segunda-feira, 19 de março de 2018

Planeta especial - Os grandes enigmas 4, 08.1985


As mãos mágicas dos reis curandeiros O que propicia esse tipo de fenômeno é o inconsciente coletivo
Os magos não eram reis Um artigo pueril, momento de baixa em Planeta. É risível cientistas quebrando-cabeça pra ajustar um relato mentiroso à realidade histórica. Do mesmo nível dos que procuram a madeira a arca de Noé. Só falta procurar a madeira do cavalo de Tróia.
Em busca ao protetor da humanidade Interessante artigo de Jacques Bergier, fundador da revista Planeta. A lenda dum protetor da humanidade, que morara em Lião durante a ocupação nazista. Bergier disse ser lionês por adoção e que contaria algumas histórias lionesas que ninguém ousará crer. Espero que o fizera nalgum de seus livros. Encontrei livros de relatos da cidade. Mais umas preciosidades pra traduzir e postar aqui. Vejamos um trecho muito interessante do artigo: Era 1941 e se esperava pra qualquer dia a invasão ao oriente médio pelos nazistas. De repente apareceu o protetor em Safede e disse que o futuro ainda não estava decidido porque os valores que a cabala atribuía às palavras Síria e URSS eram os mesmos. Declarou o protetor: Mas intervirei pra que seja a URSS e não a Síria onde haverá a invasão.
O homem que virou terça-feira A tese de Lobsang Rampa como agente nazista
A religião do Diabo Neste artigo, citando o Apocalipse 20, 10: Ao fim de 1000 anos, febril de ódio, o maldito sairá do abismo e recomeçará a guerra contra as legiões celestes de são Miguel. Depois de estar perto da vitória, quando a apostasia for quase geral, a besta será definitivamente vencida, esmagada. O último combate de Gog e Magog, no vale do Armagedão, durará 7 anos […] Enfim o sedutor será atirado a um poço de enxofre e fogo, pra ser atormentado durante todos os séculos dos séculos.
Não se parece demais com a atual situação mundial?
O Diabo na cultura popular brasileira ● O artigo foi omitido no índice da revista original impressa. Editei o índice, pra inserir o item faltante. […]ferpas de porco no lugar de cabelo. […] Ferpa é corruptela tanto de farpa quanto de felpa. Farpado: Com farpas, dentes ou pontas. Felpudo: Macio, fofo, veloso.
Os montadores de bode ● Antes da vassoura o bode
O índio guerreiro vindo do espaço Bep-Kororoti, o civilizador alienígena
Os animais planificam nascimento? Artigo sobre o misterioso mecanismo inteligente que regula a natureza
O índice consertado


O índice original, omitindo a página 35

A maravilhosa música paraguaia
Eis dois exemplos de que a música paraguaia é única, inefável, incomparável:
https://www.youtube.com/watch?v=Jo8CWClESLQ
https://www.youtube.com/watch?v=Zph96XT9NS0&feature=em-uploademail
Na voz de América Ferreira, verdadeira sereia

Na voz de Betty Figueredo
Há duas discrepâncias na letra. No vídeo cantado por América a letra está quietude, mas a cantora canta inquietude. No outro vídeo a letra diz inquietude, e a cantora idem. Então deduzi que o certo é inquietude.
A outra discrepância é o que no de América está grafado mbohupa (mbohupá), que conforme o dicionário guarani significa hóspede. No outro vídeo está grafado um vocábulo inexistente, mbojhupa.
América india
(Paraguay eterno)
Letra: Mauricio Cardozo Ocampo
Música: Autor anônimo
Recompilação e arranjo: Mauricio Cardozo Ocampo
Nel corazón de América india
No coração da América índia
bajo un cielo azul
sob um céu azul
un sol tropical regala su luz
um sol tropical presenteia sua luz
En ese rincón de noche divina
Nesse rincão de noite divina
de tierra bermeja
de terra vermelhona
vive el Paraguay pleno de inquietud
o Paraguai vive cheio de inquietude
Sus hombres valientes
Seus homens valentes
de temple de acero
de têmpera de aço
cultivan la tierra
cultivam a terra
pulsan la guitarra y arpa guaraní
Tocam violão e harpa guarani
Sus bellas mujeres de ojos de lucero
Suas belas mulheres de olhos reluzentes
de manos pequeñas
de mãos pequenas
como nun milagro tejen ñandutí
como num milagre tecem nhanduti
En la tierra de los yerbales
Na terra dos ervais
nunca falta una sombra amiga
Nunca falta uma sombra amiga
Sus hermosos manantiales
Seus formosos mananciais
con su frescura calman dolor
Com seu frescor acalmam a dor
Si una pena turba tu vida
Se uma dor atrapalha tua vida
y una herida sangra en el alma
e uma ferida sangra na alma
es propicia allí la brisa
ali a brisa é propícia
para la dicha y para el amor
À felicidade e ao amor

