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sexta-feira, 28 de novembro de 2025

J Monteiro da Silva - Flora medicinal - anuário 1987

 

Um brinde a Boçalnaro preso

E fica a pergunta: Como um terrorista, quem fez atentado a bomba no quartel, pôde virar presidente?

Nos livramos da barbárie boçalnarista, dum novo golpe militar orquestrado pela superprepotência, mas não estamos na democracia maravilhosa, dos discursos ufanistas com linguagem inclusiva e tudo, dos discursos de Xandão, Lula e outros, em pleno vigor da ideologia-de-gênero. Quem está no poder sempre se arvora de paladino do estado-de-direito e da liberdade, confundindo sistema eleitoral com democracia (que é utopia).

Eua sempre autoproclamando paladino da liberdade e de todas as virtudes e xerife do mundo. Eu era criança em Brasília em 1972. O ufanismo do sesquicentenário da independência. Na avenida W3 uma série de comemoração. Eventos de todo tipo. Um general discursou. Sempre me lembro de que disse estarem defendendo a liberdade e a democracia.

Naquele regime o voto era proibido. Agora é obrigatório. Trocamos 6 por meia-dúzia.

O proibido durante 21 anos. O obrigatório já tem 40.

Pois é o mesmo em toda parte: Elogio em causa-própria

Ainda temos voto obrigatório, mesário-escravo, júri-no-laço, pedágio, misandria se institucionalizando… E nenhum movimento pra acabar com isso. Esquerda? Onde?

 

A inclinação de Urano

Urano é o único planeta inclinado do sistema solar. Tem inclinação de 97,77° no eixo-de-rotação, o que o faz girar praticamente de lado.

Uma teoria sobre a causa da inclinação é a de que um corpo com o dobro do tamanho da Terra se chocou e o inclinou

Mas se é verdadeira a idéia sobre os astros ocos, pois a idéia sobre a Terra oca ainda não apresentou contradição, enquanto a da Terra maciça tem várias, a inclinação se deve a alguma causa da natureza de Urano, na formação. Choque cósmico não inclina um astro, apenas inverte os polos.

Há 12 mil anos, quando o planetóide da Carolina se chocou contra a Terra e causou a espantosa catástrofe do mais recente dilúvio (Nome impróprio mas consagrado), os pólos se inverteram em vez de apenas inclinar o eixo

Nos astros, sendo ocos, a casca interage gravitacionalmente com a estrela-anã central, de modo que um choque cósmico sacode a casca, que logo se reestabiliza. Os astros não são esferas e sim esferóides. Numa esfera não há equador nem pólo.

Portanto não deve ter sido um choque cósmico a causa da inclinação de Urano

Não é questão de saber nadar

É um estereótipo arraigado a idéia de saber nadar. Como não respiramos na água nosso instinto é de permanecer em pé com a cabeça toda fora dágua. O medo e a falsa idéia de que afundaremos faz o indivíduo engolir e respirar água.

É necessário educar as crianças sobre que ninguém afunda na água e que se posicionar deitado de barriga ao alto, relaxando, se flutua com o nariz fora dágua. Numa piscina se pode permanecer assim indefinidamente, mesmo dormir. Num rio ou mar esse controle se dificulta, pois mesmo nadadores experientes podem se afogar. Mas tal postura dá mais chance de sobreviver controlando a situação com calma e respirando com segurança.

Os resultados de datação

Nossas datações via cabono-14 foram feitas em pedaços de madeira incrustados no tijolo de barro da principal estrutura da tumba, na vizinhança da câmara mortuária. Há muito dessa madeira. Foi simples coletar amostra. Os resultados obtidos vieram de dois laboratórios. No grego Demokritos os resultados de duas amostras foram de -1834–-2579 (Probabilidade 68,3%) e -2857–-2502 (95,4%). Os outros resultados vieram de Geochron em Cambride, Massachustes, Eua, de -2860–-2470 (68,3%) e -2880–-2350 (95,4%).

Pegando a menor data-limite das mais altas temos -2834. Com a mais alta das mais baixas, -2579. Provavelmente não corremos risco de errar ao supor a madeira ser de -2834 a -2579, período de 255 anos. Considerando a maior variação possível diríamos que as datas estão entre -2880 e -2350, período de 530 anos.

Ioannis coletou duas amostras de calcário da câmara mortuária, uma das quais não serviu pra análise. O resultado da amostra boa datada por termoluminescência ótica foi de -3300, com margem-de-erro de ±450 anos.

Uma data convencional prà morte de Casequemui é -2707. Embora nossas datas via carbono-14 incluam essa data em seu período, os fragmentos e o calcário não são tão tardios. Como a data mais antiga possível via carbono-14 é de -2880, e a menor data possível do calcário de -2850, isso sugere que a tumba de Casequemui seja dum período de 30 anos entre as duas datas.

Segundo esses achados a tumba de Casequemui é de 143 a 173 anos mais antiga do que afirmam algumas cronologias convencionais, e entre 200 e 220 anos mais antiga que a data comumente aceita pelo instituto alemão no Cairo (Antes de -2600).

Robert Temple, Aurora egípcia (Egyptian dawn), Madras, São Paulo, 2013, página 220

Notar que os resultados mais antigos estão há cerca de 5000 anos, a data da chegada de Vênus como cometa.

Há 5000 anos

Walter Emery resumiu algumas implicações dessas descobertas em seu panfleto Saqqara and the dynastic race (Sacara e a corrida dinástica), que foi a publicação duma aula especial ministrada na faculdade universitária de Londres em 1952:

Mesmo após mais de 1 século de pesquisa científica no vale do Nilo uma questão, se não a principal, enfrentada pelos egiptólogos é a existência do que Petrie chamava raça dinástica. A civilização faraônica seria o resultado dum passo repentino a diante na cultura pré-dinástica dos nativos ou se deveu a uma raça diferente cuja chegada mudou toda a tendência cultural do vale do Nilo há ~5000 anos?

Robert Temple, Aurora egípcia (Egyptian dawn), Madras, São Paulo, 2013, página 286

Espécie diferente. A chegada dos nomos de Sírio e a de Vênus há 5000 anos.

