sábado, 15 de abril de 2023

Adeus, Gata Borralheira

Almanaque Tio Patinhas (edição especial de O pato Donald, 12.1964)

Antigo escaneio colaboração não postado aqui então

 Minha gata inesquecível

Gata Borralheira

Final de 201605.04.2023

Descanses em paz,

companheirona

inesquecível

Gata Borralheira (em primeiro-plano) e Gato-de-bota, 19.11.2016

Gata Borralheira 19.02.2019

 

Gata Borralheira 11.10.2020

 

Gata Borralheira 15.02.2023

 Na linha da célebre sessão da revista Seleções, Meu tipo inesquecível, na difícil escolha ao gato inesquecível escolhi Gata Borralheira.

Com a idéia de que a gata que aqui apareceu, Gata Christie, conviver com outros gatos e não só comigo, decidi adotar algum. Eis que apareceu Ramão com dois gatinhos siameses, Gata Borralheira e Marisa Gata Mansa. Mas depois, vendo que o outro era macho, ficou Gato-de-bota. Gostavam de subir ao nobreique, o lugar mais quentinho. Tive de pôr tipo uma tampa no botão liga-desliga, pra não desligarem. O sonho-de-consumo era entrar a meu quanto quando eu estava. Se eu não abria a porta corriam à janela. Como era bonito ver o casal de irmãos rolando no chão naquelas lutas que os gatinhos gostam tanto.

Quando foi pra castrar eu não tinha gaiola. Ramão levou no colo no banco-de-passageiro. Essa primeira clínica era longe. Ficou tão ansiosa, que chegava a ficar sem ar, de tanto que estranhava a viagem. Mas nunca mais precisou viajar.

Gata Borralheira cismou chamar minha atenção miando no telhado pra ser resgatada. Virou manha. Fingia não saber descer. Mas eu a via embaixo. Assim a deixei se esgoelando de 24.12 a 27.12. 2017. Santo remédio.

Adulta, não aceitava outro gato, nem o  irmão. Só eu. Costumava dormir em minha cabeceira direita. Quando aparecia outro gato eu tinha de ficar no meio, separando. Quando estava sobre o criado-mudo eu batia com a palma-da-mão na cama, chamando:

— Aqui. Aqui. Vem, gatona.

E vinha correndo

Se não entrava ao quarto se deitava na tampa do vaso. Se me via passar corria ao computador, supondo que eu ia até lá. Se eu ia ao quarto, corrigia o rumo.

Tinha vez que, a desora, insistia pra entrar mas logo queria sair, e em seguida entrar de novo

— Sua chata. Não abrirei de novo.

Mas ante os miados e arranhar na porta:

— Ai! Tô ficando mole!

Foi a primeira vez que alguém gostava mais de mim que de todos os outros ou só de mim, coisa que sempre almejei. E mesmo com outros gatos presentes, nunca me abondonou. Pena que desperdicei décadas centrando afeto nos humanos.

Quando eu estava ante o teclado do computador, ficava desfilando na frente da tela. Parava, me fixava o olhar, eu dizia Linda. Um charme esta gatona. E se deitava diante da tela, pra eu esfregar cabeça e corpo. Assim já não atrapalhava.

— Saias da frente, gatona. És bonita mas não transparente. Mas podes porque és minha amiga.

Tinha pavor ao tubo de inseticida. Bastava me ver o pegar, e corria como quem foge de lobisomem. Ultimamente conferia que não soou o borrifo, e voltava.

Eu tinha de tomar cuidado pra cuma rabada não derrubar a guampa de tereré. Pra isso descobri que uma peça da tubulação de ar-condicionado serve de suporte ideal, como já falei numa postagem.

Ia e vinha umas vezes, parava e me encarava um instante, e então se deitava, e eu tinha de fazer aquele cafuné, esfregando a cabeça. Na cama teve vez que me acordou porque queria o tal cafuné. Se eu parava, se levantava, dava a volta e se repostava, ou esfregava a cabeça em minha mão, pra mostrar Faz assim, faz assim!

Eu dizia também:

— Veio me atrapalhar, mas estou feliz porque estás aqui

Tenho toda a paciência do mundo com todos os gatos. Quando uso a mangueira ou o tanque sempre aparece um ou mais pra beber água. Fico esperando. Muitas vezes deixo de acender a luz da sala e vou fazer outra coisa, pra não perturbar um amigo felino dormindo.

No banheiro, na área do chuveiro, sole aparecer penas e resto dum passarinho ou pomba. Me lembro duma vez, quando Gato-de-bota caçou um rato ali e o engoliu inteiro. Eu nunca soube da gatona ter caçado, marcado território nem passeado fora.

Ultimamente deixo a porta do quarto encostada. Um elástico a mantêm encostada. Assim cada um pode entrar e sair. Mas nem todos sabem sair, mesmo eu ensinando. A gatona aprendeu sozinha. Por isso tive de achar as chaves do guarda-roupa.

Quando eu me levantava na madrugada, a gatona corria na frente e pulava à pia do banheiro, pra eu abrir a torneira e ela beber água. Mas só começava a beber quando se tranqüilizava de que eu não voltava ao quarto, pra não ficar fora. Se eu ia à cozinha, à sala ou ficava ali, tudo bem.

E cómo os gatos demoram pra beber água. É forma mui ineficiente de beber água, mas melhor que a das galinhas. E ainda tem tonto que diz que a natureza é perfeita.

Na noite estranhei não aparecer pra dormir em seu cantinho. E na manhã também não apareceu. Estranhei, pois nunca passeou na calçada nem em quintal vizinho. Também não estaria no quintal nem no telhado, pois chovera um pouco, tudo molhado.

Só no começo da tarde a achei morta no lado esquerdo da varanda dianteira. Não teve temporal, não podia ter caído algo encima. Então levei à clínica São Francisco de Assis, beneficente, onde sempre castro os de casa e os que aparecem.

Antes de eu entrar no assunto, doutor Fábio disse que em sua profissão está todo dia com a morte ao lado e se tem de lidar com isso na cabeça. Então avisei que estou com o corpo de minha amiga no carro e que quero ver se pode sondar a causamórtis.