Entre los naranjos la hamaca nativa
Entre as laranjeiras a rede nativa
brinda las caricias del suave columpio a los mbohupá
oferece as carícias do suave balanço aos hóspedes
Se escucha, entre tanto, un himno a la vida
Mas se ouve um hino à vida
de rictos paganos que los naturales rinden a Tupã
de ritos pagãos que os nativos rendem a Tupã
Paraguay eterno, de bravos soldados
Paraguai eterno, de bravos soldados
y heroicas mujeres de la residenta, que al mundo asombró
e heróicas mulheres da residenta, que assombrou o mundo
Sigas tu sendero, que está iluminado
Trilhes teu caminho, que está iluminado
con el sol de mayo que América india al mundo legó
com o sol de maio que a América índia ao mundo legou
En la tierra de los yerbales
Na terra dos ervais
nunca falta una sombra amiga
Nunca falta uma sombra amiga
Sus hermosos manantiales
Seus formosos mananciais
con su frescura calman dolor
Com seu frescor acalmam a dor
Si una pena turba tu vida
Se uma dor atrapalha tua vida
y una herida sangra nel alma
e uma ferida sangra na alma
es propicia allí la brisa
ali a brisa é propícia
para la dicha y para el amor
À felicidade e ao amor
Nhanduti (ñandutí): Renda paraguaia tecida a mão.
Nhandutiba: Vila e distrito do município de Manga, no estado de Minas Gerais, ex-Inhumas. Em tupi-guarani seu nome significa lugar com muitas emas ou aranhas.
Primeiro: Não existe tupi-guarani. Tupi é uma língua, guarani é outra. Seria o mesmo que dizer que tal palavra significa tal em português-castelhano, que também não existe. Se pode dizer cultura tupi-guarani, etc. Língua não.
Segundo: Emas ou aranhas? Se isso é definição, sou a rainha da Inglaterra.
Mais um exemplo da barafunda infernal que é a toponímia tupi-guarani.
Sol de maio: O Sol de Maio (em castelhano sol de mayo) é um dos emblemas nacionais da Argentina e do Uruguai, presente em suas bandeiras e escudos. É representação do deus solar inca, Apu Inti. A versão que figurava na primeira moeda argentina e em sua atual bandeira contém 16 raios retos e 16 ondulantes intercalados que saem dum sol com rosto humano. A versão que utiliza a bandeira do Uruguai conta com 8 raios retos e 8 ondulantes, também intercalados. A denominação se refere à revolução de maio, ocorrida na semana de 18 a 25 de maio de 1810, que marcou o início do processo de independência com relação à Espanha dos atuais países que então formavam o vice-reino do rio da Prata. https://pt.wikipedia.org/wiki/Sol_de_Maio
La residenta (a residente) é expressão exclusiva do léxico paraguaio, cuja etimologia sempre foi incógnita à grande maioria, pois na acepção dada significa exatamente o contrário do que significaria, já que residir indica estar assentado num lugar, permanecer. Mas apesar de desconhecer a etimologia, há cem anos o vocábulo tem alto significado como sinônimo de dor, abnegação e sacrifício, porque denomina o patético êxodo em prol à bandeira paraguaia, por mulheres, anciãos e criancinhas ante a iminência da chegada do invasor, o império do Brasil. http://www.abc.com.py/edicion-impresa/suplementos/cultural/la-residenta-una-palabra-exclusiva-del-lexico-nacional-115967.html