Sobre as academias

Eis o que Robert Temple afirmou sobre as academias científicas, páginas 404,405:

Inúmeros autores, antigos e atuais, teceram comentário sobre as culturas atlânticas, mas essas observações raramente receberam a atenção adequada. Talvez o motivo seja a ausência duma disciplina acadêmica ou departamento interessado na cultura atlântica. Assim que os arqueólogos duma região do mundo começam à discutir, se sentem incômodos por vagar além de suas fronteiras. Nada há que deixe um acadêmico mais nervoso, porque o deixa exposto a crítica de colega. O mundo acadêmico é cruel, impiedoso. Mesmo o menor desvio do comportamento consensual pode prejudicar toda uma carreira acadêmica. Só os, como eu, independentes de favor e aprovação de colega pra viver podem dizer o que quiserem e ultrapassar fronteira. A cada ano a competição por emprego na comunidade acadêmica recrudesce, o nível de medo se agrava e a timidez do discurso aumenta. Qualquer dia o mundo acadêmico encalhará como mar congelado, e todas as opiniões ficarão rígidas. Então todos se sentirão seguros.

Robert Temple, Aurora egípcia (Egyptian dawn), Madras, São Paulo, 2013, página 404

Sobre o idioma francês

Em francês o som U se grafa OU porque grafando U se pronuncia I gutural como em buffet e no alemão führer, parecido com o guarani y. Por isso grafam boulevard (Avenida ampla e arborizada) em vez de bulevar. Na página 436, legenda da figura 70, o autor debocha de tal característica, pois ingleses e franceses, com secular rivalidade, estão sempre se alfinetando:

Figura 70 ● O mapa das viagens do antigo viajante francês do século 19 Méhier de Mathuisieulx na Líbia mostrando o planalto de Taúna, grafado em francês Tahouna, pois sempre gostam de enfiar um O a mais em toda oportunidade, no lado direito superior. Tal região é especialmente rica em trílito, muitos dos quais foram fotografados por Dowper. Ver pranchas 60–64 e muitas outras no sítio internético.

Após ler Aurora egípcia, é notável como o conteúdo do livro é como se o anterior, O mistério de Sírius, não existisse. Como se Robert Temple sofrera a mesma suposta ameaça a John Alva Keel e Ubirajara Rodrigues. Nesse ponto o livro foi decepcionante.

Sobre a edição em português, Aurora egípcia tem muito mais vício-de-linguagem e deficiências que O mistério de Sírio, além de não pôr entre parênteses os títulos em idioma estrangeiro nem converter as medidas arcaicas (pé, polegada, etc). Nalgumas ocasiões acrescentava a conversão entre parêntesis, noutras não. Supérfluo manter as medidas arcaicas. Quem as quiser consulte o original. E a incoerência de usar o barbarismo site em itálico mas outro sem itálico. E o excesso de maiúscula.

Já que abordei esse tema, fiz uma campanha, experiência, nos comentários do iutube, tanto em português quanto em castelhano. Já que 99,99% dos iutubeiros é hipócrita e interesseiro, punha um breve explicativo, um deles com a conexão do vídeo dum gramático explicando, sempre que o iutubeiro usava um vocábulo equivocado. É espantoso o quão disseminado está tanto em português quanto em castelhano esse tipo de vício. É uma gente que não sabe e não quer saber, demonstrativo cabal da estupidez reinante em nossa era. Ninguém dá o braço a torcer, demonstrativo de imaturidade, descaso e arrogância.

Ou seja: Não é porque é a correção dum joão-ninguém, pois mesmo a explicação dum gramático é desprezada, visto que são tão bovinamente obedientes ao estereótipo imaginário da linguagem correta.

Tanto em português quanto em castelhano está disseminado o uso equivocado de ignorar em vez de desprezar. Que o motociclista ignorou a ordem policial pra parar. Então é inocente quanto a isso, pois ignorar é não saber.

Caramba! Se tem um vocábulo adequado, pra quê usar outro? Pra parecer chique, culto, original? É muita burrice.

Além da sistolifobia, sobre a qual já discuti muito

É espantoso o quanto esse horror a contração é onipresente, como dogma, enfeando o idioma, tirando a fluência e naturalidade, como quem marcha em vez de andar espontaneamente

É usar vocábulo equivocado o responsável pela deformação e degeneração dos idiomas, facilitando mal-entendido. Isso é mais grave em literato e jornalista, quem tem obrigação de redigir bem.

• Tradução em português. Errado. Tradução ao português porque é movimento. Se passa dum idioma a outro. Traduzir em português é traduzir dum idioma a outro, tendo o português como padrão. Assim como converter na base 10 é converter um número duma base a outra, tendo como padrão a base 10. Converter da base 14 à base 12. Nosso padrão mundial é sempre 10, como o padrão de tradução nacional é o português.

• Invasão do Iraque. Errado. Invasão ao Iraque. Quando os amariconas invadiram a invasão é sua, não do Iraque. A invasão do Iraque foi contra o Cuaite.

• Busca pelo nome, busca do nome. Duas formas viciosas típicas do português-de-jornalista. Busca ao nome.

• Culto dos mortos. Só se for enredo de terror. Culto aos mortos.

• Destruição do barco. Só se o barco é o autor da destruição. Destruição ao barco.

• Escapar ao bandido. Redação patusca. O ouropel da redação. Gente que quer parecer original e erudito e comete bobagem. Escapou do bandido. Escapar ao incêndio não é fugir dele mas escapar de não-se-o-quê em direção ao incêndio.

• O colar ao pescoço. Outra redação patusca. Não importa se está dentro ou no exterior do pescoço. O colar no pescoço. Ao indica movimento.

São exemplos de regras triviais, da escola primária, que deviam envergonhar, pois tal desprezo evidencia um nível cognitivo mui baixo.

Um pequeno exemplo da indigência cultural-intelectual reinante:

Bandidos con diferentes acentos. Pero todos con la misma mala idea: Creer que pueden engañarle a la ley. Algunos con crímenes mayores. Otros con ego de sobra. Todos con diversos finales.

Bandidos com diversos sotaques. Mas todos com a mesma má-idéia: Crer que podem enganar a lei. Alguns com crimes mais graves. Outros com ego sobrando. Cada um com final diferente.

Primeiro o vício de usar diferentes em vez de diversos. Depois dupla referência. A frase final, redação errada, pois diz que cada um tem diversos finais em vez de que não tem dois com final igual. Exemplo típico do escrever sem pensar nem revisar, do divórcio entre a lógica e a redação.

