domingo, 30 de outubro de 2022

Viva o bicentenário

 
 Viva o bicentenário da independência

(Embora desde o golpe republicano não há independência)

Acabou o pesadelo

Começará a reconstrução

Tiramos o psicopata do poder

Posse que devia ser anulada, pois subiu ao poder após golpe brando; eleito com notícia falsa, perseguição e prisão do outro candidato, quem seria o vencedor; e cumplicidade dos outros poderes.

É notável a semelhança de comportamento no poder, e carta-branca, entre Boçalnaro, Rítler, Zelenski e Solano López. Mas não há mistério nisso.

 Sensation mystery 111, 09-10.1952 - arquivo xcf

O arquivo .xcf, do gimp, pra quem quiser traduzir a outro idioma

O primeiro conto, O espectro na chama, de estereótipo místico, é muito tolo. O segundo, Soldadinhos-de-chumbo, interessante e com final surpresa. O terceiro, A porta ao mal, bom. O último, A morte gritante, explorando com imaginação um princípio científico. A caricatura onipresente do cientista louco criminoso e malvado, surrado clichê. Mas existe cobra cujo veneno mata uma pessoa instantaneamente?

 



Clemente Palma - Narrativa completa [castellano].docx

 

Clemente Palma - Narrativa completa [português].pdf

Clemente Palma - Narrativa completa [português].docx

Clemente Palma - 3 cuentos verdes.cbr

Clemente Palma (Lima, 1872–1946) é freqüentemente recordado como ácido crítico literário e não menos satírico cronista aos costumes peruanos do começo do século 20, mas se conhece mui pouco sua ampla obra de ficção narrativa. Esta publicação recolhe toda sua obra narrativa, na qual se incluem numerosos contos e relatos resgatados de publicações periódicas de difícil acesso. Igualmente se oferecem relatos inéditos como Longino y Três contos verdes. Se publica também a versão ampliada de Contos malévolos, aparecida em Paris em 1913. Edição, prólogo e cronologia de Ricardo Sumalavia.

Clemente Palma (Lima, 1872–1946) es con frecuencia recordado como ácido crítico literario y no menos satírico cronista a las costumbres peruanas del principio del siglo 20, pero se conoce muy poco su amplia obra de ficción narrativa. Esta publicación recoge la totalidad de su obra narrativa, en la cual se incluyen numerosos cuentos y relatos rescatados de publicaciones periódicas de difícil acceso. Igualmente se ofrecen relatos inéditos como Longino y Tres cuentos verdes. Se publica también la versión ampliada de Cuentos malévolos, aparecida en París en 1913. Edición, prólogo y cronología de Ricardo Sumalavia.

 

Um erro diagramático no volume 1: Um trecho da página 17 repetido na 20

Os 2 volumes digitalizados em volume único. Tradução ao português de Che Guavira passo-a-passo revisando o original.

 
Em 3 cuentos verdes o autor escreveu imitando a ortografia da era colonial. Como é penoso ler nesse estado, depurei e redigi de forma a ficar digerível e inteligível ao leitor-alvo, pois não tem sentido deixar como está. Porém o texto original intato pus em forma de figura no formato gibi (.cbr), separado do livro, logo acima pra ser baixado.

Foi traduzido e revisado com muito carinho, com muitas notas-de-rodapé esclarecendo trechos dúbios ou curiosos, e apêndice do digitalizador-tradutor.

Foi gratificante trabalhar nesse projeto de traduzir autor tão importante e autor de textos tão interessantes.

Tardei em postar diante de fatos desagradáveis de gigantesca multinacional livreira e outros roubar meus escaneios e pôr a venda. Nunca me incomodei com os que repostam, mesmo com a indelicadeza de não citar a fonte, desde que gratuitos, pois essa é a natureza deste blogue. Sendo obra grandiosa fiz questão de registrar meu esforço na biblioteca nacional.

Ante o roubo de escaneio nada posso fazer além de conseguir a retirada mas sem esperança de receber indenização, pois não estão registrados. E só pra iniciar uma ação já seriam 1000 reais de entrada. É assim a coisa neste país-colônia dos banqueiros.

