segunda-feira, 8 de maio de 2017

 (renomear a .cbr)
Enviado por Bartolomeu 777
Eis mais um número desse encantador gibi, o predileto de Bartolomeu
Grato a Roland Font,  parceiro de http://www.realismofantastico.net/, a turbinada geral no blogue
Com a palavra os leitores
● Secretaria municipal de política para as mulheres! Imagines quantas mais baboseiras demagógicas assim existem pra desperdiçar o dinheiro do contribuinte.
● Já falei sobre a bobeira que é o melindre contra o tal de espóiler, como se a vida de personagens fictícias estivessem protegidas por direito a privacidade. Outra bobeira é o clichê dos quadrinhos e desenhos animados: Moleques jogando bola na rua, em frente de casa, seja futebol, beisebol ou o quê. A bola quebra a vidraça da janela ou da porta do vizinho, sempre avarento (é um clichê). Fico pensando:
— Se sabe que as crianças brincarão ali como brincam em todo lugar, por quê não põem vidro mais resistente? E quê vidro tão frágil é esse que se quebra ante uma bolada de criança? E quê vizinho tão avarento, que cria caso contra jogo de criança?, ainda mais acidental.
Não sei se é um estereótipo, mais uma das muitas bobeiras dos filmes e gibis, mas nunca vi nem passei isso quando criança, que me lembre.
Também nunca ouvi falar sobre a loura do banheiro, palhaços assassinos…
Vejo nos filmes e seriados sobre adolescentes na escola, a expressão ser popular. Nunca ouvi tal expressão.
O tal de ser o dono da rua, tão recorrente na turma da Mônica, também me causa estranheza.
Vender limonada só vi em Luluzinha e nos sobrinhos de Donaldo.
Multa por estacionar em hidrante. Aqui hidrante é raridade.
Também é só nos gibis Disney que cachorro corre atrás de gato. Na vida real gato vira-lata é quem põe cachorro pra correr.
Outra coisa que também só vi nos gibis é a tal carrocinha, a prefeitura recolhendo os cães vadios, tão recorrente nos gibis, especialmente em A dama e o vagabundo.
Aqueles episódios onde o novo aluno tem de passar um ritual de iniciação como espécie de trote, pra ter direito a entrar nalgum grupo alfa, beta, capa ou outra letra grega besta. Mais besta ainda quando são adultos que entram nessa. Nunca imaginei tal coisa. Só vejo em filme.
Há muito vi numa reportagem alguém falando sobre os anos 1960 e 1970 como se fosse uma época de promiscuidade sexual total, como se fosse uma geração composta só de maníacos sexuais de todo tipo. Como? Nunca fui assim, nem meus pais e tios.
● (Dicionário Disse-o-Mário): Xerox se pronuncia xeróx. Xérox é pronúncia em língua inglesa.

Coleção de cartão-postal de Joanco

 
 

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