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domingo, 29 de janeiro de 2023

John Alva Keel, Operação Cavalo-de-tróia

John Alva Keel - Operação Cavalo-de-tróia.pdf

 John Alva Keel - Operação Cavalo-de-tróia.docx

 John Alva Keel - Operación Caballo de troya.pdf (Sem revisão)

John Alva Keel - Operation Trojan horse.pdf (Sem revisão)

 

Não confundir com o título homônimo do picareta JJ Benítez

A tradução do livro de John Alva Keel, que junto com as obras de Jacques Vallée, é essencial pra compreender o fenômeno ufo. Um dos tantos livros que muitos iutubeiros, supostos pesquisadores, conhecessem se poupariam dizer tanta bobagem.

O autor, cuja profissão era jornalista, usou método científico, cruzando estatística pra achar padrão no fenômeno, e assim o desvendar. Chegou muito perto, roçando a realidade ufo. Mas a filiação à ciência oficial, que mantém as ciências psíquicas como tabu pra não desvendarmos o fenômeno, o impediu de desvendar tudo. A ignorância em ocultismo, que prejudicou Carl Sagan e Jacques Bergier, por exemplo, o deixou a centímetros de agarrar a presa.

É admirável a inteligência do autor, pois dada sua formação profissional, a complexidade do tema, o dogmatismo da ciência oficial e o mar de desinformação reinante entre os ufólogos (até hoje), esclareceu tanto tema tão obscuro.

Pus muitas notas-de-rodapé pra ajudar o leitor a cruzar dado e fazer analogia

Eis trechos que selecionei, sem as notas-de-rodapé:

O fenômeno ufo é na verdade uma encenação cósmica impressionante, pilhéria perpetrada por entidades invisíveis que sempre se deliciaram em assustar, confundir e enganar a raça humana. As atividades dessas entidades foram cuidadosamente registradas ao longo da história. Nos apoiaremos fortemente nesses registros históricos neste livro.

 

O livro inspirado (escrito por assombração) Oahspe, de John Newbrough, martela o tema assexual, alegando que os grandes líderes da humanidade primitiva não tinham sexo, assim como os grandes anjos. Essa condição é chamada de iesu, definida assim em Oahspe:

Uma pessoa sem sexo, sem possibilidade de paixão sexual. Alguns homens, como Brama, atingem iesu. Inapropriadamente chamado iesus. A palavra hebraica ieue derivou de iesu, quem pode ouvir a voz do grande espírito. Ieue foi indevidamente confundido com lehovih. Se diz que os homens que atingem iesu atingiram o estado-de-mulher: Mudaram de sexo.

Líderes como Alexandre Magno eram suspeitos de serem homossexuais ou assexuais. Um culto religioso muito grande ainda existe (na União Soviética, em todos os lugares), que se baseia na crença de que os assexuais acabarão governando o mundo. Homens no culto são deliberadamente castrados. O ex-primeiro-ministro soviético Jorge Malenkov era supostamente um membro desse grupo. Sua masculinidade, ou a falta dela, foi acaloradamente debatida em vários livros. Há uma desenfreada campanha dedicada a documentar e combater o que afirmam ser uma conspiração homossexual pra dominar o mundo.

 

O fenômeno ufo é freqüentemente reflexivo: As manifestações observadas parecem ser deliberadamente adaptadas e ajustadas às crenças individuais e atitudes mentais das testemunhas. Tanto os objetos quanto os tripulantes parecem ser capazes de adotar uma infinidade de forma. Os contatados geralmente recebem informação conforme suas crenças. Pesquisadores ufológicos que se concentram num aspecto ou teoria em particular são inundados por relatos aparentemente confiáveis que tendem a fundamentar essa teoria. Minhas experiências extensas com esse fator reflexivo me levaram a realizar experimentos estranhos que confirmaram que grande parte dos dados relatados é projetado e deliberadamente falso. A testemunha não é autor mas vítima da fraude.

Os propósitos aparentes de todos esses dados falsos são múltiplos. Muito disso é destinado a criar confusão e diversão. Algumas serviram pra sustentar certas crenças errôneas mas que serviriam como trampolim à verdade mais elevada e mais complexa. Gerações inteiras nasceram e morreram acreditando alegremente nos dados falsos, sem saber que eram meros elos da cadeia. Se entendêssemos tudo muito cedo, desmoronaríamos sob o peso da verdade. Primeiro foi necessário erigir o ego do homem pra o fazer crer ter valor no todo cósmico. Assim, mentiras contendo verdades veladas foram espalhadas entre nós, e eventos foram encenados pra fazer essas mentiras parecerem válidas. Muitos homens, brilhantes estudiosos e filósofos, viram claramente a verdade durante séculos. Bibliotecas de todo o mundo estão repletas de livros detalhando sua descoberta. Mas suas verdades se perderam nas ondas da crença organizada.