Apalpou de todo jeito, e constatou o fígado muito crescido. Explicou que seria o rim funcionando mal, a urina voltando e a amônia matando. Disse que não adiantaria muito se soubesse antes. Uma vizinha minha confirmou isso. Um gato siamês dum parente seu também sofreu isso. Antes a insistência dos donos o veterinário disse que poderia tomar dinheiro num tratamento inútil mas não o fará.

É um problema de raças mui refinadas. Os gatos vira-lata são mais longevos.

Disse que sentiu muita pena, mas foi morte rápida. Vertigem, alucinação e colapso.

Sirvo a melhor ração, a água é de poço profundo, não essa envenenada por cloro e flúor das fornecedoras. Há pouco morreu Xuxu, a cadelinha de Ramão, aquela que quando ele trouxe os gatos se arrepiaram e Huguinho avançou. Muito idosa, teve câncer.

Em 2021 Gato-de-bota teve de extrair todos os dentes porque contraiu uma infecção bucal que o deixou muito magro. Antes era parrudo, grandão, pescoço de Mike Tyson. Felizmente não era a variedade contagiosa, que passa aos outros gatos. Se recuperou, retomou peso e come ração normalmente. Logo após o gato receber alta Valdinei contou que apareceu outro lá com o mesmo problema, só que muito avançado, e morreu.

Mas a gatona parecia saudável pra valer. Nunca sofreu algo, nem corte ou infecção. Nada faria supor uma deficiência genética. Eu imaginava que morreria de velha. Mas a vida é assim, cheia de surpresa.

Mas ante a fatalidade, pois inevitável, me felicito que fora adotada por mim, pois quem tinha os dois gatinhos nem queria saber aonde iriam. Aqui fomos felizes.

Nalgum universo paralelo ela estará comigo até anciã. Isso vale um conto.

 

Frajola, 02.04.2023

 

Frajola, 02.04.2023

Frajola, 02.04.2023, a barbicha

 

Creme: Brotoeja (siamesa), negro: Félix, gris: Penélope Charmosa

 

Brotoeja, gato Félix, Penélope Charmosa, Frajola & Piu-piu

Frajola

Na semana anterior ao desenlace fatídico duas vizinhas, dona Mercedes e donAna, trouxeram um gatinho, que chamei Frajola, que jogaram no jardim de boldo da calçada num saco fechado. O gato Huguinho operou a orelha, inflada, por doutor Fábio. Como arrancava o curativo o deixei na clínica Auqmia pros curativos. Aproveitando a ida pra o visitar levei Frajola. Estava alimentado mas tremia. A veterinária disse que era de medo. Dois dias ali em observação, mas estava muito bem. Procurei adotar outro, pra ter irmãozinho com quem brincar. Uma funcionária tinha três. Adotei os três, pois não é bom separar. Não é por ser bicho, que não terá trauma.

Novamente a rotina de sair e os encerrar em casa, pois não arrisco algum correr e ficar atrás duma roda.

Brincar com pêndulo ajuda no desenvolvimento infantil e a socializar com gatos maiores, quem também entram na brincadeira. Um objeto redondo na ponta do cordão, como uma carretilha serve. Não uses caneta-lêiser. Parece que Frajola será grande caçador. Às vezes agarra o pêndulo e não solta, grunhindo de prazer e o levando correndo.

 

Alvinho e Bianca, 25.01.2022


 Alvinho e Bianca, 25.01.2022

Alvinho, 25.01.2022

 

Bianca, 25.01.2022

Alvinho e Bianca

Em fevereiro de 2022 Valdinei chegou, tocou a campainha e disse:

— Olha lá. Dois gatinhos na rua. O carro quase pegou!

Fomos ver. Um casal de filhotes brancos brincando na rua. Peguei o mais perto. A dona disse:

— Gostas? Trabalho o dia todo, e a casa é quente. Por isso fogem à rua.

Dona Mercedes já dissera a ela ser melhor os repassar, porque ali há risco de atropelamento.

Na noite brinquei mais de meia hora com pêndulo com ambos e os pus a dormir, 22h. Mas, pasmai!, Alvinho subiu ao muro, desceu na serigüeleira da calçada, tentou voltar mas ainda não sabia. Então correu à vizinha da outra esquina, quem vinha e o levou. Isso soube porque no dia seguinte Alvinho não aparecia. Passou dona Mercedes, comentei que não pode estar dormindo no quintal tanto assim. Disse que dormindo não. Foi uma dona assim-assim quem levou. Catei na câmera. Dois dias, e não a achava em casa. Na noite fui agradecer ter resgatado o gatinho. Disse que a filha pequena se apegou. Eu disse que não quero os separar. Aceitou ficar com Bianca também. Como tinha um cão grande na frente, deduzi que não fugiriam.

Na semana seguinte donAna chegou com Bianca, e tocou a campainha. Alvinho estava no alto de seu muro. Retomei ambos. Mas quem diz que consigo os conter? Nunca vi gatos tão pequenos gostar tanto da rua e saltar muro com tanta facilidade. Decerto são hiperativos. O pior é que são tão mansos, que vão com qualquer um que passa! Uma vez passou um rapaz, e Bianca atrás. Vi na câmera, corri e a peguei de volta. O rapaz disse que é gato muito bonito e que já o levaria.

Noutra vez saí e Alvinho sumiu. Vi na câmera outro rapaz tocando a campainha, e Alvinho em volta. Chamei seu Felipe, um vizinho muito relacionado na rua, pra ver se o conhecia, pois presumi que o levara. Mas noutra câmera vimos que ficou na casa da vizinha da esquina oposta à da outra vez.

O bisquei e então passei a sair os deixando encerrados dentro de casa. Então comento o fato de que o simples ato de adotar um gato muda a rotina cotidiana, e pode pôr em risco a segurança da casa. Não só o fato de eu com muita freqüência abrir o portão e ir atrás deles, mesmo na noite. Quando Felipe viu o rapaz que tocou a campainha, que eu podia muito bem abrir por achar que é um vizinho vindo ver se o gatinho é daqui, mas eu não estava, disse:

— Esse cara é lá do presídio-albergue, em liberdade condicional. É assaltante. Cuidado!