 

Nos clássicos desenhos-animados onde aparecem negros com beiços exagerados a praga do politicamente-correto decidiu considerar estereótipo racial ofensivo. Por exemplo, num vídeo sobre a origem do mascote da revista Mad o iutubeiro disse Nas páginas da Puck infelizmente não faltavam estereótipos raciais ofensivos. Então se condenariam todos os desenhos-animados, pois mostram estereótipos especimais ofensivos, pois caricaturam cão, gato, rato, etc. E mesmo o de A pantera cor-de-rosa, onde o inspetor Vivaldo é a caricatura aos franceses: Baixo e narigudo. Então se pode caricaturar francês, cão, gato mas o negro não? Só o negro não?

É muito chato, nesta era de praga do politicamente-correto, ter que freqüentemente ouvir essas opiniões idiotas

Tais opiniões ranzinzas são produto de ignorância e estupidez, fazendo eco à deletéria moda do politicamente correto, ferramenta pra destruir a cultura. Isso é terrorismo cultural.

 

Se pesquisando a pronúncia da marca Pfizer em cada país se constata que cada cultura pronuncia a sua maneira sem compromisso de ser fiel ao original. Mas o brasileiro, com o famigerado complexo de vira-lata, se crê, pra parecer culto, na obrigação de pronunciar o vocábulo como supostamente na língua original (maicruoussóft, línux, chérox) e isso até pra sigla (efbiai, emtivi, reitchbiou). Burrice cúbica.

A coisa fica patética quando forçam o característico proparoxítona do inglês em vocábulos doutro idioma. Por exemplo, locutor desportivo, pra parecer culto, pronunciar Zúrik o topônimo Zurique (Zürich), que não é de língua inglesa e sim alemã, (https://translate.google.com/details?hl=pt-BR&sl=de&tl=pt&text=Z%C3%BCrich&op=translate).

Isso aliado à sistolifobia, medo mórbido a contração, evitando contrair preposição com pronome, achando que assim é correto e chique, o que prejudica a fluidez, a praticidade e a beleza redacional, onde o fluido num soa enhum, como quem joga futebol como bola cúbica. É irritante ler e ouvir isso o tempo todo, como se numa dança os movimentos fossem todos quadrados, robóticos.


 O recenseador do IBGE entrevistará um casal

— Puxa! Faz tempo que não entrevistamos um casal tradicional. João e Maria! Um homem e uma mulher! Até pensei que não existia mais! Sugerirei uma reportagem no Fantástico. Começarei entrevistando seu João. Seu João…

— Peraí! Sou Maria. Ela é que é João. É que nos conhecemos numa clínica de mudança-de-sexo!

 

Coleção Adeene neles!

 

Alfred de Musset - Álvares de Azevedo – Sheridan le Fanu

 

Franz Schubert - Nathaniel Hawthorne

 

Paul Dirac – Pedro Infante

 

Richard Feynman – Robert Temple

 

Heintje Simons – Billy Mummy

 

Coleção Cartão-postal de Joanco

 




Criptópolis

Conto de Mário Jorge Lailla Vargas

O Sol já não aparecia. Não sabia se era noite ou dia. A longa caminhada já a dum sonâmbulo parecia.

O céu estranho enevoado, qual geomagnetopatia, induzia sensação angustiosa de desnorteio intenso e álgido. Então o sujeito respirou fundo buscando entusiasmo anódino.

A sinuosa trilha nas colinas, pedregosa qual peabiru, em intermináveis desfiladeiros qual falésias e alcantilados dos contos de Poe desembocou numa caverna com fachada revestida por ampelopse cuja entrada tortuosa levando a um sítio recôndito no âmago dum oco monumental.

Ivã Queiroz, arqueólogo descobridor a múmia egípcia e a muita relíquia e monumento de antigas civilizações do mundo, entrou eufórico como pressentindo algo insólito. Após longa descida com muitas voltas entre paredes com estranha fosforescência viu do alto estranha cidade que o fez lembrar as pétreas ciclópicas urbes de eras primevas e suscitando inefável sensação onírica das narrativas de Lovecraft.

A vista panorâmica se estendia a longe com a mesma fosforescência do corredor-de-entrada, inspirando convidativa sensação de fascínio.

Então se lembrou dos relatos sobre sítios encantados cheios de tesouro, cujo andarilho descobridor decidiu marcar o local pra voltar mais apetrechado, e nunca mais reencontrou o local. Dos quantos relatos, como Os sete adormecidos da lenda chinesa ou o célebre conto Rip van Winkle, de Washington Irving. Adormecer e ou aceitar comida ou bebida oferecida por misterioso ser que vive ali faria despertar ao menos vinte anos depois.

Como os navios-fantasma, os monstros criptozoológicos e criptobotânicos, que surgem temporariamente em tempestade magnética, vindos quiçá doutro universo, e aqui realizam façanhas como a dos gigantes semideuses do tempo prími-histórico, certamente essa é uma das tantas criptópoles do mundo, lendárias, ocultas, ignotas, perdidas ou desaparecidas. Zerzura, Manoa, Xambala, Agarta

Como nas catedrais, erigidas sobre nós telúricos, ou os locais com anomalia magnética, que perturbam o psiquismo e propiciam o trânsito de espectros (desdobrados, vampiros) intraterráqueos vindos pra assediar e sugar os seres de consciência desperta, o estado-de-humor ali, seja tudo etérico e efêmero ou sítio arqueológico terreno e banal, a sensação psicotônica era de inspirada empolgação.

No fundo da paisagem, formando um horizonte semicircular, um riacho corria a leste, na direita do observador, se afunilando num bocal que ao longe o transformava em riacho subterrâneo. Ivã não titubeou em seguir na beira-rio, pois assim não se perderia, bastando seguir a margem em sentido contrário pra voltar.

Após meia hora ao longo de gigantesca muralha de pedra que o fazia parecer uma formiga e cuja espessura não pôde avaliar, chegou ao riacho. Ali viu gigantesca pirâmide como numa praça transversal.

Então, num sacudir-de-cabeça, como de repente percebendo estou bobeando!, voltou a um setor da muralha repleto de sinais estranhos parecendo texto num mural, e, embasbacado, sacando lápis e papel da mochila, desenhou cuidadosamente o conteúdo do mural com a esperança de futura decifragem.

A seguir as edificações, sempre líticas, pareciam aposentos feitos pra gigantes. Colossais sacadas o faziam se sentir gato em morada humana. Abóbadas ciclópicas aqui-e-ali, com portais gigantescos decorados com magníficos baixo-relevo o deixavam indagando o quê seriam e quem o usava. 

Pouco antes do fim do riacho imensa plataforma qual pirâmide escalonada, cujos degraus mal podia escalar, tinha no centro a estátua, de cerca de 3m de altura, dum ser antropomorfo lembrando os moais de Rapanui.