Imagines a idade-da-pedra pra registrar um trabalho. Providenciar os documentos na primeira vez, pagar a taxa, preencher formulário, imprimir tudo e numerar e rubricar a mão cada página. Só pra imprimir a tradução, 74 reais. Mais a taxa, o envio sedex.

Há meses espero o traslado. Nenhuma comunicação, ao menos de recebido.

Eis o estado-de-coisa. É como se pra publicar um livro tivesse de o fazer em tabletes de argila, no estilo sumério, encher um carro-de-boi e sair pra vender na beira da estrada. Cada viagem é um exemplar do livro.

Entendes como é impossível registrar cada gibi, cada livro, revisão, tradução, etc? Seria 1/ano. E olhe-lá! E se o faço sem cobrar, patrocínio, propaganda, doação... Inviável, impossível, surreal.

Mas não estamos na era internética? Até a era televisiva já passou longe. O registro não devia ser automático? Postou, ficou registrado num banco-de-dado comprovando postagem e autoria. Na era internética tudo tem de ser assim, dinâmico, superdinâmico. Mas infelizmente vivemos no hemisfério do capitalismo selvagem

Temos a tecnologia de nossos tataranetos com a moral e a burocracia de nossos tataravós

 Ofereci a várias editoras, com sugestão de fazer projeto de financiamento coletivo no Catarse, pra editar em papel, mas ninguém respondeu. O mundo editorial é muito estranho.


Tem canal comentando o perigo da usina desastrada de Fucuxima entrar em reação-em-cadeia. Isso é catastrofismo. Vejamos o que diz um livro direcionado a não-leigos no assunto:

[…] Na explosão nuclear a energia liberada depende duma competição entre a velocidade de propagação da reação de fissão em cadeia na massa físsil supercrítica (que é tanto maior quanto mais rápidos forem os nêutrons do sistema) e a velocidade da expansão hidrodinâmica da massa físsil em direção à subcriticalidade. Em meios supercríticos com nêutrons moderados a velocidade de multiplicação dos nêutrons é relativamente muito lenta, se dando a destruição da configuração supercrítica antes duma liberação excessiva de energia, sendo essa uma das razões pelas quais reatores nucleares, em acidente de criticalidade, não podem explodir como bomba atômica. Geralmente a energia liberada pode ser contida pelo vaso do reator ou, em casos extremos, pela estrutura externa da central (inexistente de forma adequada no reator de Chernobil).

Introdução, página 23

A física dos explosivos nucleares, livraria da física editora, São Paulo, 2ª edição, 2009

Dalton Ellery G Barrosso, bacharel em física (UFEJ), mestre em engenharia nuclear (IME), doutor em ciências dos materiais (IME), pesquisador titular do centro tecnológico do exército (CTEx)

 […] En la explosión nuclear la energía liberada depende de una competición entre la velocidad de propagación de la reacción de fisión en cadena en la masa físil supercrítica (que es tanto mayor cuanto más rápidos son los neutrones del sistema) y la velocidad de la expansión hidrodinámica de la masa físil en dirección a la subcriticalidad. En medios supercríticos con neutrones moderados la velocidad de multiplicación de los neutrones es relativamente muy lenta, se dando la destrucción de la configuración supercrítica antes de una liberación excesiva de energía, siendo esa una de las razones por las cuales reactores nucleares, en accidente de criticalidad, no pueden explotar como bomba atómica. Generalmente la energía liberada puede ser contenida por el vaso del reactor o, en casos extremos, por la estructura externa de la central (inexistente de forma adecuada nel reactor de Chernobil).

[Introducción, página 23]

A física dos explosivos nucleares (La física de los explosivos nucleares), livraria da física editora, São Paulo, 2ª edición, 2009

Dalton Ellery G Barrosso, bacharel en física (UFRJ), maestro en ingeniería nuclear (IME), doctor en ciencias de los materiales (IME), pesquisidor titular del centro tecnológico del ejército (CTEx)

https://canaltech.com.br/saude/nao-somos-programados-para-nos-exercitarmos-segundo-paleoantropologo-de-harvard-227244/

Não somos programados pra nos exercitar

Um artigo pra enterrar de vez a mentira da relação entre exercício físico e saúde

 A lâmpada-de-sal libera íon negativo: Falso

No vídeo mostra uma lâmpada num laboratório. Ali se verificou que não libera íon negativo.