Os gatos entravam tranqüilamente subindo na serigüeleira e dali saltando ao muro no meio da concertina. Já aconteceu se cortar e infeccionar, com Gato-de-bota e Branca-de-neve. Por isso, como não se os consegue segurar, nem com reza-brava, abri uma passagem na parte baixa do muro.

Nunca vi gatinhos tão suigênere. O aspirador é bem ruidoso. Os gatos fogem na hora. Os branquinhos não. Vêm brincar. Já passei aspirador na barriga. Os outros fogem do barulho do motor, eles não. Por isso só saía os vendo onde estavam, tendo certeza, antes de os deixar encerrados sempre que saía. Tanto não fogem de barulho, que Alvinho teve 1s a barriga presa por não sair do lugar descendo o portão-de-elevação.

Outro alerta: Em tempo fresco, e principalmente no frio nunca ligar o carro sem antes abrir o capô do motor pra conferir se tem gato dormindo ali. Uma vez abri pra conferir a água. Tinha um gato preto dormindo. No final de 2022 uma gatinha duma vizinha virando a esquina esquerda procurava uma gatinha bem peluda. Em seguida soubemos que morreu quando um vizinho ligou o carro. Outro gato, peludão também, dessa vizinha, havia uma semana sumido, apareceu aqui por causa do buraco que fiz pra passagem felina.

  

Tenho de andar meio escondido

Eu pensava:

— Quê vida boa a dos gatos. Não precisa trabalhar nem estudar e mais dormem que acordam.

Então achei a solução:

— E se eu for adotado por um elefante?

Me inscrevi na clínica Auqmia (podia ser Miaukilate) pra adoção. Então um elefante me levou. Eu estava muito feliz. O elefante me enrolava na tromba, desenrolava em parte ao alto. Dava medo! Mas eu estava feliz.

O chato era só comer ração. Senti saudade de camarão, cerveja, vinho, churrasco…

Mas o pior foi quando me levou pra passear. Não era pra passear. Íamos rumo a clínica de castração!

Fugi. Ufa! Escapei por um triz.

Se um elefante perguntar sobre mim, ninguém me conhece!

 

Coleção Adeene neles!

 

Gato siamês - Valdinei           Cão - Putim


 O inspetor e os motociclistas - O menino maluquinho

 

 Coleção cartão-postal de Joanco

 



terça-feira, 14 de março de 2023

A 3ª guerra mundial já começou

Jacques Bergier - A 3ª guerra mundial já começou.pdf

 (La 3e guerre mondiale est commencée), edições Afrodite, Porto, 1977

O livro só pretende demonstrar que o terrorismo é a forma atual de guerra, que a 3ª guerra mundial, a do terrorismo, já começou, e que o ocidente está em via de perder.

Suplemento-em-quadrinho - Jornal Jovem 002, 1967 - ano 1

 Sobre Líbia e Coréia do Norte, vejas quem era Cadafe, 04:40 https://www.youtube.com/watch?v=hoOHtjeez3I

https://www.youtube.com/watch?v=5eI_6x9uBoQ

La invasión a Libia y asesinato a Gadafi. ¿Principio del fin de una decadente UE junto a Eua?

 Do correspondente Daniel

Hoje faz 200 anos duma das batalhas mais sangrentas pela independência não só de meu estado, Piauí, mas que foi muito importante prà independência do Brasil. Infelizmente, raramente ou nunca se acha nos livros de história do Brasil na escola, e quase ninguém que não seja aqui de meu estado conhece.

A batalha do Jenipapo

https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Batalha_do_Jenipapo

https://g1.globo.com/pi/piaui/noticia/2023/03/13/200-anos-da-batalha-do-jenipapo-o-sangrento-embate-entre-portugueses-e-brasileiros-no-sertao-do-piaui.ghtml

 Não é só o vocábulo pachucho, não incluído nos dicionários e ignorado no resto do Brasil. Da história de Mato Grosso do Sul também poucos conhecem o protagonismo dos índios cavaleiros, os guaicuru, na consolidação de nossas fronteiras. Quando se desmembrou Mato Grosso do Sul de Mato Grosso se propunha o gentílico guaicuru pra quem é de Mato Grosso do Sul, assim como outros estado com nome comprido têm um gentílico opcional (Sul-rio-grandense gaúcho, norte-rio-grandense potiguar, espírito-santense capixaba), que infelizmente não pegou. É hora dos escritores e jornalistas ousar, começar a escrever guaicuru em vez de sul-mato-grossense, em vez de esperar bovinamente algum gramático determinar que seja assim e todo mundo ter de seguir.

https://www.infoescola.com/historia/indios-guaicurus/

Nesse texto se explica que na guerra do Paraguai forte Coimbra não resistiu, sendo salvo pelos índios. Mais um exemplo de como a política de aliança, dos portugueses, foi eficiente, de forma a Portugal ser o único país pequeno e de escassa população manter território tão grande.

 Eternamente o fenômeno do período de férias no hemisfério norte, escasseando as notícias científicas se enche lingüiça com brincadeiras tipo primeiro-de-abril. Agora é que cientistas chineses (Sempre uma fonte longínqua, de preferência com relação diplomática complicada e idioma o mais exótico) detetaram que o núcleo terráqueo parou. E até uma (ó imaginação indigente!) que uma sonda mapeou o núcleo de Marte.

Esses núcleos de ferro fundido são modelos teóricos obsoletos de planetas maciços. Nenhum planeta é maciço. Mas se a Terra fosse maciça, como o núcleo pararia de girar ou desaceleraria?

Se a Terra fosse maciça o campo magnético não seria toroidal, não haveria aurora boreal e austral, e não ocorreria inversão polar após um cataclismo cósmico como o mais recente dilúvio com o choque contra um planetóide, pois uma esfera maciça não tem pólo nem equador. O risco do planeta rachar seria muito maior. E a gravidade seria muito mais forte.