Num arroubo de inspiração poética e ardor científico, saudou a estátua como se a um deus se dirigisse:

Enigmática figura de eras primevas

Quão sabedor sobre priscas eras

A ti dedico a música-das-esferas

A mim sabedoria e vida longevas

Olhou em volta da estátua e a desenhou pacientemente, indo e voltando pra conferir detalhe, cansado e sonolento.

Já se via coberto de glória, recebendo o título de sir Ivã, dando palestra e entrevista, com banquete em sua homenagem, livros em louvor… Aquilo tudo deixaria no-chinelo as ânforas desenterradas, os ladrilhos decorados salvos do olvido e estatuetas resgatadas de salões escuros após intenso labor com as mesmas técnicas dos saqueadores-de-tumba

Se deitou aos pés da estátua, vencido por sono e cansaço, apenas pruma soneca revigorante, não sem um temor supersticioso de despertar décadas depois, mas embevecido por glória futura, e levar aquela estátua àlgum museu.

Fechou os olhos e formulou o pensamento:

— Esta criptópole batizo Criptópolis

Mas qual o sonho da escada de Jacó, da Bíblia, ou Os sonhos na casa da bruxa, de Lovecraft, o enredo do sonho era nítido e consistente como sonho lúcido

Num futuro remoto a arqueologia tradicional é tida como bárbara por causa dos grandes avanços das ciências psíquicas. Por isso o período entre a renascença e o século 21 é chamado era bárbara.

Um erudito palestrando sobre arqueologia:

— É lamentável que durante séculos os toscos arqueólogos poluíram a egregor dos sítios e peças. Pensamento é comprimento-de-onda que se grava na matéria circundante como eletricidade numa pilha. O arqueólogo estar presente antes do processo de metagnomia pra mapear e ler o pensamento ali gravado, com seu pensamento polui a egregor, memória-das-paredes original. É como fazer uma festa numa cena-do-crime. Há 150 anos o grande paranormalólogo Érico Dantas lutou pra preservar o acervo psíquico dos sítios arqueológicos, o que abriu uma trilha essencial à criminalística, pois pôs fim ao obscurantismo supersticioso, embasbacado e pueril prevalescente até a era bárbara ante os fantasmas e assombros em geral. Postura que desperdiçava um recurso valioso à criminalística, pesquisa científica e muitas outras áreas. Graças à metagnomia praticamente não há mais evento que permaneça ignoto. Qualquer evento pode ser restaurado e recuperado. Não existe mais segredo. Por isso tanto os arqueólogos quanto os demais pesquisadores tradicionais, outrora tão admirados, são execrados como ignorantes que muito lamentamos não terem fracassado na busca pra hoje estar intata a memória-das-paredes dos locais pesquisados.

Naquela época a ciência da era bárbara é tida como grosseira, tosca, dogmática. Seus cientistas como feiticeiros de caixa-negra, materialistas do capitalismo selvagem, amantes de estereótipo, petulantes sacerdotes do racionalismo exaltado e furioso se crendo com o rei na barriga, vistos do mesmo modo que os arrogantes pedantes da era bárbara viam os medievais.

Num giro cinematográfico o sonho passa a crianças numa biblioteca, fazendo um trabalho escolar. Folheando um grande livro sobre a era bárbara, pois tal era os fascinava como a medieval fascinava os do século 20, viam retratos sobre arqueólogos dos séculos 19 a 21 e fotos sobre escavação. A professora comparando tal método com as operações invasivas do primórdio da cirurgia.

O sonho se interrompe com as crianças saindo

Despertou com a vívida impressão da ronda-de-sonho. Longo instante pensativo qual a dantesca célebre escultura O pensador, de Augusto Rodã, e se levantou pra sair.

O clarão da radiosa manhã o ofuscando na saída, avançou com passo firme, transtornado com tudo aquilo

Resta saber a resultante daquela crise na cabeça de Ivã


quarta-feira, 12 de março de 2025

Zé Brasil


Monteiro Lobato - Zé Brasil, 1951 - escã bruto.cbr

Mais uma obra ignota de Monteiro Lobato. Quantas mais na sombra? O leitor entenderá o motivo presse autor ser tão difamado pela máfia globalista.

Comentário de Otávio Marcelino, o livreiro quem achou o livro

Linda obra

Por ser perseguido e perseguida a obra ela foi caçada

Portinari, solidário e revoltado, editou uma que também foi caçada e retirada do comércio

De Zé Brasil sobrou nada, mas milagres acontecem

 Atenção!

Atualização da sinopse biográfica de Cami

Baixar novamente

Os mais belos contos burlescos, irônicos e sarcásticos – 1947.pdf

Os mais belos contos burlescos, irônicos e sarcásticos – 1947.docx

 Vênus é infernal porque veio de Sírio?

Em Mundos em colisão (Worlds in collision) Velikovsky afirma que Vênus não estava aqui na antigüidade. Chegou há 5000 anos como cometa, se acomodando na órbita atual e causando perturbação gravitacional que gerou importante catástrofe. Provável explicação ao fato de que gira ao contrário dos outros planetas solares.

Tal catástrofe é o que se diz sobre Nibiru narrada no Apocalipse (que significa apenas revelação). Nibiru é o nome sumério de Vênus. Chamar Nibiru a um suposto planeta que se chocará contra a Terra é produto de catastrofista ignorante. Portanto o texto do Apocalipse não é profecia futurista e sim relato sobre evento passado.

Em O mistério de Sírio (The Sirius mystery) Robert Temple fala sobre os nomos de Sírio, cetáceos inteligentes vindos dum mundo da estrela Sírio, que criam Egito e Sumer e construíram as pirâmides. Explica que as pirâmides eram submersas, pois o padrão erosivo é aquático, não eólico. Tais seres, tidos por divulgadores ignorantes como répteis ou reptilóides, embora as estatuetas gritantemente representam seres com mama e inclusive amamentando, são os que originaram a imagem das sereias, estereotipando a ser metade peixe metade humano, estereótipo, pois peixe tem cauda vertical, enquanto sereia e cetáceo tem cauda horizontal.

O corpo sinuoso cetáceo fez o estereótipo se aprofundar ainda mais, gerando a imagem de dragão e serpente

O sacerdote caldeu Beroso disse que tais seres são meio diabólicos. O que nos leva a associar aos parasitas psíquicos intraterráqueos que lançam os ufos e controlam a humanidade através das religiões. É chamativa a semelhança dos vocábulos nomo e gnomo. Temple explicou que a mumificação é uma idéia deturpada, estereótipo, do fenômeno da catalepsia.