https://www.youtube.com/watch?v=4x3Rk2xC84Y&t=623s

Funcionan las lámparas de sal?

 https://www.youtube.com/watch?v=1yuwqOGuObk

quando Seal e Delta force, as melhores tropas de Eua, não agüentaram o treinamento básico do CIGS, do Brasil

 https://www.youtube.com/watch?v=mcd85LHT8PQ

Científico alemán dice que el coronavirus se desarrolló con un 99,9% de certeza en el laboratorio

Cientista alemão diz que o vírus corona se desenvolveu com um 99,9% de certeza no laboratório

Analisando os 5 problemas desta redação

1 - Cientista diz em vez de cientista disse.  Água molha, pássaro voa, aranha pica é diferente de a água molhou, o pássaro voou, a aranha picou. Não há de ser que o cientista está sempre dizendo e que uma de suas naturezas é dizer. E se refere a um cientista, não genericamente aos cientistas. Portanto Um cientista disse.

2 - Esse é um vício do castelhano. Ao citar porcentagem um tanto por cento em vez de tanto por cento. O navio tem um peso de, uma capacidade de, uma velocidade de, sempre esse artigo indefinido supérfluo.

3 - Não se diz a moeda tem 50% de possibilidade de cair coroa, e sim a moeda tem 50% de probabilidade de cair coroa. Nem É muito possível que isso aconteça, e sim É muito provável que isso aconteça. Evento certo ou impossível é condição absoluta. Não tem gradação. É ou não é. Fora isso há a probabilidade. Esse com gradiente. 99,9% de probabilidade é o que se aproxima muito da certeza.

4 - Não se refere a um laboratório específico. É genérico. Portanto em laboratório.

5 - Duplo sentido na parte o vírus corona se desenvolveu com 99,9% de probabilidade em laboratório. Uma interpretação é de que foi desenvolvido em laboratório, e com 99,9% de probabilidade (dalguma coisa). Noutros assuntos, com redação assim se pode provocar mal-entendido.

A frase corrigida:

Un científico alemán dijo que hay 99,9% de probabilidad de que el coronavirus fue desarrollado en laboratorio

Um cientista alemão disse que há 99,9% de probabilidade de que o vírus corona foi desenvolvido em laboratório

 Outro vício hispânico e às vezes lusófono é terminar um listado com así como (assim como) em vez de com y (e)

Júpiter continua estudado pelo telescópios espaciais Hubble e Webb, assim como por muitos observatório terráqueos

Júpiter continua estudado pelo telescópios espaciais Hubble e Webb, e por muitos observatório terráqueos

Assim como é em caso de exemplo comparativo. E o assim é supérfluo.

 https://www.youtube.com/watch?v=90CWlJ21xdo

Os cientistas não estudam apenas os planetas mas também seu clima

Os cientistas não estudam apenas os planetas mas também o clima deles

Na primeira frase a terceira pessoa é os cientistas. Seu se refere à terceira pessoa. Portanto está dizendo que os cientistas estudam o próprio clima

 Coleção Adeene neles!

 Agnetha Fältskog - Sandahl Bergman

 

André de Pierre - Fernando de Retes

 Valdemir Zelenski - Sérgio Moro

(Os nazistas se parecem)

 Ovos estrelados - Óvnis estrellados

 

Missão Juno em Europa - enterrada basquética

 

Folie bergère - Sanna Marin

Crêmilin - Moulin Rouge

Russa Vira-Bicho

Onde anda Kareem Abdul-Jabbar

 Onde anda senhor Spock

 

Onde anda Lima Duarte

 

Onde anda Paulo Coelho

Onde anda o cantor Falcão


Coleção cartão-postal de Joanco

 









segunda-feira, 19 de setembro de 2022

Mistério sensacional 111

 

Sensation mystery 111, 09-10.1952

Enviado por Daniel Silva

 

Mistério sensacional 111, 09-10.1952

Traduzido por Che Guavira

Sensation mystery 111, 09-10.1952 - arquivo xcf

O arquivo .xcf, do gimp, pra quem quiser traduzir a outro idioma

 Já falei sobre dicionário com definição errada, gramático que estabelece regra que viola a lógica. Vejamos nota explicativa equivocada.