Parodiando Mário Quintana, de Poeminha do contra

Todos esses que aí estão

atravancando meu caminho

Eles passarão

Eu passarinho!

Eu, extensão a Poeminha do contra

Esses catastrofistas do mistério paladinos

Sensacionalistas com arapucas nos caminhos

Eles divagarão

Eu devagarinho

 Pra usar é preciso ousar

Se pegar uma revista até a década 1950 ou meado da 1960 se verá muito vocábulo há muito corrente e aportuguesado na grafia original: Placard placar, score escore, team time… Nossos antepassados aportuguesavam vocábulo em uso corrente, e não temiam criar vocábulo quando necessário. Por quê não se aportuguesa mais? Somos mais burros que nossos antepassados. Parece que sim, pois nosso vocabulário é muito mais pobre que o do século 19. Além do mais as toxinas presentes na alimentação, além da toxidade informativa. A campanha de destruição à linguagem é real, implementada pela imprensa massiva, falsimídia, da máfia sionista-maçônica. Reina uma passividade bovina, medo de criar, de ousar, como se o que está no dicionário fosse de inspiração divina, infalível e imutável, que sempre esteve ali e sempre estará, e não feito por humanos normais, falíveis, como eu e tu.

Eis a origem de toda nossa pasmaceira bovina: A imbecilização da multidão, conveniente ao capitalismo selvagem. Dali a linguagem inclusiva, as babaquices de 8 de março, os idiotas da objetividade, como na atual polêmica do moleque deputado que faz palhaçada num meio ranzinza e distímico cioso duma seriedade que não tem, pois nunca se bradou contra toda a palhaçada do horário eleitoral, e esses sérios do pau-oco, dissidência-controlada, fazendo polêmica, novela mexicana, tempestade em copo-dágua. Se condenam alguém por ser contra algum movimento, não poderão protestar quando o feitiço virar contra o feiticeiro. Não poderão reclamar ser condenados por dizer que o cigarro é deletério, pois antes se calaram quando alguém foi condenado por antipatizar contra algum grupo pretensamente e supostamente oprimido.

Cabe esclarecer que quando alguém muda de sexo, não digo necessariamente todos os casos, é porque nasceu cum defeito genético onde sexo do corpo não é o mesmo do cérebro. A rigor isso não implica perversão sexual. Corrigido o problema a pessoa pode se comportar como indivíduo normal. O problema é que esse grupo se associou ao grupo reivindicatório equivocado, gerando rejeição.

A implicância recorrente do deputadinho contra esse grupo, salvo se explique melhor, é porque é bolsonarista: Não vive no mundo real e sim em eterna lavagem cerebral. Não que seus opositores sejam assim tão melhores, infelizmente.

Em física nuclear vemos o vocábulo criticalidade, referente ao ponto crítico de explosão nuclear. Em aeronáutica, aviônica, sobre as característica que fazem um veículo ser avião. Em programação de vídeo-jogo o termo jogabilidade, pra se referir à fluência, praticidade e características que tornam um jogo interessante. E assim a diante, cada ramo tem jargão próprio, criado pra não ter de sempre se referir a um conceito usando muitas palavras ou uma frase inteira.

Lá nos 1970 uma professorinha debochou do termo encompridar, dizendo que o certo é ampliar. Pobre professorinha ignorante. Ampliar é termo mais genérico, tornar mais amplo, o que pode ser em 1, 2 ou 3 dimensões. Encompridar é tornar mais comprido. Sinônimo de alongar? Não discutirei isso agora. Alargar é tornar mais largo. Todos os três (Encompridar, alongar, e alargar) em 1 dimensão. Incrível a criatividade ser podada já desde criança.

Também uma professorinha disse que vi ela está errado, que o certo é a vi. Está errado se referindo à terceira pessoa mas está certo se for a quarta.

Um de matemática disse que não é reticência mas infinito. Na verdade:

 


infinito           -           reticência

Esprei-de-pimenta? Não. Aerossol-de-pimenta:

esprei - esprei - aerossol

 Emputinados contra Putin

Após o discurso de Putin dois canais brazucas carregaram na contra-ofensiva. Já postei uma tradução, ao português e castelhano, do artigo dum especialista em lavagem cerebral e técnicas de persuasão: https://cheguavira.blogspot.com/2011/07/figura-extraida-de-httpwww.html.

Pois é nesse tema escroto dos elegebetê-pequepê que se exemplifica cabalmente o quanto a lavagem é eficiente. Canais de esquerda!, ou supostamente de esquerda, pois não descarto receberem verba lá do país das mariconas.

Meteoro, que já comentei que o cara é bem maluco-beleza, vociferando, explicações contra (pedantismo), qualificando o discurso no rol das esquisitices do mundo, etc., porque Putin citou a relação direta homossexuais-pedófilos. Pedante porque Meteoro se baseia em propaganda e em politicamente correto em vez de em ciência, como Putin.

Triste postura, pois certamente no futuro nada remoto, quando esse modismo insano passar, um cara desse terá vergonha de suas opiniões no passado.

Depois Desmascarando, no desonesto clichê de atacar o argumentador em vez de o argumento, qualificando Putim de discursador olavista, etc.

Contra esses sucessores da televisão, patrulha ideológica sempre em prontidão pra defender as causas da imprensa-de-massa, ciência. Cito trecho do livro já há muito disponível aos que querem saber a verdade: https://cheguavira.blogspot.com/2015/12/:

Dezenas de pesquisadores demonstraram que os homossexuais são um grupo muito promíscuo. HSD reafirmou estudos anteriores em sua tabela 7. Pro grupo maior (homossexuais masculinos), 60% tinha mais de 250 parceiros sexuais e 28% tinha 1000 ou mais parceiros sexuais até o momento do estudo. Um homossexual declarou (página 226) que teve mais de 1000 parceiros sexuais nos dois anos anteriores. Acerca de 1 nos dias pares e 2 em dias ímpares, sem parar em domingos e feriados!