Coleção cartão-postal de Joanco
 







quarta-feira, 14 de março de 2018

terça-feira, 13 de março de 2018

O guri 0183, 01.01.1948 -facsimile


Mais um número do acervo de Joanco.
Como o escaneio não foi da revista original mas de fotocópia onde só as capas foram copiadas colorido, as tiras coloridas também estão em tom-de-cinza.
Maria Marvel dando volta com a réplica exata do cavalo de Tróia do museu. Claro que mesmo que mesmo que fosse possível o cavalo de madeira da narrativa grega, tão estapafúrdia quanto a do gibi, nesse do museu caberia no máximo um guerreiro.


Na página 22 um crime pra resolver
  
Loja virtual de cerveja de qualidade

 Encomendei esse adesivo
  



Seção Gérson-Roberto Carlos, folgados e Ciª
Levar vantagem em tudo! Certo? E que tudo o mais vá pro Inferno!
Eis os folgados que estacionam na ponta do canteiro central da Marechal Hermes

A gata Borralheira dormindo no telhado





Fins-de-semana com Ramão e Emiliana

Coleção cartão-postal de Joanco
 






quarta-feira, 7 de março de 2018

Gêneros


No prelo

Gêneros
Filme América 3000, 1986 Num futuro hecatômbico as mulheres governam o mundo
Gênero: Terror
Livro O mundo sem mulher, de Virgílio Martini, editora Vecchi, 1970
Gênero: Catástrofe, tragédia
Filme Do quê as mulheres gostam, 2000
Gênero: Economia, finança
Filme O homem que amava as mulheres, 1977
Gênero: Drama
Livro Mulheres inteligentes, escolhas insensatas, de Connell Cowan Melvyn Kinder
Gênero: Folclore, conto-de-fada
Livro Dicionário machista, de Salma Ferraz
Gênero: Sabedoria, filosofia
As mentiras que os homens contam, de Luís Fernando Veríssimo, seria seguida de As mentiras que as mulheres contam, mas ainda não foi possível terminar os 90 volumes de 1500 páginas cada, em letras pequenas.

Já comentei o fato de que os argentinos fazem questão de ocultar o fato de que duque de Caxias tomou Buenos Aires e Montevidéu, e o ditador Rosas se exilou na Inglaterra. Nesta página da wikipedia, sobre a histórica cidade argentina de Monte Caseiros (Monte Caseros), capital do carnaval artesanal, se refere à batalha onde Rosas foi derrotado mas não disse por quem, por quê nem porquê.
A derrocada de Rosas paira na história argentina como as áreas sombreadas, proibidas, no Gugol terra.

● O restaurante do Sesc, no horto, é uma pequena jóia. Comida saudável e muito variada a baixo custo. Muito raro restaurante que tem pimenta curtida no óleo, a fruta mesmo, não aqueles horríveis molhos. É algo que sinto muita falta ao comer um salgadinho. O pessoal é muito simpático, mesmo quem chega com a travessa ou empurra um carrinho de limpeza. Os caixas… eram, quando uns rapazes atendiam. Agora puseram umas moças pra lá de antipáticas. Não deviam pôr no caixa madames da alta sociedade condenadas a prestar serviço comunitário e as torturar fazendo atender a pobres. Isso é muito ruim prum restaurante na campanha de ser eleito o melhor da cidade.
● Está uma roleta-russa dirigir carro em Campo Grande. Não me refiro aos buracos. Além da burrice de liberar vidro escuro, ainda carro alto, e o pior: Estacionando em esquina. Aqui na vila tem dois que estacionam bem na quina do canteiro central, tirando a visão de quem cruza. Anteontem gritei a um pessoal duma mercearia numa rua esquina com a Tamandaré. Uma placa de ofertas, tipo porta-retrato gigante, bem na esquina, tirando a visão no cruzamento. Tá demais a irresponsabilidade de motoristas e lojistas. O povo não dá sinal pra sair quando estacionado, virando esquina, em rotatória, mudando de faixa… e usam sinal-de-alerta pra tudo, menos pra emergência: Pra estacionar em fila-dupla, pra entrar na contramão, até pra cortejo de funeral. E moto que anda quilômetros sem desligar o pisca-pisca, e fica bravo se entrar na frente. Quem virará na rotatória sem dar sinal não tem prioridade. E o pior é que o critério de meio-fio branco pra estacionamento permitido, e amarelo pra proibido é uma zorra total.