 

Em vez disso, acredito que o fenômeno ufo é principalmente de origem eletromagnética e com capacidade de ajustar feixes-de-energia eletromagnética a qualquer freqüência, variando de sinais-de-rádio de freqüências ultra-altas (UHF) como os dos espaçonautas, a freqüências muito baixas (VLF), que pode ser captado apenas por equipamentos especiais, a freqüências muito baixas idênticas aos campos magnéticos que cercam fio telefônico ou saída de sistema de endereço público em escola e igreja.

Também creio que esse fenômeno é flexível em grau inacreditável. Pode criar e manipular matéria através de campo eletromagnético acima e abaixo do alcance de nossa percepção e equipamento técnico.

O fenômeno é principalmente invisível pra nós porque consiste em energia e não em matéria terráquea concreta. É guiado por uma grande inteligência e se concentrou nas áreas de falhas magnéticas ao longo da história. Fica visível pra nós de vez-em-quando, manipulando padrões de freqüência. Pode assumir a forma que desejar, desde avião até gigantesca nave espacial cilíndrica, se manifestar em entidade aparentemente viva que varia de anão verde a ciclope. Mas nenhuma dessas configurações é a verdadeira forma.

Os dados sobre avistagem a ufo confirmam essa teoria, mas não temos a tecnologia necessária pra o provar.

 

Não. A verdade vai noutra direção. Os contatados de 1897 a diante contaram o que ouviram dos ufonautas. Os mentirosos são os ufonautas, não os contatados. Mentem deliberadamente como parte da desconcertante cortina-de-fumaça que estabeleceram para encobrir a verdadeira origem, propósito e motivação.

 

É grande a chance de que os ufos venham de nenhum desses lugares, assim como os grandes dirigíveis de 1897 não saíram dum laboratório secreto em Nebrasca. Esses nomes são plantas, não planetas. O que quer que os ufos fazem, o fazem em escala mundial, e é inevitável que entrem em contato com alguns de nós de vez-em-quando, acidentalmente ou por projeto. Quando esses contatos ocorrem, deliberadamente distribuem informação falsa e ridícula. Exploram nossa crença e se escondem com segurança atrás da credulidade limitada de nossos cientistas e governos. É hora de ficarmos espertos com esse simples truque psicológico. Nos manipulam há séculos.

 

Em vez disso, parece que esses eventos estão concentrados em áreas-de-base e são apenas um efeito colateral doutras coisas despercebidas que ocorrem lá. Pequenas áreas confinadas em todo o mundo parecem ser assombradas século após século por entidades maliciosas capazes de adotar qualquer disfarce, que controlam os objetos materiais e que podem produzir qualquer tipo de manifestação. Nossa disposição pra aceitar as teorias sobre fantasmas inquietos é baseada em nossa necessidade inspirada pelo ego de acreditar na imortalidade da alma ou espírito humano. Os ultraterráqueos podem reconhecer essa necessidade e perversamente tirar proveito de nossas crenças, adaptando suas manifestações pra que pareçam apoiar nossas convicções religiosas.

 

Não acredito que alguma dessas pessoas esteja sofrendo diretamente de insanidade clínica. Em vez disso, as evidências parecem indicar que suas mentes são manipuladas por uma influência exterior e que, às vezes, seus intelectos são incapazes de digerir as informações que recebem, e sua estrutura emocional é incapaz de manter estabilidade diante dessas experiências. Então, algumas dessas pessoas desmoronam sob a tensão, ou na melhor das hipóteses, interpretam muito mal esses eventos. A confabulação induzida produz memórias de experiências que são convincentemente reais, e uma reação-em-cadeia de respostas emocionais cria um fanatismo irracional. Essas pessoas abandonam o emprego e dedicam todo o seu tempo e pensamento a espalhar o evangelho do povo do espaço. Seus relacionamentos familiares se desintegram porque todas suas energias são canalizadas numa direção. Se tornam mártires de sua causa, seja a chegada eminente dos grandes irmãos, a segunda vinda do cristo ou, como no caso dos entusiastas ufológicos convencionais, tentando convencer o mundo de que os discos-voadores são reais e extraterráqueos.