Ainda assim muitos estudos mostram mais casos de pedofilia heterossexual. A tabela 2 apresenta a fundamentação incompleta e falaz empregada por homossexuais. Como o número de pedófilos varia de comunidade a comunidade, usamos dados hipotéticos, pra de mostrar que é a freqüência relativa, não a freqüência observada ou absoluta, de pedofilia que é importante prà conclusão científica de se o abuso sexual infantil é mais prevalente entre homossexuais. Por uma questão de clareza usamos uma cidade hipotética e números redondos, de acordo com os dados empíricos usuais.


Dados hipotéticos representando maior incidência de pedófilos associada à homossexualidade

A primeira coluna mostra a freqüência observada de pedófilos homossexuais e heterossexuais. Há o dobro de heterossexuais pedófilos em relação a homossexuais pedófilos. A segunda coluna mostra que nessa cidade de 10.000 habitantes existem 9000 heterossexuais e 1000 homossexuais (novamente de acordo com estimativa de 10% da população ser homossexual).

A terceira coluna mostra a freqüência observada ajustada a um número igual de homossexuais e heterossexuais na população em geral. Observar que o número de pedófilos heterossexuais permanece o mesmo mas o número de pedófilos homossexuais aumentou de 10 a 90.

Agora consideremos a linha inferior da tabela 2. A relação heterossexual-homossexual começa em 2/1 prà freqüência observada, 9/1 prà população em geral e 1/4,5 pràs freqüências ajustadas. O que isso significa é que o erro de propaganda homossexual é ao menos 450% e alguns podem argumentar que é tão grande quanto 900%. Essa última é verdade porque as proporções se inverteram de 2/1 a 1/4,5. Presses dados as melhores generalizações científicas são exatamente opostas ao que os homossexuais reivindicam. Temos de concluir que a homossexualidade é mais propícia pra molestar do que a heterossexualidade.

Frank M du Mas phd, Guei não é bom (Gay is not good)

A questão é que nossos amados esquerdistas estão usando esse conceito pra combater qualquer discordância: Quem discorda de casamento bicha, etc. Está se abrindo um perigoso entorno de unanimidade, patrulha ideológica. Não estão usando critérios claros e bem-definidos, e canais como este estão fazendo vista-grossa, estão no oba-oba. Isso é perigoso porque logo-logo quem disser que coca-cola é veneno terá de pagar vultosa indenização ao fabricante quem alegou discurso-de-ódio. Por mais odiosos que sejam, as condenações a Ciro Gomes, Cássia Kiss e o deputado moleque estão exageradas e claramente influenciadas pelo clima polêmico. Já vimos muitos casos criminais onde a justiça é sufocada pelo sentimento intenso da polêmica, o que envergonhou os decicidores depois passado o frenesi. Vide o caso dos donos da escola injustamente acusados de pedofilia nos anos 1990. O clima emocional e o modismo politicamente correto estão influenciando os ânimos. Tomem banho frio e voltem a pensar.

Não devemos temer criar, contestar, eliminar. Mas sem exagerar. Há os seguintes vocábulos:

Algures Nalgum lugar aquém

Alhures Nalgum lugar além

Nenhures Em nenhum lugar

Nesse contexto criei um,

Ignures Em lugar ignoto

Os deuses onde estão? Em ignures!

 Coleção Adeene neles!


 Sócrates grego - Sócrates brasileiro

 

Alberto Nisman - Mourão

 
Vanes, Bretanha - São Malo - Cripto

 

Pedro de Bréssia - Chaves

 

Ordem pra matar Ciro Gomes?

 

 Coleção cartão-postal de Joanco

 







sábado, 18 de fevereiro de 2023

O irmão de Pinóquio

Monteiro Lobato - O irmão de Pinóquio

~1931

Monteiro Lobato - O irmão de Pinóquio - escã original

 

Liberato Bittencourt - A fase inicial da guerra do Paraguai.docx

Sem data

Liberato Bittencourt - A fase inicial da guerra do Paraguai.pdf

 

Exemplo da ortografia da época

 Dos discos de Joanco

Seriado

Zorro 1.rar

Zorro 2.rar

 ● Discutindo o tema de que foi a Urs quem ganhou a 2ª guerra mundial, alguém alegou Mas Eua enviou armas pra ajudar a Urs na 2ª guerra. Porque financiaram Rítler pra destruir a Urs. A tática é enviar armas a ambos (vendendo, nunca doando), pra prolongar a guerra ao máximo e os debilitar, promovendo destruir mutuamente. Israel enviou arma ao Irã na guerra Irã–Iraque, com esse fim. Na Ucrânia o mesmo. Só não enviando arma à Rússia porque ela tem mais e melhores. Essa tática nunca deu certo mas sempre usam porque acham genial demais.

 ● Nos livros escolares de história nos 1970 Federico Barbarossa aparece em português como Frederico Barba-Roxa. Agora na internete Frederico Barba-Roxa ou Frederico Barba-Ruiva, como se sinônimos! O italiano rosso, como o castelhano rojo, não é roxo, e sim vermelho. São erros que ficam, como O planeta dos macacos em vez de O planeta dos símios.

 https://www.youtube.com/watch?v=Qb_kIB19cEQ

Estácio de Sá, samba-enredo 1988, O boi dá bode

0:29

E também o Minotauro

O boi grego da mitologia

O Minotauro é da mitologia grega mas não era grego e sim cretense. Por pouco não disse grego o boi Ápis

 Estilo, moda e camisa-de-força

É impressionante o número de bobocas que se sentem na obrigação de aderir à linguagem inclusiva, produto do politicamente correto derivado da ideologia-de-gênero, adotado pelas mentes bovinas, as do instinto-de-manada. Quanta falta de personalidade! E  como são feministas esses sujeitos! Um feminismo adolescente, pueril, vergonha alheia. Um disse que no discurso exortando se disse Senhores!, como se só houvesse homem ali. Dã?! Fugia das aulas de português na escola? Mas a internete é o reino da ignorância.

Mas donde vem essa adesão tão estóica ao politicamente correto? Baixa inteligência? Creio que sim. Baixa inteligência da espécie, o que impede as pessoas se livrar da lavagem cerebral e se comportar como adolescente necessitado da aprovação do grupo, de se sentir o mocinho da fita, imaginando que estar na moda lhe renderá mais cliques positivos, inscrição, etc. O triste é que isso inclui altos políticos, inclusive o presidente, altos magistrados, em vez de apenas iutubeiros carentes de cultura formal.

