenoso avenenosos, pois o cão já teria sido
picado com tanta interação. Não parece ser cobra aquática.
Como Ríchar sole dizer: O pessoal só liga pra bichinho fofo
Aqui aproveito pra apontar um vício das manchetes em geral:
O tempo verbal. E maiúsculas arbitrárias
Crase braba
Mistificaremos, embruteceremos e corromperemos a mocidade
cristã cuma educação fundada em princípios e teorias que sabemos falsos e que
são inspirados por nós
Protocolos
dos sábios do Sião
capítulo
9
antepenúltimo
parágrafo
O
livro é uma falsificação que se tornou real há muito vigente
É
O príncipe, de Maquiavel, versão satânica psicopata
Parece que mister Trampa ao ver as crianças em Pequim… Bom…
deixa pra-lá
Relembrando a suprema bestice da mania de algarismo romano e
de terno-e-gravata, outro protótipo da indigência intelectual, da bestice
absoluta e do estereótipo de elegante e chique é o famigerado e infame Não
pises na grama.
Apareceu mister Trampa com todas as cartas na mão, dizendo
ter todas as cartas contra Irã. Mas são as cartas dum jogo no qual ganha quem
se livrar de todas, não quem tem mais carta. Igual o entreguista FHC,
respondendo sobre acusações de opositores, dizendo que são uns cassandras, se
referendo a uma personagem da mitologia grega, Cassandra, castigada, por Apolo,
a ter o dom da profecia mas ninguém crer no que previa. Então FHC
implicitamente estava dizendo que ninguém creria na oposição mas que é tudo verdade.
Eis dois exemplos de que ser esperto não é o mesmo que ser inteligente.
Aqui, no país do quem-não-chora-não-mama, uma utopia de
pesadelo. Vemos o estado-de-coisa que antecede o golpe mundial maçônico num
dia, que ocorreria cerca de 2010, mas que foi abortado por Rússia e China.
A sirene da patrulha ideológica sempre soando. Só se pode
ter opinião a favor da ideologia na moda, basta discordar nalgum ponto e já é
fobia isso fobia aquilo. Abomino o tal Ratinho, mas no caso disse a verdade
franca sobre um transexual não ser adequado pra representar as mulheres seja no
que for. Mal foi dito, e um canal duma tal Brócolis, suposta esquerda, na
verdade dissidência-controlada, já soou a sirene pra o rotular de fóbico isso
fóbico aquilo. Uma iutubeira que se diz filósofa, ou filofofa?, mas que não
entendeu bulhufas nem patavinas, nem sabe o quê é filosofia. Canais que vivem
de criticar e normatizar o que os outros dizem. Mas a cultura do
politicamente-correto é isso mesmo: Destruição cultural. Tudo que se diga ou se
faça tem alguém ofendido.
Tais tergiversados defensores da tolerância são os mais
intolerantes, defensores dum politicamente-correto fundamentalista. Mas se
esquecem de que estão praticando terrorismo, pois acusar de fóbico (o vocábulo
mal entendido e mal interpretado), exagerar a gravidade dum ato ou declaração é
crime e terrorismo, passíveis de sansão penal.
Uma cultura e estrutura social destruídas, reinando os
falsos valores duma pseudocivilização esquizofrênica e depravada onde reina o
terrorismo legislativo
Um senado que aprova as leis mais estapafúrdias fundadas nos
estereótipos mais aberrantes. É bom lembrar a esses agentes maçônicos que no
fim desta 3ª guerra mundial haverá um acerto-de-conta onde os traidores à
pátria, desde políticos e donos e agentes da grande imprensa apátrida e mafiosa
até influenciadores internéticos, sofrerão juízo do tipo do de Nurembergue.
É espantoso o fato do ser humano ter cérebro racional mas
passar a vida praticamente no emocional. Isso é estupidez. Não parar pra pensar
se seu conceito é mesmo verdadeiro. Questionar, duvidar, verificar, analogar.
Como uns modismos, uns velhos outros recentes, de politicamente-correto com a
mania de eufemismo e de reformar vocábulo de maneira equivocada, como se mudar
o vocábulo fosse um mantra que muda a realidade. Um exemplo clássico dessa
burrice é dizer a uma mulher poeta em vez de poetisa. Diz que é porque
os vitorianos debochavam das poetisas pela má qualidade. Outros diziam que era
porque embaixatriz é apenas esposa do
embaixador. Ai! A burrice se desdobra em muitas facetas. Então os
proto-feministas de então passaram a dizer poeta, como se mudar o
vocábulo mudasse a realidade. A nova burrice é dizer escravizado em vez
de escravo.
Uma dessas burrices é a camisa-de-força de que não se deve
dizer homossexualismo, e sim homossexualidade, porque homossexualismo denota