 

Como nossos venusianos de cabelo longo são apenas impostores travessos, não ousam pousar no gramado da Casa branca. Se um disco-voador maravilhoso varrer a praça Times lotada na véspera de ano-novo e pousar com suas luzes brilhantes piscando e as antenas girando, e um intimidante sujeito como Michael Rennie desfilar na rampa em traje espacial metálico justo, diante das multidões e das câmeras-de-tevê, é mui provável ser levado ao Pentágono e nunca mais ser visto. E um general, ou o presidente, daria uma entrevista coletiva e revelaria sobriamente que a coisa toda foi apenas um golpe publicitário prum novo filme de ficção-científica. É da natureza do jogo que tal filme provavelmente estaria pronto, e o maravilhoso disco-voador seria na verdade uma duplicata exata do adereço usado no filme. Na verdade, fomos submetidos a uma longa série de fraudes desse tipo nos últimos vinte anos, embora um pouco menos dramáticas que este exemplo.

Nenhum governo responsável tentaria explicar essa situação bizarra ao público em geral. Nosso estabelecimento militar foi, portanto, forçado a seguir uma política mais simples, negando a realidade do fenômeno sem tentar o explicar. Se os discos-voadores são uma farsa cósmica, se segue naturalmente que muitas das crenças básicas do homem podem ser baseadas em farsas semelhantes. Nenhum governo está disposto a expor essas crenças ou se envolver nas terríveis controvérsias que resultariam de tal exposição.

 

Mas se quisermos ser devidamente cautelosos e objetivos, nos encontramos ante um dilema de dupla face. Num lado, todos os fatos reais da situação, as manifestações e efeitos físicos do fenômeno, parecem apontar a uma explicação negativa, parafísica. Os ufos não parecem existir como objetos tangíveis e manufaturados. Não estão em conformidade com as leis naturais aceitas de nosso ambiente. Parecem ser apenas transmogrificações que se adaptam a nossas habilidades de compreensão. Os milhares de contatos com as entidades indicam que são mentirosos, trapaceiros e vigaristas. As manifestações ufológicas parecem ser, em geral, apenas pequenas variações do antigo fenômeno demonológico. A oficialidade pode achar que se os ignorarmos o tempo suficiente desaparecerão, tomando lugar com os mitos medievais sobre vampiro.

 Dos discos de Joanco

Série Zorro, 1 a 14

 


Relaxismo

 

Pra quem acha que teve um mau dia

 

Coleção Adeene neles!

Cássia Kiss - Carla Zambelli

Cássia Putsch é mãe ou avó de Carla Bronson? (dura de lascar)

 

Onde anda Allison Mack

 

Onde anda Fernanda Montenegro

 

Onde anda Messi

 

Onde anda Super Nanny

 

Onde anda Wally Walrus

 

Orochinho - Víctor Vieira - Víctor Santos


 Simone - Almir Sater - Caetano Veloso

 

Roberto Carlos - Sally Carr


Parece mas não é

Não é musa siliconada


 Onça preta - gato Mancha Negra

 

Coleção cartão-postal de Joanco

 





 

segunda-feira, 19 de setembro de 2022

Mistério sensacional 111

 

Sensation mystery 111, 09-10.1952

Enviado por Daniel Silva

 

Mistério sensacional 111, 09-10.1952

Traduzido por Che Guavira

Sensation mystery 111, 09-10.1952 - arquivo xcf

O arquivo .xcf, do gimp, pra quem quiser traduzir a outro idioma

 Já falei sobre dicionário com definição errada, gramático que estabelece regra que viola a lógica. Vejamos nota explicativa equivocada.

Sabemos que o vocábulo história se refere a relato verdadeiro, e estória a relato fictício. Portanto um gibi do Homem-Aranha é estória-em-quadrinho, não história-em-quadrinho. Nem sempre isso está perfeitamente definido, mas a definição é essa, e isso enriquece nosso idioma. No castelhano não há

Em folha-de-rosto de muitas edições da editora Tecnoprint, atual Ediouro, peguei o exemplo de idéia distorcida numa edição de 1978:

História ou estória?

As Edições de Ouro e o Coquetel grafam a palavra história e não estória por julgar a primeira forma mais correta, conforme dicionários mais categorizados, que julgam a segunda forma imitação do inglês story, sem correspondente com raízes em nossa língua.

Se Edições de Ouro é o nome da editora, e Coquetel o duma revista, tem de ser Edições de Ouro e Coquetel grafam…

Sem correspondente com raiz em nossa língua, pois a forma mais simples

O vocábulo estória pode ter origem no inglês story. Qual o problema?

