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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

A idéia de que pra ser bonito tem de ser branco não passa de condicionamento cultural
● Nos iutubes da vida vira-e-mexe reencontramos antigas séries que deixaram saudade. Mas também descobrimos algumas que não sabíamos que existia. Então a gente não sabe se lamenta não ter curtido antes ou se alegra por causa da descoberta.
É o caso do seriado Júlia, de 1968
Uma série tão divertida e interessante quanto Jeannie é um gênio ou A feiticeira, por exemplo, sem magia fantástica. Um grande momento é esse episódio, onde aparece o tio que é uma figura! Quem não quer um tio assim? O namorado de Júlia é Don Marshall, do elenco de Terra de gigante.
A estrela, Diahann Carroll (Os nomes e pseudônimos em inglês, não só dos autores de contos policiais, são de lascar. Mas na verdade são bem menos conservadores que nós na composição de nome) parece uma versão negra de Barbara Eden.
Grande injustiça a série não ser tão célebre quanto as que conhecemos (Um exemplo que já postei é Verão azul), mesmo porque a atriz não carece de qualidade:



Embaixo, Gata Borralheira. O outro, que não tem rabo de esquilo, não pode se chamar Marisa Gata Mansa, porque é macho. Agora é Gato de Bota.

À coleção Adeene neles!
 
A diferença entre bom-gosto e mau-gosto


Danny Bonaduce - Ferrugem


Pixinguinha - Seu Nenê

Coleção de cartão-postal de Joanco
 




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