Sabemos que o vocábulo história se refere a relato verdadeiro, e estória a relato fictício. Portanto um gibi do Homem-Aranha é estória-em-quadrinho, não história-em-quadrinho. Nem sempre isso está perfeitamente definido, mas a definição é essa, e isso enriquece nosso idioma. No castelhano não há

Em folha-de-rosto de muitas edições da editora Tecnoprint, atual Ediouro, peguei o exemplo de idéia distorcida numa edição de 1978:

História ou estória?

As Edições de Ouro e o Coquetel grafam a palavra história e não estória por julgar a primeira forma mais correta, conforme dicionários mais categorizados, que julgam a segunda forma imitação do inglês story, sem correspondente com raízes em nossa língua.

Se Edições de Ouro é o nome da editora, e Coquetel o duma revista, tem de ser Edições de Ouro e Coquetel grafam…

Sem correspondente com raiz em nossa língua, pois a forma mais simples

O vocábulo estória pode ter origem no inglês story. Qual o problema?

O apelo a dicionários mais categorizados é manifestação de argumento-da-autoridade, rejeitado em ciência e lei, por exemplo. Não é porque o papa, um prêmio Nobel ou grande celebridade disse tal coisa, que se tenha de acatar. Não é por ser o bispo, presidente ou ator célebre, que esteja acima-de-suspeita.

No castelhano tem muito de o gramático disse. Não é assim que funciona. Como o matemático não dirá que 1+1 = 3, o gramático não pode impor regras antilógicas. Por exemplo, estabeleceram que o certo é Teció consideració al respecto (Teceu consideração ao respeito). Como não tem movimento, direção, não pode ser ao, e sim a. Teceu consideração a respeito. E se diz a ese respecto (a respeito disso) e não al ese respecto (ao respeito disso). O gramático deve buscar lógica e precisão, pois prosa é linguagem objetiva, e não estabelecer o que acha mais bonito.

Outro exemplo de correção equivocada: Num vídeo sobre a moringa, planta mui medicinal, a apresentadora disse que andam dizendo moringa oleífera, mas que está errado, que é moringa oleifera, porque é o nome em latim. Mas a burralda não sabe latim. E uma coisa é o nome latino pra catálogo científico, outra é o nome em português, nome popular. A moringa oleífera (Moringa oleifera) é apelidada oleífera porque produz óleo. Não existe olêi féra. Fera não, pois não é planta carnívora. Seguindo esse raciocínio burrístico e burrífero, o pêssego não pode ser chamado pêssego porque seu nome latino é Prunus persica (se pronuncia prúnus pérsica, não prunús persíca), teríamos de o chamar de prunuspersíca.

E por falar em nomenclatura latina, por quê os dicionários ao definir uma planta ou bicho não incluem o nome científico latino, pra facilitar identificação e tradução? Evidência de que a burrice também grassa nas pomposas e asiníferas academias.

 

O quê são os ufos

1

Nosso calendário não devia se basear na bobagem do nascimento dum suposto cristo mas a partir do mais recente dilúvio mundial, o egípcio-sumério-bíblico, o mais importante evento dos últimos 12 mil anos. A espantosa catástrofe, impossível por forças internas, mudou o mundo inteiro, inverteu os pólos, causou uma era glacial e destruiu uma provável civilização mundial quase extinguindo a humanidade.

Desde o final do dilúvio até hoje as civilizações estiveram sob domínio de parasitas psíquicos disfarçados de deuses. A questão é se livre dessas pragas a humanidade finalmente evoluirá, ou é estúpida por natureza. É grande o temor ser verdadeira a segunda opção.

Em O livro do misterioso desconhecido (Le livre du mysterieux inconnu), de Robert Charroux, Difel, São Paulo, Rio de Janeiro, 1976, capítulo 15, O elixir da longa-vida, na nota-de-rodapé 40:

Após o dilúvio a alimentação dos sobreviventes era pobre em proteína animal, indispensável pra elaborar tecido muscular, nervoso e ósseo. Essa carência deteriorou a inteligência. Experiências em rato mostraram que essa deterioração prossegue durante várias gerações, mesmo voltando à alimentação normal.