Agradeceria se esse estoicismo se aplicasse também no trânsito. Que se desse sinal devidamente, acendesse luz em tempo nublado, corresse menos em pista molhada, etc. Em vez de só se mostrar certinho, bonzinho e bonitinho quando crê que os outros estão vendo. E agradeceria também se os puristas ortográfico-gramaticais, que se acham tão corretos, não usassem vocábulo estrangeiro nem cometessem tanta barbaridade preposicional e pronominal, por exemplo. Certinhos do pau-oco!

Como todo mundo anda na rua? Uniformizado, a mesma cor de cabelo e penteado? O mesmo modelo e cor de sapato? Porque o modista tal escreveu no livro sobre o bem-vestir, que o certo é usar camiseta cinza e calça verde escuro, todo mundo se veste assim? No mundo real cada um tem seu estilo. Tirando exagero como calçar pé-de-pato, roupa de palhaço ou escafandro, cada um tem seu estilo. Uma veste calça brim azul, outra minissaia amarela, outra bermuda preta. Cada automóvel, idem. Senão seriam todos iguais, da mesma cor. Cada um tem maneira própria de ser, gestual, tom vocal, estilo verbal, expressão corporal…

Então por quê a mania de achar que tem uma forma rígida correta de redigir um texto escrito ou verbal? É concepção equivocada. Não sei se noutros, mas onde sei que a gramática é rígida e regulamentada pelo governo é na Coréia do norte.

Claro que existe uma forma oficial do português correto, pois é preciso estabelecer um padrão pra se classificar os candidatos num concurso público, vestibular. Assim como se normatizou a receita do acarajé quando foi tombado como patrimônio cultural, mas é mais pra evitar descaracterização acentuada.

Assim como o que é lei não é necessariamente justo e correto, o que é norma gramatical, ortográfica, etc, não é necessariamente português correto. E ser adotado pela imprensa massiva não o faz correto.

Há norma técnica pra publicação científica e universitária. Assim como não me interessa se os astrônomos consideram Plutão planeta ou os agentes imobiliários tal prédio arranha-céu, não me interessam as normas técnicas nem a camisa-de-força dalgum gramático quando redijo texto.

É isso que as pessoas devem entender definitivamente: Cada um tem estilo de cozinhar, se vestir, passear, o trajeto em automóvel pra chegar até sua casa, viver, enfim, também tem o de falar e escrever. Se não estou prestando concurso, redigindo documento oficial nem apresentando tese universitária ao-diabo a camisa-de-força dos gramáticos!

 A Rússia, Diatlove e o magnetismo

Uma declaração oficial do governo russo sobre o caso Diatlove apontou uma avalanche como a causa da tragédia. https://br.rbth.com/historia/84105-causa-morte-diatlov-revelada

Uma postagem aqui no blogue apresentou o minucioso estudo de Natália Diaconova elucidando o caso Diatlove como ataque de chupa-chupa, um ufo-de-fogo que queima pessoa, como casos de morte no Brasil e na Espanha. https://cheguavira.blogspot.com/2020/04/gazeta-juvenil-18.html

Como explicou John Alva Keel, em Operação Cavalo-de-tróia, sabe que os ufos não são objetos fabricados procedentes doutro planeta, que são assombrações. Por isso se conforma com a pecha popular de que conspira escondendo esse mistério, do que enfrentar a complicadíssima e temerária tarefa de explicar a verdade a um público ignorante e fanatizado pela idéia de visitantes extraterráqueos com tecnologia avançada.

Os russos também se escamotearam dessa situação cacete que geraria muita polêmica e levaria a muita discussão indesejável nada produtiva à elite governante. Mas tal declaração oficial reforça a idéia de qual facção intraterráquea dirige, inspira ou ajuda o país.

A famigerada profecia de Fátima, pois as aparições marianas são ufos mal-entendidos e mal-interpretados, diz que se a Rússia for consagrada ao coração Maria o mundo ficaria em paz.

Com medo de evitar conflito político os diplomatas do Vaticano não permitiram mencionar o nome da Rússia, motivo pra muitos suspeitarem da genuinidade sobre a consagração.

Supondo que tudo isso seja autêntico, ainda resta o fato, como John Keel declarou, de que o pessoal que dirige os ufos é mentiroso, manipulador e trapaceiro.

Após a queda da Urs a Rússia se ergueu aliada à igreja ortodoxa russa, reforçando e defendendo os valores morais da cultura russa contra a depravada e caótica ideologia ocidental de falsos valores.

A espantosa tecnologia russa, esmagadoramente superior à ocidental, especialmente em magnetismo, leva a supor aliança cuma facção ufo benigna ou não tão maligna quanto a que manipula o mundo ocidental.

Sendo assim, não convém revelar a verdade sobre o caso Diatlove, mesmo que a tragédia fora obra de facção ufo inimiga, também pelo motivo de que isso daria informação ao inimigo.

Galãs chulos

 
Certos iutubeiros não têm limite no afã na corrida caça-clique

Muitos iutubeiros que se dizem esquerdistas, cedendo ao abjeto instinto-de-manada, no afã de agradar e se mostrar, cada um, bom-rapaz, não param de citar o esdrúxulo vocábulo homofobia. Junto citam o negro, quando muito. Como se não existissem inúmeros exemplos, esses sim genuínos, de violação ao direito, preconceito, discriminação, etc. Não se lembram de obeso, cadeirante, mongolóide, pobre. Pobre? Esse só aparece em discurso cívico-político. É tão desgraçado que é desprezado até pelos outros pobres. Não! Só lhes vem à cabeça homofobia, homofobia, homofobia. Mas o vocábulo grego fobia é medo mórbido. O vocábulo xenofobia inicialmente representava medo a estrangeiro, forasteiro, alienígena. Muito usado e abusado, acaba sendo entendido também, na falta de termo mais preciso, como ódio, ojeriza, desprezo. Quem tem medo mórbido é vítima dalguma forma, pois é doença, não algoz. Mas esses imbecis só tem na ponta-da-língua o vocábulo homofobia, de tanto que a imprensa corporativa antinacional martela esse tema há década, já completando a lavagem cerebral de destruição cultural.