O apelo a dicionários mais categorizados é manifestação de argumento-da-autoridade, rejeitado em ciência e lei, por exemplo. Não é porque o papa, um prêmio Nobel ou grande celebridade disse tal coisa, que se tenha de acatar. Não é por ser o bispo, presidente ou ator célebre, que esteja acima-de-suspeita.

No castelhano tem muito de o gramático disse. Não é assim que funciona. Como o matemático não dirá que 1+1 = 3, o gramático não pode impor regras antilógicas. Por exemplo, estabeleceram que o certo é Teció consideració al respecto (Teceu consideração ao respeito). Como não tem movimento, direção, não pode ser ao, e sim a. Teceu consideração a respeito. E se diz a ese respecto (a respeito disso) e não al ese respecto (ao respeito disso). O gramático deve buscar lógica e precisão, pois prosa é linguagem objetiva, e não estabelecer o que acha mais bonito.

Outro exemplo de correção equivocada: Num vídeo sobre a moringa, planta mui medicinal, a apresentadora disse que andam dizendo moringa oleífera, mas que está errado, que é moringa oleifera, porque é o nome em latim. Mas a burralda não sabe latim. E uma coisa é o nome latino pra catálogo científico, outra é o nome em português, nome popular. A moringa oleífera (Moringa oleifera) é apelidada oleífera porque produz óleo. Não existe olêi féra. Fera não, pois não é planta carnívora. Seguindo esse raciocínio burrístico e burrífero, o pêssego não pode ser chamado pêssego porque seu nome latino é Prunus persica (se pronuncia prúnus pérsica, não prunús persíca), teríamos de o chamar de prunuspersíca.

E por falar em nomenclatura latina, por quê os dicionários ao definir uma planta ou bicho não incluem o nome científico latino, pra facilitar identificação e tradução? Evidência de que a burrice também grassa nas pomposas e asiníferas academias.

 

O quê são os ufos

1

Nosso calendário não devia se basear na bobagem do nascimento dum suposto cristo mas a partir do mais recente dilúvio mundial, o egípcio-sumério-bíblico, o mais importante evento dos últimos 12 mil anos. A espantosa catástrofe, impossível por forças internas, mudou o mundo inteiro, inverteu os pólos, causou uma era glacial e destruiu uma provável civilização mundial quase extinguindo a humanidade.

Desde o final do dilúvio até hoje as civilizações estiveram sob domínio de parasitas psíquicos disfarçados de deuses. A questão é se livre dessas pragas a humanidade finalmente evoluirá, ou é estúpida por natureza. É grande o temor ser verdadeira a segunda opção.

Em O livro do misterioso desconhecido (Le livre du mysterieux inconnu), de Robert Charroux, Difel, São Paulo, Rio de Janeiro, 1976, capítulo 15, O elixir da longa-vida, na nota-de-rodapé 40:

Após o dilúvio a alimentação dos sobreviventes era pobre em proteína animal, indispensável pra elaborar tecido muscular, nervoso e ósseo. Essa carência deteriorou a inteligência. Experiências em rato mostraram que essa deterioração prossegue durante várias gerações, mesmo voltando à alimentação normal.

Eis um alerta ao perigo do vegetarianismo.  No capítulo 14 discute a idéia de que, como os símios [e o homem], os delfins foram mais inteligentes na era antediluviana.

Seria esse o motivo de tanto segredo sobre o passado? Um passado sem esses parasitas, com civilização totalmente diferente da atual suscitaria reações.

Em O 12º planeta Sitchin falou sobre Jericó, a cidade mais antiga do mundo, com tudo modelado pra gigante. Seria uma cidade dos deuses, os gigantes eloim, criadores da espécie humana. Ali não havia objeto de culto, pois religião é produto de baixa inteligência. Os deuses teriam posto no humano o gene a adoração, pra o manter obediente.

Se os parasitas se aproveitaram do fato da humanidade ter caído na idade da pedra como conseqüência do dilúvio, quem são? Deuses que optaram ficar cataléticos por causa da alta gravidade e forte insolação terráquea, outros ou vários?

Quanto aos deuses: Se o homem foi criado a sua imagem e semelhança, é bobagem os identificar a lagartos, reptilianos, etc. Em O mistério de Sírius Robert Temple fala sobre os nomos [gnomos?], seres aquáticos dalgum planeta oceânico de Sírio, que construíram as pirâmides, que sempre estiveram submersas, e fundaram Suméria e Egito. Esses seriam os inimigos dos deuses, os titãs, sereias, cetáceos racionais, cuja sinuosidade corporal estereotipou a peixe, serpente, lagarto, etc. Na internete muitos vídeos, um copiando do outro, mostram uma estatueta duma fêmea nomo amamentando, como reptilianos. Reptiliano com mama e amamentando? É muita picaretagem!