Eis um alerta ao perigo do vegetarianismo.  No capítulo 14 discute a idéia de que, como os símios [e o homem], os delfins foram mais inteligentes na era antediluviana.

Seria esse o motivo de tanto segredo sobre o passado? Um passado sem esses parasitas, com civilização totalmente diferente da atual suscitaria reações.

Em O 12º planeta Sitchin falou sobre Jericó, a cidade mais antiga do mundo, com tudo modelado pra gigante. Seria uma cidade dos deuses, os gigantes eloim, criadores da espécie humana. Ali não havia objeto de culto, pois religião é produto de baixa inteligência. Os deuses teriam posto no humano o gene a adoração, pra o manter obediente.

Se os parasitas se aproveitaram do fato da humanidade ter caído na idade da pedra como conseqüência do dilúvio, quem são? Deuses que optaram ficar cataléticos por causa da alta gravidade e forte insolação terráquea, outros ou vários?

Quanto aos deuses: Se o homem foi criado a sua imagem e semelhança, é bobagem os identificar a lagartos, reptilianos, etc. Em O mistério de Sírius Robert Temple fala sobre os nomos [gnomos?], seres aquáticos dalgum planeta oceânico de Sírio, que construíram as pirâmides, que sempre estiveram submersas, e fundaram Suméria e Egito. Esses seriam os inimigos dos deuses, os titãs, sereias, cetáceos racionais, cuja sinuosidade corporal estereotipou a peixe, serpente, lagarto, etc. Na internete muitos vídeos, um copiando do outro, mostram uma estatueta duma fêmea nomo amamentando, como reptilianos. Reptiliano com mama e amamentando? É muita picaretagem!

O sacerdote caldeu Beroso escreveu que são seres meio diabólicos.

Das barbatanas e forma da cabeça, etc, como magia imitativa, surgiu a mitra, cetro e toda a parafernália de ritual religioso. E notar como o cristianismo é, gritantemente óbvio, uma religião vampiresca: O culto ao sangue, o ritual da hóstia é nitidamente vudu, ingerir pão e vinho como estar comendo o corpo do cristo. Desenvolvi essa idéia no conto Eis minha carne! Eis meu sangue!

Ver Oriana, a deusa orelhuda aquática venusiana do folclore andino. Segundo Velikoviski, em Mundos em colisão, Vênus não estava em nosso céu na antigüidade. Chegou como cometa há 5000 anos, se acomodando na órbita atual e com isso causando os grandes cataclismos que destruíram civilizações, inclusive o Egito, o que propiciou a fuga dos escravos judeus.

Seria Vênus, que os sumérios chamavam Nibiru, o planeta oceânico de Sírio, lar dos nomos? Por algum motivo os nomos tiveram de usar sua alta tecnologia pra converter seu mundo a cometa e se acomodar em órbita solar? Seria por isso que a superfície de Vênus é infernal? Ou seria originalmente oceânico apenas no lado interno?, pois todos os astros são ocos. Como na Terra, o lado interno é mais propício à inteligência por ter gravidade mais leve.

Nossa geopolítica aponta que há uma guerra entre duas ou mais facções ocultas. Ao menos uma é a responsável pelos ufos, sumamente maligna, inventora do cristianismo. Mas a sociedade anti-cristã que domina o ocidente, jázara e franco-maçônica, é ainda mais maligna.

2

Nosso conceito sobre vida se centra quase só em metabolismo dinâmico: Animais correndo, se alimentando e se reproduzindo. No outro lado vegetais, bactérias fungos e vírus. Mas há um tipo de parasitismo, o psíquico, que é tabu prà ciência oficial porque desvela os seres que nos manipulam. É o vampirismo. Não o do cinema, literatura e quadrinho, que é estereótipo intencional pra ridicularizar o tema. Um parasitismo que mimetiza a inteligência racional, idéia que desenvolvi nos contos A caverna e Snokdrr.

Uma forma-de-vida parasitária, larvar, catalética, evoluiu criando sofisticadas estruturas psíquicas pra sugar energia vital de animais de metabolismo dinâmico. Crenças fantasiosas e ciência materialista, como uma granja, pra manter a humanidade em obscurantismo e superstição e assim evitar ela descobrir a existência e natureza do parasita. Religiões mantêm a humanidade desviada da verdade, atolada em superstições das quais é incapaz de se livrar.