Coleção cartão-postal de Joanco
 






sábado, 3 de março de 2018

Monteiro Lobato - No tempo de Nero, 1ª edição, 1947


Informação do livreiro Otávio Marcelino:
Este é um livro que busco há cinco anos.
O amigo que me forneceu o buscou durante 30 anos!
Editado na Argentina, quando Lobato se exilou após editar um livro sobre o petróleo no Brasil. 
Falta a folha com as páginas 13 e 14, e duplicada a folha com as páginas 15 e 16

A mãe bateu na filha porque estava bêbada
A página disse que a frase é ambígua, mas isso não é verdade.
Analisando a frase: A primeira pessoa é o redator, a segunda o receptor, a terceira a mãe, a quarta a filha. Numa mensagem o corriqueiro, esperado, é se referir à terceira pessoa. Portanto se pode omitir especificar a referência: Ana bateu em Susana porque Ana estava bêbada. A frase ficaria Ana bateu em Susana porque estava bêbada.
Se Ana bateu em Susana como castigo por Susana estar bêbada, a frase teria de ser: Ana bateu em Susana porque ela estava bêbada. Ela se refere à quarta pessoa.
Portanto na frase no alto, a mãe estava bêbada.
Não há ambigüidade.

Fui injusto com Branca-de-neve, achando que abandonou os filhotes por reentrar no cio rapidamente. Reapareceu tristonha, a barriga inchada. Pensei que seria porque os filhotes começaram a morder. Estranhei a anca chupada. Levei ao veterinário. Dois cortes grandes, tendo de remover a mama. Mas já está bem. Tomou soro, foi medicada e será castrada.
Creio que foi a concertina. Aquilo é um pesadelo pros gatos.

Coleção cartão-postal de Joanco




terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Ellery Queen mistério magazine 007, 11.1949


Mais um número da clássica revista de conto policial
A revista tem as letras muito pequenas. Os trechos esmaecidos que eventualmente aparecem requerem mais atenção. Também requer mais atenção depurar os barbarismos e demais vícios lingüísticos, redacionais e diagramáticos. Além de inserir nota de rodapé pra esclarecer vocábulos e situações.
Fico com a pulga-atrás-da-orelha com isso de escritor de 16 anos com texto um tanto maduro demais prà idade.
Mas a pérola fica por conta de Ben Hecht em O boneco rival: Pros lunáticos é melhor evitar as mulheres. Pros lunáticos ou pra qualquer um!, se diga de passagem.
E por falar em frases de sabedoria, o seguinte livro é boa dica:
 