O fato de todos os astros serem ocos é o maior segredo geopolítico. Recentemente investimento pesado na estúpida polêmica em torno da Terra plana foi um ardil globalista pra abafar a discussão emergente sobre a Terra oca.

Nossa ciência oficial, mafiosa e excludente, só considera a superfície externa dos astros, o que é um erro colossal, pois imensamente mais promissora é a superfície externa.

A superfície externa de Vênus é um inferno de alta pressão e temperatura a 480°C. Vênus é originariamente um planeta da estrela Sírio?, a estrela mais brilhante vista da Terra, estrela azul, portanto a mais quente. O intenso calor de Sírio produziu tal inferno na superfície externa venusiana?, mas na superfície interna a condição pode ser ideal pra vida. Num oceano da superfície interna, com gravidade mais fraca que a da superfície externa, seres inteligentes podem ter evoluído. Seres de alta tecnologia, capazes de fazer seu planeta viajar como espaçonave e o acomodar na órbita doutra estrela.

Mas como seria a superfície interna? Provavelmente um ou mais oceano como os das duas superfícies da Terra.

Outra evidência sedutora é o mito andino peruano sobre Oriana, a deusa orelhona aquática venusiana. Oanes, dos nomos de Sírio, fundadores de Egito e Sumer, quem seriam os titãs, inimigos dos deuses.

Ler e comparar Sitchin, O 12º planeta (The 12th planet), e Robert Temple, O mistério de Sírio (The Sirius mystery)

 

O auê sobre o bum de ufo em Eua. Encenação deles. Quem leu o livro postado aqui, de John Alva Keel, Operação Cavalo-de-tróia, entenderá.

 https://www.youtube.com/watch?v=Ee8rLj-UZ2A

Películas gemelas

Filmes gêmeos

Poligênese não existe. É um conceito bonito pra encobrir conspiração.

 https://www.youtube.com/watch?v=8NhA-YFv6mY

A farsa do êxodo. Arqueólogo destrui Moisés

 https://www.youtube.com/watch?v=Ytn7OcikDkE

Plano-de-saúde de 1º-mundo

Na entrevista Dedé conta que na Globo ganhou um plano-de-saúde de primeiro-mundo

Dã?!

Como primeiro-mundo?!, se em Eua não há tal coisa, o serviço sanitário é caríssimo!, e se chamar uma ambulância se ficará pagando uma dívida enorme. Um exame de covide custa o olho-da-cara. Não tem essa de atestado médico. Não trabalhou, não receberá. É até hoje a corrida-ao-ouro. Só tolos embasbacados sob lavagem cerebral via imprensa massiva sonham morar lá, pois Eua não passa duma serra-pelada glamurizada.

Pra desmanchar a idéia estereotipada do que é 1º-mundo, é bom saber que nada tem a ver com desenvolvimento, civilização e outros conceitos que são elogio em causa-própria:

1º-mundo: Estados-Unidos, Europa ocidental, Israel, Japão, Coréia do Sul, Taiuã, etc.

2º-mundo: Países alinhados com URSS e China

3º-mundo: Os países não-alinhados, como Brasil e Índia

Em A 3ª guerra mundial já começou (La 3e guerre mondiale est commencée), Jacques Bergier aventa o 4º-mundo: Os países pequenos e pobres fora das rotas comerciais marítimas

 

Sobre Sílvio Santos e outros tantos

E porquê não gosto de celebridade

Vejo nos diversos canais manifestações maniqueístas sobre Sílvio Santos. Os admiradores condenam os que falam mal. Mas uma coisa é ser fã da pessoa, outra da personagem (ou a arte que exerce, que é uma forma de personagem).

Uma coisa é discutir a qualidade do talento, outra a moral pessoal

Não falarei sobre a moral pessoal, pois é assunto pra quem o conheceu, nem sobre o talento, que seria chover no molhado

Falo sobre geopolítica e nacionalismo. Os que amam e defendem seu país, como Putim, de cérebro não lavado pela mídia da máfia apátrida globalista, percebem a gritante realidade: Toda celebridade é suspeita porque o sistema que domina o país via Maçonaria, é apátrida, globalista e caosista. De modo que no oxidænte só tem sucesso (Claro que há lacuna, mas cada veze menos à medida que a máfia avança) judeu-sionista, mação, comunista dissidência controlada e maricas.

Qual a cara da elite dominante no Brasil? Oportunistas sem moral nem pátria, quem só quer ganhar dinheiro, poder, prestígio. Numa terrível fase de baixa em Brasil e Portugal, ascendem ao poder e prestígio elementos vendidos, traidores da nacionalidade, indiferentes a uma ideologia depravada que se espalha cada vez mais. Sempre fingindo ignorância, são condescendentes com tal estado-de-coisa: Um Brasil com complexo de vira-lata, gigante abobalhado indefeso ajoelhado ante as potências ocidentais.

Potências de polichinelo, pois o 2º-mundo está mostrando que tudo do 1º-mundo não passa dum roliúde em todos os âmbitos

Quando ruir de vez a depravada pseudocivilização do oxidænte veremos ser pendurados em Nurembergue todos os cabeças da grande mídia, fantoches das potências ocidentais, traidores da nação e omissos ante a disseminação de ideologias depravadas. Exceto os que tiveram a sorte de morrer antes.

É o que tenho a dizer sobre celebridade, talentosa ou não

 

https://www.youtube.com/watch?v=JldTzEUmYu0

2:30 Seio, não seios. Seio é a cavidade, não uma das mamas.

No programa do Jô mais um vocábulo deturpado pelo mau-uso. Mais um vocábulo equivocado pra nossa coleção.

Em teu seio, ó liberdade

O verso no hino nacional se refere ao centro do peito, coração no sentido de centro , âmago, alicerce

 

Invasão do Iraque. Defesa de Caliningrado. Culto dos mortos. Tradução em português.

Não!

Invasão ao Iraque. Defesa a Caliningrado. Culto aos mortos. Tradução ao português.

Invasão do Iraque é quando o Iraque é o invasor, não o invadido

Defesa de Caliningrado é quando Caliningrado faz defesa própria. Quando se refere à defesa que está ali.

Defesa a Caliningrado é quando Caliningrado é defendido por algo externo ou maior. Quando a federação russa defende o enclave.

Infelizmente o que se vê em geral é redação sem pensar no que se diz, sem objetividade e sem dominar o idioma. Forma de redigir frívola e irresponsável. Evidência dalgum grau de estupidez. Também mui comum em castelhano.