Tal é o caso do canal Galãs feios, que faz boa crítica aos costumes mas não percebem que nesses pontos são dissidência controlada, inocentes úteis, bradando contra o sistema mas fazendo o jogo dele, como Datena e sucedâneos (embora um tanto melhor) que vociferam contra os crimes mas só provocam catarse.

Pois postaram a incrível matéria escatológica do dedo no reto. Agora te peguei em contradição! Encarnando o menino no conto O rei está nu, perguntei: E quem põe o pênis ali não é outro porcalhão? Mas na vida real o menino alerta mas em seguida todos fingem não perceber, que nada ocorreu, e fica tudo na mesma. No máximo, se criança o menino leva uma chapuletada, pois o que sonâmbulo mais odeia é ser despertado de supetão.

Como o Plantão Brasil, onde o apresentador é adepto da linguagem inclusiva, feminista adolescente e todos aqueles sintomas do bom-rapaz. Apresentou o caso dum pastor bolsonarista conservador gravado em intimidade homossexual. E foi logo se limpando Usou o termo homossexualismo, em vez de homossexualidade, pra parecer que é doença. Dã?!

Num canal hispânico, idêntico. Alguém afirma que não posso usar o termo terminado em ismo. Bem estranho. Os mesmos vícios-de-linguagem, modismos, eufemismos… em ambos idiomas. Tem uma central controlando tudo. Ora! Mas quem determina como devo me expressar sou eu!

Toda vez que se aborda o tema já de antemão se previne Nada contra. Até tenho amigos gueis. Ou então Naquela época isso era estigmatizado. Ou no seriado Sofres com a reação das pessoas, quem consideram errado.

Tal qual nos sítios astronômicos, especialmente os que mostram imagem de sonda espacial: Sempre dão um jeitinho de encaixar uma expressão reforçando a farsa da ida à Lua: Aquele ponto ali é a Apolo 11 (171) rumo Lua. Ou Foi uma das grandes façanhas do século 20, depois do homem na Lua em 1969… Com enxurrada de provas e evidências da farsa lunar, só mesmo os fanáticos admiradores da superprepotência persistem na crença, que é uma seita como a dos que insistem que os ufos são naves duma civilização tecnológica extraterráquea mui avançada.

Thiago dos Reis (Plantão Brasil) já confessou que fugir a outra plataforma é complicado porque quando se recria um canal é quase impossível recuperar o número de seguidores. Ou seja: É caça-clique assumido. Que ninguém se iluda com o discurso dos iutubeiros, de que lê e responde todos os comentários, usando todos os ardis pra forçar comentar, mas é só porque comentário valoriza o canal. Imploram clique positivo, inscrição, sininho, e principalmente doação. Acho meio indigno isso de implorar clique e doação. Essas coisas têm de ser espontâneas. Virou uma praga pedir doação. A monetização derrubou a qualidade do iutubo, que agora é um oceano de desinformação. Muita matéria científica por diletante ignorante no assunto. Os iutubeiros são os mais hipócritas da internete. Só lhes interessa a estatística.

O cara do Meteoro é meio poeta meio maluco. Uma vez citou o Metaforando como charlatão, e dois vídeos depois disse que gostaria de aplicar as técnicas de linguagem não verbal do curso que fez no Metaforando. A esposa, co-apresentadora, ficou com cara-de-bunda, não podendo contrariar, quando o cara resolveu filosofar ao meio que o bolsonarismo e tudo o que aconteceu foi bom porque despertou as pessoas, e tal.

Eduardo Moreira contando que fulano e beltrano fizeram acordo-de-cavalheiro, e abriu parênteses pra dizer Eta termo machista! Mais um exemplo de filósofo-de-botequim já no quinto copo.

O canal Cortes 247, quem postou aquela do ser desrespeito os jogadores comer carne com ouro em nossa cara, canal esquerdista lulista, posta matérias de Folha, Uol, Estadão, tudo falsimídia! Jornalistas que não diferenciam ponto de vírgula e redigem mal. Jornalista tem obrigação de escrever bem, ainda mais que há estudantes se espelhando no que ali está.

E outros botequineiros caça-clique que pra agradar metade da platéia resolve rasgar seda como se fosse 8 de março. A esses, aos homofobiamaníacos e aos religiosos ostensivos digo que se se sentem no direito de ser ostensivos, isso dá direito a quem discorda se manifestar. Se não querem polêmica se calem e parem de aborrecer com seu mantra de lavagem cerebral, e fiquem satisfeitos com o já obtido.

Todos canais com bom conteúdo no geral, excelentes análises e notícias. É por isso que pasmo ao ver esse buraco lateral.

Mas o mais preocupante na postura desses esquerdistas meia-sola é a omissão a violência quando é contra opositor. Galãs feios festejou quando um bolsonarista falou mal do fanque e foi ameaçado por fanqueiros na rua.

Todos são dissidência controlada, feministas pueris, num oba-oba que me assusta.

 Cássia Kiss falou em destruição à família:

— Não existe mais o homem e a mulher, mas a mulher com mulher e homem com homem. […] O quê está atrás disso? Destruir a família, a vida humana? Porque onde eu saiba homem com homem não dá filho, mulher com mulher também não. Como faremos?

A organização sem fim lucrativo afirma que declarações têm teor discriminatório e preconceituoso, que essas falas claramente carregam teor discriminatório e preconceituoso aos casais homoafetivos e a comunidade LGBTQIA+ ao questionar a validade da sua existência, disse a petição inicial.

O grupo pede retratação e indenização de R$ 250 mil. O grupo Arco Íris pede retratação pública em veículo de comunicação de alcance nacional que deverá ser reproduzida nas mídias sociais da ré e indenização por danos morais coletivos no valor de R$250.000 pra promoção de políticas e programas direcionados a enfrentar discriminação e LGBTfobia no contexto artístico.