Assim na Grécia antiga a sábia Hipácia foi lapidada pelos cristãos numa campanha que destruiu o saber antigo, cujo auge foi a destruição, pelos cristãos, da biblioteca de Alexandria. O cristianismo, a maior força terrorista obscurantista da história levou a humanidade de volta à era da treva. Num livro postado aqui, Os segredos de Israel, Robert Ambelain explica que na era bíblica o sacrifício humano era prática banal e corrente, e que o deus de Moisés era um gênio das mil-e-uma noites. Ou seja: Vampiro.

Num livro postado aqui, de Robert Ambelain, O vampirismo, no capítulo A vida possível dentro do túmulo, vários casos de sapo encontrado encerrado em rocha:

Em sua obra La suspension de la vie (A suspensão da vida), coronel Rochas citou muitos outros casos do gênero. Observar que nela só se trata de sapo e, eventualmente, de lagarto. O sapo é um animal particularmente dotado de reais qualidades de médium, donde seu papel e presença junto aos antigos feiticeiros na qualidade de detetor a presença ou a força indefinida.

Vimos, noutro capítulo, que o vampiro é, necessariamente, um médium durante a vida e que assim continua após a morte-aparente. O que é lógico, estando a qualidade de médium ligada aos elementos psíquicos do ser e não aos órgãos psicológicos.

As ciências psíquicas são tabu prà ciência oficial porque são a chave pra entender a natureza dos ufos. Por isso nos inundam de religião e espiritismo. Nos baseando em conceitos falsos, falsa espiritualidade e falsas leis físicas nunca desvendaremos o caso.

 

Coleção Adeene neles!

 

Francisco Zarco - Edgar Allan Poe

Onde anda Susana Vieira?


Coleção cartão-postal de Joanco

 




domingo, 14 de agosto de 2022

Samurai executor 8

Samurai executor 008 - Um caminho de princípio

Um excelente gibi há anos escaneado mas não postado porque era recente

 Uma questão polêmica da linguagem é se o dicionário deve apenas registrar o significado em voga (ser uma revista-de-moda) ou instruir o que é correto.

Aqui predomina o primeiro, pois os poderes vigentes visam destruir a linguagem.

Creio que o ideal é uma dosagem inteligente de ambos. O dicionário precisa ser repensado, adquirir nova estrutura. Em vez de simplesmente definir um vocábulo ou expressão, o fazer de duas formas: Modística e etimológica. Uma definição de como é usado no geral ou estrato populacional, e outra definindo como tem de ser. Assim exercendo poder moderador, freando deturpação e restabelecendo a correção.

 Após ler a autobiografia de Norbert Casteret Mi vida subterránea (Ma vie souterraine) comparando com os tantos vídeos e textos contando casos de assombração, fiquei pensando no porquê o autor não citou caso, consigo ou com outrem, mesmo começando a se aventurar nas grutas na infância, em várias ocasiões com risco de morrer. Nos relatos em geral vemos tantos casos sobre mineiros encontrando as mais estranhas assombrações, além de casos em lugares ermos, em cidade e em casa.

Perto do fim do livro contou que nunca permitiu que se contasse conto-de-fada, de fantasma, etc, a seus filhos, porque isso afeta o senso de realidade. Inicialmente tive o natural impulso de achar isso absurdo, obscurantista, tacanho. Imagines: Privar a criança dum universo criativo, fascinante e encantador! Mas, analisando melhor, vi que tinha muito de razão, embora o outro lado também. Então seria essa postura mental o fator que fez com que si e seus filhos nunca se deparassem com duende na gruta nem lobisomem na estrada.