É triste ver em dicionário ou outro espaço que se supõe erudito a frase tradução em português em vez de tradução ao português

Um exemplo de como se redige sem refletir. Sobre os comandos ucranianos caçando cidadãos aleatoriamente pra levar, a força, ao campo-de-batalha:

Que la población empieza a juntarse en un coro nel cual mutuamente piden a los policías [policiales] dejar de arrastrar personas inocentes al matadero. Que dejen de reclutar de manera involuntaria a los ciudadanos en Ucrania.

Que a população começa a se juntar num coro no qual mutuamente pedem aos policiais deixar de arrastar gente inocente ao matadouro. Que deixem de recrutar de maneira involuntária os cidadãos na Ucrânia.

 

Por quê numa parada todo mundo vai andando, e num andaime todo mundo fica parado?

 

Coleção Adeene neles!

 
Onde anda Messi

 
Eis a prova que japonês é tudo igual

Celso Portiolli - Jack London

 

Coleção Cartão-postal de Joanco

 










domingo, 7 de abril de 2024

A epilepsia de Bonaparte

 


Antônio Dias de Barros - A epilepsia de Bonaparte.pdf

Antônio Dias de Barros - A epilepsia de Bonaparte.docx

(Notas de psicologia mórbida)

O quê os psiquiatras de então se calaram sobre Napoleão

A nota ironia do destino fica por conta do endereço da editora num livro sobre Napoleão ser rua do Hospício




A ortografia da época

A ortografia é arcaica, e a redação rebuscada nalguns trechos, erudição afetada:

Apraz-me expôr, antes de manifestações outras dessa anestesia moral á qual me refiro, e para contraste com ella, antes que analogos factos do simples dominio das relações sociais que passa a expôr-o opposto dessa crueldade, o verdadeiro reverso da medalha cujo anverso se acabou de ver

Me apraz expor antes doutras manifestações dessa anestesia moral à qual me refiro, pra contrastar, antes de fatos análogos no simples domínio da relação social que passo a expor, o oposto dessa crueldade, o verdadeiro reverso-da-medalha cujo anverso se acabou de ver.

 Trecho em destaque

É o caso que, na tenra idade de nove anos, conforme disse, Bonaparte se tomou de criminosa e violenta paixão sexual por uma tia, senhora de 37 anos. É escusado narrar o detalhe e as peripécias de tal drama sensual. Basta dizer que, por imposição e ameaça inenarráveis e quase impossíveis de serem acreditadas, Bonaparte fez calar o escrúpulo dessa infeliz senhora, quem se viu na triste contingência de ter como amante uma criança da idade que seus filhos teriam, caso os possuísse.


https://www.youtube.com/watch?v=nc_CNrIpLLA

17 anos de prisão foi misericórdia do STF. Deputada defendeu golpista mesmo diante de provas

Eis Víctor Panchorra, o canal pioneiro em transmitir o depoimento dos terroristas patriotários do 8 de janeiro. Apesar de não ser jurista é diletante em direito, explicando cada passagem e respondendo a pergunta. Além de fazer humor de qualidade.

Nunca gostei muito de filme com enredo em tribunal, pois me repugna o excesso de formalismo, mesmo numa série chata como Jornada nas estrelas, como aquele senhor, senhor, continência e tal. Talvez porque ambos carecem de humor. Mas aqui é mui divertido e instrutivo, corrigindo os estereótipos roliudianos e mostrando como funciona e como deve funcionar.

O pessoal perguntando onde está o juiz falando a sentença ao réu. Víctor explicou que não é como nos filmes. Aqui a sentença é no papel. Passo-a-passo interrompe pra explicar, comentar, rir, mostrar cenas do evento, pra mostrar o quanto o réu está mentindo, comentar a estratégia dos advogados e como tudo funciona.

Nisso tudo ficou evidente que o discurso bolsonarista de perseguição e injustiça é mentiroso, pois se vê um comportamento altamente profissional, respeitoso e até um pouco bonzinho demais, não dando brecha pra anular o julgamento. Tanto é, que o ministério público pediu 30 anos de prisão mas o máximo dado até agora é 17 anos.

Passando imagem positiva sobre o judiciário. Mui diferente da que tenho sobre o de Mato Grosso do Sul: Jecas arrogantes que se acham deuses.

Em nítido contraste, a estratégia da defesa é, se supondo honestidade, incompreensível e inacreditavelmente amadora. Com os réus mentindo descaradamente contra as provas, usando o direito constitucional de não responder, e assim protegendo os cabeças do movimento golpista terrorista.

A exposição da inépcia dos advogados, principalmente fazendo perguntas tolas e impertinentes, gaguejando e se perdendo, além do péssimo português, levou esses advogados e a rádio Auriverde a perseguir o canal judicialmente e em declarações em vídeos. Por isso Víctor está arrecadando dinheiro pra sua defesa e ataque.

Como disse um autor ironizando os juízes do caso Ludum, 1634, quem proibiram comentar suas decisões, pois o pessoal fazia muita chacota: Cada um tem direito de ser ridículo ou odioso em paz.

Os ao-vivo são diários

Quem diria que um dia eu gostaria de ver depoimento em tribunal?!

 

https://www.youtube.com/watch?v=TTTfTK0MK6M

Ataque terrorista en Rusia - Consejos de un militar

https://www.youtube.com/watch?v=cs5y6SBE7ww

Ubirajara Rodrigues quebrou o silêncio

Ubirajara Rodrigues escreveu o magistral O caso Varginha, assim demonstrando ser ufólogo dos melhores, como John Alva Keel e Jacques Vallée. Mas misteriosamente, eu diria compreensivelmente, se recolheu durante muitos anos, reaparecendo na entrevista.

Argumento sólido, mente ponderada. Mas o motivo do recolhimento persiste incógnito.