O pessoal gosta de comparar político a vampiro. Mas não pode ser, pois vampiros são corpos incorruptos.
Freqüentemente tenho de desistir duma vaga em estacionamento de supermercado por causa da baixa cultura de nossa gente, que larga o carrinho em qualquer lugar ao lado do carro. Noutro dia o carro atrás teve de esperar eu descer e tirar o carrinho do caminho e enfim enfiar o carro. Essa cultura, ou melhor, falta de cultura, de largar o carrinho é irmã-gêmea da de jogar lixo em terreno baldio, atirar ponta de cigarro e papel-de-bala na rua, etc. Hoje vi no centro da cidade um cartaz num muro Filho-da-puta quem jogou lixo aqui!
Já aconteceu mais duma vez algum folgado deixar uma tábua de compensado sintético em minha calçada. Por quê não procura uma caçamba? Já vi a reportagem louvar uma invenção de prensar plástico e outros resíduos e assim fazer tábua compensada. Parece muito ecológico e genial. Só parece. Porque quando um folgado deixa umas tábuas dessas em tua calçada ninguém leva porque não é reciclável e não serve pra lenha.
Falando em gente folgada… Tenho duas tias que apreciam tabaco em folha, coisa antes só encontrável no Paraguai. No Mercadão já tem um fornecedor que vem em leva. Tendo de enviar dois maços, sedex, cada um a uma cidade, era ocasião em falta. Então indicaram uma casa com produção própria, ao lado do Mercadão, a tabacaria Minas Gerais, rua 7 de Setembro 97. Meu primo avisou que estavam podres. Voltei à loja. A dona mostrou outros maços. Abri. O miolo negro, desmanchando, mofado e podre. Disse que é assim mesmo, que o pessoal compra assim, e repôs o maço ao saco plástico.
Agora é a vez da vigilância sanitária.
Branca-de-neve teve os gatinhos dia 2 e dia 26 já os largou e sumiu. Essa é vagaba.
Pois é, Eugénia. Tá na hora de selecionar, pois são muito manipuladores, como as mulheres.
Pois é Sr. Bondius, também sempre achei muito idiota as cenas de casal em lua-de-mel, só eles no quarto fechado, e ficam os dois se cobrindo com lençol o tempo todo. Igual telenovela, onde ninguém fica de bermuda, chinelo e camiseta regata e nunca assiste Sílvio Santos. 


— P.S: Gostei da técnica pra acabar com a manha dos felinos. Tentarei aqui, mas cuma bípede.
— Não sei se funciona com as galinhas.

Coleção cartão-postal de Joanco




sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Brasinha 006, 06.1972

  

Branca-de-neve apareceu filhote. Uma fome do cão, quer dizer, do gato. A barriguinha só podia ser da comilança. Mas, quem diria?, estava prenha mesmo. O veterinário deu um e meio mês pra nasce a gatarada, mas dois dias depois nasceram dois pretinhos e três castanhos.
E agora a gata Christie é quem sumiu. Parece que se indignou com mais gato na casa.
● Ramão ficou indignado quando soube que no Comper o pão que sobra é todo jogado fora. Nem dão aos funcionários.
● Uma anedota interessante contada por Ramão é de seu tempo de serviço militar. Nos treinos de simulação de guerra era o assistente que carregava a metralhadora. Numa dessas sua posição foi tomada de frente. Na época, década de 1970,  não tinha aquele jogo que dispara tinta. Então largou tudo e deu a bronca [Palavras minhas]:
— Caramba! Brincadeira de criança! Isto é filme de guerra ou de terror? Estais mortos! Então como zumbis vinde se vingar de quem vos matou? Como podeis vir me matar se já vos matei com metralhadora? Estais mortos! Enfrentastes a metralhadora de frente! Se ao menos eu fosse atacado atrás, mas não, foi de frente, levando uma carga de metralha.
Até o sargento ficou sem-graça.
● Minha carteira de identidade vazou a tinta. Como é má impressão da emissão, basta pedir outra gratuitamente. Como está válida e o problema é apenas a má impressão, basta eu enviar a velha e receber a nova via correio. Não é? Não no país da buro e da burrocracia. Cerca de 12 de dezembro, agendar na internete, pra ir ao posto de identificação em 7 de janeiro, 11:45h levando certidão-de-nascimento original e cópia simples e a carteira velha. Confirmar todos os dados, recadastrar a impressão digital de todos os dedos, assinar no escâner de assinatura e posar pra foto 3x4. E voltar no dia 22, pra finalmente receber a dita-cuja.
● Acabei de receber uma curtida sobre meu comentário num vídeo sobre efeitos especiais cinematográficos, onde um vampiro escova os dentes diante do espelho que não o reflete. Se não aparece no espelho, pra quê fica se olhando?

Coleção cartão-postal de Joanco




sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Papai Noel 035 - Tom & Jerry, 02.1955


Reportero de la actualidad 1. Ótimo informador dos avanços do exército sírio.

Coleção cartão-postal de Joanco
 





Assim que recuperar o disco rígido D: terminarei a edição de Dicionário do inexplicado.