doença. Dã?!
Foi o que disse … dos Reis, também adepto da idiotice da
linguagem inclusiva. Então devia se chamar … dos Reis e das Rainhas
É doença. No livro que postei e traduzi aqui, Gay is not
good, está explicado como Masters & Johnson falsificaram
conceitos e estatísticas pra forçar a OMS a tirar tal doença da lista de doença
Além do mais, o sufixo ismo denota prática.
Então quer dizer que atletismo, sufismo, cristianismo, montanhismo, pugilismo…
são doenças? É de lascar! É muita burrice!
Pra doença o sufixo é patia: Neuropatia, cardiopatia,
sexopatia, psicopatia…
Basta raciocinar um pouco. Cabeça é pra pensar. Não só pra
sustentar penteado.
Essas tolices imperam nas editoras em nossa época de
indigência cultural e intelectual, nos canais iutúbicos, por exemplo, onde não
existe política nem vontade de revelar novo talento. Só interessa celebridade,
lucro, obras clássicas em domínio público e obras femininas e do lgbt-pqp. Por
isso já marquei como espam duas editora no Catarse, pois avisei que não
quero receber mensagem com conteúdo de apologia a perversões sexuais.
Noutra no Catarse, pré-compra duma coletânea dum
chargista com charges eróticas tiradas da Playboy e outras, o problema é
que não era só erótica mas também pornô. Muita sodomia explícita. Então já fica
nojento. Avisei que por isso não apoiarei o financiamento. Então ficou aquela
troca de mensagem dizendo que respeita minha opinião mas que devo respeitar
outro tipo de consumidor que faz isso de forma voluntária, blablablá. Crimes
também são feitos voluntariamente… Não me estenderei pra desmoralizar tanto
sofisma, pois quem sabe é sabedor, quem não sabe não quer saber.
A tragédia de nossa cultura é que as pessoas estão
sonambulizadas. Perderam a capacidade de se indignar. Pros sonâmbulos estamos
numa democracia maravilhosa (que só é maravilhosa comparada à barbárie
bolsonarista, como um gordinho se sente magro perto dum obeso), tudo está
certo, não existe coisa anormal, todos somos iguais e outros conceitos
igualmente estúpidos que se espalharam e se estabeleceram.
Eis o primeiro caso duma bonitinha mas ordinária, bem do
tipo nélson-rodrigues, condenada por falsa denúncia:
https://www.youtube.com/watch?v=VFgfQkDodJc
Primera mujer
condenada por falsa denuncia
A distopia na qual vivemos não é fenômeno puramente nacional,
e sim da máfia globalista
O senado do país do quem-não-chora-não-mama e da carteirada
aprovou a misoginia como crime de preconceito, equiparado ao racismo. Mas já
não era? É chover no molhado. Então tem que criar lei pra punir crime contra
anão, outra pra punir crime contra paraplégicos. Crime contra outro ser vivo, e
já está!, seus idiotas. A questão é que toda opinião crítica ou satírica será
assim caracterizada, graças a esses graciosos palhaços do American gay of
life.
Equipararam assédio a estupro. Isso é terrorismo legislativo
no estilo dos que chamam fóbico todos os que não são simpatizantes de suas
idéias.
Como no refrão do célebre samba-enredo de 1988 da Caprichosos
de Pilares:
Mas
hoje está tudo mudado
Tem
muita gente no lugar errado!
https://www.youtube.com/watch?v=g0yZFVXCKi4
Irán arrasó Amazon! Empresas de Eua caerán una a una!
Me
sinto vingado por roubarem meus escaneios
Ya se encuentran por detrás à Ya están atrás
Já estão atrás
Está por
debajoà Está
en bajo
Está embaixo
Se
encontrar não é estar
Tanto
em português quanto em castelhano detrás indica movimento, não posição. O cão saiu
detrás do móvel. O cão saiu de trás do móvel.
Atacar de forma autónoma una vez dentro del área
objetivo
Todos posicionados
en posiciones defensivas
Proctologista
é oculista ou analista?
O
dom-joão do século 21 se chama dom-iuã?
Por
quê tem cirurgia pra mudança de sexo mas não pra transformar cão a gato?
Dizem
que mister Trampa está louco, se dizendo Deus e Jesus Cristo
Nem
tanto
Mais
louco está Macrão, não se dizendo mas se crendo Napoleão Bonaparte
Mulher
gosta de gato e de sapato, e de fazer o homem gato-e-sapato
Irã
atacou os campos-de-golfe de mister Trampa. Numa notícia hispânica disseram golfe
em vez de golfo.
Coleção Adeene
neles!

O sapato e o chinelo de dona gigante

O Brasil e a península Ibérica no ar
Coleção Cartão-postal de Joanco
























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