Que se conscientizou de que a simples coleta de casos a nada leva, e de que a política de divulgar todo caso é irresponsável e aumenta o enigma em vez de o diminuir

As seguintes afirmações parecem uma repetição do citado no livro aqui postado de John Alva Keel, Operação Cavalo-de-tróia:

1 Que é preciso superar a fase de coletar caso, e passar a os estudar cientificamente

2 Que aconselha desestimular os filhos a se dedicar a ufologia

3 Que a idéia de ufo como espaçonave extraterráquea é falsa

4 Que com o tempo amadureceu a concepção sobre o fenômeno e a técnica investigativa

5 Que a política de divulgar todo caso está errada

Tudo isso mais a postura mui séria e um pouco nervosa leva a pensar que sofreu o mesmo que Keel: Ameaça velada, onda-de-azar, assombro, campanha pra descrédito

Como li o livro, estranhei a discrepância do escrito, com o dito na entrevista, sobre a morte do militar que teve contato pele-a-pele com o álien. No livro explicou que não havia nave, que foram seres aquáticos saídos do rio Verde, ali perto. Que ser aquático libera amônia via pele porque a água dissipa. Que os seres terrestres liberam via urina porque o ar não dissipa a amônia, senão morreria intoxicado. Que o militar teve contato com o álien, por isso morreu intoxicado por amônia. Mas na entrevista estranhamente falou que a morte do militar foi causada por uma bactéria. Sem dizer que mudou de opinião, que descobriu dado novo e que retifica o que está no livro. Nada. Apenas deu a segunda versão como se o que disse no livro não existisse.

Apenas discordo do que disse sobre a raridade do fenômeno e sobre a teoria de Vallée. Disse que a impressão de ser mais freqüente que antes é ilusória porque é mais observado que antes, o que é verdade. Que é fenômeno raro. Isso não. A densa estatística de Vallée demonstra o contrário. Sobre a teoria de Vallée de que os ufos são demônios, disse que isso é fantasioso. Isso também é estranho.

A questão é a concepção de o quê é demônio. Talvez Bira entendera demônio no sentido tradicional, da religião e do folclore. Pra Vallée são seres doutro universo. Pra mim são parasitas psíquicos, vampiros. Se eu disser vampiro, alguém pode rir imediatamente se reportando ao estereótipo do cinema, gibi e literatura. Mas isso é induzido porque esses meios o estereotiparam intencionalmente, técnica de saturação, da psicologia-de-massa.

Ufo não pode ser doutro universo porque manipulam nossa sociedade a seu gosto, indo e vindo. Não se pode transitar dum universo a outro. Como a viagem-no-tempo, que propriamente dito é impossível: Se trata de ir a um universo parecido ao passado que queremos visitar, mas é impossível voltar. Se vai a um universo semelhante ao do ponto-de-partida. Só assim não há o célebre paradoxo de matar o pai.

 

https://www.youtube.com/watch?v=UgqSJ3MdnwQ

Palestra com Jacques Vallée

Jacques Vallée é ufólogo destacado. Em vez do simples entrevistador a avistador, mantém imensa estatística, cruzando dado pra demonstrar que o fenômeno ufo é mui comum e banal, e aponta contradições na idéia de ufo ser espaçonave extraterráquea.

E sua estatística não abrange apenas a tradicional era ufo, desde 1947, mas mantém uma equipe internacional que pesquisa casos até na antigüidade.

A Rússia e a profecia de Fátima

Profecia é conspiração disfarçada anunciada pra abrir caminho no inconsciente coletivo

É sabido que uma parte importante do segredo de Fátima tem a ver com a Urs. Na terceira aparição, em 13 de julho de 1917, a senhora mais branca que o Sol veio pra pedir a consagração da Rússia a seu imaculado coração. Se assim se fizera, aquele país se convertera e houvera paz, mas como não aconteceu assim, espalhou seus erros no mundo, promovendo guerra e perseguição à Igreja. Por isso os bons foram martirizados, o santo padre teve muito a sofrer e várias nações foram aniquiladas, perdendo a independência e liberdade.

É evidente que a redação é da igreja católica, dizendo que a conseqüência da consagração é evento passado, a menos que esteja mal redigida. Como o livro Apocalipse (Revelação), que descreve cataclismo passado, não previsão.

A Rússia pós-Urs está alinhada com a igreja ortodoxa russa, reafirmando os valores tradicionais, em oposição à depravada civilização ocidental. Uma visão apressada levaria a pensar que esse alinhamento é o cumprimento da suposta profecia.

Noutra postagem expliquei que os antigos profetas eram astrônomos que perscrutavam o céu pra ver outro corpo celeste que se chocaria contra a Terra provocando uma nova traumática catástrofe, um novo dilúvio, um novo fim-do-mundo

É sabido que Fátima e outras aparições são fenômeno ufo. Os parasitas que lançam os ufos, ou que os são, manipulam nossa sociedade através de religião. Vampiros, que pra sugar energia vital necessitam inspirar amor ou medo, pois são os dois estados-de-ânimo que abrem portal psíquico, ou seja, deixam o inconsciente indefeso.

A horrível superstição chamada cristianismo, obscurantista e maligna, é nitidamente vampiresca: Culto ao sangue (crucificação, lavar os pecados do mundo com sangue), ressurreição (Despertar da catalepsia), comunhão de pão-e-vinho (Vudu: Eis minha carne! Eis meu sangue!)

As igrejas orientais, não infestadas por sionistas (jázaros) sabem que os corpos incorruptos são vampiros, enquanto a romana os considera santos. A igreja punia e desestimulava de toda forma a violação a tumba, pra evitar executar vampiro. Eis mais evidências da natureza vampiresca da igreja romana e a raiz de nosso arquetípico tabu onde se protege mais aos mortos que aos vivos. O código penal brasileiro: Violação a sepultura. Artigo 210. Violar ou profanar sepultura ou urna funerária: Pena de reclusão de 1 a 3 anos, e multa.

A lei é importante pra preservar material pra investigação, peritagem. Me refiro ao que originou um tabu tão forte. É o vampirismo. Ver o livro aqui postado, de Jacques Marcireau, Ritos estranhos no mundo (Rites étranges dans le monde). Alguém já questionou por quê os vermes e bactérias podem comer um corpo mas temos horror a que o façam os tatus, cães e urubus? Por quê essa superstição tão irracional?

Porque, como explicou Robert Temple em O mistério de Sírio (The Sirius mystery), a mumificação se originou como estereótipo, magia imitativa, à catalepsia. Os nomos, gnomos?, cetáceos de Sírio que fundaram Egito e Suméria, sobre quem o sacerdote caldeu Beroso disse que são seres meio diabólicos, são os deuses dos sacrifícios-humanos, pois nossos predadores. Vendo os nomos despertar de catalepsia, os humanos supuseram erroneamente que basta conservar o corpo pra o despertar num futuro remoto. E os humanos só sabiam conservar retirando as vísceras. Por isso as múmias.