Cássia Kiss é vítima de delito-de-opinião por falar a verdade. Não pregou agressão, extermínio, discriminação nem fez afirmação caluniosa. Ninguém é obrigado a ser simpatizante dalgum movimento nem concordar com sua ideologia. Falou sobre a doença, não sobre o doente. Então se alguém disser que o cigarro faz mal terá de pagar indenização a algum sindicato de fumante. De nada mais se poderá discordar. É a SU, sociedade unânime. Se terá de concordar com tudo e se calar ante tudo. Ninguém pode mais ter opinião própria. Não se pode contestar, pois o simples ato de discordar é considerado ódio, intolerância, preconceito. Isso abre precedente muito sério de impor modismo ideológico, e no futuro transformará um indivíduo odioso como mártir.

O que Cássia falou é verdade notória, seja ou não celebridade odiosa

https://jornaldebrasilia.com.br/entretenimento/celebridades/cassia-kis-diz-estar-desempregada-para-reduzir-indenizacao-em-processo/

Se usas o vocábulo homofobia não és esquerda. És dissidência controlada. Estás sob a lavagem cerebral da imprensa corporativa. Estão criando leis autoritárias pra impor certos comportamentos anômalos e indesejáveis. Uma coisa é atacar a doença. Outra é atacar o doente. Não é correto bradar matar fumantes. Mas se não posso dizer que fumar é anômalo e faz mal, e por isso sou chamado de tabacófobo, estamos numa ditadura do pensamento, onde só é permitido aderir e concordar. O caso de Cássia Kiss é um exemplo flagrante desse abuso.

Ciro Gomes teve a casa herança materna penhorada pra pagar R$250.000 de indenização por ter chamado o vereador Fernando Holiday capitãozinho-do-mato.

No Brasil o capitão-do-mato foi o serviçal duma fazenda ou feitoria encarregado de capturar escravo fugitivo. Na sociedade brasileira gozava de pouquíssimo prestígio social e era suspeito de seqüestrar escravo apanhado ao acaso, esperar ele ser declarado fugitivo, e o devolver ao dono, cobrando recompensa. Wikipedia (PT).

O quê há de tão grave no xingamento de Ciro? Supondo que foi só isso. É muito grave que certos movimentos e personagens sejam privilegiados, com acesso à justiça na moda como se fossem melhores que o resto do povo, quem não tem a quem apelar quando sofre grave prejuízo ou dano moral pra valer.

E é imoral isso de pagar pena em dinheiro. Significa que quem tem dinheiro tem mais direito de ofender. Quem tem mais dinheiro sofre menos. A menos que seja pra compensar prejuízo real, palpável.

Ali se descortina uma indústria da indenização, como já nos anos 1980 era gritante e ululante a indústria de taxa de arrecadação a concurso público. Aqui em Mato Grosso do Sul o TRE era notório por fazer concurso-de-fachada, chamando meia-dúzia ou 7 do concurso, pra disfarçar. O resto era apadrinhado. Não sei se ainda é assim.

Supondo que foi só isso, é abuso pra intimidar os discordantes, pra temer se manifestar. É a forma do sistema vestir a camisa-de-força. É a tal história: Contra os inimigos me defendo bem. O problema é me defender contra os amigos.

Não quero defender essas duas celebridades detestáveis. Mas se festejamos a ilegalidade contra o inimigo, logo podemos ser vitimados por essa ilegalidade.

É grave a omissão de todos, deixando correr esse estado-de-coisa, deixando se estabelecer o irracional, como deixaram a religiosidade exacerbada e o anti-comunismo fanático. E deu no que deu.

Vejas como funciona

Se o sistema quer implantar uma cultura onde, por exemplo, o fumante, o zoófilo e o psicopata assassino serial sejam aceitos como normais. O trabalho leva décadas.

Primeiro começam a noticiar o tema esporadicamente, pro público se acostumar e diminuir a rejeição. Isso é fácil porque a máfia globalista domina a imprensa massiva. Na década seguinte aumentando a freqüência. Ao mesmo tempo os humoristas contando todo tipo de piada e criando personagem com o tema. Esse primeiro passo visa forçar o tema se tornar onipresente na cultura popular, de modo a que toda excentricidade seja associada ao tema. Com tanto vaivém de aceitação–rejeição, o público se cansa e afrouxa a resistência.

Criam um eufemismo pra denominar o tema, de modo a descartar todos os pejorativos como preconceituosos. Então não se pode mais dizer fumante e sim fumolover. Nem pensar em zoófilo e sim zoolover. Nada de assassino serial, nem psicopata, mas killerkiss. Quem discordar dos fumantes será taxado tabacófobo, o que rejeita a zoofilia será o zoófobo, e os que se horrorizam com as mortes seriais serão os serialfóbicos.

O esforço é pra associar a ideais de beleza, libertários, democráticos e solidários coisas feias, egoístas, pervertidas e depravadas.

Depois começarão a propagar a idéia de que todo mundo é nalguma porcentagem fumante, zoófilo e assassino. Organizações científicas devidamente recompensadas distorcerão os conceitos, estatísticas e procedimentos científicos pra forçar a OMS a retirar essas duas categorias da lista de doença. A imprensa e ongues começarão a fazer analogias esdrúxulas, alegando que se deve incentivar a diversidade. O assassino serial é uma forma de diversidade predadora. Se o predador come a presa, o serial mata o cidadão como forma de seleção natural. A fumaça de tabaco seria uma variante nos cheiros e fumaças naturais. O zoófilo mais um item na diversidade sexual. Futuramente o necrófilo também terá lugar-ao-sol. Claro que a diversidade de opinião, não. Essa diversidade não vale. Né?

E finalmente, pra avacalhar geral, grandes passeatas carnavalescas com os respectivos temas Orgulho fumolover, zoolover e killerkiss.

Finalmente a institucionalização dessas doenças e perversões, e o uso do poder jurídico e midiático pra intimidar os que ainda se opõem a essa nefasta ideologia surreal antes que clamem O rei está nu! e despertem os outros.

 Coleção cartão-postal de Joanco