Esses seres existem, mas são desdobramento, fenômeno psíquico, quântico, magnético, de partículas tão leves que não estão presas às três dimensões espaciais. Por isso pra pegar a presa, precisam abrir portal emocional inconsciente, seja medo, fascínio, desejo de contato ou de simplesmente ver. Por isso nossa civilização, manipulada por essas criaturas malignas, implanta um culto ao terror e religiosidade piegas, ignorância, obscurantismo. É por isso que no iutube predomina a disteleologia (doutrina que frisa os aspectos funestos da vida no universo (doença, morte, sofrimento…). Eis um exemplo perfeito sobre essa disteleologia

https://www.youtube.com/watch?v=cTJdXFQhQ-o

Terroríficas verdades que la humanidad no está preparada para escuchar

 

Um vício-de-linguagem comum no castelhano é usar podría (poderia) em vez de puede (pode). É evidente que é por redigir por instinto-de-manada em vez de pensar com lógica. Poderia é um condicional de quando não se pode. Se não comprei tal coisa porque não recebi tal pagamento. Mas se na oportunidade da compra tivesse recebido poderia comprar. Eis exemplos:

Rusia podría estar preparando sus antiguos biplanos Antonov-2 para la guerra en Ucrania

Mensaje de advertencia mundial sobre algo que podría ocurrir

15 laboratorios biológicos del Pentágono en Ucrania podrían caer en manos de Rusia

Le Pen: Rusia y China podrían crear la primera fuerza militar del mundo

Si las fuerza ucranianas emplearon dispositivos de interferencia electrónica que pudieran [podrían, 3 verbos] haber incapacitado a los radares del Moscú

Mas aqui, estranhamente, em vez de usar poderia, pois é o caso, usou puderam, quando sabemos que não puderam:

¿Cómo pudieron los alemanes haber rechazado el desembarco de Normandía?

Aqui um exemplo de como o uso vicioso, no caso o português-de-jornalista, tira a precisão da frase. O vício de usar por em vez de em, e noutras vezes em lugar de para, faz com que não se saiba o quê se quer dizer. Não fica preciso se são duras batalhas na cidade, em prol das cidades ou pra se apossar das cidades:

Desde el norte nuestras tropas están librando duras batallas por las ciudades de Brasmute e Soledad

Do norte nossas tropas estão travando duras batallas pelas cidades de Brasmute e Solidão

Aqui diz devolver em vez de recuperar. Mais um pouco e ninguém mais conseguirá se comunicar:

El intento de Zelenski devolver Crimea

A tentativa de Zelenski devolver Criméia

O vício de escrever arrojado, ousado, prafrentex, de ser original. De tanto usar outras coisas em vez de por, quando é o caso de usar por usam a por parecer mais elegante, elegante-de-polichinelo:

Y finalmente murió a causa de la vejez

E finalmente morreu a causa da velhice

 

...Con frecuencia tenía relación extramatrimonial. Nel momento de su muerte estaba comprometido con Margareth Chandler, esposa de un colega

Estava envolvido, não comprometido

 Em quase 20 anos no judiciário nunca vi alguém pedir pra visualizar um processo. Sempre se pediu vista, pra ver, consultar.

 A prosperidade gera a bestice. Aconteceu até aos nômades guerreiros citas, a gregos e romanos antigos, etc, e acontecendo com os amariconas. Nada como uma boa crise pra pôr no chinelo restaurante metido a besta que só deixa entrar cliente vestido elegantemente. O Brasil é um exemplo. Na era colonial se comia até formiga. Mas com a riqueza e prosperidade o preconceito pega carona. Por quê o brasileiro tem tanto preconceito contra o ovo e o pão? Como se fossem alimentos reles. Tudo bem. O trigo não é mais aquele. Com tanta transgenia o atual tem 5 vezes mais glúten. Por isso massa e cerveja engordam tanto, mas isso é outra história. Me lembro duma vez no serviço, os colegas tocando um vídeo sobre carne assada como é num país árabe. Deram aquele Áááá!, de espanto e desaprovação quando o árabe pôs a carne entre fatias de pão. Estranho tanto preconceito dum povo que come tanta comida-lixo.

Vejamos o caso do frango-com-farofa. Meus pais usavam em viagem. Comíamos no trajeto, no banco traseiro, ou chegando ao destino. É espantoso o preconceito contra essa receita de sabor tão original, encantador, prático e barato, só porque é o preferido das classes mais baixas. Isso deve ser estudado como fenômeno psicológico e anticultural de bestice. Se tens esse preconceito és uma besta cúbica. Está na hora de reabilitar essa maravilha.

 


https://www.youtube.com/watch?v=dr3RTzR9kYo

Lançamento de satélite iraniano

 

Coleção Pareidomapa

 Virgínia Ocidental

  

Coleção cartão-postal de Joanco