Depois do dilúvio, pois não sabemos como era antes, só supomos, vivemos até hoje um sem-fim de civilizações que ascendem e caem. Até hoje: Os mesmos que fundaram o império alemão o derrubaram. Fundam Estados-Unidos, pra o derrubar em caos. Manter a humanidade sempre em caos, pois assim é fácil sugar energia vital.

Suspeito que os nomos de Sírio são de Vênus. Velikovsky, em Mundos em colisão (Worlds in collision) afirmou que Vênus não existia na antigüidade. Chegou como cometa há 5000 anos. A acomodação causou transtornos gravitacionais que causaram um cataclismo menor mas não comparável ao dilúvio. Seria o que destruiu o Egito e causou o êxodo, e também deixou os barcos do Ararate presos na altura, o que levou à confusão do Ararate com o dilúvio, que é de 12 mil anos. O Ararate nada tem a ver com Noé.

Sírio é uma estrela mui brilhante. A que vemos mais brilhante no céu. Até aqui é coerente a idéia de que Vênus era um planeta de Sírio. O fulgor excessivo de Sírio seria a causa da infernal superfície venusiana. Então os nomos seriam do lado interno.

Minha teoria é que os nomos têm tecnologia pra transformar seu planeta numa espaçonave. A acomodaram na órbita solar. Isso explica o fato de Vênus girar ao contrário dos outros planetas solares. Após dar a tecnologia aos homens (Prometeu), coisa que os eloim, nossos criadores, não queriam porque nos criaram pra minerar ouro, os eloim atacaram os nomos. Foi a guerra dos deuses contra os titãs. Quem nos usava pra minerar, os eloim, contra nosso predador, os nomos.

O lado interno dum planeta independe da estrela do sistema, pois é regido pela estrela-anã interna. O planeta se lançar ao espaço não seria catastrófico como pros seres externos. Uma diferença seria o aumento da gravidade ao se afastar de sua estrela. E ao se acomodar na nova órbita a perturbação gravitacional que causa cataclismo no lado externo é mais suave ou nula no lado interno de todos os envolvidos.

Ver Oriana, a deusa orelhuda aquática venusiana, de Tiauanaco. https://codigooculto.com/civilizaciones-antiguas/dioses-extraterrestres-oriana-la-diosa-orejona-de-tiahuanaco/ Na mitologia grega Vênus nasceu da espuma marinha. Vênus pode não ser um inferno no lado interno. Talvez certos ufos venham de lá.

Ufo é um fenômeno magnético, quântico, psíquico: Desdobramento, viagem astral, duplo etéreo. A Rússia tem inéditas e mui avançadas armas magnéticas, muito mais avançadas que as ocidentais. Isso leva a supor que uma facção ufo rival da que infesta o ocidente é a que está atrás do poder russo.

A geopolítica ocidental obviamente não é humana. O que vemos é um plano mui paciente, metódico e detalhado. Se nota claramente a ação dum parasita, não dum cérebro mamífero. Vemos nos atos de Putim algo que se contrapõe a isso, ainda com mais eficácia. Nos embate da Rússia contra os otãrios se percebe a dificuldade ocidental em reagir quando seu plano é perturbado. Essa observação prestigia o afirmado por Paul Bennewitz, de que em bases ianques há subterrâneos onde supostos extraterráqueos se abrigam. Seriam os que interferem em nossa sociedade, capazes de elaborar um plano-de-ação paciente e minucioso mas que tardam a reagir quando esse plano é perturbado. Ver https://thoth3126.com.br/o-relatorio-dulce-base-subterranea-dos-eua-e-extraterrestres-1/. Se é verdadeiro o relato, não são extraterráqueos, e sim intraterráqueos; não há humanos seqüestrados, pois abdução é alucinação induzida pra sugar energia vital; e os ufos são mestres em disfarce, criando elaborados teatros pra nos induzir a crer que são extraterráqueos. Não gosto da sigla ET, mais afeita a filme juvenil. O que aponto aqui é apenas a coerência entre o tardar a reagir a perturbação no plano, e a geopolítica.

Se argumentaria que a superioridade tecnológica soviética e a hoje russa é porque tomaram Berlim. Os ocidentais ficaram com a parte periférica, como von Braun, tendo de apelar ao roliudismo pra encenar um pouso na Lua.

Mas, de qualquer forma, a espantosa tecnologia nazista alemã foi passada por demônios, seres intraterráqueos, como bem afirmou Robert Ambelain em Os arcanos negros do ritlerismo (Les arcanes noirs de l’hitlerisme), onde se fala dos estremecimentos de Hitler ante um ser escabroso, e a grande quantia de etnia tibetana achada entre os soldados alemães mortos

E, enfim, a gigantesca decepção mundial ante a declaração oficial da causa do caso Diatlove como simples avalancha. Tudo isso juntado levaria a concluir que a Rússia tem um pacto com alguma facção ufo. Não sabemos como é o lado interno da Terra. Lá pode haver uma guerra como a que vemos no lado externo.

Na postagem que fiz sobre a pesquisa de Natália Diaconova está explicado que a causa do caso Diatlove é chupa-chupa, bola-de-fogo, ufo que queima e mata.

Mas talvez seja como o caso da força aérea ianque. John Alva Keel explicou que não é bem a força aérea e o governo conspirando pra esconder o fenômeno ufo. Que a força aérea já sabia que não são objetos materiais, mas que é preferível deixar pairar a nebulosa hipótese de conspiração e segredo a contar a verdade a um público ignorante, o que seria inútil, estressante, ingrato e inglório.

Segundo Zecharia Sitchin, em O 12º planeta (The 12ᵗʰ planet), os deuses (eloim) são dum sistema, creio que uma anã-vermelha ou marrom, com órbita excêntrica como Plutão, com período de 3600 anos, cuja volta será entre 2060 e 2100. O planeta dos deuses é Marduque, não Nibiru. Nibiru é o nome sumério de Vênus.

Serão Rússia e China aliados dos eloim pra acabar de vez com a granja humana dos nomos?

Quem viver verá

  

Coleção Adeene neles!

 
Gabriela Varella - Viviane Araújo

Rachel Smith - Taís Araújo

Louise Marleau - Maria Isabel de Lizandra

 

Álien de Varginha - Demônio de Dôver

 

Ponto em comum - Enéias

 

Sílvio Brito - Aracy de Almeida


Monstro de Planícies (Flatwoods) - Zé Gotinha

 Elizabeth Peña - Sandra Annenberg

 

Elon Musk - John Kirk

 

Coleção Pareidomapa

 
Mar de Azove - cutelo

 

Coleção Cartão-postal de Joanco