O sacerdote caldeu Beroso escreveu que são seres meio diabólicos.

Das barbatanas e forma da cabeça, etc, como magia imitativa, surgiu a mitra, cetro e toda a parafernália de ritual religioso. E notar como o cristianismo é, gritantemente óbvio, uma religião vampiresca: O culto ao sangue, o ritual da hóstia é nitidamente vudu, ingerir pão e vinho como estar comendo o corpo do cristo. Desenvolvi essa idéia no conto Eis minha carne! Eis meu sangue!

Ver Oriana, a deusa orelhuda aquática venusiana do folclore andino. Segundo Velikoviski, em Mundos em colisão, Vênus não estava em nosso céu na antigüidade. Chegou como cometa há 5000 anos, se acomodando na órbita atual e com isso causando os grandes cataclismos que destruíram civilizações, inclusive o Egito, o que propiciou a fuga dos escravos judeus.

Seria Vênus, que os sumérios chamavam Nibiru, o planeta oceânico de Sírio, lar dos nomos? Por algum motivo os nomos tiveram de usar sua alta tecnologia pra converter seu mundo a cometa e se acomodar em órbita solar? Seria por isso que a superfície de Vênus é infernal? Ou seria originalmente oceânico apenas no lado interno?, pois todos os astros são ocos. Como na Terra, o lado interno é mais propício à inteligência por ter gravidade mais leve.

Nossa geopolítica aponta que há uma guerra entre duas ou mais facções ocultas. Ao menos uma é a responsável pelos ufos, sumamente maligna, inventora do cristianismo. Mas a sociedade anti-cristã que domina o ocidente, jázara e franco-maçônica, é ainda mais maligna.

2

Nosso conceito sobre vida se centra quase só em metabolismo dinâmico: Animais correndo, se alimentando e se reproduzindo. No outro lado vegetais, bactérias fungos e vírus. Mas há um tipo de parasitismo, o psíquico, que é tabu prà ciência oficial porque desvela os seres que nos manipulam. É o vampirismo. Não o do cinema, literatura e quadrinho, que é estereótipo intencional pra ridicularizar o tema. Um parasitismo que mimetiza a inteligência racional, idéia que desenvolvi nos contos A caverna e Snokdrr.

Uma forma-de-vida parasitária, larvar, catalética, evoluiu criando sofisticadas estruturas psíquicas pra sugar energia vital de animais de metabolismo dinâmico. Crenças fantasiosas e ciência materialista, como uma granja, pra manter a humanidade em obscurantismo e superstição e assim evitar ela descobrir a existência e natureza do parasita. Religiões mantêm a humanidade desviada da verdade, atolada em superstições das quais é incapaz de se livrar.

Assim na Grécia antiga a sábia Hipácia foi lapidada pelos cristãos numa campanha que destruiu o saber antigo, cujo auge foi a destruição, pelos cristãos, da biblioteca de Alexandria. O cristianismo, a maior força terrorista obscurantista da história levou a humanidade de volta à era da treva. Num livro postado aqui, Os segredos de Israel, Robert Ambelain explica que na era bíblica o sacrifício humano era prática banal e corrente, e que o deus de Moisés era um gênio das mil-e-uma noites. Ou seja: Vampiro.

Num livro postado aqui, de Robert Ambelain, O vampirismo, no capítulo A vida possível dentro do túmulo, vários casos de sapo encontrado encerrado em rocha:

Em sua obra La suspension de la vie (A suspensão da vida), coronel Rochas citou muitos outros casos do gênero. Observar que nela só se trata de sapo e, eventualmente, de lagarto. O sapo é um animal particularmente dotado de reais qualidades de médium, donde seu papel e presença junto aos antigos feiticeiros na qualidade de detetor a presença ou a força indefinida.

Vimos, noutro capítulo, que o vampiro é, necessariamente, um médium durante a vida e que assim continua após a morte-aparente. O que é lógico, estando a qualidade de médium ligada aos elementos psíquicos do ser e não aos órgãos psicológicos.

As ciências psíquicas são tabu prà ciência oficial porque são a chave pra entender a natureza dos ufos. Por isso nos inundam de religião e espiritismo. Nos baseando em conceitos falsos, falsa espiritualidade e falsas leis físicas nunca desvendaremos o caso.

 

Coleção Adeene neles!

 

Francisco Zarco - Edgar Allan Poe

Onde anda Susana Vieira?


Coleção cartão-postal de Joanco